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Adaptação dos espetáculos “Espaço Ocupado”, “Sobre Clássicos” e “Dobras” Dias 5, 11 e 12 de maio, às 19h |
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(foto: Fernando Ferreira ) – Espetáculo Espaço Ocupado |
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A partir das aulas de manutenção para profissionais que aconteceram em março e abril, foi realizada a prática de montagem dirigida pelo Grupo Tápias. Serão apresentados no palco da Sala Maria Thereza Tápias extratos adaptados dos espetáculos “Espaço Ocupado”, “Sobre Clássicos” e “Dobras”, todos do Grupo Tápias. “Espaço Ocupado” é um duo contemporâneo (criado na década de 90 por Giselle Tápias). Dois corpos em cena, nada mais, se propõem a ocupar vazios, preencher os espaços ocos uns dos outros com suas certezas e incertezas, forças e fraquezas, meandros e sutilezas. Já “Sobre Clássicos” é um estudo de composição coreográfica sobre o Bolero de Maurice Ravel, reconhecida composição musical de 1928 largamente utilizada em cena nas últimas décadas. Propõe um olhar sobre repetição e diferença. E, finalizando, “Dobras”, espetáculo do repertório do Grupo Tápias criado em 2017, na França, traz à luz os desdobramentos de corpos com diferentes singularidades. A partir da tradição milenar do origami e as dobras que o papel possibilita, é transposta a linguagem coreográfica, observando os vincos que os corpos contemporâneos são capazes de realizar. “Algumas obras de repertório da companhia são atemporais. Acreditamos que a formação em dança deva passar também pela história e pela experiência do que já foi feito”, comenta Flávia Tápias.
Equipe Direção geral e artística: Flávia Tápias Coreografias: Giselle Tápias e Flávia Tápias Remontagem: Flávia Tápias Ensaiadora: Larissa Ramalho Desenho de luz: Erick Santos Contra- regra: Bruno Andrade
Elenco: Gab Ribeiro Giovanna Rossi Janaina Ciodario Juliana Gama Larissa Ramalho Letícia Ganime Lia Meirelles Mari Lobo Mari Spinelli Marta Bastos Roberto Silva Thales Ferreira Thiago Pereira
Homenagem a Carlos Laerte O longevo Festival Dança em Trânsito (22 anos) faz homenagem a Carlos Laerte, coreógrafo, bailarino, cineasta, professor e ator falecido em 2023. O projeto Palco Carioca Carlos Laerte faz parte do primeiro circuito do Festival, e até o fim de abril levará grandes nomes da dança carioca para o palco da Sala Maria Thereza Tápias, do Centro Cultural Espaço Tápias. “Carlinhos foi para além de um grande artista, um grande amigo e faz parte tanto da nossa história quanto da história da dança carioca. Artista incansável e ímpar”, diz Flávia Tápias, diretora do Centro Cultural. |
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Sobre o Centro Cultural Espaço Tápias |
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Sala Maria Thereza Tápias (foto: Acervo Centro Cultural Espaço Tápias)
O Centro Cultural Espaço Tápias, inaugurado em 30 de abril de 2022, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, nasce com o propósito de transformar vidas, dar oportunidades e realizar sonhos.
Além da programação artística com espetáculos para todos os públicos, sob a curadoria da Direção do Espaço Tápias, a Sala Maria Thereza Tápias é palco, durante o ano inteiro, das mais diferentes ações ligadas às artes cênicas. O foco principal é o intercâmbio entre culturas, linguagens, expressões e técnicas, em suas diferentes formas de traduzir múltiplas visões de mundo – sem “pré” conceitos, com liberdade para a inovação e oferecendo o máximo de apoio para a criação de novos conceitos. Ou seja, um lugar perfeito para fortalecer e divulgar a dança contemporânea e todas as suas vertentes. O Espaço Tápias conta com o patrocínio da Brasilcap @brasilcapbr e do Instituto Cultural Vale @institutoculturalvale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. |
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Serviço Dança em Trânsito – Palco Carioca Carlos Laerte Prática de Remontagem e Transmissão de Repertório – Adaptação dos espetáculos “Espaço Ocupado”, “Sobre Clássicos” e “Dobras” do Grupo Tápias Datas e horários – Dias 5, 11 e 12 de maio às 19h Classificação etária: Livre Duração: 50 minutos Ingressos: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia-entrada) – na bilheteria ou pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias Local: Centro Cultural Espaço Tápias (Sala Maria Thereza Tápias) – Rua Armando Lombardi, 175- Barra da Tijuca
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Pesquisa global aponta que grandes empresas subestimam pontos cegos ao confiar demais em IA
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Projeto Grael lança livro em comemoração aos 25 anos
Como marco das duas décadas e meia de fundação do Projeto Grael, nesta quinta-feira (2), às 18h, acontece o lançamento do livro “Barcos para Educar – 25 anos do Projeto Grael”. O evento, que será realizado na sede do Projeto Grael no bairro de Jurujuba, contará com uma noite de autógrafos reunindo a participação dos fundadores Torben e Lars Grael, alunos e ex-alunos da instituição e demais apoiadores.
O livro, escrito por Victor Andrade de Melo, não apenas narra a trajetória do Instituto Rumo Náutico, mas também destaca o impacto positivo na vida dos jovens que tiveram a oportunidade de fazer parte do projeto.
“Estamos celebrando uma jornada. Ao longo desses anos, o Projeto Grael tem sido uma porta de esperança e oportunidade para os jovens da rede pública de ensino, proporcionando conhecimento, formação técnica e valores essenciais por meio dos esportes náuticos”, concluiu Torben Grael.
O livro estará à venda por R$50 durante o evento e o valor arrecadado será destinado integralmente para o Projeto Grael, garantindo o fortalecimento das atividades que têm transformado a vida de milhares de jovens ao longo dos anos.
Serviço:
Local: Sede do Projeto Grael – Av. Carlos Ermelindo Marins, 494 – Jurujuba, Niterói.
Dia: 02/05
Horário: 18h







Companhia de Ballet da Cidade de Niterói apresenta o novo espetáculo ARUC, no Theatro Municipal de Niterói
A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói apresenta nos dias 03, 04 e 05 de maio, no Theatro Municipal de Niterói, o espetáculo ARUC, com concepção e coreografia do hispano-brasileiro Allan Falieri. A ideia por trás de ARUC é a possibilidade de externalizar o nosso avesso, de entender o ser humano como um ser complexo, com suas subjetividades. Para a abertura da noite, a CBCN convidou a Comrua Companhia de Dança com o espetáculo CORRE.
Sobre ARUC
A obra conta com uma ficha técnica renomada com cenário de Daniel Pinha, iluminação de Paulo Cesar Medeiros, direção musical de Allan Falieri e trilha sonora original de Mbé e Leyblack. Os figurinos foram concebidos por Allan e confeccionados por Zoé Disconzi; em uma parceria inédita entre a CBCN e a Casa do Artesão.
ARUC surgiu da vontade de trazer para a existência um senso de sociedade e comunidade. Como seria se inventássemos a nossa própria comunidade? Qual seria a nossa regra em comum? A obra explana a existência de um lugar, um território distópico, um espaço físico atemporal ocupado por criaturas. A ideia por trás disso é a possibilidade de externalizar o nosso avesso, de entender o ser humano como um ser complexo, com suas subjetividades. As tensões do cotidiano de uma cidade são trazidas para a construção da peça, onde personagens são inventados para que possam expurgar o que muitas vezes não podemos.
Foi então que a companhia sentiu a necessidade de uma cura, representada pelo próprio nome “Aruc” – que é a palavra “cura” escrita ao contrário. O objetivo desse espetáculo foi encontrar o senso comum desse grupo heterogêneo, que durante o processo de criação se permitiu acessar lugares físicos e emocionais para chegar ao resultado da obra; explorando as múltiplas dimensões identitárias, culturais e temporais que constituem o/a corpo/corpa como um conglomerado diverso, instável e dinâmico.
O coreógrafo Allan tem um interesse perene em desenvolver e pesquisar novas formas de dança, criando estratégias e mecanismos baseados na diversidade das identidades, na busca de promover uma visão inclusiva no contexto sócio-político-cultural. Para isso, recorre à arte, à educação e à ciência como estratégias de conhecimento.
No cenário de ARUC poderá ser visto a ancestralidade e espiritualidade desempenhando um papel fundamental, pois expõe as trilhas do nosso passado, o chão do tempo que pavimenta nosso caminho. Representam os alicerces profundos que nos ajudam a desvendar a complexidade de quem somos. Povos, tribos, indivíduos, uma colcha de cores e experiências, jazem agora horizontalmente, mas que depois assumem a verticalidade da contemplação, elevando esses(as) corpos(as) à luz do entendimento. Concedemos-lhes permissão para se erguerem em nossa consciência, libertando-os de sua partida terrena.
ARUC é imediato, mas também profundo e complexo. É novo e moderno, mas enraizado na herança.
Ficha técnica
Concepção e coreografia – Allan Falieri
Direção Artística – Fran Mello
Iluminação – Paulo Cesar Medeiros
Figurino – Allan Falieri
Confecção de Figurino e adereços– Zoé Disconzi
Cenário – Daniel Pinha
Confecção de roupas para o cenário: Rita Sobrinho
Direção Musical: Allan Falieri
Trilha sonora original: Mbé e Leyblack
Direção dramatúrgica – Fabiana Nunes
Produção Executiva – Tenara Gabriela
Coordenação Técnica e Logística – Thiago Piquet
Designer – Karla Kalife
Ensaiadores – Fabrícia Ribeiro e Luiz Menezes
Fotografia – Luiz Kerche
Coordenação de acervo e figurinos – Jonathan Carvalheira
Bailarinos – Alex Sena, Ariane Pereira, Bruna Lopes, Carol Martins, Diego Cruz, Gilson Paixão, Isa Kokay, Jayme Tribuzy, Janaina Casteletti, Jeanete Guenka, João Corrêa, Mirna Nijs, Mylena Athayde, Robson Schmoeller e Rogger Machado.
Sobre CORRE
Uma trupe de 6 dançarinos, riscando em todas as direções o espaço cênico, sem pausas, durante 30 minutos, tudo se forma com a mesma rapidez com que se desforma (ou se transforma). E nada parece se conformar completamente. Solos, duos, quartetos, formações maiores ou menores de grupo se constituem e se dissipam a todo momento, num jogo incessante de união e dispersão. A ocupação do espaço é no mais das vezes anárquica, frenética, enquanto a gradação dos movimentos vai do festivo ao ritualístico. Tudo desemboca numa trilha sonora elaborada por Pâmela Oliveira que permite a Rodrigo Pires desenhar com os corpos de seus dançarinos a melodia oculta no espetáculo rítmico e dinâmico. Giram de cabeça sobre o chão em equilíbrios impensáveis, combates estilizados, nítidas alusões ao hip-hop. De temperatura e densidade altas, talvez seja o espetáculo da cia com mais incidência de movimentos de chão.
Serviço
ARUC – Companhia de Ballet da Cidade de Niterói
Datas: 03 a 05 de maio
Horário: Sexta 19h | Sábado e domingo 18h
Duração: 80min
Classificação etária: 12 anos
Ingresso: R$20,00 (Inteira) | R$ 10,00 (Meia prevista em lei e Promoção para moradores de Niterói)
Local: Theatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35 – Centro, Niterói
Telefone de contato: (21) 3628-6908







O infantil ‘Princesas e Heróis’ chega à Sala Nelson
A programação infantil do mês de maio da Sala Nelson Pereira dos Santos começa, no fim de semana de 04 e 05, sempre às 16h, com uma emocionante e divertida história de vilões e mocinhos. Com a ajuda do público presente ‘Princesas e Heróis’ tentam desvendar as artimanhas criadas pelo vilão que quer acabar com os finais felizes. ‘Princesas e Heróis’ tem texto e direção de Fred Trotta, que também assina a coreografia com Anna Paula Guimarães.
Sinopse
Charada, o grande vilão dos quadrinhos do Batman, descobriu um jeito de destruir a magia das histórias infantis, acabando com os finais felizes. E ninguém mais, ninguém menos que o próprio Batman que, com a ajuda da princesa Branca de Neve, vai surgir nessa história para, juntos com personagens do mundo dos games e o público, descobrir as charadas antes dele atacar, e dar uma lição nesse vilão cheio de artimanhas.
Com muita música e uma interação incrível, que leva o público a descobrir cada pista deixada pelo Charada para que a trama prossiga, os personagens vão passar por diversas histórias de ‘princesas e heróis’ mostrando que juntos podem ser imbatíveis. Principalmente quando contam com um grande aliado: você!
Ficha Técnica
Texto e Direção: Fred Trotta
Figurinos: Anna Paula Guimarães
Coreografias: Fred Trotta e Anna Paula Guimarães
Programação audiovisual: Larissa Guimarães
Serviço
Princesas e Heróis
Datas: 04 e 05 de maio
Horário: Sábado e Domingo, 16h
Classificação Indicativa: Livre
Duração: 60min
Ingressos: Inteira – R$ 60 | Meia – R$ 30
Link para o evento no site da Sympla
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Endereço: Avenida Visconde do Rio Branco, 880, Niterói







PAULA CALDEIRA LANÇA O LIVRO SOBRE O PRINCIPI0 DA AFETIVIDADE NO DIREITO CIVIL BRASILEIRO
A mestra em Direitos Humanos Paula Caldeira faz noite de autógrafos do livro de sua autoria “O Pós-Positivismo e o Princípio da Afetividade no Direito Civil Brasileiro”, no dia 7 de maio, às 18h, na Sala Carlos Couto.
Paula defendeu tese sobre este tema pela vivência como advogada, pelos estudos e pesquisas ao constatar que durante séculos famílias foram formadas por motivos alheios ao amor, liberdade e afeto. “Refletindo para a área do Direito, este era posto, imposto e separado de qualquer valor e princípio”, destaca.
Em relação ao Direito das Famílias, com o Movimento Pós-Positivista, a partir do Século XX, novas leituras jurídicas se tornaram possíveis com a constitucionalização do Direito Civil, rompendo paradigmas clássicos na área familiar.
Paula lembra que no Direito Brasileiro, a Constituição Federal inaugurou pulverização de princípios e valores que devem balizar os direitos das famílias, seguido pelo Código Civil e, atualmente, por jurisprudência dos Tribunais Superiores que reconhecem o afeto como motivo primordial, bem como acolhe o Princípio de Afetividade, como sendo o elo construtor das relações familiares.
O livro aborda os princípios do Direito das novas demandas familiares. “Sem dúvida, a necessidade de tornar efetiva a formação de uma sociedade digna e que enxerga o núcleo familiar como fonte de relação a amor,. ressalta Paula.
Neste novo universo social, a autora questiona se há nos dias atuais, valor mais intrínseco que o afeto no direito das famílias E com destaque, afirma: a sua falta traz consequências jurídicas inevitáveis e discutidas nos tribunais.
Paula Caldeira deixa registrado no seu livro a mensagem e espera que o princípio da afetividade e afeto sejam reconhecidos expressamente, proporcionando e tornando possível a felicidade e a dignidade à pessoa humana em todas as relações familiares positivadas ou não.
SERVIÇO
Noite de Autógrafos
Obras: “Pós-Positivismo e o Princípio da afetividade no direito civil brasileiro”| Autora: Paula Caldeira
Data: 07 de maio
Horário: 18h
ENTRADA GRATUITA
Local: Sala Carlos Couto
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói (ao lado do Theatro Municipal)







Trilhas e caminhadas ecológicas ganham espaço como diferencial turístico
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Cláudio Castro entra com ação no STF para suspender dívida com a União, que já chega a R$ 191 bilhões
O governador Cláudio Castro entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (26/04), para suspender, em caráter liminar, o pagamento da dívida fluminense com a União, que totaliza R$ 191 bilhões. A medida vai permitir que o Rio de Janeiro tenha segurança para negociar o recálculo do montante, sem que haja riscos aos cofres estaduais.
O Estado do Rio entende que, ao longo das últimas décadas, foram impostas condições consideradas abusivas pela União. Diante disso, a ação pede a exclusão dos valores indevidos e ilegalmente incluídos no saldo devedor ao longo do tempo, de acordo com parâmetros compatíveis com as demais despesas públicas.
Quando se iniciaram as primeiras renegociações, na década de 1990, a dívida estadual com a União estava em R$ 13 bilhões. Desde então, já foram pagos R$ 155 bilhões – sendo cerca de R$ 108 bilhões só de juros e encargos. Apesar do valor já pago, o Rio ainda deve R$ 160 bilhões à União e R$ 30 bilhões por empréstimos garantidos por ela. Há ainda R$ 1 bilhão em operações não garantidas pelo Governo Federal.
Além da divida, o Estado ainda foi prejudicado por impactos no cofre, devido a políticas implementadas pelo Governo Federal, como a redução do ICMS de energia, telecomunicações e combustíveis. Abrindo mão de parte desta receita, o Rio de Janeiro perde, em média, R$ 9 bilhões por ano.
-Pela primeira vez o Estado do Rio de Janeiro coloca à mesa a discussão correta, a razão pela qual a dívida chegou a este patamar. A verdade é que há uma dívida multibilionária, impagável, que cresce muito mais do que a possibilidade de crescimento do nosso estado e até do país. Tenho atuado nessa discussão, reforçando a necessidade de se construir um caminho para que possamos ter equilíbrio financeiro para investir e garantir a prestação de serviços públicos à população. Tentamos a renegociação, o diálogo e ainda não conseguimos chegar a um entendimento. São como juros do cartão rotativo: pagamos, pagamos e a dívida só aumenta. Seguiremos em discussão com o Governo Federal, em busca de uma solução – declarou Cláudio Castro.
Dívida histórica
As dívidas do Rio de Janeiro foram repactuadas na década de 1990, portanto, há 30 anos. Desde então, passaram por várias negociações e refinanciamentos. Em 1999, houve o maior refinanciamento contratado, de R$ 13 bilhões – nos valores da época. Ao longo do tempo, os débitos foram impactados por diversas leis e normativas federais, além de inúmeros passivos.
O montante da dívida do Rio de Janeiro apresentou um alto crescimento, entre outros motivos, devido aos indexadores utilizados para cobrança de juros (IGP-DI + 6% e posteriormente IPCA + 4% ou Selic) ao longo do tempo. Soma-se a isso a metodologia de variação cumulativa dos índices estabelecida pela União, ao invés da adoção de um modelo mensal.







Nutricionista e personal conversam, terça-feira (30), às 16h, na Lótus, em Icaraí.
Nutricionista e personal conversam
sobre saúde e beleza na Lótus Icaraí


“Como iniciar a mudança de hábitos e melhorar sua qualidade de vida” é o tema da conversa que vai acontecer, na próxima terça-feira (30), às 16h, na Lótus, em Icaraí. Os convidados para a troca de ideias são a nutricionista Roberta Crespanme e o personal trainer Jorge André Leal. A anfitriã do encontro é a gestora da Lótus, Angélica Souza, especialista em beleza.
Roberta Crespanme é formada em educação física e nutrição, pós-graduada em anatomia e biomecânica do movimento humano, em nutrição ideal para o exercício físico e pós-graduanda em prescrição de fitoterápicos e suplementação nutricional clínica e esportiva.
Jorge André Leal é graduado em educação física, com licenciatura plena, pós-graduado em musculação, fisiologia do exercício, e reabilitação cardíaca. Tem também cursos de capacitação em treinamento de força, treinamento para grupos especiais (obesos, hipertensos, diabéticos e idosos) e em análise biomecânica do exercício.
O centro de beleza Lótus Icaraí fica na Rua Presidente Backer, 116, em Icaraí, Niterói.







O Centro de Arte, Cultura e Criação Enokojima recebe o Ava Art Festival, que comemora dez anos, com exposição sobre o papel e a arte contemporânea
A arte japonesa atravessou inúmeras fases desde os primórdios desta civilização, alcançando magníficas realizações expressivas, com utilização de cores fortes, mas também com outras características nos diversos gêneros artísticos e nos vários períodos na história de cada gênero. Sinônimo de inspiração e fascínio, enriquece o mundo com sua beleza atemporal e sua capacidade de conectar as profundezas da alma humana e da natureza, inspirando os trabalhos dos artistas que, através da utilização do papel como material, ou através das técnicas, temáticas, formas ou cores, permitem ao visitante se conectar com a arte tradiconal e a contemporânea.
A tradição artística japonesa é um tesouro cultural que se desdobra em diversas formas de expressão, enraizadas em séculos de história e influenciadas por uma profunda conexão com a natureza, espiritualidade e estética. Dentro do contexto milenar da arte japonesa se destacam Ukiyo-e, Sumi-e, Ikebana e Arte contemporânea.










