Grupo Tápias apresenta no Festival Dança em Trânsito/Palco Carioca Carlos Laerte a Prática de Remontagem e Transmissão de Repertório

 

Adaptação dos espetáculos “Espaço Ocupado”, “Sobre Clássicos” e “Dobras”

Dias 5, 11 e 12 de maio, às 19h

(foto: Fernando Ferreira ) – Espetáculo Espaço Ocupado

A partir das aulas de manutenção para profissionais que aconteceram em março e abril, foi realizada a prática de montagem dirigida pelo Grupo Tápias. Serão apresentados no palco da Sala Maria Thereza Tápias extratos adaptados dos espetáculos “Espaço Ocupado”, “Sobre Clássicos” e “Dobras”, todos do Grupo Tápias.

“Espaço Ocupado”  é um duo contemporâneo (criado na década de 90 por Giselle Tápias). Dois corpos em cena, nada mais, se propõem a ocupar vazios, preencher os espaços ocos uns dos outros com suas certezas e incertezas, forças e fraquezas, meandros e sutilezas.

Já “Sobre Clássicos” é um estudo de composição coreográfica sobre o Bolero de Maurice Ravel, reconhecida composição musical de 1928 largamente utilizada em cena nas últimas décadas. Propõe um olhar sobre repetição e diferença.

E, finalizando, “Dobras”, espetáculo do repertório do Grupo Tápias criado em 2017, na França, traz à luz os desdobramentos de corpos com diferentes singularidades. A partir da tradição milenar do origami e as dobras que o papel possibilita, é transposta a linguagem coreográfica, observando os vincos que os corpos contemporâneos são capazes de realizar.

“Algumas obras de repertório da companhia são atemporais. Acreditamos que a formação em dança deva passar também pela história e pela experiência do que já foi feito”, comenta Flávia Tápias.

Equipe

Direção geral e artística: Flávia Tápias

Coreografias: Giselle Tápias e Flávia Tápias

Remontagem: Flávia Tápias

Ensaiadora: Larissa Ramalho

Desenho de luz: Erick Santos

Contra- regra: Bruno Andrade

Elenco:

Gab Ribeiro

Giovanna Rossi

Janaina Ciodario

Juliana Gama

Larissa Ramalho

Letícia Ganime

Lia Meirelles

Mari Lobo

Mari Spinelli

Marta Bastos

Roberto Silva

Thales Ferreira

Thiago Pereira

 

Homenagem a Carlos Laerte 

O longevo Festival Dança em Trânsito (22 anos) faz homenagem a Carlos Laerte, coreógrafo, bailarino, cineasta, professor e ator falecido em 2023. O projeto Palco Carioca Carlos Laerte faz parte do primeiro circuito do Festival, e até o fim de abril levará grandes nomes da dança carioca para o palco da Sala Maria Thereza Tápias, do Centro Cultural Espaço Tápias. “Carlinhos foi para além de um grande artista, um grande amigo e faz parte tanto da nossa história quanto da história da dança carioca. Artista incansável e ímpar”, diz Flávia Tápias, diretora do Centro Cultural.

 Sobre o Centro Cultural Espaço Tápias 

Sala Maria Thereza Tápias (foto: Acervo Centro Cultural Espaço Tápias)

 

O Centro Cultural Espaço Tápias, inaugurado em 30 de abril de 2022, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, nasce com o propósito de transformar vidas, dar oportunidades e realizar sonhos.

 

Além da programação artística com espetáculos para todos os públicos, sob a curadoria da Direção do Espaço Tápias, a Sala Maria Thereza Tápias é palco, durante o ano inteiro, das mais diferentes ações ligadas às artes cênicas. O foco principal é o intercâmbio entre culturas, linguagens, expressões e técnicas, em suas diferentes formas de traduzir múltiplas visões de mundo – sem “pré” conceitos, com liberdade para a inovação e oferecendo o máximo de apoio para a criação de novos conceitos. Ou seja, um lugar perfeito para fortalecer e divulgar a dança contemporânea e todas as suas vertentes.

O Espaço Tápias conta com o patrocínio da Brasilcap @brasilcapbr e do Instituto Cultural Vale @institutoculturalvale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Serviço

Dança em Trânsito – Palco Carioca Carlos Laerte

Prática de Remontagem e Transmissão de Repertório – Adaptação dos espetáculos “Espaço Ocupado”, “Sobre Clássicos” e “Dobras” do Grupo Tápias

Datas e horários – Dias 5, 11 e 12 de maio às 19h

Classificação etária: Livre

Duração: 50 minutos

Ingressos: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia-entrada) – na bilheteria ou pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias

Local: Centro Cultural Espaço Tápias (Sala Maria Thereza Tápias) – Rua Armando Lombardi, 175- Barra da Tijuca

 

Pesquisa global aponta que grandes empresas subestimam pontos cegos ao confiar demais em IA

Mesmo com confiança nos planos com IA, estratégias e execuções fragmentadas de IA que negligenciam ciclos de vida de fim a fim podem ser mal sucedidas 

  • As organizações estão falhando em compreender as demandas de computação e redes no decorrer do ciclo de vida da IA, com menos da metade dos líderes de TI tendo um pleno entendimento das demandas de diferentes cargas de trabalho de IA, incluindo treinamento, ajuste e inferência
  • Embora o gerenciamento de dados tenha sido apontado como um dos principais elementos para o sucesso da IA, apenas 7% das organizações estão aptas a realizar atualizações de dados em tempo real e apenas 26% estabeleceram modelos de gestão de dados e são capazes de realizar análises avançadas
  • Diversas empresas estão adotando abordagens em silos, com apenas 57% estabelecendo uma única estratégia consolidada

  • Apesar do papel fundamental das equipes de jurídico e compliance, 22% dos líderes de TI não estão envolvendo os times jurídicos nas conversas sobre a estratégia de IA de suas empresas

São Paulo – 30 de abril de 2024 – Em uma pesquisa encomendada pela Hewlett Packard Enterprise (NYSE: HPE), quase metade (44%) dos líderes de TI entrevistados acreditam que suas organizações estão preparadas para aproveitar os benefícios da IA. A pesquisa indica lacunas críticas nas estratégias das empresas, como a falta de alinhamento entre processos e métricas, resultando na fragmentação significativa na abordagem à IA, o que agrava ainda mais os problemas de entrega.

A pesquisa “Architect an AI Advantage”, que foi conduzida com mais de duas mil lideranças de TI de 14 países, entre eles o Brasil, constata que embora o compromisso global com a IA demonstre investimentos crescentes, as empresas estão negligenciando áreas estratégicas que afetam a capacidade de fornecer resultados bem-sucedidos via IA – como baixos níveis de maturidade de dados, possíveis deficiências em sua provisão de redes e computação, e considerações vitais de ética e conformidade. O relatório também indica desconexões significativas tanto na estratégia quanto no entendimento, o que pode afetar negativamente o retorno sobre investimentos (ROI).

“Não há dúvidas de que a adoção de IA está ganhando ritmo, com quase todos os líderes de TI planejando ampliar os investimentos em IA nos próximos 12 meses”, disse Sylvia Hooks, Vice Presidente da HPE Aruba Networking. “Essas descobertas demonstram claramente o interesse pela IA, mas também destacam pontos cegos que podem fazer com que o progresso fique estagnado caso uma abordagem mais holística não seja adotada. O desalinhamento na estratégia e na interação entre departamentos pode, por exemplo, impedir que as empresas aproveitem suas áreas de expertise, tomem decisões eficazes ou garantam que um roadmap de IA holístico beneficie todas as áreas do negócio de forma congruente”, completa.

Reconhecendo a baixa maturidade dos dados

Um bom desempenho em IA que resulta em impacto positivo nos negócios depende da qualidade dos dados. A pesquisa aponta que, embora as empresas entendam isso, rotulando a gestão de dados como um dos elementos essenciais para o sucesso da IA, a maturidade de dados dessas empresas permanece baixa. Apenas uma pequena porcentagem (7%) das organizações pode realizar atualizações de dados em tempo real para possibilitar a inovação e a monetização de dados externos, enquanto apenas 26% estabeleceram estratégias de governança de dados para análises avançadas.

Outra questão é que, aproximadamente 6 em cada 10 respondentes da pesquisa informaram que sua organização é capaz de lidar com qualquer uma das etapas-chave de preparação de dados para uso em modelos de IA – desde o acesso (59%) e armazenamento (57%), até o processamento (55%) e recuperação (51%). Essa discrepância não apenas corre o risco de retardar o processo de desenvolvimento de modelos de IA, mas também aumenta a probabilidade de insights imprecisos fornecidos pelo modelo, além de um ROI negativo.

Ciclo de vida de fim a fim

Um ponto importante surgiu quando os entrevistados foram questionados sobre os requisitos de computação e rede ao longo do ciclo de vida de fim a fim da IA. À primeira vista, os níveis de confiança parecem altos nesse sentido: 93% dos líderes de TI acreditam que sua infraestrutura de rede está configurada para sustentar o tráfego de IA, enquanto 84% concordam que seus sistemas têm flexibilidade suficiente na capacidade de computação para atender às demandas únicas em diferentes estágios do ciclo de vida da IA.

O Gartner espera que “A IA Generativa atue em cerca de 70% das tarefas mais intensas em texto e dados até 2025, em comparação com menos de 10% em 2023*“, no entanto, menos da metade dos líderes de TI admitem ter uma compreensão completa das demandas de diversas cargas de trabalho de IA, incluindo treinamento, ajuste e inferência – o que gera uma dúvida quanto a precisão do que deve ser provisionado para elas.

Deixando de lado as conexões entre os departamentos, compliance e ética 

Muitas empresas estão falhando em conectar áreas-chave de seus negócios, com mais de um quarto (28%) dos líderes de TI descrevendo a abordagem de IA em suas empresas como “fragmentada”. Como evidência disso, mais de um terço (35%) das organizações optaram por criar estratégias de IA separadas para funções individuais, enquanto 32% estão desenvolvendo conjuntos diferentes de objetivos.

Um fator ainda mais preocupante é que a ética e o compliance parecem ser negligenciados em muitos dos casos, apesar do apoio crescente em torno da ética e compliance tanto por parte dos consumidores quanto dos órgãos reguladores. A pesquisa mostra que aspectos legais/compliance (13%) e ética (11%) foram considerados pelos líderes de TI como os menos críticos para o sucesso da IA. Além disso, os resultados mostraram que quase 1 em cada 4 empresas (22%) não estão envolvendo equipes jurídicas nas conversas sobre as estratégias de IA em seus negócios.

O medo de perder oportunidades com a IA e o risco do excesso de confiança

À medida que as empresas rapidamente buscam entender todo o alarde em torno da IA, sem uma ética e compliance adequadas para IA, as organizações correm o risco de expor seus dados proprietários – um ponto-chave para manter a vantagem competitiva e preservar sua reputação. Entre os problemas, as empresas que não possuem uma política de ética em IA correm o risco de desenvolver modelos que não atendem aos padrões adequados de compliance e diversidade, resultando em impactos negativos na marca da empresa, perda de vendas, altas multas e processos.

Há também riscos adicionais, pois a qualidade dos resultados dos modelos de IA é limitada pela qualidade dos dados ingeridos. Isso reflete na pesquisa, que mostra que os níveis de maturidade de dados nas empresas ainda permanecem baixos. Isso, combinado com a informação de que metade dos líderes de TI admitiu ter uma compreensão incompleta das demandas de infraestrutura no ciclo de vida da IA, destaca um aumento no risco geral no desenvolvimento de modelos ineficazes, incluindo o impacto das alucinações de IA. Além disso, como o consumo de energia para executar modelos de IA é alto, isso pode contribuir para um aumento desnecessário nas emissões de carbono dos data centers. Esses desafios reduzem o ROI da IA e podem impactar negativamente a marca da empresa.

“A IA tem a carga de trabalho mais intensa em dados e energia que existe e para cumprir efetivamente com o desenvolvimento da IA Generativa, as soluções devem ser híbridas por design e construídas com uma arquitetura moderna de IA”, destacou o Dr. Eng Lim Goh, Vice-Presidente Sênior de Data & AI da HPE. “Desde o treinamento e ajuste dos modelos in-loco, via co-location ou nuvem pública, até a inferência na borda, a IA Generativa tem o potencial de transformar dados em insights de cada dispositivo na rede. No entanto, as empresas devem monitorar cuidadosamente o equilíbrio entre ser um pioneiro e o risco de não compreender completamente as lacunas ao longo do ciclo de vida da IA. Caso contrário, os grandes investimentos de capital podem resultar em um ROI negativo”.

SOBRE A PESQUISA: Em janeiro de 2024, a HPE encomendou à Sapio Research uma pesquisa com o objetivo de examinar em que ponto as empresas estão em suas jornadas de IA e se estão adotando uma abordagem ampla o suficiente para se posicionarem para o sucesso. A pesquisa incluiu mais de 2.400 tomadores de decisão de TI (líderes de TI) em 14 mercados (Austrália/Nova Zelândia, Brasil, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, México, Países Baixos, Cingapura, Coreia do Sul, Espanha, Reino Unido/Irlanda e EUA). Esses líderes de TI são colaboradores de empresas com mais de 500 funcionários e abrangem setores que vão desde serviços financeiros até produção, varejo e saúde.

* Press release: Gartner, Use IA Generativa para otimizar o APM e a Observabilidade, por Martin Caren, 26 de fevereiro de 2024

GARTNER é uma marca registrada e marca de serviço do Gartner, Inc. e/ou suas afiliadas nos EUA e internacionalmente e é usada aqui com permissão. Todos os direitos reservados.

Sobre a Hewlett Packard Enterprise 

A Hewlett Packard Enterprise (NYSE: HPE) é uma empresa global da borda à nuvem que ajuda organizações a acelerarem os resultados ao liberar valor de todos os seus dados, em qualquer lugar. Com base em décadas reimaginando o futuro e inovando para aprimorar a maneira como as pessoas vivem e trabalham, a HPE oferece soluções de tecnologia exclusivas, abertas e inteligentes. Com ofertas que abrangem serviços de nuvem, computação, computação de alto desempenho & IA, borda inteligente, software e armazenamento, a HPE oferece uma experiência consistente em todas as nuvens e bordas, ajudando os clientes a desenvolver novos modelos de negócios, engajar de novas maneiras e aumentar o desempenho operacional. Para mais informações, visite o site oficial.

 

Projeto Grael lança livro em comemoração aos 25 anos

 
O evento contará com a participação do Torben e Lars Grael, alunos e ex-alunos da instituição

Como marco das duas décadas e meia de fundação do Projeto Grael, nesta quinta-feira (2), às 18h, acontece o lançamento do livro “Barcos para Educar – 25 anos do Projeto Grael”. O evento, que será realizado na sede do Projeto Grael no bairro de Jurujuba, contará com uma noite de autógrafos reunindo a participação dos fundadores Torben e Lars Grael, alunos e ex-alunos da instituição e demais apoiadores.

O livro, escrito por Victor Andrade de Melo, não apenas narra a trajetória do Instituto Rumo Náutico, mas também destaca o impacto positivo na vida dos jovens que tiveram a oportunidade de fazer parte do projeto.

“Estamos celebrando uma jornada. Ao longo desses anos, o Projeto Grael tem sido uma porta de esperança e oportunidade para os jovens da rede pública de ensino, proporcionando conhecimento, formação técnica e valores essenciais por meio dos esportes náuticos”, concluiu Torben Grael.

O livro estará à venda por R$50 durante o evento e o valor arrecadado será destinado integralmente para o Projeto Grael, garantindo o fortalecimento das atividades que têm transformado a vida de milhares de jovens ao longo dos anos.

Serviço:
Local: Sede do Projeto Grael – Av. Carlos Ermelindo Marins, 494 – Jurujuba, Niterói.
Dia: 02/05
Horário: 18h

Bons ventos!

Companhia de Ballet da Cidade de Niterói apresenta o novo espetáculo ARUC, no Theatro Municipal de Niterói

A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói apresenta nos dias 03, 04 e 05 de maio, no Theatro Municipal de Niterói, o espetáculo ARUC, com concepção e coreografia do hispano-brasileiro Allan Falieri. A ideia por trás de ARUC é a possibilidade de externalizar o nosso avesso, de entender o ser humano como um ser complexo, com suas subjetividades. Para a abertura da noite, a CBCN convidou a Comrua Companhia de Dança com o espetáculo CORRE.

Sobre ARUC

A obra conta com uma ficha técnica renomada com cenário de Daniel Pinha, iluminação de Paulo Cesar Medeiros, direção musical de Allan Falieri e trilha sonora original de Mbé e Leyblack. Os figurinos foram concebidos por Allan e confeccionados por Zoé Disconzi; em uma parceria inédita entre a CBCN e a Casa do Artesão.

ARUC surgiu da vontade de trazer para a existência um senso de sociedade e comunidade. Como seria se inventássemos a nossa própria comunidade? Qual seria a nossa regra em comum? A obra explana a existência de um lugar, um território distópico, um espaço físico atemporal ocupado por criaturas. A ideia por trás disso é a possibilidade de externalizar o nosso avesso, de entender o ser humano como um ser complexo, com suas subjetividades. As tensões do cotidiano de uma cidade são trazidas para a construção da peça, onde personagens são inventados para que possam expurgar o que muitas vezes não podemos.

Foi então que a companhia sentiu a necessidade de uma cura, representada pelo próprio nome “Aruc” – que é a palavra “cura” escrita ao contrário. O objetivo desse espetáculo foi encontrar o senso comum desse grupo heterogêneo, que durante o processo de criação se permitiu acessar lugares físicos e emocionais para chegar ao resultado da obra; explorando as múltiplas dimensões identitárias, culturais e temporais que constituem o/a corpo/corpa como um conglomerado diverso, instável e dinâmico.

O coreógrafo Allan tem um interesse perene em desenvolver e pesquisar novas formas de dança, criando estratégias e mecanismos baseados na diversidade das identidades, na busca de promover uma visão inclusiva no contexto sócio-político-cultural. Para isso, recorre à arte, à educação e à ciência como estratégias de conhecimento.

No cenário de ARUC poderá ser visto a ancestralidade e espiritualidade desempenhando um papel fundamental, pois expõe as trilhas do nosso passado, o chão do tempo que pavimenta nosso caminho. Representam os alicerces profundos que nos ajudam a desvendar a complexidade de quem somos. Povos, tribos, indivíduos, uma colcha de cores e experiências, jazem agora horizontalmente, mas que depois assumem a verticalidade da contemplação, elevando esses(as) corpos(as) à luz do entendimento. Concedemos-lhes permissão para se erguerem em nossa consciência, libertando-os de sua partida terrena.

ARUC é imediato, mas também profundo e complexo. É novo e moderno, mas enraizado na herança.

Ficha técnica

Concepção e coreografia – Allan Falieri

Direção Artística – Fran Mello

Iluminação – Paulo Cesar Medeiros

Figurino – Allan Falieri

Confecção de Figurino e adereços– Zoé Disconzi

Cenário – Daniel Pinha

Confecção de roupas para o cenário: Rita Sobrinho

Direção Musical: Allan Falieri

Trilha sonora original: Mbé e Leyblack

Direção dramatúrgica – Fabiana Nunes

Produção Executiva – Tenara Gabriela

Coordenação Técnica e Logística – Thiago Piquet

Designer – Karla Kalife

Ensaiadores – Fabrícia Ribeiro e Luiz Menezes

Fotografia – Luiz Kerche

Coordenação de acervo e figurinos – Jonathan Carvalheira

Bailarinos – Alex Sena, Ariane Pereira, Bruna Lopes, Carol Martins, Diego Cruz, Gilson Paixão, Isa Kokay, Jayme Tribuzy, Janaina Casteletti, Jeanete Guenka, João Corrêa, Mirna Nijs, Mylena Athayde, Robson Schmoeller e Rogger Machado.

Sobre CORRE

Uma trupe de 6 dançarinos, riscando em todas as direções o espaço cênico, sem pausas, durante 30 minutos, tudo se forma com a mesma rapidez com que se desforma (ou se transforma). E nada parece se conformar completamente. Solos, duos, quartetos, formações maiores ou menores de grupo se constituem e se dissipam a todo momento, num jogo incessante de união e dispersão. A ocupação do espaço é no mais das vezes anárquica, frenética, enquanto a gradação dos movimentos vai do festivo ao ritualístico. Tudo desemboca numa trilha sonora elaborada por Pâmela Oliveira que permite a Rodrigo Pires desenhar com os corpos de seus dançarinos a melodia oculta no espetáculo rítmico e dinâmico. Giram de cabeça sobre o chão em equilíbrios impensáveis, combates estilizados, nítidas alusões ao hip-hop. De temperatura e densidade altas, talvez seja o espetáculo da cia com mais incidência de movimentos de chão.

Serviço

ARUC – Companhia de Ballet da Cidade de Niterói

Datas: 03 a 05 de maio

Horário: Sexta 19h | Sábado e domingo 18h

Duração: 80min

Classificação etária: 12 anos

Ingresso: R$20,00 (Inteira) | R$ 10,00 (Meia prevista em lei e Promoção para moradores de Niterói)

Local: Theatro Municipal de Niterói

Endereço: Rua XV de Novembro, 35 – Centro, Niterói

Telefone de contato: (21) 3628-6908

 

O infantil ‘Princesas e Heróis’ chega à Sala Nelson

A programação infantil do mês de maio da Sala Nelson Pereira dos Santos começa, no fim de semana de 04 e 05, sempre às 16h, com uma emocionante e divertida história de vilões e mocinhos. Com a ajuda do público presente ‘Princesas e Heróis’ tentam desvendar as artimanhas criadas pelo vilão que quer acabar com os finais felizes. ‘Princesas e Heróis’ tem texto e direção de Fred Trotta, que também assina a coreografia com Anna Paula Guimarães.

Sinopse

Charada, o grande vilão dos quadrinhos do Batman, descobriu um jeito de destruir a magia das histórias infantis, acabando com os finais felizes. E ninguém mais, ninguém menos que o próprio Batman que, com a ajuda da princesa Branca de Neve, vai surgir nessa história para, juntos com personagens do mundo dos games e o público, descobrir as charadas antes dele atacar, e dar uma lição nesse vilão cheio de artimanhas.

Com muita música e uma interação incrível, que leva o público a descobrir cada pista deixada pelo Charada para que a trama prossiga, os personagens vão passar por diversas histórias de ‘princesas e heróis’ mostrando que juntos podem ser imbatíveis. Principalmente quando contam com um grande aliado: você!

Ficha Técnica

Texto e Direção: Fred Trotta

Figurinos: Anna Paula Guimarães

Coreografias: Fred Trotta e Anna Paula Guimarães

Programação audiovisual: Larissa Guimarães

Serviço

Princesas e Heróis

Datas: 04 e 05 de maio

Horário: Sábado e Domingo, 16h

Classificação Indicativa: Livre

Duração: 60min

Ingressos: Inteira – R$ 60 | Meia – R$ 30

Link para o evento no site da Sympla

Local: Sala Nelson Pereira dos Santos

Endereço: Avenida Visconde do Rio Branco, 880, Niterói

PAULA CALDEIRA LANÇA O LIVRO SOBRE O PRINCIPI0 DA AFETIVIDADE NO DIREITO CIVIL BRASILEIRO

A mestra em Direitos Humanos Paula Caldeira faz noite de autógrafos do livro de sua autoria “O Pós-Positivismo e o Princípio da Afetividade no Direito Civil Brasileiro”, no dia 7 de maio, às 18h, na Sala Carlos Couto.

Paula defendeu tese sobre este tema pela vivência como advogada, pelos estudos e pesquisas ao constatar que durante séculos famílias foram formadas por motivos alheios ao amor, liberdade e afeto. “Refletindo para a área do Direito, este era posto, imposto e separado de qualquer valor e princípio”, destaca.

Em relação ao Direito das Famílias, com o Movimento Pós-Positivista, a partir do Século XX, novas leituras jurídicas se tornaram possíveis com a constitucionalização do Direito Civil, rompendo paradigmas clássicos na área familiar.

Paula lembra que no Direito Brasileiro, a Constituição Federal inaugurou pulverização de princípios e valores que devem balizar os direitos das famílias, seguido pelo Código Civil e, atualmente, por jurisprudência dos Tribunais Superiores que reconhecem o afeto como motivo primordial, bem como acolhe o Princípio de Afetividade, como sendo o elo construtor das relações familiares.

O livro aborda os princípios do Direito das novas demandas familiares. “Sem dúvida, a necessidade de tornar efetiva a formação de uma sociedade digna e que enxerga o núcleo familiar como fonte de relação a amor,. ressalta Paula.

Neste novo universo social, a autora questiona se há nos dias atuais, valor mais intrínseco que o afeto no direito das famílias E com destaque, afirma: a sua falta traz consequências jurídicas inevitáveis e discutidas nos tribunais.

Paula Caldeira deixa registrado no seu livro a mensagem e espera que o princípio da afetividade e afeto sejam reconhecidos expressamente, proporcionando e tornando possível a felicidade e a dignidade à pessoa humana em todas as relações familiares positivadas ou não.

SERVIÇO

Noite de Autógrafos

Obras: “Pós-Positivismo e o Princípio da afetividade no direito civil brasileiro”| Autora: Paula Caldeira

Data: 07 de maio

Horário: 18h

ENTRADA GRATUITA

Local: Sala Carlos Couto

Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói (ao lado do Theatro Municipal)

 

Trilhas e caminhadas ecológicas ganham espaço como diferencial turístico

Segundo dados do Boletim do Turismo Doméstico Brasileiro, desenvolvido pelo Ministério do Turismo e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma em cada quatro viagens domésticas realizadas a lazer no Brasil, em 2021, tiveram como destino um turismo ecológico ou de ecoturismo.

De acordo com o relatório do The Business Research Company de 2023, empresa líder em pesquisas de mercado, espera-se que o setor de ecoturismo tenha uma taxa de crescimento anual de 13,4% até 2027.

Pioneiro ao harmonizar o turismo sustentável com a integração com a natureza, a cultura e a população local, o Costao do Santinho Resort é modelo mundial nesse segmento. Grande promotor do turismo sustentável e ecológico na região Sul do Brasil, o Costao tem atraído turistas de diversas localidades em busca de atividades e experiências em contato com a natureza. “Além de ser um diferencial, essa atividade proporciona uma experiência única e memorável para os hóspedes e contribui para a saúde e bem-estar, a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente”, ressalta o responsável pela Célula de Ecologia, Cultura & Meio Ambiente do Costao do Santinho Resort, Ciro Couto.

O hotel oferece trilhas e caminhadas que propiciam experiências únicas de contato com a natureza. São 14 opções de caminhadas e trilhas que permitem conhecer plantas, animais, informações históricas e culturais, além de se exercitar e poder apreciar vistas incríveis da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do Morro das Aranhas. As atividades são divididas em Caminho ecológico, Dunas costeiras, Praia do Moçambique, Praia dos ingleses, Topo do morro das aranhas, Topo do morro dos ingleses, Volta ao Morro das Aranhas, Pedra filosofal, Morro dos ingleses, Morro dos ingleses até o Cristinho, e Volta ao Morro.

O Costao recebe anualmente cerca 300 mil hóspedes por ano,1,5 mil crianças de escolas da grande Florianópolis e 250 e mais de 400 mil turistas visitantes no museu arqueológico ao ar livre. Todos os visitantes vivenciam uma experiência única de contato com a natureza – a RPPN Morro da Aranhas – e o patrimônio histórico cultural da região, representado pelas inscrições rupestres registradas nas pedras por povos que habitaram a região há milhares de anos. “Os turistas e visitantes também recebem conhecimentos de educação ambiental e patrimonial, colaborando para uma mudança de atitudes e novos hábitos de sustentabilidade. Como resultado, levam esse legado para o resto de suas vidas”, conclui Ciro.

Para reservas acesse o site www.costao.com.br , escolha o pacote e venha ter uma experiência inesquecível em meio a natureza exuberante do Costao.

 

 

Cláudio Castro entra com ação no STF para suspender dívida com a União, que já chega a R$ 191 bilhões

 

A medida pede a exclusão dos valores indevidos e ilegalmente incluídos no saldo devedor

O governador Cláudio Castro entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (26/04), para suspender, em caráter liminar, o pagamento da dívida fluminense com a União, que totaliza R$ 191 bilhões. A medida vai permitir que o Rio de Janeiro tenha segurança para negociar o recálculo do montante, sem que haja riscos aos cofres estaduais.

O Estado do Rio entende que, ao longo das últimas décadas, foram impostas condições consideradas abusivas pela União. Diante disso, a ação pede a exclusão dos valores indevidos e ilegalmente incluídos no saldo devedor ao longo do tempo, de acordo com parâmetros compatíveis com as demais despesas públicas.

Quando se iniciaram as primeiras renegociações, na década de 1990, a dívida estadual com a União estava em R$ 13 bilhões. Desde então, já foram pagos R$ 155 bilhões – sendo cerca de R$ 108 bilhões só de juros e encargos. Apesar do valor já pago, o Rio ainda deve R$ 160 bilhões à União e R$ 30 bilhões por empréstimos garantidos por ela. Há ainda R$ 1 bilhão em operações não garantidas pelo Governo Federal.

Além da divida, o Estado ainda foi prejudicado por impactos no cofre, devido a políticas implementadas pelo Governo Federal, como a redução do ICMS de energia, telecomunicações e combustíveis. Abrindo mão de parte desta receita, o Rio de Janeiro perde, em média, R$ 9 bilhões por ano.

-Pela primeira vez o Estado do Rio de Janeiro coloca à mesa a discussão correta, a razão pela qual a dívida chegou a este patamar. A verdade é que há uma dívida multibilionária, impagável, que cresce muito mais do que a possibilidade de crescimento do nosso estado e até do país. Tenho atuado nessa discussão, reforçando a necessidade de se construir um caminho para que possamos ter equilíbrio financeiro para investir e garantir a prestação de serviços públicos à população. Tentamos a renegociação, o diálogo e ainda não conseguimos chegar a um entendimento. São como juros do cartão rotativo: pagamos, pagamos e a dívida só aumenta. Seguiremos em discussão com o Governo Federal, em busca de uma solução – declarou Cláudio Castro.

Dívida histórica

As dívidas do Rio de Janeiro foram repactuadas na década de 1990, portanto, há 30 anos. Desde então, passaram por várias negociações e refinanciamentos. Em 1999, houve o maior refinanciamento contratado, de R$ 13 bilhões – nos valores da época. Ao longo do tempo, os débitos foram impactados por diversas leis e normativas federais, além de inúmeros passivos.

O montante da dívida do Rio de Janeiro apresentou um alto crescimento, entre outros motivos, devido aos indexadores utilizados para cobrança de juros (IGP-DI + 6% e posteriormente IPCA + 4% ou Selic) ao longo do tempo. Soma-se a isso a metodologia de variação cumulativa dos índices estabelecida pela União, ao invés da adoção de um modelo mensal.

 

Nutricionista e personal conversam, terça-feira (30), às 16h, na Lótus, em Icaraí.

Nutricionista e personal conversam

sobre saúde e beleza na Lótus Icaraí

“Como iniciar a mudança de hábitos e melhorar sua qualidade de vida” é o tema da conversa que vai acontecer, na próxima terça-feira (30), às 16h, na Lótus, em Icaraí. Os convidados para a troca de ideias são a nutricionista Roberta Crespanme e o personal trainer Jorge André Leal. A anfitriã do encontro é a gestora da Lótus, Angélica Souza, especialista em beleza.

 

Roberta Crespanme é formada em educação física e nutrição, pós-graduada em anatomia e biomecânica do movimento humano, em nutrição ideal para o exercício físico e pós-graduanda em prescrição de fitoterápicos e suplementação nutricional clínica e esportiva.

 

Jorge André Leal é graduado em educação física, com licenciatura plena, pós-graduado em musculação, fisiologia do exercício, e reabilitação cardíaca. Tem também cursos de capacitação em treinamento de força, treinamento para grupos especiais (obesos, hipertensos, diabéticos e idosos) e em análise biomecânica do exercício.

 

O centro de beleza Lótus Icaraí fica na Rua Presidente Backer, 116, em Icaraí, Niterói.

 

 

O Centro de Arte, Cultura e Criação Enokojima recebe o Ava Art Festival, que comemora dez anos, com exposição sobre o papel e a arte contemporânea

 
 
 
 
Artistas brasileiros, finlandeses, coreanos e japoneses expõe a diversidade de seus estilos, sob a curadoria do conceituado Edson Cardoso, confirmando a importância da Ava Galleria na divulgação das artes
 
 
 
 
Ava Art Festival reúne artistas brasileiros, finlandeses, coreanos e japoneses, no Centro de Arte, Cultura e Criação Enokojima, em Osaka (Japão), para falar sobre o papel e a arte contemporânea, como tema da exposição que já recebeu centenas de visitantes no Rio de Janeiro e na Finlândia, com curadoria do conceituado Edson Cardoso.  Os artistas apresentam obras de intensidades, cores e estilos diversos, comemorando dez anos de existência do evento, criado em 2014, e que reuniu artistas finlandeses e brasileiros no próprio Enokojima.
 
 


A arte japonesa atravessou inúmeras fases desde os primórdios desta civilização, alcançando magníficas realizações expressivas, com  utilização de cores fortes, mas também com outras características nos diversos gêneros artísticos e nos vários períodos na história de cada gênero. Sinônimo de inspiração e fascínio, enriquece o mundo com sua beleza atemporal e sua capacidade de conectar as profundezas da alma humana e da natureza, inspirando os trabalhos dos artistas que, através da utilização do papel como material, ou através das técnicas, temáticas, formas ou cores, permitem ao visitante se conectar com a arte tradiconal e a contemporânea.

Um dos destaques é a  videoarte ‘Rosa dos Ventos’, de Marcia Fixel, que  se manifesta como uma vídeo-performance interativa, uma instalação expandida in progress, uma experiência biográfica-cartográfica, em que os pés de cada um(a) de nós atravessam presente, passado e futuro, pelas direções do mundo. A obra é uma reflexão sobre nossas trajetórias de vida. Carrega uma pergunta filosófica para os visitantes que a assistirem nas exposições, para ser respondida pelo QR Code.
 
Ava Art Festival reúne a diversidade cultural e artística de brasileiros, finlandeses, coreanos e japoneses em Osaka, Japão. A abertura ocorre no dia 30 de abril, a partir das 18h, no Enokojimae a mostra pode ser visitada até o dia 05 de maio, de quarta a sábado, das 12h às 19h, e domingo, das 12h às 15h, com censura livre e gratuita.
 
 
 
Sobre a exposição – Ava Art Festival
 
 
Quando o papel foi introduzido no Japão e passou a ganhar diferentes composições e fibras de origem japonesa, foram produzidos papéis com fibras locais, sem adição de produtos químicos. Essa técnica artesanal é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.
 

A tradição artística japonesa é um tesouro cultural que se desdobra em diversas formas de expressão, enraizadas em séculos de história e influenciadas por uma profunda conexão com a natureza, espiritualidade e estética. Dentro do contexto milenar da arte japonesa se destacam Ukiyo-e, Sumi-e, Ikebana e Arte contemporânea.
 
 
Sobre os artistas
 
 
Brasil – Agatha Faveri, Alzira Chaloub, Amanda Padovani, Angela Vielitz, Ana Amelia, Clara Fleiuss, Claudia Sperb, Daniel Piras, Daniele Bloris, Eduardo Valdetaro, Elisa Murgel, Elizabeth Wortsman, Giose, Giselle Faganello, Glauco Cibella, Guilherme Quintanilha, Hanne  Hansel, Homero Ribeiro, Isabella Leme Villapando, Izan, Júlia d’Paula, Laura Figueiredo-Brandt, Lourdes Maria, Marcelo Côrtes, Marcia Fixel, Marcos Felix, Maria Francisca, Maria Helena Messeder, Marilene Tapias, Mirta, Monica Doin, Monica Ishiba, Nelly Gutmacher, Neuza Nazar Petti, Paula Queiroz, Paulo Pino, Rafael Ferraraccio, Renata Barreto, Rodrigo Ganem, Rodrigo Yasuda, Rosario Barbosa, Siomara Almeida, Solange Greco, Soliveiz, Tataliana, Tathyana Santiago, Tigout, Van Xavier