Youtuber @EldoGomes lança livro “Jornalismo de Turismo”, disponível na Amazon

A pandemia foi inspiração para lançamento de uma obra voltada pra quem ama viagens. Durante este período a única viagem segura era através da leitura. Inspirado no entretenimento seguro para o período, o digital influencer Eldo Gomes , que há 11 anos atua no jornalismo digital e de turismo, resolveu colocar suas memórias no mundo das viagens em seu primeiro livro totalmente digital sobre o “Jornalismo de Turismo”.

Baseado apenas em suas memórias, experiências e vivências. O Ebook “Jornalismo de Turismo”, de Eldo Gomes, ficará disponível gratuitamente por um período limitado. Em breve, a obra só poderá ser acessada através da compra nos principais canais de aquisição de Ebooks da internet.

“Escrevi o livro inspirado na narrativa da minha história de vida real com o turismo. Desde a primeira vez que escrevi e até hoje, quando leio ou alguém me pergunta sobre. Sempre me emociono. É uma energia de gratidão, com superação, que enche os olhos de lágrimas”, resume.

A obra está disponível para download em no perfil do Instagram de @EldoGomes e também na sua coluna #ViagensDoEldo, onde coloca suas inspirações e explorações turísticas pelo Brasil e também no mundo. O ebook pode ser baixado gratuitamente. @EldoGomes é apresentador e youtuber. Está sempre ao vivo com 7 coisas em seu canal e há 11 anos é autor de um blog com seu nome sobre entretenimento/turismo. Escritor do livro “Jornalismo de Turismo”, faz lives gamers e seu lema é “Influenciar para o bem”.

@EldoGomes é apresentador e youtuber. Está sempre ao vivo com 7 coisas em seu canal e há 11 anos é autor de um blog com seu nome sobre entretenimento/turismo. Escritor do livro “Jornalismo de Turismo”, faz lives gamers e seu lema é “Influenciar para o bem”. Já palestrou na Campus Party Brasília e SP.

Saiba mais
@EldoGomes
fale com o influencer via email: comercial@EldoGomes.com.br
https://www.eldogomes.com.br/jornalismodeturismo/

Doutores da Alegria voltam aos hospitais do Rio, após dois anos de pandemia

 

Artistas do projeto Plateias Hospitalares apresentam ‘Pílulas sonoras, o cortejo hospitalar do Bagunço’ no Hospital Estadual Azevedo Lima

Na ala feminina, uma voz se eleva cantando junto ao coro de artistas. As pacientes se entusiasmam e se unem aos Doutores da Alegria, de volta às unidades de saúde do estado depois de dois anos sem atividades presenciais no Rio de Janeiro devido à pandemia. Eles retornam com suas atrações de artes cênicas, música e dança, emocionando pacientes, acompanhantes e profissionais. A reestreia foi no Hospital Estadual Azevedo Lima (HEAL), em Niterói, com a apresentação da Banda Bagunço, que encenou o espetáculo “Pílulas sonoras, o Cortejo hospitalar do Bagunço”, na tarde da última quarta-feira (13.04). A paciente Débora Silva não conteve as lágrimas:

– Gostei muito. Seria bom se tivesse todos os dias. Sorrir ajuda qualquer recuperação – afirmou.

Além de fazer a curadoria do projeto Plateias Hospitalares, os Doutores da Alegria oferecem formação aos artistas, orientando e adaptando os espetáculos para o ambiente hospitalar, incluindo o cumprimento do protocolo de segurança sanitária de prevenção e controle da Covid-19. Na última quinta-feira (14.04), foi a vez dos pacientes do Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, receberem o cortejo. Também receberão visitas dos Doutores da Alegria os hospitais estaduais Eduardo Rabello, em Campo Grande; e o Hospital Estadual da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti.

– A parceria da Secretaria de Estado de Saúde com os Doutores da Alegria é bem-sucedida há mais de uma década, e este retorno é muito significativo para a nossa rede. Possibilita momentos de descontração para toda a comunidade hospitalar, trazendo leveza em uma fase em que as pessoas estão enfrentando desafios diversos – celebra o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.

 

Muito além do cuidado

O projeto Plateias Hospitalares foi criado em 2009, com o objetivo de promover o acesso à cultura, por meio de uma programação voltada a pacientes adultos e idosos, crianças e comunidades do entorno de hospitais públicos do estado do Rio de Janeiro. A ideia é trabalhar para que, cada vez mais, o hospital seja um espaço não somente de cuidado, mas de promoção da saúde, em que a arte é coadjuvante.

 – A presença deles faz muita diferença. Traz alegria para a gente, que está doente. É diferente. Anima e levanta o astral – disse a paciente Hellen Vaz Russell, que presenciou a retomada.

Em 13 anos de existência do projeto, já foram realizadas mais de 500 apresentações, envolvendo mais de 300 artistas, e plateias com mais de 100 mil pessoas. A organização Doutores da Alegria introduziu a arte do palhaço no universo da saúde, intervindo há 30 anos junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social em hospitais públicos. O trabalho é gratuito para os hospitais e mantido por doações.

– Depois de toda dificuldade que enfrentamos nos últimos dois anos, reabrir as portas das nossas unidades para os Doutores da Alegria é uma felicidade imensa. A presença deles nos nossos hospitais faz a diferença para os pacientes, pois diminui o estresse da internação. Além disso, essas apresentações lúdicas ajudam a integrar e  suavizar o cotidiano dos profissionais que estiveram e estão na linha de frente  – diz Rafael Fornerolli, assessor de Humanização da SES.

Diretor técnico do HEAL, o médico Dilson da Silva Pereira exalta a contribuição terapêutica do trabalho dos Doutores da Alegria:

– É com satisfação que recebemos novamente os Doutores, que sempre fizeram parte da rotina do hospital. A alegria contagia pacientes e colaboradores. Estudos comprovam que este é um método eficaz para o tratamento dos pacientes, diminuindo o tempo médio de internação.

A equipe de artistas definiu o retorno como um momento “mágico”. No elenco da reestreia, o ator Daniel Pimenta fala sobre o desafio de atuar nesse momento, ainda com máscaras e muita cautela:

– Precisamos reagir de acordo com o olhar de cada um, porque é muito delicado, não só o paciente, mas todo o ambiente. É necessário ter sensibilidade para perceber as reações na hora e respeitar o momento de cada um. O que vemos é a história viva acontecendo.

A enfermeira Fernanda Nunes, que trabalha há mais de dez anos no HEAL, comemora o regresso dos parceiros de trabalho:

– Geralmente o hospital é um ambiente mais sério, um clima tenso. Os pacientes que já conheciam o trabalho estavam sentindo falta e nós, profissionais, também. Quando houve a interrupção das apresentações, o retorno era algo distante. Hoje, eles trazem a esperança de dias melhores. Isso faz toda diferença. Sorrir é remédio.

Ponte de Versos de abril apresenta Alice Monteiro e Paulo Sabino no Prato Principal, no próximo dia 20 (quarta), na Blooks Botafogo

 

 

Evento literário tradicional carioca traz a retomada da poética carioca

e faz parte da comemoração dos 22 anos da Ibis Libris

 

 

Ponte de Versos acontece na próxima quarta-feira, 20 de abril, na Livraria Blooks Botafogo, apresentando os poetas Alice Monteiro e Paulo Sabino, com partcipação especial da cantora e compositora Eliane Salek, que fazem parte do Prato Principal e, logo após, será aberta a Sobremesa, com a leitura de poemas de todos os presentes, encerrando com a Saideira, quando cada um lê mais um poema curto preferido, ou de sua autoria. Já estiveram na Ponte de Versos, este ano, Lílian Maial, Ricardo Muniz de Ruiz e Rosália Milsztajn, em fevereiro, e Celi Luz e Karla Sabah, em março. O evento é gratuito e aberto ao público.


Ibis Libris Editora realiza, mensalmente, a ‘Ponte de Versos’, evento literário tradicional carioca e que este ano faz parte da comemoração dos seus 22 anos. Ocorrendo quinzenalmente, desde 1999, na antiga Livraria Ponte de Tábuas, no Jardim Botânico, passando pelo Barteliê, em Ipanema, e pela Livraria DaConde, no Leblon, reunindo poetas novos e já consagrados, a “Ponte de Versos” marcou a cena poética carioca por mais de 15 anos.


O evento divide-se em ‘Prato Principal’, onde os poetas convidados leem por 10 minutos. Em seguida, é aberta a ‘Sobremesa’, em que cada um pode recitar um poema por vez e, por fim, a  ‘Saideira’, com a leitura de mais um poema curto cada um. O objetivo é incentivar a divulgação e a produção da poesia brasileira.


‘Ponte de Versos’ acontece no próximo dia 20 (quarta), das 18h às 21h, na Blooks Botafogo, Praia de Botafogo, 316 (Espaço Itaú de Cinema). Livre para todas as idades e com entrada franca. O uso de máscaras é indicado. Na entrada, também é solicitado o comprovante de vacinação.


Traga seu poema para a Sobremesa e a Saideira! A Ponte de Versos é um lugar de estreias.

Sobre Thereza Christina Rocque da Motta


Thereza Christina Rocque da Motta é poeta, editora e tradutora. Aos 15 anos, escolheu a poesia como sua forma de expressão e, mais tarde, foi moldando sua prosa. Em 1998, escreveu “A Fada das Pedrinhas” (2018), mas teve de esperar 20 anos para publicá-lo, depois que conheceu o ilustrador Felipe Trigueiro. Em 2020, lançou mais dois livros infantis, “Coroco e Coroca” e “Juça e Aninha”. Lançou “Joio & trigo”, seu primeiro livro de poesia, em 1982, que completa 40 anos. Tem 25 livros publicados, entre eles, “Capitu” (2014) e “Sheherazade” (2021), seu primeiro livro de contos. Traduziu “Marley & Eu” (2006), “A dança dos sonhos” (2011), de Michael Jackson e “Alice no País das Maravilhas” (2020), entre outros. É membro do Pen Clube do Brasil (RJ) e da Academia Brasileira de Poesia, de Petrópolis. Fundou a Ibis Libris em 2000 e criou o selo Bisbilibisbalabás em 2002. Em 2021, criou o selo feminino Maat. Esse ano, a Ibis Libris comemora 22 anos. Coordena a ‘Ponte de Versos’ desde 2000.

Instagram: @tcrmotta / @ibislibris

Prato Principal

Alice Monteiro nasceu no Rio de Janeiro, em 1949, é jornalista e poeta e mora em Copacabana. Antes de se formar em Comunicação Social pela FACHA, estudou Letras, Português/Literatura, na antiga Universidade Gama Filho (UGF). Fez pós-graduação em Propaganda e Marketing na ESPM. Aos oito anos, quando viajava de férias com a mãe e duas irmãs em um trem de madeira para Montes Claros, região norte de Minas Gerais, escreveu seu primeiro poema, intitulado “Pobreza”, inspirado na cena emocionante de um menino maltrapilho que vendia laranjas na estação. Ali despontou sua veia poética. Tem contos e poemas em diversas antologias e dois livros de poesia publicados: “Estelar” (2009), prefaciado por Leonardo Vieira de Almeida, e “Ultramar e outros mares” (2018), prefaciado por Christovam de Chevalier, ambos publicados pela Ibis Libris. Lançou, em 2019, seu primeiro livro infantil, “Meu gato que não tenho”, prefaciado por Marcio Paschoal e ilustrado por Felipe Trigueiro, inspirado no poema homônimo, publicado em “Ultramar e outros mares”. Deste livro, o “Canto II”, do poema “Bicho Acuado”, foi musicado pela compositora, pianista, arranjadora e cantora, Eliane Salek, com o título “Pássaro liberto”.


Instagram: 
@monteiroalice77

E-mail: monteiro.alice77@gmail.com

WhatsApp: (21) 98845-2711

Participação especial: Eliane Salek: @elianesalek


Paulo Sabino nasceu no Rio de Janeiro em 1976, onde continua residindo. Idealizador e produtor dos projetos Ocupação Poética, no Teatro Cândido Mendes, em Ipanema, e A Estante do Poeta, no Espaço Afluentes, no Centro. Deste projeto, organizou a antologia “A estante dos poetas”, lançada pela Ibis Libris, em 10 de março de 2020. É coordenador e curador do selo de poesia Bem-Te-Li, da Autografia Editora, por onde publicou seu primeiro livro de poesia, “Um para dentro todo exterior”, em 2018 e, em 2021, lançou “Poesia para pandemia”, com os 160 poemas dos 160 poetas que escolheu para ler, ininterruptamente, durante cinco meses e seis dias, em 2020, todos gravados em vídeos e publicados no Facebook. É um dos poetas e o mestre de cerimônia poético mais ativo dos últimos anos no Rio de Janeiro. Alice Monteiro e Thereza Christina Rocque da Motta fazem parte da antologia “Poesia para pandemia”, organizada por Paulo Sabino, junto com os outros autores, entre eles, Alberto Pucheu, Antonio Carlos Secchin, Ramon Nunes Mello, Alexandra Maia, Claufe Rodrigues, Marina Colasanti, Igor Fagundes, Luis Turiba, Nuno Rau, Mano Melo, Mauro Santa Cecília, Antonio Cicero, Alexandre Guarnieri, Christovam de Chevalier, Suzana Vargas, Gilberto Gil, Chacal, Rosália Milsztajn, Viviane Mosé, Cairo de Assis Trindade, Jorge Salomão, Adriano Espínola, Francisco Bosco, William Soares dos Santos, Tavinho Paes, Maria Rezende, Carmen Moreno, Tanussi Cardoso, Claudia Roquette-Pinto, Mia Couto, Arnaldo Antunes, Waly Salomão, Nélida Piñon, Clarice Lispector, Amélia Alves, Hilda Hilst e Elisa Lucinda.

 

Instagram: @paulosabinopoeta

E-mail: prsabino@gmail.com

WhatsApp: (21) 98781-3908

 

Fotos – crédito Vitor Vogel – Alice Monteiro/Paulo Sabino/Thereza Christina R. Motta

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E-mail: vogel.vitor@gmail.com     

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Varandinha do Paschoal reúne crianças em torno da Cultura

Projeto traz contação de histórias e peças infantis todos os domingos de abril

O Centro Cultural Paschoal Carlos Magno apresenta todos os domingos de abril, às 10h, o projeto “Varandinha do Paschoal” – que traz atrações voltadas ao público infantil.

Após diversas apresentações bem sucedidas, a atração segue oferecendo diversão e lazer para as crianças, no centro cultural, que fica dentro do Campo de São Bento, em Icaraí, na Zona Sul de Niterói.

No próximo domingo (10), a apresentação fica por conta da Oficina de Brincar Cia de Artes Juliana Gonçalves, com ‘A Jacarezinha que Mordia’, que combina tudo o que a criançada gosta: contação de  histórias, músicas, danças e brincadeiras lúdicas e pedagógicas. Juliana Gonçalves é professora de ballet desde os 18 anos, quando também conheceu o  universo do teatro musical. Desde então, realiza seu sonho de trabalhar com crianças,  levando diversão e arte a elas.

Já no domingo de Páscoa (17) é dia de recreação com a Beart Cultural. Os pais podem levar seus pequenos para viver momentos divertidos com a conhecida equipe de recreação da cidade. Segundo a psicóloga infantil Vanessa Calvão, que coordena o projeto Beart Cultural, sua equipe é formada por profissionais experientes e sensíveis, que escutam as necessidades de cada criança e transformam brincadeiras em momentos inesquecíveis. Com formação nas áreas de educação, artes e psicomotricidade, os profissionais da Beart têm prazer em contribuir para o desenvolvimento infantil.

No último domingo do mês (24), haverá o Bailinho do Lekolé , que é um grupo de teatro musical infantil. Iniciou suas atividades em abril de 2014, fundada pela atriz e bailarina Letícia Porto Poppe com seu marido, o músico Kuko Moura. A proposta é levar ao público infantil, principalmente, por meio de elementos teatrais e musicais,  diversão, arte, fantasia e estímulos, em apresentações que incluem música ao vivo.

SERVIÇO:

Evento: Varandinha do Paschoal

Datas: 10, 17 e 24 de Abril, Domingos, às 10 horas

Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno (Campo de São Bento, Icaraí, Niterói)

Endereço: Alameda Edmundo de Macedo Soares e Silva, s/n – Icaraí, Niterói

Entrada gratuita

Dicionário David Lynch com catálogo, café e torta do seriado “Twin Peaks” no Estação NET Botafogo em abril – Inscrições abertas

Vinheta: https://youtu.be/Wp_XGn4jamY

Cinéfilos de plantão, saber mais sobre David Lynch nunca é demais. Alguns acham ele genial, outros maluco. Independente de gosto e opinião, quem quiser entrar na cabeça deste cineasta e entender o que se passa nos filmes e seriados, basta adentrar no mundo dos símbolos, alegorias e metáforas. Exemplos não faltam: eletricidade, cortinas vermelhas, chão geométrico, cachorros e latidos, toca-discos, entre outros. Ao fazer o curso Dicionário David Lynch, cada aluno receberá um catálogo da Mostra “David Lynch – O lado sombrio da alma”, e vai experimentar o café que tem a marca do David Lynch e a famosa torta de cereja do seriado “Twin Peaks”. Inscrições já abertas pelo site www.grupoestacao.com.brDicionário David Lynch começa dia 25 de abril no Estação NET Botafogo 3. São 5 encontros de 2h cada para entender toda essa simbologia.

O jornalista, cineasta e crítico de cinema Mário Abbade destrinchará o significado das escolhas e dos símbolos adotados por Lynch. Cada detalhe, e seu significado, é explicado por meio das próprias reflexões do diretor. Apesar de o mais famoso cineasta surrealista americano não gostar de falar sobre seus filmes, depois de um papo de 80 minutos com ele, Abbade conseguiu dobrar a guarda do diretor e trazer luz a seu mundo sombrio.

“Uma pílula, toca-discos: anunciando algo importante, um toca-discos não funcionando direito, é um sinal de que algo está errado. Em “Veludo Azul”, o toca-discos no apartamento de Dorothy demonstra que algo está errado naquele lugar”, diz Mário Abbade já dando um spoiler.  Junto com os longas, serão analisados também os curtas nos quais David Lynch iniciou suas primeiras experiências e que se tornariam sua assinatura visual.

A ideia é falar de todas as questões que envolvem a arte de Lynch: A incomunicabilidade de Antonioni; o universo onírico de Fellini; as questões existenciais de Bergman; o jump cut de Godard, entre outras inovações narrativas – centenas de cineastas e seus temas e estilos já foram objeto de cursos e estudos. Mas e o surrealismo de David Lynch? Já apareceram algumas teorias e explicações sobre os filmes do cineasta, mas quais são os seus verdadeiros significados? O que passava pela cabeça do diretor em cada uma de suas escolhas?

Dicionário David Lynch

5 encontros de 2h cada

Toda terça-feira às 19h

De 25 de abril a 24 de maio

Investimento: R$300 (curso completo) e R$80 (aula avulsa)

Local: Estação NET Botafogo 3

Rua Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo

Inscrições: www.grupoestacao.com.br

Rodrigo Camarão:  maior doaçao de livros do ano à Biblioteca Parque de Niterói 


Jornalista doou acervo de 700 livros para a Prefeitura de Niterói. Entre as publicações estão títulos que contam a história do Brasil e do mundo, romances, filosofia, ciência política e ficção científica

A Biblioteca Parque de Niterói recebeu 700 livros – esta foi a maior doação neste ano. A iniciativa partiu do jornalista Rodrigo Camarão, que doou o acervo para a Prefeitura de Niterói. Ele destaca que entre as publicações estão clássicos mundiais que atravessam gerações de amantes da literatura, romances, ficção científica, gênero policial, livros que contam a história do Brasil e do mundo, além de títulos de filosofia, ciência política e comunicação.

“Estes livros fazem parte da minha vida e da minha formação. Autores renomados e premiados com o Prêmio Nobel, Pulitzer e o Man Booker Prize. Em destaque, a coleção completa com os ganhadores do Prêmio Nobel de Literatura de 1901 até 1966. São livros clássicos de mestres como Ernest Hemingway, Luigi Pirandello, Samuel Beckett e William Faulkner, num total de 68 volumes”, conta Rodrigo Camarão. “Essa coleção pertenceu à minha avó e a guardo com muito carinho. Fico muito feliz e realizado por poder oferecer à população que frequenta a Biblioteca Parque oportunidades como as que tive. Desde muito cedo, pude conhecer estes artistas e deixá-los formarem minha identidade. Agora, quantas pessoas mais eles podem influenciar? Torço que possam fazer milhares de pessoas felizes”, revela.
“Foi uma ação muito generosa, que ajuda demais o desenvolvimento do acervo da biblioteca. Espero que estimule mais pessoas a fazerem o mesmo. A doação como incentivo ao desenvolvimento do acervo da Biblioteca é de extrema importância para a formação do público leitor. O visitante pode pegar qualquer título para consulta, no nosso espaço, ou levar para casa como empréstimo”, explica a gestora da Biblioteca Parque de Niterói, Clara Leite.
Biblioteca – Com a gestão da Fundação de Arte de Niterói, a Biblioteca Parque de Niterói tem mais de 60 mil itens, internet, tecnologias assistivas, salas climatizadas e acesso a materiais audiovisuais, a BPN assume o papel da biblioteca como lugar de encontro, reunindo autores, realizando lançamentos de livros, saraus, exposições, cursos, contação de histórias, seminários, rodas de leitura, sempre de portas abertas para receber eventos culturais.

“A Biblioteca Parque de Niterói é um patrimônio histórico e referência para a pesquisa, para a arte e, claro, para o conhecimento. Além das atividades culturais que acontecem periodicamente no espaço, tem um acervo muito rico. O local também aceita doações de livros, o que incentiva o hábito de ler e, ainda, é uma forma de fazer com que a existência de uma obra seja alargada por muito tempo. Recentemente foi aberta, na Biblioteca, a Sala dos Selos – Niterói Livros e Niterói Discos. Convido as pessoas a visitarem a nossa Biblioteca Parque, que tem um papel fundamental na promoção de práticas culturais, sociais e educativas”, afirma o presidente da Fundação de Arte de Niterói, Marcos Sabino.

O equipamento conta também com acervos especiais como a História Fluminense – coleção especializada na História, Memória e Cultura do Estado do Rio de Janeiro e suas cidades, um acervo de livros em línguas estrangeiras e Proteção Animal, acervo dedicado para criar subsídios para pesquisas e políticas para a área. O espaço voltado ao público infantil passou por reforma recente e foi pensado para proporcionar a melhor experiência possível na vivência literária e das artes, contando com programação exclusiva.

Em Niterói, além da Biblioteca Parque, outros espaços também recebem a doação de livros por meio de diferentes projetos como as iniciativas realizadas pela equipe de reciclagem da Companhia de Limpeza Urbana (Clin) e pela Secretaria Municipal de Assistência Social, no Espaço de Convivência Zélia Gattai.

Reciclagem – A equipe de reciclagem da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (Reciclin) iniciou, em 2018, o projeto “Reciclando ideias”. O objetivo é estimular o hábito de leitura dos funcionários e de moradores das comunidades. Ao longo deste período, a Clin conseguiu a doação de mais de dois mil livros, a maioria recebida, principalmente, através das coletas seletivas. Atualmente, a Clin conta com três bibliotecas: uma na sede da companhia, em São Lourenço, uma no 10º Distrito, em Rio do Ouro, e outra no 14º Distrito, em São Domingos.

Por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, o Espaço de Convivência Zélia Gattai, que funciona em uma sala no Restaurante Cidadão Jorge Amado, no Centro, também aceita doações de livros de literatura em geral, exceto livros didáticos, escolares e atlas.

Confira como fazer doações de livro na cidade

Biblioteca Parque de Niterói – Paraa doar é necessário enviar email para bibliotecaparqueniteroi@gmail.com informando a quantidade de livros que deseja e os títulos. Vale ressaltar que os livros precisam estar em bom estado. Caso algum livro não seja aproveitado no local, há instituições parceiras para onde a Biblioteca Parque pode direcionar.
Ecopontos da Clin – Quem quiser contribuir com a iniciativa e doar livros, basta se dirigir a um dos Ecopontos da Clin. O horário de funcionamento das unidades é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16 horas. Confira o endereço dos Ecopontos: Icaraí (Rua Jornalista Irineu Marinho, 466); Horto do Barreto (Rua Dr. Luiz Palmier, s/n); Largo da Batalha (Rua Leonor da Glória, s/n); Engenhoca (Avenida João Brasil, s/n);Cafubá (Avenida Raul de Oliveira Rodrigues, s/n); Itaipu (Rua O, s/n); Santa Bárbara (Rua Doutor Luiz Felipe de Moraes Lamego, 490); Horto do Fonseca (Alameda São Boaventura, 770); Ilha da Conceição (Rua Jornalista Sardo Filho, s/n).

Espaço de Convivência Zélia Gattai – Os livros podem ser doados de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, na Avenida Visconde do Rio Branco, 281, Centro.

Fotos: Berg Silva

Niterói inicia mais uma etapa de expansão da malha cicloviária da Zona Norte

Ciclovia da Avenida Professor João Brasil terá 2,5 km com estrutura segregada e permitirá conectar bairros 

Mais uma etapa da expansão da malha cicloviária na Região Norte de Niterói foi iniciada. A Coordenadoria Niterói de Bicicleta, em parceria com a NitTrans e a Secretaria Regional da Engenhoca, está realizando a demarcação e pintura da ciclovia da Avenida Professor João Brasil, no Fonseca. Neste projeto, a Prefeitura de Niterói irá implantar 2,5km de malha cicloviária segregada ao longo de toda a via, conectando o bairro da Engenhoca ao Fonseca e à Venda da Cruz.

Responsável pela Coordenadoria Niterói de Bicicleta, Filipe Simões, destaca que após a finalização da pintura, serão incluídos elementos de segregação para melhor segurança de ciclistas, motoristas e pedestres, além da requalificação do projeto de sinalização vertical. De acordo com ele, atendendo às demandas da população está sendo dado mais um importante passo na expansão da malha cicloviária, com o objetivo de estimular ainda mais este transporte sustentável na cidade, prático e de baixo custo.

“Em outubro do ano passado, foi implantada a ciclofaixa no Barreto, conectando a Rua Benjamin Constant à praça Flávio Palmier. Para a Avenida Professor João Brasil, a Coordenadoria Niterói de Bicicleta desenvolveu um projeto de ciclovia com apoio da Administração Regional da Engenhoca e da NitTrans, com foco na segurança viária. Esta obra é parte da implantação de uma malha cicloviária mais segura para a Zona Norte e integra o programa Niterói 450 anos”, enfatiza.

O projeto da ciclovia da Avenida Professor João Brasil, de acordo com ele, possibilitará a integração com a futura ciclovia da Alameda São Boaventura, permitindo o deslocamento mais seguro dos bairros até a região central da cidade.

“Trabalho em equipe é a chave para o sucesso de qualquer projeto. Nittrans e Niterói de Bicicleta vem dialogando sobre as melhores alternativas para integrar a mobilidade ativa com segurança no dia a dia da população”, reforça a diretora de planejamento da NitTrans”, Amanda Machado.

Mais ciclovias – O Plano Niterói 450 anos, lançado este ano pela Prefeitura de Niterói, prevê ações de ampliação e requalificação da infraestrutura cicloviária na cidade. Na Região Oceânica, a meta é alcançar a marca de 60km de ciclovias e ciclorrotas, além de concluir a implantação dos bicicletários e paraciclos. Na Região Norte, a previsão é de implantar ou requalificar 21,5km de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. O objetivo é chegar aos 120km de infraestrutura cicloviária em Niterói até 2024.

O programa prevê, ainda, o aumento de 113% do número de vagas disponíveis no Bicicletário Arariboia de forma integrada ao projeto da nova Praça Arariboia até o fim de 2024. Além disso, a Prefeitura de Niterói estuda a implantação de um sistema de compartilhamento de bicicletas com 40 estações e 400 bicicletas nos bairros do Centro, São Lourenço, Fonseca, Icaraí, Santa Rosa, Ingá, São Domingos e Gragoatá.

Fotos: Leonardo Simplício 

Cláudio Castro recebe o título de Cidadão Honorário da cidade do Rio de Janeiro

Homenagem da Câmara Municipal do Rio reconhece aqueles que prestaram serviço à democracia e humanidade

O governador Cláudio Castro recebeu nesta quarta-feira (13.04), no Palácio Pedro Ernesto, o título de Cidadão Honorário da Cidade do Rio de Janeiro. A iniciativa foi proposta pelo então vereador Dr. Carlos Eduardo quando Castro também ainda era vereador, em 2017, sendo aprovada e promulgada por Jorge Felippe, que era presidente da Câmara.

Em seu discurso, Castro contou sua trajetória na Câmara de Vereadores e no Executivo, ressaltando a situação difícil em que se encontrava o estado ao assumir o governo, e a atual fase de desenvolvimento e reconstrução do Rio de Janeiro.

– É uma grande honra receber esse título. Estes corredores testemunharam o início da minha carreira pública, onde pude conhecer de perto as necessidades mais urgentes da população, o que hoje contribui imensamente para minha atuação como chefe do Executivo – agradeceu o governador Cláudio Castro.

Nascido em Santos, Cláudio Castro foi assessor parlamentar e vereador na Câmara Municipal. O título de cidadão honorário é dado àqueles que nasceram em outras localidades e que tenham prestado serviço à causa da democracia e humanidade, segundo o Regime Interno da Câmara de Vereadores.

Durante a cerimônia, foi lembrado o trabalho do governador Cláudio Castro na inclusão social das pessoas com deficiência. Durante o seu mandato como parlamentar, Castro também liderou a organização de trabalhos legislativos em defesa da vida de crianças e adolescentes em situação de risco e de combate às drogas.

 

Projeto Cultural “Brasil e Brasileiros – Conhecer para amar e respeitar”

Projeto aprovado pela Lei de Incentivo – PRONAC

Já está nas ruas o Projeto Cultural “Brasil e Brasileiros – Conhecer para amar e respeitar” que vai levar, gratuitamente, contação de histórias com música e oficina de artes para cerca de 3 mil crianças distribuídas entre três distritos do município de Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.

O Projeto envolve o lançamento dos livros infantis “Potiara” e “Akuan – O peixinho curioso”, que abordam a preservação do meio ambiente, a amizade e as etnias que formam o povo brasileiro, ensinando a todos a respeitar e cuidar da natureza. O Livro “Potiara” conta com ilustrações da autora, atriz e produtora cultural Cláudia Coelho, e o livro “Akuan – o peixinho curioso” conta com imagens construídas com bonecos e animais produzidos em feltro, estimulando o artesanato da região através da artista Bianca Mattos. o lançamento e a turnê de apresentação das histórias e oficinas acontece durante os meses de março, abril, maio e junho, tendo início em escolas municipais da região agrícola, alcançando a localidade de Água Quente no segundo distrito, em seguida Venda Nova, no Sobrado José Francisco Lippi, e logo após nos bairros do primeiro distrito do município.

Assim como as publicações, as oficinas de contação de história e de artes, “Potiara” e “Akuan, o peixinho curioso” abordam vários temas como a proteção à natureza, o cuidado com os animais, o respeito aos mais velhos, a amizade e a cooperação entre pessoas da comunidade, entre outras, de forma lúdica, indo ao encontro do problema representado pelo desmatamento, assim como a extinção de diversas espécies da fauna e da flora brasileira como consequência. Repleto em ilustrações, com linguagem simples e diversificando em livro para colorir e livro colorido, acompanhado de um CD áudio book para alunos com necessidades especiais, livros em Braille e presença de intérpretes de libras em situações em que há crianças com necessidade auditiva, instrumentos que ajudam a contar a história, ao som de músicas especialmente compostas para os livros.

Cláudia Coelho busca com esse projeto sensibilizar as pessoas, principalmente no incentivo à leitura, a importância de cultivar valores e virtudes entre as crianças, a busca da superação, cooperação e criatividade para uma vida com mais qualidade.

“A minha proposta é levar a arte, a cultura, a literatura e o prazer de ler para crianças que tem pouco ou nenhum acesso a esses fatores, contribuindo com o fomento à arte, a valorização da literatura como meio de aprendizado, lazer e sustentabilidade”, explica a autora.

O projeto termina com eventos, abertos ao público, entre 29 e 31 de julho. Nos dias 29 e 30, o evento será na Casa de Cultura, em Teresópolis.

Resumo das Obras:

“Potiara” – Literatura infantil – Na tribo Tupinambá vivia a linda indiazinha Potiara. Numa manhã enquanto corria alegre pela mata avistou algumas pegadas diferentes, e ficou curiosa pois não sabia que animal era aquele.

Depois de muito procurar, acabou desistindo e foi pedir ajuda ao pajé da aldeia, um homem muito sábio. No dia seguinte Potiara saiu bem cedo a procura do animal misterioso, será que dessa vez encontrou?

Este livro traz uma linguagem infantil onde apresenta um pouco da cultura e dos costumes indígenas e as crianças vão aprender como é importante cuidarmos com carinho dos animais e respeitarmos a natureza. Embarque nessa aventura, um livro para ler, colorir e aprender. A história trata da preservação do meio ambiente, da cooperação dos outros e do amor como forma de construção de uma sociedade melhor. Tudo isso com foco na proteção à natureza, a cooperação, o cuidado, o amor.

“Akuan – O peixinho curioso” – Akuan é um peixinho muito curioso! Um dia, ele desobedece a sua mãe e acaba comendo o lixo que os seres humanos jogam no mar… O peixinho ficou doente e agora conta com a ajuda da sereia Marina para que juntos encontrem a cura, no caminho, encontram outros animais em perigo e em dificuldades, e demonstram empatia e compaixão, ajudando-os durante o percurso. A história traz lindas lições e uma grande surpresa no final, fazendo alusão a lendas e à população ribeirinha, mostrando a importância de cuidarmos das águas, dos rios, dos mares, do planeta.

Sobre a Autora:

Professora com 28 anos de magistério, atriz, escritora com livros publicados desde 2004. Também atua com produção cultural, como feiras de artes e festivais.  Formada em Letras, na modalidade português – inglês e suas literaturas, na UNIVERSO e com cursos de especialização em áreas da Educação e da Produção Cultural.

Faz parte da ATL – Academia Teresopolitana de Letras (Teresópolis – RJ), da ABARS – Academia de Belas Artes do Rio Grande do Sul, da  Academia de Letras de São Pedro da Aldeia-RJ e do Núcleo Accademico Italiano di Scienze, Lettere e Arti. E ocupa atualmente a vice-presidência do Fórum de Cultura de Teresópolis. Tem sete livros publicados e participações em algumas antologias e coletâneas pelo Brasil.  Dirige o Jornal Alecrim, veiculado na Região Serrana do Rio de Janeiro em formato impresso e online, é apresentadora do programa de TV – VITRINE – veiculado na Teresópolis TV e na Nossa TV, exibidos em Teresópolis e região.  Premiada em editais de Cultura no município de Teresópolis e no Estado do Rio de Janeiro, com contação de histórias e literatura infantil, e aprovada em leis de incentivo estaduais e federais.

Redes sociais: @claudiacoelhoautora

 

A 1ª Feira BB Arte toma conta do terceiro piso do Shopping Cassino Atlântico entre os dias 18 e 30 de abril – entre o mar e a arte.

Arte digital, pinturas e esculturas de artistas brasileiros e estilos diversos fazem parte da Feira, com curadoria da arquiteta Marcia Marschhausen

A 1ª Feira BB Arte começa no dia 18 de abril, nos corredores do 3º piso do Shopping Cassino Atlântico, apresentando arte digital, pinturas e esculturas, de artistas brasileiros e de estilos diversos, com o objetivo de promover a conscientização da atividade criativa no mundo.

“A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível”, nas palavras de Leonardo da Vinci, cujo aniversário, no dia 15 de abril ficou marcado como o Dia Mundial da Arte. Mas esse evento, com o apoio do  Hotel Fairmont, quer mostrar aos visitantes a importância da arte para a compreensão do mundo e dos sentimentos.

O Espaço BB tem como objetivo produzir  conhecimento e aproximar o público da criação. A 1ª Feira BB Arte vai de 18 a 30 de abril, das 10h às 22h, na Avenida Atlântica, 4240 – galeria 311 e corredores 3º piso, Posto 6/Copacabana, RJ. Entre o mar e a arte. Além de exposições individuais e coletivas, promove encontros com curadores, críticos, colecionadores e artistas convidados. Realiza, também, exposições bimestrais sob a curadoria da arquiteta Marcia Marschhausen.

 
1ª Feira BB Arte
Shopping Cassino Atlântico – 3º piso/corredores
Av. Atlântica, 4240 – Posto 6/Copacabana – RJ
Instagram: @espacobbartesvisuais
Visitação: 18 a 30 de abril de 2022
Horário: 10h às 22h
Entrada franca
Censura livre
Acessibilidade
 
Fotos: Pintura – Bernardo Sá Earp (caveiras)
          Escultura – Mauro dos Guaranys
          Arte digital (colagem) – Lucas Grilo