Niterói terá sala para acolhimento de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil

Parceria entre a Prefeitura e o Plaza Niterói vai disponibilizar uma sala para acolhimento de forma contínua no G1 do shopping

A Prefeitura de Niterói inicia, nesta segunda-feira (18), uma parceria com o Plaza Niterói no projeto socioassistencial Espaço Plaza Cuida da Gente, voltado para crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil. O espaço de acolhimento vai contar com uma sala lúdica para atendimentos e funciona diariamente, no mesmo horário de funcionamento do shopping, inclusive aos finais de semana, no G1 do Plaza. A proposta consiste em abordar, acolher e fazer o encaminhamento desses jovens à rede de proteção da Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária.

O secretário municipal de Assistência Social e Economia Solidária, Elton Teixeira, explicou que o espaço funciona de forma contínua para atendimento.

“Essa ação é muito importante no processo de garantia de direitos. Quando a iniciativa privada e o poder público se unem, quem ganha é a população mais vulnerável”, disse o secretário.

O projeto é uma articulação dos Centros de Referência Especializados da Assistência Social (Cras) e dos Conselhos Tutelares com o shopping e tem o objetivo de somar forças com outras políticas públicas já existentes no município. O Plaza também vai realizar campanhas de sensibilização com lojistas e clientes.

O superintendente do Plaza Niterói, Rafael Montenegro, destacou a importância do programa, que atenderá jovens com até 17 anos:

“A gestão pública e a iniciativa privada precisam caminhar juntas em benefício da população mais vulnerável. A ideia do programa é unir forças para ampliar o leque de oportunidades para esses jovens. Por isso, mantemos contato frequente com os órgãos responsáveis e nos colocamos à disposição para colaborar com ações que possam atenuar a questão. É um assunto sensível e que tratamos com prioridade”, destaca.

Foto: Divulgação Plaza Niterói

CLUBE DO CHORO FAZ HOMENAGEM A PIXINGUINHA NA SALA CARLOS COUTO

O Clube do Choro de Niterói segue sua temporada na Sala Carlos Couto, com mais uma apresentação, que acontece nesta terça-feira, 19 de abril , às 19h. Nesse mês, o grupo faz uma homenagem ao “Pai dos Chorões”, o grande mestre Pixinguinha, trazendo à tona o resultado de pesquisa realizada acerca da riqueza da sua obra, já que no dia 23 se comemora o Dia Nacional do Choro, mesmo dia de nascimento de Pixinguinha, que completaria 125 anos.

Pixinguinha é considerado um dos maiores expoentes do gênero. Seu maior sucesso, Carinhoso, é a música mais conhecida do grande público, porém seu repertório vai muito além.

O Clube do Choro de Niterói torna-se um importante canal de divulgação da história da nossa música, tendo em vista o pouco espaço que a música instrumental recebe.

O quarteto formado por Paulinho Bandolim (bandolim), Leo Fernandes (violão de 7 cordas), Phelipe Ornellas (cavaquinho) e Diogo Barreto (pandeiro) passa por compositores consagrados como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth e outros menos conhecidos do grande público, além de autores de outros gêneros da música brasileira. Produção executiva: Eduardo Jones.

Protocolos sanitários:

É necessário apresentar o comprovante de vacinação em dia, no formato impresso ou digital, acompanhado de um documento com foto.

SERVIÇO:

CLUBE DO CHORO

Data: 19 de abril

Horário: 19 horas

Local: Sala Carlos Couto

Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói

Tel: 2620-1624

GRATUITO – Distribuição de 50 senhas meia hora da apresentação. Sujeito à lotação.

Pesquisadores da UFF analisam impactos da Lei Aldir Blanc no país

Dos muitos setores no Brasil afetados pela pandemia nos últimos dois anos, a cultura é um dos que mais sofreram prejuízos, resultando num significativo encolhimento de suas ações. No entanto, esse processo de contração, que marca a culminância de uma paralisação da produção de informações e indicadores de cultura no país, com a extinção do Ministério da Cultura, foi parcialmente refreado com a criação de mecanismos alavancadores do setor. Esse é o caso, por exemplo, da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017/2020), proposta e desenvolvida pelo legislativo brasileiro.

A lei, cujo nome homenageia o escritor e compositor carioca, falecido em maio de 2020 vítima de Covid-19, prevê auxílio financeiro ao setor cultural, buscando apoiar profissionais da área que sofreram com o impacto das medidas de distanciamento social derivadas da pandemia. Com a medida, o setor recebeu R$ 3 bilhões, oriundos do Fundo Nacional de Cultura, para atender aos fazedores culturais afetados pela crise, com 50% da verba repassada para os estados e 50% para municípios.

Em meio a esse cenário é que se insere uma iniciativa que envolve pesquisadores (de pós-doutorado, doutorado e graduação) da Universidade Federal Fluminense e de algumas instituições parceiras (UNIRIO, UFRJ) que já vêm atuando junto ao Laboratório de Ações Culturais, o LABAC-UFF. Trata-se do projeto APOENA – Rede de Diagnóstico e Avaliação de Políticas e Ações Culturais – foco RJ, que é fruto de emenda parlamentar da Deputada Federal Benedita da Silva (PT-RJ).

De acordo com o coordenador da iniciativa e também do LABAC-UFF, professor do Departamento de Arte e da pós-graduação em Cultura e Territorialidades, Luiz Augusto Rodrigues, “o próprio APOENA reforça o apoio parlamentar. Neste caso, criando possibilidades para que a Universidade fortaleça seu potencial de sistematização e produção do conhecimento”, explica.

O projeto tem como principais objetivos indexar impactos das ações municipais implementadas a partir da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (LAB) em cada um dos 92 municípios do RJ, assim como das ações estaduais, entre 2020 e 2022. Além disso, pretende identificar as principais políticas locais, os formatos de editais, cadastros desenvolvidos e a possibilidade de construção de indicadores e informações, de mapeamentos e diagnósticos que instrumentalizem as políticas públicas de cultura não só do estado, mas até mesmo nacionais. Por fim, também está entre os intuitos da iniciativa perceber avanços e demais movimentos na direção do desenvolvimento dos sistemas municipais de cultura.

Para o estudante de Produção Cultural da UFF, Erisvelton de Alencar Santana, também bolsista do APOENA, “o projeto é muito relevante para entender como se deu a implementação da legislação que buscou beneficiar o setor cultural, um dos mais atingidos pela pandemia. Ao final do percurso, acredito que conseguiremos entender um pouco sobre as principais dificuldades pelas quais os municípios passaram para executar a lei”, enfatiza.

Segundo o professor Luiz Augusto, uma preocupação do APOENA é produzir informações que possam interessar a diferentes públicos. “Estão sendo sistematizadas informações sobre a construção da Lei Aldir Blanc e sua aplicação nos municípios do RJ. Isso envolve tanto a indexação de dados formais sobre as bases municipais de atuação, como comunicações menos burocráticas e mais motivadoras para outros públicos. O instagram @apoenaredecultural vem trazendo pequenos vídeos e cards que apresentam as informações em formatos menos teóricos; são dados mais sintéticos e acessíveis a todos que democratizam e ampliam o acesso às informações produzidas”, destaca.

Do mesmo modo, o coordenador lança luz sobre o seminário Pavimentando políticas culturais, coordenado pelo LABAC-UFF e envolvendo pesquisadores, ações e agentes nacionais sobre a temática da emergência cultural. Segundo ele, o evento, que acontecerá no formato virtual, no mês de junho, terá a participação de pessoas ligadas aos movimentos sociais não somente do circuito universitário. Ademais, estão sendo produzidos boletins trabalhados numa perspectiva de ampliação da visibilidade das informações, e textos acadêmicos voltados para seminários científicos e livros. “As principais contribuições do projeto vão ao encontro da necessidade de informações sistematizadas que auxiliem as políticas públicas de cultura, considerando que a gestão da cultura necessita de mapeamentos de seus fazedores e espaços, de indexadores quantificados etc”, conclui.

 

CIRURGIA DE RETIRADA DE SILICONE POR MOTIVOS DE SAÚDE PODE SER CATEGORIZADA COMO “REPARADORA”

Projeto tem o objetivo de garantir cirurgia na cobertura de planos de saúde e do Sistema Único de Saúde

As cirurgias de retirada de silicone mamário podem ser consideradas como “cirurgias reparadoras” para garantir o tratamento na cobertura dos planos de saúde e do Sistema Único de Saúde no estado do Rio. É o que determina o Projeto de Lei 5.646/22, do deputado Carlos Minc (PSB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) vota, em discussão única, nesta terça-feira (19/04). Por já ter recebido emendas parlamentares, o texto poderá ser modificado durante a votação.

O projeto lista, como motivos para enquadrar o procedimento como “cirurgia reparadora” a síndrome ASIA, doenças autoimunes, linfomas, vazamento de gel e contratura capsular. Também deixa aberta a possibilidade incluir novos efeitos adversos do implante de silicone. Os critérios para realização da cirurgia de explante através do sistema público de saúde deverão ser definidos pela Secretaria Estadual de Saúde.

“Os especialistas apontam que a remissão ou redução das doenças e sintomas causados pelas próteses de silicone se faz com a retirada delas o mais rápido possível. Por isso, este projeto é necessário para garantir a estas pacientes o direito à retomada da sua saúde”, justificou o autor da medida.

 

Prefeitura divulga esquema de trânsito para feriado de São Jorge em Niteroi

A Niterói Transportes e Trânsito (NitTrans) informa que o feriado de São Jorge, comemorado no próximo sábado, dia 23, terá esquema especial de trânsito. Além disso, a Prefeitura de Niterói, por meio desse órgão, fará a supervisão das procissões. Haverá reserva de vagas em ambos os lados da Rua Alcídes Figueiredo a partir das 22h do dia 21 para a montagem das estruturas de palco e barracas. O fluxo nesta via ficará interditado ao trânsito entre 06h, do dia 22, até às 20h do dia 23. O tráfego de veículos será interditado parcialmente durante a passagem da procissão de alvorada que se inicia na Rua Alcídes Figueiredo e segue pelas ruas Marechal Deodoro, Rua Barão do Amazonas, Rua São João, Rua Luis Leopoldo Fernandes Pinheiro, Rua da Conceição, Rua Visconde de Sepetiba, Rua Marechal Deodoro e retorna a Rua Alcídes Figueiredo. 
Também serão reservadas vagas de estacionamento na Rua Presidente Castelo Branco, das 22h do dia 22 até as 11h do dia 23. O tráfego de veículos será interditado parcialmente durante a passagem da procissão que começa na Rua Presidente Castelo Branco e segue pela Avenida Jansen de Melo, Rua Heitor Carrilho, Rua Manoel Pacheco de Carvalho e retorna a Rua Presidente Castelo Branco, iniciando-se às 10h.

Exposição Niterói Holográfica 

Durante três dias a Next Impact Mídia irá realizar a exposição “Niterói Holográfica”, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Niterói.
“Nosso objetivo é incentivar o setor de Ciência e Tecnologia,  dando para a população a oportunidade de ver nossos equipamentos de perto, em uma homenagem pra cidade de Niterói.” explica Júnior Bueno (sócio proprietário da Next).
A exposição é direcionada principalmente para pessoas com interesse nas áreas de Comunicação e C&T, de estudantes ao mundo empresarial.

Novo Shopping Cassino Atlântico apresenta a exposição ‘Palhaços’, do artista plástico Maradona, dentro do novo calendário de eventos do local.

 
 
Buscando o lúdico e a alegria do circo e do Carnaval, obras feitas com materiais descartados unem arte e sustentabilidade, e podem ser vistas até 30 de abril
 
 
 

O  Novo Shopping Cassino Atlântico e a Quimera Antiguidades apresentam a exposição “Palhaços”, do artista plástico Elpídio Barreto Lisboa, mais conhecido como Maradona, que busca no lúdico e na alegria do circo e do carnaval encantar os visitantes.

 
As obras representam palhaços e clowns de diversas épocas e culturas, produzidos com materiais descartados, espécie de assinatura de Maradona, trazendo conscientização, sustentabilidade, arte e memórias afetivas. Afinal, qual infância não tem um palhaço que traz uma alegre lembrança?
 
A mostra fica no  1º piso, até o dia 30 de abril. Visitação de segunda a sábado, das 9h às 21h. Entrada franca e censura livre. A exposição vai agradar a todas as idades!

Sobre o artista

Elpídio Barreto Lisboa (Maradona) se define como artista plástico de berço, filho e neto de carnavalescos, convive com arte e cultura desde sempre, iniciando como assistente em barracões de Escolas de Samba e produzindo peças de decoração para clubes e avenidas. Foi o responsável, durante vários anos, por adereços para figurino e cenários onde produzia os famosos produtos das “Organizações Tabajara” no programa “Casseta e Planeta Urgente”, na Rede Globo.

Sua arte é reconhecida por artistas de grande relevância na cultura do país e muitas de suas peças estão espalhadas por vários países. Em seu trabalho, reaproveita materiais descartados como uma espécie de assinatura de suas obras, que segundo ele, tem como objetivo transformar materiais rejeitados em objetos de desejo e de alegria.

Sobre a origem do palhaço

A origem do palhaço se confunde com a história do circo, mas quando surgiu, ninguém sabe ao certo. Os pesquisadores afirmam que a origem vem da Idade Média, período em que algumas pessoas tinham a função de ser o “bobo da corte” para fazer o rei se divertir, vestindo-se  com máscaras divertidas e diferentes, roupas largas e sapatos engraçados e os espetáculos eram organizados por grupos de teatro. Além das piadas para divertir o público, havia sempre um pouco de romantismo. O palhaço, da forma como conhecemos atualmente,  surgiu, aproximadamente, em 1758, na Inglaterra, através do trabalho de Philip Astley , oficial da cavalaria que organizava apresentações com homens, em pé, no dorso do cavalo. A partir daí, criou espetáculos em locais fechados e contratou também palhaços e equilibristas. No Brasil, os palhaços mais famosos são Carequinha, Piolin e Bozo. “Tá certo,ou não tá?

 

Sobre o Shopping Cassino Atlântico

O Cassino Atlântico era um dos cassinos que ficavam na praia de Copacabana. Durante a década de 1930, jogos de bacará, campista, roleta, black jack e carteado atraíam a sociedade carioca e pessoas de outras cidades (do Brasil e do mundo) ao local. O prédio do antigo Cassino Atlântico foi demolido nos anos 1970 para dar lugar ao novo hotel. Muitos momentos históricos foram vividos no Cassino, entre eles, os shows de Carmem Miranda, que era presença certa no local.


O Shopping Cassino Atlântico foi criado há cerca de 
40 anos e abriga, em sua maior parte, lojas de antiguidades e galerias de arte, que trazem artistas consagrados no Brasil e no exterior. Passada a pandemia, o local reinventou-se e apostou na diversificação, com restaurantes, coffee shop, eventos em seus corredores, abertos aos hóspedes do hotel e ao público em geral. Sofisicação e conforto, entre o mar e a arte, em um só local, que vai agradar aos mais exigentes!

Prefeitura de Niterói arrecada doações para cidades atingidas pelas chuvas

Município já entregou 3,5 toneladas de alimentos e água para Maricá e Queimados. Nova Iguaçu recebeu mil litros de água nesta quarta-feira (6).

A Prefeitura de Niterói segue com a Campanha Niterói Solidária para ajudar os municípios do estado que vêm sendo atingidos pelas fortes chuvas deste começo de ano. Nesta quarta-feira (6), mil litros de água mineral foram entregues em Nova Iguaçu. No último final de semana, foram entregues 2,3 toneladas de alimentos e 1,2 toneladas de água para Maricá e Queimados. A população pode doar água mineral, alimentos não perecíveis e produtos de higiene e limpeza nos três postos de coleta localizados no Centro (Caminho Niemeyer), Icaraí (Clube Central) e Região Oceânica (Shopping Itaipu Multicenter), de segunda a sexta, das 10h às 16h.

Em quase 11 meses, a Campanha já arrecadou mais de 75 toneladas de mantimentos que, além de ajudar famílias em vulnerabilidade social em Niterói, também foi enviada para os moradores de Petrópolis que receberam cerca de 30 toneladas de alimentos, água, itens de higiene e limpeza e ração animal em doações. No último final de semana, as cidades de Maricá e Queimados, que também sofreram com as fortes chuvas, receberam 2,3 toneladas de alimentos e 1,2 toneladas de água doadas por Niterói.

A primeira-dama do município, Christa Grael, é a coordenadora voluntária da campanha e ressalta a solidariedade niteroiense e como isso tem ajudado não só os moradores da cidade como dos municípios que precisam de ajuda.

“Unir esforços nesse momento é fundamental para amparar as famílias que sofrem com as tragédias causadas pela chuva. Recentemente, arrecadamos cerca de 30 toneladas de mantimentos para ajudar Petrópolis, o que mostrou o quanto o niteroiense se sensibiliza por causas como essa. Agora, mais uma vez, precisamos da solidariedade e união da população para ajudar outras cidades que passam por essa triste situação. Quem puder, doe”, reforça Christa.

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária e a de Defesa Civil e Geotecnia de Niterói estão em contato com os responsáveis por municípios do Rio para organizar as entregas das doações de acordo com as necessidades apontadas por cada um. Na manhã desta quarta-feira (06), Nova Iguaçu recebeu a doação de mil litros de água potável.
Nesta quinta-feira (07), as equipes da Prefeitura de Niterói vão enviar ao município doações de alimentos e itens de higiene e limpeza, conforme solicitado.

“Fomos o primeiro auxílio que a cidade de Queimados recebeu. Além disso, Nova Iguaçu também solicitou a nossa ajuda”, destaca o secretário de Assistência Social e Economia Solidária, Elton Teixeira.

Campanha – Neste mês de abril, a campanha Niterói Solidária completa um ano. A iniciativa tem o objetivo de ajudar famílias que não foram atendidas pelos programas da Prefeitura de Niterói e estão em situação de vulnerabilidade em razão da pandemia. Qualquer pessoa pode comparecer a um dos postos de arrecadação e fazer a sua doação. Durante os últimos meses, muitos alimentos e produtos de higiene foram entregues em diversas regiões da cidade por intermédio das instituições cadastradas por chamamento público. A campanha tem caráter permanente e ajuda famílias que ainda sofrem os efeitos sociais da pandemia.

Postos de coleta:

Fixos nos equipamentos culturais: Teatro Municipal, MAC, Sala Nelson Pereira dos Santos (Reserva Cultural) e Teatro Popular.

Campanha para os municípios atingidos pelas chuvas: Caminho Niemeyer (Centro), Clube Central (Icaraí) e Shopping Itaipu Multicenter (Região Oceânica), de segunda a sexta, das 10h às 16h.

Confira onde doar livros em Niterói

Biblioteca Parque, Ecopontos da Clin e Espaço de Convivência Zélia Gattai estão entre os locais que recebem publicações de vários estilos  

 

Como forma de incentivar a leitura, muitas pessoas hoje adotam a prática de compartilhar ou doar livros. Atenta a esta demanda, a Prefeitura de Niterói conta com lugares preparados para receber estas doações. Um destes espaços é a Biblioteca Parque de Niterói, no Centro. Já a equipe de reciclagem da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (Reciclin) desenvolveu o projeto “Reciclando ideias”, que recebe as publicações em Ecopontos distribuídos em várias regiões da cidade. Outra iniciativa acontece no Espaço de Convivência Zélia Gattai, que funciona em uma sala no Restaurante Cidadão Jorge Amado, e também recebe doações de livros.

Recentemente, a Biblioteca Parque de Niterói recebeu a maior doação do ano. Foram 700 livros do acervo do jornalista Rodrigo Camarão. Entre as publicações estão clássicos mundiais que atravessam gerações de amantes da literatura, romances, ficção científica, gênero policial, livros que contam a história do Brasil e do mundo, além de títulos de filosofia, ciência política e comunicação.

O jornalista conta que os livros doados fizeram parte da sua formação. São autores renomados e premiados com o Prêmio Nobel, Pulitzer e o Man Booker Prize. Em destaque, a coleção completa com os ganhadores do Prêmio Nobel de Literatura de 1901 até 1966. São livros clássicos de mestres como Ernest Hemingway, Luigi Pirandello, Samuel Beckett e William Faulkner, num total de 68 volumes.

“Essa coleção pertenceu à minha avó e a guardo com muito carinho. Fico muito feliz e realizado por poder oferecer à população que frequenta a Biblioteca Parque oportunidades como as que tive. Desde muito cedo, pude conhecer estes artistas e deixá-los formarem minha identidade. Agora, quantas pessoas mais eles podem influenciar? Torço que possam fazer milhares de pessoas felizes”, revela Rodrigo Camarão.

A gestora da Biblioteca Parque de Niterói, Clara Leite, ressalta que as doações contribuem de forma muito positiva para o desenvolvimento do acervo do equipamento da Prefeitura.

“Foi uma ação muito generosa. Espero que estimule mais pessoas a fazerem o mesmo. A doação como incentivo ao desenvolvimento do acervo da Biblioteca é de extrema importância para a formação do público leitor. O visitante pode pegar qualquer título para consulta, no nosso espaço, ou levar para casa como empréstimo”, explica Clara Leite.

Com a gestão da Fundação de Arte de Niterói, a Biblioteca Parque de Niterói tem mais de 60 mil itens, internet, tecnologias assistivas, salas climatizadas e acesso a materiais audiovisuais, a BPN assume o papel da biblioteca como lugar de encontro, reunindo autores, realizando lançamentos de livros, saraus, exposições, cursos, contação de histórias, seminários, rodas de leitura, sempre de portas abertas para receber eventos culturais.

“A Biblioteca Parque de Niterói é um patrimônio histórico e referência para a pesquisa, para a arte e, claro, para o conhecimento. Além das atividades culturais que acontecem periodicamente no espaço, tem um acervo muito rico. O local também aceita doações de livros, o que incentiva o hábito de ler e, ainda, é uma forma de fazer com que a existência de uma obra seja alargada por muito tempo. Recentemente foi aberta, na Biblioteca, a Sala dos Selos – Niterói Livros e Niterói Discos. Convido as pessoas a visitarem a nossa Biblioteca Parque, que tem um papel fundamental na promoção de práticas culturais, sociais e educativas”, afirma o presidente da Fundação de Arte de Niterói, Marcos Sabino.

O equipamento conta também com acervos especiais como a História Fluminense – coleção especializada na História, Memória e Cultura do Estado do Rio de Janeiro e suas cidades, um acervo de livros em línguas estrangeiras e Proteção Animal, acervo dedicado para criar subsídios para pesquisas e políticas para a área. O espaço voltado ao público infantil passou por reforma recente e foi pensado para proporcionar a melhor experiência possível na vivência literária e das artes, contando com programação exclusiva.

Mais iniciativas – A equipe de reciclagem da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (Reciclin) iniciou, em 2018, o projeto “Reciclando ideias”. O objetivo é estimular o hábito de leitura dos funcionários e de moradores das comunidades. Ao longo deste período, a Clin conseguiu a doação de mais de dois mil livros, a maioria recebida, principalmente, através das coletas seletivas. Atualmente, a Clin conta com três bibliotecas: uma na sede da companhia, em São Lourenço, uma no 10º Distrito, em Rio do Ouro, e outra no 14º Distrito, em São Domingos.

Por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, o Espaço de Convivência Zélia Gattai, que funciona em uma sala no Restaurante Cidadão Jorge Amado, no Centro, também aceita doações de livros de literatura em geral, exceto livros didáticos, escolares e atlas.

Confira como fazer doações de livro na cidade

Biblioteca Parque de Niterói – Para doar é necessário enviar email para bibliotecaparqueniteroi@gmail.com informando a quantidade de livros que deseja e os títulos. Vale ressaltar que os livros precisam estar em bom estado. Caso algum livro não seja aproveitado no local, há instituições parceiras para onde a Biblioteca Parque pode direcionar.

Ecopontos da Clin – Quem quiser contribuir com a iniciativa e doar livros, basta se dirigir a um dos Ecopontos da Clin. O horário de funcionamento das unidades é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16 horas. Confira o endereço dos Ecopontos: Icaraí (Rua Jornalista Irineu Marinho, 466); Horto do Barreto (Rua Dr. Luiz Palmier, s/n); Largo da Batalha (Rua Leonor da Glória, s/n); Engenhoca (Avenida João Brasil, s/n);Cafubá (Avenida Raul de Oliveira Rodrigues, s/n); Itaipu (Rua O, s/n); Santa Bárbara (Rua Doutor Luiz Felipe de Moraes Lamego, 490); Horto do Fonseca (Alameda São Boaventura, 770); Ilha da Conceição (Rua Jornalista Sardo Filho, s/n).

Espaço de Convivência Zélia Gattai – Os livros podem ser doados de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, na Avenida Visconde do Rio Branco, 281, Centro.

Fotos : Berg Silva

Cidade Integrada traz soluções e tem aprovação da maioria da população, revela pesquisa

”Estamos no caminho certo”, destaca governador Cláudio Castro, sobre programa que funciona no Jacarezinho e na Muzema
 

Lançado em janeiro, o programa Cidade Integrada, do Governo do Estado do Rio, é amplamente aprovado pela população. Em pesquisa feita pelo Datafolha, 59% dos entrevistados responderam ser a favor do programa, que vem realizando ações transformadoras nas comunidades do Jacarezinho e da Muzema para mais de 50 mil pessoas.

– Quando planejamos o Cidade Integrada, nosso desejo era o de levar cidadania, desenvolvimento econômico e social e segurança para as comunidades. O resultado dessa pesquisa mostra que estamos no caminho certo e eu tenho muito orgulho disso – destacou o governador Cláudio Castro.

O Governo do Estado leva relevantes serviços às duas comunidades. É o caso do ‘Casa Legal’,   que auxilia na regularização fundiária e já cadastrou cerca de 900 pessoas;  o Na Régua’,  que realizou vistoria em mais de 100 unidades no Jacarezinho e tem mais de 60 projetos de reforma prontos e do ‘Desenvolve Mulher’, que atende 1.040 mães solteiras ou divorciadas e que sustentam suas famílias.

BALANÇO DO PROGRAMA

O Cidade Integrada vem ajudando a mudar realidades. O mutirão ‘RJ para Todos’ já atendeu quase 12 mil pessoas em cinco ações aos finais de semana. No Jacarezinho, um posto do Detran foi instalado com capacidade para atender a cerca de mil solicitações por mês para emissão de identidade e habilitação. As intervenções de limpeza realizadas nos rios Salgado e Jacaré retiraram 3.376 toneladas de resíduos, reduzindo o risco de enchentes.

Na Educação, a Faetec Manguinhos já iniciou as aulas de qualificação profissional para 420 alunos e no Colégio Estadual Compositor Luiz Carlos da Vila, as obras de reforma com mão de obra local devem ser entregues até o fim de maio. Auxiliando na geração de empregos, a Secretaria de Trabalho e Renda cadastrou 500 trabalhadores para vagas na área da construção civil, com outros 200 incluídos no balcão de vagas do Sine.

A Muzema passou a contar com um posto de atendimento médico de urgência do Samu e a abrigar o castramóvel do programa RJ-PET, que realiza cerca de 100 castrações por dia. Em apoio aos microempreendedores, a Agerio recebeu a solicitação de 7.685 microcréditos, liberando R$7,24 milhões no total. O ‘Esporte Presente’ oferece ginástica funcional para mais de 840 alunos e outras iniciativas culturais em espaços públicos.

QUEDA DE CRIMES

Na área da segurança, o Cidade Integrada atuou para prender 123 criminosos, apreendeu 1500 kg de drogas e retirar 27 mil kg de barricadas dos acessos às comunidades. No Jacarezinho e arredores o Instituto de Segurança Pública comparou os dados de roubo de rua no período de 19 de janeiro a  12 de abril de 2022 com o mesmo período do ano anterior e mostrou queda de 34,2%.

Queda que também é percebida pelo ISP onde a Operação Segurança Presente atua. Com mais de 30 bases espalhadas pelo estado e agindo para promover ordenamento urbano, coibir roubos e acolher moradores de rua, o programa também recebeu ampla aprovação popular de acordo com a mesma pesquisa do Datafolha.