Niterói recebe segunda edição da Blue Running na orla de Icaraí no dia 22 de novembro

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A orla de Icaraí recebe, em 22 de novembro, dia de aniversário de Niterói, a segunda edição da Blue Running, corrida de rua que une esporte e a relação da cidade com o mar. Com apoio da Prefeitura de Niterói, a prova terá percurso de 5 quilômetros, com largada às 7h, na Praia de Icaraí, e expectativa de reunir cerca de 700 participantes.

O trajeto seguirá pela orla de Icaraí em direção à Praia de Boa Viagem, com retorno ao ponto de largada. Ao longo do percurso, os corredores contarão com estrutura de apoio e pontos de hidratação.

A corrida faz parte da programação que antecede o Tomorrow Blue Economy Niterói 2026, encontro dedicado à economia do mar, que será realizado nos dias 25 e 26 de novembro, na Arena Niterói. Em sua terceira edição, o evento vai reunir especialistas, representantes do setor produtivo e do poder público para discutir temas como indústria naval, transição energética, atividades offshore, turismo costeiro, pesca e aquicultura.

“O Tomorrow Blue Economy consolida Niterói como referência em economia azul, reunindo inovação, sustentabilidade e novas oportunidades. A Blue Running aproxima essa agenda da população, promovendo esporte, saúde e conexão com a cidade. Este ano, esperamos uma adesão ainda maior que a do ano passado”, afirma o secretário executivo da Prefeitura de Niterói, Felipe Peixoto.

Além da corrida, a Praia de Icaraí receberá, entre os dias 20 e 22 de novembro, a Arena de Praia Blue Economy. O espaço terá atividades esportivas gratuitas, com modalidades como yoga, vôlei, futevôlei e beach tennis.

Inscrições – Os participantes da Blue Running poderão escolher entre duas modalidades de inscrição. O Kit Ocean inclui camiseta oficial, medalha de participação, hidratação durante e após a prova e um ingresso da categoria Participante para o Tomorrow Blue Economy Niterói 2026.

Já o Kit Blue Waves inclui camiseta oficial, chip de cronometragem, medalha, viseira, ecobag, hidratação durante e após a corrida e um ingresso da categoria Participante para o Tomorrow Blue Economy Niterói 2026.

A prova terá premiação para os três primeiros colocados nas categorias geral masculina e feminina, de acordo com a ordem de chegada.

A retirada dos kits será realizada nos dias 20 e 21 de novembro, das 8h às 17h, em frente à Arena de Praia Blue Economy, na Praia de Icaraí, próximo ao Pão & Etc. Para retirar o material, será necessário apresentar documento original com foto e a confirmação da inscrição.

As inscrições estão disponíveis em: https://oneevent.com.br/icities-events/blue-running-niteri-2026

 

Exposição “MAGIC AND MURDER” de Daisy Xavier

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A Galeria Karla Osorio apresenta a exposição individual de Daisy Xavier, com curadoria de Victor Gorgulho. A mostra “MAGIC AND MURDER apresenta cerca de 20 obras da artista carioca, entre inéditas e históricas. Com trajetória extensa e consolidada desde os anos 80 no cenário da arte contemporânea brasileira, Daisy reforça sua versatilidade poética em obras recentes Segundo o curador, telas da artista “nos colocam defronte a formas que fluem pelo tecido como se percorressem um delicado campo entre a figuração e a abstração – onde aquilo que observamos, à primeira vista, logo ganha outros contornos em uma experiência que dilata a expectação”.

Sobre a exposição – por Victor Gorgulho
Esta é a segunda exposição individual de Daisy Xavier (Rio de Janeiro, 1952) em Brasília, que junta obras inéditas com outras históricas, realizadas sobre a superfície da tela, do linho e do papel, apresenta a pesquisa da artista em torno de espécies botânicas com seivas capazes de tanto matar quanto curar. Em uma mesma dose, cura e morte se disfarçam na exuberância destas espécies de distintas e variadas origens. O título MAGIC & MURDER se refere ao livro homônimo que batiza o atual grupo de trabalhos de Xavier, artista que transita com destreza pelo campo da pintura, da escultura, do desenho e mais. Integram também a mostra esculturas em madeira que estabelecem um vívido diálogo com as telas da artista.

Lançando mão de materiais como tinta à óleo, a acrílica, o Ecoline e o nanquim, o presente grupo de obras de Xavier inicia-se em composições densamente ocupadas por flores, vegetais, plantas, partículas, seres naturais, micro-organismos e criaturas-não-humanas que nos conduzem ao universo que Daisy procura instaurar. Suas telas, no entanto, passam por uma espécie de depuração, que vem tanto do olhar da própria artista quanto dos materiais que parecem ceder à superfície em que esses seres são representados.

Por vezes, Xavier utiliza folhas coletadas em viagens como as próprias matérias da pintura em si, inscritas, seladas em suas telas. Em outros trabalhos, as mesmas folhas aparecem como matrizes para a transferência de suas formas em si, demarcando um território visual no perímetro pictórico em que vemos a explosão de cores, formas e linhas – estas últimas capazes de formarem um labirinto infindo de conexões sob as formas vegetais que saltam destes trabalhos.

De repente, instaura-se também a escuridão, a trama, o risco e as formas que, mesmo entrelaçadas em insuspeitadas torções, revelam-se vítimas e algozes da pré e da pós-história. O que veio antes? A cura ou o veneno, a exuberância ou a escuridão? Xavier não nos dá respostas mas, a seu modo, nos aponta caminhos possíveis: formas que se pretendem naturais, orgânicas feito troncos, são esculpidas em madeiras provenientes de restos de móveis antigos.

Sobre a artista
Daisy Xavier (Rio de Janeiro, RJ, 1952) – Vive e trabalha no Rio de Janeiro. É formada em psicologia e psicanálise e aborda em sua obra a preocupação com os limites, as identidades e as alteridades do corpo humano, seja pela desconstrução ou pela recriação das formas e conceitos. A artista cria imagens de forte carga poética onde o corpo deixa de ser meramente físico e passa a representar inquietações pessoais, sociais e políticas, seja pela desconstrução ou pela recriação de formas e conceitos estabelecidos. Elementos como a rede e a água são recorrentes nos trabalhos da artista – sejam vídeos, fotos, instalações, pinturas ou desenhos. Os elementos não deixam definir o que se encontra dentro ou fora, criando campos intercambiáveis, de constante mutação. Em 2010 foi indicada para ao Prêmio Pipa e desde os anos 80 participa de exposições individuais e coletivas, tanto no Brasil quanto no exterior.

Serviço
“MAGIC AND MURDER”, exposição individual de Daisy Xavier
Abertura sábado, 12 de setembro, 11 – 14h
Em cartaz até 31 outubro 2026

Galeria Karla Osorio (SMDB Conjunto 31 Lote 1B – Lago Sul / Brasília – DF) – Galerias 1, 2, 4 e 5 Pavilhões I e II
Visitação: segunda a sexta, 9h – 18h, sábados 9h – 14h

A entrada é gratuita. Recomenda-se agendar por telefone, e-mail, DM no Instagram ou WhatsApp

Site: www.karlaosorio.com
Instagram: @galeriakarlaosorio

 

Doenças raras: leis da Alerj ampliam direitos a mais de um milhão de fluminenses

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Primeiro estado do país a criar um Estatuto dos Raros, Rio conta com legislação para garantir atendimento prioritário, assistência especializada e proteção nos planos de saúde

“Nem sempre quando se ouve o som de cascos são cavalos e, sim, zebras.” A frase, que é tradicionalmente utilizada para lembrar que os diagnósticos mais comuns devem ser considerados primeiro, acabou dando à zebra um significado especial para quem convive com doenças raras. O animal se tornou símbolo mundial da causa e ajuda a representar um universo que, apesar do nome, está longe de atingir poucas pessoas.

No Brasil, cerca de 16 milhões de pessoas convivem com alguma doença rara, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). E só no Estado do Rio, esse número já chega a um milhão de pessoas, de acordo com a Rede Nacional de Doenças Raras (RARAS).

Estima-se que existem cerca de 9 mil de tipos de doenças raras, entre elas Fibrose Cística, Atrofia Muscular Espinhal (AME), Distrofia Muscular de Duchenne, Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e Epidermólise Bolhosa. Os números ajudam a dimensionar um dos principais desafios enfrentados por esses pacientes: conseguir um diagnóstico. Como muitas dessas condições são pouco conhecidas e apresentam sintomas que podem ser confundidos com os de outras doenças, a descoberta pode levar anos e envolver consultas com diferentes especialistas.

O tema voltou a ganhar repercussão após o piloto e influenciador digital Lito Sousa, de 59 anos, ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), condição rara e degenerativa. Atualmente, não há tratamento capaz de interromper a evolução da enfermidade. A família de Lito chegou a buscar a participação do influenciador em dois estudos, mas ele não pôde ingressar nas pesquisas, tendo conseguido, mais recentemente, acesso à substância experimental ALN-6457, sendo a primeira pessoa no mundo a testar essa substância em humanos.

Histórias como essa expõem uma realidade compartilhada por milhares de brasileiros. Além de enfrentar a própria enfermidade, ainda precisam buscar o diagnóstico correto, tratamentos especializados, medicamentos de alto custo e acesso a direitos. No Rio de Janeiro, uma série de leis aprovadas pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) busca ampliar essa rede de proteção.De olho na legislaçãoO Rio de Janeiro é o primeiro estado da Federação a criar o Estatuto da Pessoa com Doença Rara, através da Lei 10.315/24. A medida reúne todos os direitos dos raros e familiares e todas as obrigações do Estado e da iniciativa privada sobre um único tema. O documento, criado em conjunto com a sociedade civil, tem como objetivo garantir e promover o acesso igualitário a cuidados adequados de saúde, diagnóstico precoce, além de apoio psicossocial.

Para o advogado Daniel Wainstock, especialista em Direito da Saúde, o Estatuto tem uma importância que é, ao mesmo tempo, jurídica e profundamente humana. Segundo ele, durante muito tempo pessoas com doenças raras e suas famílias precisaram lutar até para que suas necessidades fossem compreendidas pelo sistema de saúde, e o Estatuto ajuda a romper essa invisibilidade, traduzindo em direitos uma realidade que essas famílias já conhecem há anos. “Uma doença pode ser rara; o direito ao cuidado, não”, resume. Para Wainstock, o grande desafio agora é fazer com que a lei atravesse a distância entre o Diário Oficial e a vida real, já que um direito só cumpre verdadeiramente sua função quando chega ao paciente — e chega a tempo.

A legislação estadual também avançou em outras frentes. Em 2024, também foi aprovada a Lei 10.323/24, que assegura atendimento prioritário às pessoas com doenças raras e aos seus acompanhantes nas unidades de urgência e emergência dos hospitais públicos e privados do Rio. Já a Lei 10.961/25 ampliou a proteção dos pacientes na saúde suplementar ao proibir o cancelamento unilateral de planos de saúde de idosos, pessoas com deficiência e pessoas com doenças raras.

A Alerj também aprovou a Lei 10.142/23, conhecida como “Lei Gui”. A medida instituiu o Programa Estadual de Assistência Especializada em Epidermólise Bolhosa na Rede Pública de Saúde, uma doença genética rara caracterizada pela extrema fragilidade da pele, que pode provocar feridas e bolhas a partir de pequenos atritos. A legislação prevê consultas e exames específicos, atendimento por equipe multidisciplinar capacitada e acompanhamento genético de pacientes e familiares, entre outras ações. A norma também prevê a possibilidade de concessão de pensão especial aos pacientes ou seus responsáveis.

A proposta recebeu o nome de Gui em referência a Guilherme Gandra, hoje com 10 anos, que ficou conhecido nacionalmente depois de passar 16 dias em coma devido à doença. Wainstock, por sua vez, destaca que o conjunto de leis oferece uma base legal importante para a construção de políticas públicas, para a organização de uma rede de cuidado e para que essas famílias possam exigir do Estado respostas mais adequadas às suas necessidades.

Do papel à prática

Além de articular as leis que ampliam direitos aos Raros, o Parlamento fluminense ainda conta com a Frente Parlamentar de Doenças Raras, que também trabalha para transformar esses direitos em ações concretas. Lançada em 19 de novembro de 2023, a Frente reúne parceiros da sociedade civil, entre eles universidades, institutos de pesquisa, associações ligadas à causa e familiares, além dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário e da iniciativa privada.

Para Wainstock, o diagnóstico está longe de representar o fim de uma jornada para essas famílias. “É apenas o começo de outra”, afirma. Segundo o advogado, depois da busca pelo nome da doença, que já pode levar anos, a família ainda enfrenta novas batalhas, como encontrar profissionais que conheçam aquela condição, conseguir exames, terapias, acompanhamento multidisciplinar e, em alguns casos, medicamentos de altíssimo custo. Na experiência dele, a maior barreira costuma ser justamente essa fragmentação do sistema, que faz com que o paciente raro precise conectar sozinho partes de uma rede que não conversa entre si.

É justamente para reduzir essa distância que uma das principais conquistas recentes da Frente foi a articulação que levou, de forma pioneira e gratuita, todas as cinco etapas do Teste do Pezinho Ampliado a Volta Redonda, no interior do estado. O exame é capaz de detectar 68 doenças raras logo nos primeiros dias de vida, fator decisivo já que o diagnóstico tardio é apontado como um dos maiores obstáculos enfrentados por pacientes raros e suas famílias. Entre 13 de julho e 30 de agosto, mais de 200 recém-nascidos já foram testados no município.

A Frente também articulou a capacitação gratuita de toda a rede de saúde primária de Volta Redonda para reconhecer sinais e sintomas de doenças raras, iniciativa que já alcançou 2 mil profissionais de saúde em todo o estado. Além disso, o grupo tem dado espaço a Raros e familiares em audiências públicas, eventos e homenagens.

Casos como o de Lito Sousa mostram que, mesmo diante de um arcabouço legal considerado modelo no país, o caminho de quem convive com uma doença rara ainda é permeado por incertezas. Como resume Daniel Wainstock, quando se fala em doenças raras, acesso não significa apenas garantir um medicamento ou uma consulta, mas garantir que o cuidado certo alcance a pessoa certa no momento em que ainda pode transformar sua história.

 

Ampliado no RJ tratamento para fissura labiopalatal

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Recém-nascidos diagnosticados com má formação congênita de fissura labiopalatal terão direito a tratamentos pós-cirúrgicos como as especialidades de fonoaudiologia, psicologia e ortodontia. É o que determina a Lei 11.313/26, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (14/09).

A norma altera a Lei 10.392/24, que já garantia ao recém-nascido o teste diagnóstico e procedimentos cirúrgicos corretivos para fissura labiopalatal nas unidades de saúde do estado.Pelo novo texto, os casos identificados também deverão ser encaminhados para acompanhamento e tratamento no período pós-operatório, que passa a incluir expressamente as especialidades de fonoaudiologia, psicologia e ortodontia, entre outras relacionadas à recuperação e ao tratamento integral do quadro.

A cirurgia é uma das principais intervenções para corrigir a condição, mas o tratamento completo exige uma abordagem multidisciplinar, que reúne especialidades voltadas à recuperação do paciente. Cada uma dessas áreas cumpre um papel importante no desenvolvimento e no bem-estar da pessoa com fissura labiopalatal.

 

Lucas Simões transforma referências da arquitetura e da cultura popular em individual na Casa Triângulo

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Com textos críticos de Pollyana Quintella e Ciro Miguel, a exposição Lava- Olhos de Emergência aproxima Brasília, o tecnobrega e a mitologia antiga por meio das formas

Uma forma nunca permanece exatamente a mesma quando muda de lugar: carrega consigo sua origem, mas também tudo aquilo que foi acrescentado a ela ao longo do caminho. É nesse trânsito que Lucas Simões encontra o ponto de partida para Lava-Olhos de Emergência, nova exposição que a Casa Triângulo inaugura em 26 de setembro. Acompanhada de textos de Pollyana Quintella e Ciro Miguel, a mostra reúne esculturas e instalações nas quais o artista trabalha com referências da arquitetura moderna, da cultura contemporânea e de mitologias antigas para observar como formas conhecidas acumulam histórias, usos e significados ao longo do tempo.

Há mais de dez anos, Simões desenvolve uma pesquisa em torno das relações entre matéria, forma e memória. Concreto, aço, imagens e estruturas carregam marcas de seus usos e contextos, e o artista trabalha justamente sobre essas camadas.

Uma das referências para o artista é uma fotografia de Mário Fontenelle, realizada em julho de 1957 durante a construção de Brasília. A imagem registra o cruzamento ainda em terra batida dos eixos Monumental e Rodoviário sobre a vegetação do Cerrado, seguindo o desenho de Lúcio Costa para o Plano Piloto. O encontro das duas linhas, pensado como um gesto de marcação do território, inspira uma das esculturas da exposição: uma estrutura diagonal suspensa que atravessa a galeria e alterna entre opacidade e transparência.

A arquitetura moderna brasileira também está na origem da obra Aparelhagem, políptico que subverte a silhueta das colunas do Palácio da Alvorada, de Oscar Niemeyer. Ao longo das décadas, essa forma deixou de pertencer apenas à arquitetura e passou a aparecer em fachadas, portões, móveis, logotipos e outras construções pelo país. Simões acompanha esse percurso até as aparelhagens das festas de tecnobrega do Pará, grandes estruturas de som e luz montadas sobre carretas. A escultura aproxima, assim, a geometria criada por Niemeyer de uma forma que foi incorporada e transformada pela cultura popular.

Durante o processo de criação de Luscofusco, o artista trabalha com a reprodução de imagens encontradas em livros de arte e arquitetura. As imagens são escaneadas, impressas, reduzidas e novamente reproduzidas até que a referência original se torne quase um vestígio.

O título Lava-Olhos de Emergência vem de um equipamento utilizado em laboratórios e oficinas para lavar os olhos em situações de emergência. A expressão funciona também como uma chave para a exposição: diante de formas que já foram vistas em incorporadas, as operações do artista interrompem a familiaridade e fazem com que elas sejam percebidas novamente. Ver, nesse caso, não significa apenas reconhecer, mas também desconfiar daquilo que parece imediatamente conhecido.

Essa relação entre diferentes tempos atravessa a exposição. Formas da arquitetura moderna, da cultura popular e de mitologias antigas são deslocadas de seus contextos e ganham novos sentidos. Em Lava-Olhos de Emergência, Lucas Simões acompanha essas transformações, revelando como as formas continuam a se modificar quando atravessam diferentes tempos e histórias.

Serviço
Lava-Olhos de Emergência
Textos Críticos: Pollyana Quintella e Ciro Miguel
Abertura: 26 de setembro
Período da exposição: 26 de setembro a 07 de novembro de 2026

Local:
Casa Triângulo
Endereço: Rua Estados Unidos 1324, Jardins, São Paulo

Horário de funcionamento: de terça a sexta das 10h às 19h e sábado das 10h às 17h

Site: www.casatriangulo.com

 

Museu do Amanhã inaugura jardim gratuito com esculturas de Amílcar de Castro e Carlos Vergara

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Novo espaço gratuito na área externa do museu reúne oito esculturas diante da Baía de Guanabara e estreia obra inédita de Carlos Vergara

O Museu do Amanhã inaugura em 17 de setembro seu novo Jardim de Esculturas, na área externa da instituição, na Praça Mauá. Aberto gratuitamente ao público, o espaço foi concebido como um passeio entre arte, vegetação, arquitetura e a paisagem da Baía de Guanabara. A abertura integra a primeira Semana de Arte do Rio, mas as obras permanecerão no local por pelo menos um ano, estabelecendo uma nova frente de programação artística do museu.

Sob o eixo curatorial A cidade entre o jardim e a Baía, o primeiro ciclo reúne oito esculturas de Amílcar de Castro, Carlos Vergara, Siwaju e José Resende. A seleção atravessa diferentes momentos da produção brasileira e aproxima trabalhos históricos, modernos e contemporâneos a um território marcado pela relação entre cidade, água e memória. “Todos os artistas selecionados, de alguma maneira, têm na sua escultura uma forma de olhar para a cidade do Rio de Janeiro e para a sua história, a partir desse recorte territorial da Baía e do Museu do Amanhã”, afirma Camila Oliveira, curadora adjunta do museu.

Amílcar de Castro ocupa parte central do conjunto com quatro esculturas em aço. Uma delas recebe o visitante na entrada, formada pelo corte e pela dobra de uma chapa que cria um portal geométrico. Em outra, uma abertura assume a escala de uma janela, enquadrando árvores, corpos e céu conforme o público avança pelo jardim. Há ainda uma figura de grandes dimensões que remete a um caminhante diante da Baía de Guanabara e uma peça marcada por uma fresta curva, que recorta a paisagem em um fragmento. As obras pertencem ao acervo do IPAC-Brasília.

Carlos Vergara apresenta duas peças da série Natureza Inventada, realizadas em aço corten. As chapas recortadas evocam formas vegetais sem reproduzir literalmente folhas, galhos ou troncos, enquanto pequenas aberturas circulares sugerem olhos voltados para quem percorre o espaço. Entre elas está Natureza Inventada, n13, obra inédita realizada entre 2018 e 2026 especialmente para o jardim. Siwaju participa com ATMOS ISINMI: em memória a João Cândido, também em aço corten, que homenageia João Cândido Felisberto, líder da Revolta da Chibata. Já José Resende apresenta Vênus reclinada, que retoma a tradição da figura da Vênus a partir das relações entre matéria, gravidade e repouso.

O projeto resulta de uma parceria com o IPAC, responsável pela guarda de parte significativa das obras, além de colaborações com o Ateliê Carlos Vergara, a galeria A Gentil Carioca e os acervos particulares de Camila e Álvaro Piquet. Mais do que uma extensão expositiva, o jardim foi pensado como área de convivência, com quiosque de alimentos e bebidas e acesso livre para visitantes do museu ou passantes da Praça Mauá. “O Jardim de Esculturas nasce do nosso compromisso em democratizar cada vez mais o acesso ao Museu do Amanhã”, afirma Cristiano Vasconcelos, diretor executivo da instituição. “É um espaço totalmente gratuito, pensado para que qualquer pessoa possa fazer parte dele, não apenas visitá-lo.”

Policiais civis poderão ter reajuste nos auxílios alimentação e transporte

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Os policiais civis do Estado do Rio poderão ter reajustados os auxílios Alimentação e Transporte. O Projeto de Lei 1.544/23, que atualiza esses benefícios, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta terça-feira (15/09). O texto agora seguirá para análise dos 70 deputados em plenário e ainda poderá sofrer modificações.

A proposta fixa o valor do auxílio-alimentação em R$ 80 por dia e o do auxílio-transporte em R$ 600 mensais. O projeto também estabelece diretrizes para a remuneração dos policiais civis, que deverá considerar a importância e os riscos inerentes à atividade, a natureza e a complexidade das atribuições, além do grau de responsabilidade das funções exercidas.

De acordo com o texto, os dois auxílios terão natureza indenizatória e serão destinados ao custeio de despesas diretamente relacionadas ao efetivo exercício da atividade policial, respeitados os requisitos previstos na legislação.

Uma das emendas ao projeto aprovadas pela CCJ altera a fonte prevista para o custeio da medida. Pelo novo texto, as despesas decorrentes da proposta deverão ser pagas com dotações orçamentárias próprias destinadas à Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol).

Também poderão ser utilizados recursos legalmente disponíveis do Fundo Especial da Polícia Civil (Funespol), desde que sejam respeitadas as vinculações específicas das receitas do fundo, previstas na Lei 1.345/88, além das normas orçamentárias e fiscais aplicáveis.

Conleste Inclusivo reúne dez municípios e transforma experiências locais em agenda regional de inclusão

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Evento no Caminho Niemeyer mobiliza cidades que somam mais de 2,2 milhões de habitantes em torno de políticas de saúde, trabalho, acessibilidade e direitos

A inclusão ganha cada vez mais força em Niterói e no Leste Fluminense. Só em 2024, uma rede de instituições da cidade realizou mais de 375 mil atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), acompanhou 5.119 pacientes por mês e distribuiu 11.857 órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção. Essa experiência será uma das referências do primeiro Conleste Inclusivo, que reunirá, nesta quinta-feira (17), no Caminho Niemeyer, representantes de dez municípios do Leste Fluminense, que juntos somam mais de 2,2 milhões de habitantes.

O encontro tem a proposta de transformar experiências locais em políticas regionais de inclusão, aproximando municípios, instituições, especialistas, famílias e pessoas com deficiência em torno de uma agenda comum de saúde, educação, acessibilidade, mobilidade, trabalho e garantia de direitos. A proposta é fortalecer a cooperação regional e ampliar o diálogo entre as cidades a partir de experiências e iniciativas já desenvolvidas nos municípios.

“Queremos que o Conleste Inclusivo seja um grande encontro entre instituições públicas e privadas do território, para identificar quem atua com pessoas com deficiência, conhecer o que está sendo desenvolvido em cada município e entender a realidade dos atendimentos. A partir desse encontro, esperamos ampliar e aprofundar o diálogo institucional, para que novas ações possam ser pensadas de forma conjunta, com a força do desenvolvimento regional”, afirma Marina Esteves, diretora do Conleste Inclusivo.

O evento conta com o apoio da Prefeitura de Niterói e a participação da Coordenadoria de Acessibilidade e Inclusão e terá programação das 9h às 18h, reunindo debates sobre políticas públicas, espaços dos municípios, capacitação, experiências sensoriais, serviços, esporte, cultura e iniciativas de instituições da sociedade civil.

“Falar de inclusão e acessibilidade é falar de compromisso, responsabilidade e, principalmente, de construção coletiva. O Conleste Inclusivo será um importante evento porque irá reunir municípios para compartilhar experiências, fortalecer políticas públicas e buscar caminhos que façam diferença de verdade na vida das pessoas com deficiência. Niterói tem se tornado referência nessa pauta, porque temos um prefeito que acredita, incentiva e apoia projetos e políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência. Fazer parte do planejamento e sediar esse encontro é muito importante para nós. É uma oportunidade de compartilhar o que temos construído em Niterói, aprender com outros municípios e fortalecer, juntos, uma região cada vez mais inclusiva e acessível,” explica Camila Rodrigues coordenadora de acessibilidade da Prefeitura de Niterói.

A abertura da programação terá apresentações da Orquestra Filarmônica do Instituto dos Sonhos e do Grupo de Dança Corpo em Movimento, seguida da abertura institucional com pronunciamento das autoridades. Às 11h, começa o painel sobre políticas públicas para pessoas com deficiência, desafios e perspectivas, reunindo representantes dos governos federal, estadual e municipais, além de instituições da sociedade civil.

A estrutura também reunirá associações, organizações do terceiro setor, empresas e instituições que atuam em áreas como inclusão, saúde, formação, trabalho, tecnologia assistiva e direitos das pessoas com deficiência.

À tarde, a programação segue com palestra sobre esporte paralímpico, lançamento dos livros de Carol Reis e Mestre Trinca Ferro, apresentações culturais e atividades esportivas, incluindo capoeira inclusiva.

Políticas públicas em debate – Entre as presenças previstas no Conleste Inclusivo estão a coordenadora nacional de Articulação e Participação Social do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Priscila Nogueira Araújo; a secretária de Estado da Mulher e Políticas Inclusivas do Rio de Janeiro, Bianca Pacheco; o presidente do Conleste e prefeito de Cachoeiras de Macacu, Rafael Miranda; Charles de Souza, da Comissão Parlamentar da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro; e Mabel Neves Arce, da Defensoria Pública. A programação também prevê a participação de representantes dos municípios e de entidades da sociedade civil ligadas à defesa dos direitos das pessoas com deficiência.

SERVIÇO:
Conleste Inclusivo
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 9h às 18h
Local: Caminho Niemeyer, Niterói

“Artweek Rio – Circuito Gávea Portas Abertas”

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Evento integra a programação da Semana de Arte do Rio 2026 e propõe uma experiência de aproximação entre arte, público e cidade

Nos dias 18 e 19 de setembro, acontece a 1ª edição da Artweek Rio, que reúne 13 espaços de arte e cultura em um circuito pela Gávea, com exposições, encontros, ativações e programação especial aberta ao público.

É um convite ao público a percorrer um dos territórios mais pulsantes da cena artística carioca, conectando galerias, espaços de arte e instituições culturais em uma programação que propõe viver a arte para além de cada endereço individual e redescobrir a Gávea através de seus diferentes espaços.

Durante os dois dias, das 10h às 18h, os participantes abrem suas portas com exposições, artistas, encontros e programações especiais. A proposta é estimular a circulação do público pelo bairro, aproximando visitantes, artistas, galeristas, curadores e colecionadores e fortalecendo a Gávea como território de arte e cultura no Rio de Janeiro.

O circuito terá como ponto de encontro a CASA70 Galeria, na Rua Orsina da Fonseca, 19, referência para quem deseja iniciar o percurso e obter informações sobre a programação.

Para conhecer o circuito com acompanhamento, a Artweek Rio realiza saídas nas duas datas, sexta e sábado, às 14h, sempre a partir do “Meeting Point” na CASA70. A proposta é percorrer os espaços seguindo a rota da Artweek, proporcionando ao público uma aproximação com as exposições e os diferentes projetos que integram esta edição.

O roteiro foi inteiramente organizado para conduzir o visitante por diferentes núcleos da Gávea, começando pelo Baixo Gávea, passando pelo eixo Oitis/Acácias, seguindo em direção à Marquês de São Vicente e chegando ao Museu Histórico da Cidade, no Parque da Cidade.

Entre os destaques da programação estão o II Ato de Florescer, na CASA70; Cristina Salgado, na Anita Schwartz; Oasis Itinerante + Mapa Foto, na Casa dos Oitis; Poex — Ascanio MMM, na Silvia Cintra + Box 4; Tadáskía — espírito jardim humano, na Carpintaria; além da programação do Cedro da Gávea e das exposições apresentadas no Museu Histórico da Cidade, incluindo Vir a Existir que tem trabalhos de artistas como Luiz Aquila.

Os 13 espaços participantes

CASA70 Galeria — Meeting Point – Rua Orsina da Fonseca, 19

Danielian Galeria – Rua Major Rubens Vaz, 414

Anita Schwartz Galeria de Arte – Rua José Roberto Macedo Soares, 30

Galeria Movimento – Rua dos Oitis, 15

Casa dos Oitis – Rua dos Oitis, 51

Casa de Antonia – Rua dos Oitis, 54

Silvia Cintra + Box 4 – Rua das Acácias, 104

CANA Galeria – Rua Marquês de São Vicente, 431 — sala 27

Carpintaria – Rua Jardim Botânico, 971

Cedro da Gávea – Rua Cedro, 115

Casa Voa – Rua Marquês de São Vicente, 456

Arte Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 452 — subsolo

Museu Histórico da Cidade – Estrada Santa Marinha, s/n — Parque da Cidade

A ARTWEEK RIO | Circuito Gávea Portas Abertas integra a programação da Semana de Arte do Rio 2026 e propõe uma experiência de aproximação entre arte, público e cidade, criando conexões entre diferentes iniciativas e incentivando a descoberta de novos espaços e produções artísticas.

Mais do que visitar exposições, o convite é para percorrer a Gávea, entrar nos espaços, encontrar pessoas e experimentar o bairro através da arte.

Serviço

ARTWEEK RIO | CIRCUITO GÁVEA PORTAS ABERTAS

18 e 19 de setembro de 2026, das 10h às 18h

Ponto de encontr: CASA70 Galeria – Rua Orsina da Fonseca, 19 — Gávea

Visitas acompanhadas pela ARTWEEK RIO: dias 18 e 19 de setembro, às 14h

Esporte esquenta fim de semana chuvoso na Praia de Icaraí com três dias de competições e integração

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Programação reuniu Circuito Carioca de Vôlei de Praia, Esporte é Show e aquecimento do JEN. Atividades continuam nos dias 19 e 20

A Praia de Icaraí viveu três dias de esporte, convivência e integração. De sexta-feira (11) a domingo (13), a orla recebeu competições e atividades que reuniram jovens atletas, estudantes, famílias e público em uma programação que teve como destaques o Circuito Carioca de Vôlei de Praia, o Esporte é Show e o Aquecimento do JEN (Jogos Escolares de Niterói).

“Ver a Praia de Icaraí ocupada por jovens atletas, estudantes e suas famílias mostra a força que o esporte tem para mobilizar a cidade. Mais do que as disputas e os resultados, estamos falando de incentivo à prática esportiva, formação e convivência. Niterói tem vocação para o esporte ao ar livre. Queremos ampliar cada vez mais as oportunidades para que crianças e jovens façam parte desse movimento”, afirmou o secretário de Esporte e Lazer de Niterói, Luiz Carlos Gallo.

O Circuito Carioca de Vôlei de Praia abriu a programação na sexta-feira, levando as disputas para as areias de Icaraí e proporcionando espaço para competição, formação esportiva e descoberta de novos talentos. Já o Esporte é Show, realizado no sábado e domingo, ampliou as atividades para além das quadras, reunindo diferentes modalidades e ações de esporte e lazer em uma estrutura aberta ao público.

Realizados pelo Instituto Faça a Sua Parte (FASPAR), em parcerias com os ministérios do Esporte e do Turismo e apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, os projetos têm como propostas estimular a prática esportiva, promover integração social, aproximar famílias e estudantes e utilizar o esporte como instrumento de convivência e ocupação dos espaços públicos da cidade.

Parte da programação funcionou ainda como Aquecimento do JEN, reunindo estudantes de diferentes colégios nas categorias Sub-16 e Sub-18, em disputas femininas, masculinas e mistas.

Jovens atletas nas areias de Icaraí – Na sexta-feira, as disputas de vôlei do Sub-18 tiveram como campeões Sophia e Loreen, do Colégio PB, no feminino, e Nabil e João Guilherme, do Colégio Manuel de Abreu, no masculino. O Manuel de Abreu também conquistou o primeiro lugar no quarteto misto.

No sábado, foi a vez do Sub-16. Enzo e Henrique, do Colégio São Vicente de Paulo, venceram no masculino, enquanto Sophia e Loreen, do Colégio PB, conquistaram o título feminino. No quarteto misto, a vitória ficou com o São Vicente.

O domingo marcou as disputas de futevôlei Sub-18. José e Gabriel, do Instituto Abel, foram campeões no masculino, e Marcela e Kyra, também do Abel, venceram no feminino. Na categoria mista, o primeiro lugar ficou com Marcela e Gabriel, do Abel.

Além dos resultados, as atividades serviram como preparação para os Jogos Escolares de Niterói e proporcionaram aos estudantes a oportunidade de competir, ganhar experiência e conviver com atletas de outras instituições de ensino.

“Foi um primeiro fim de semana muito positivo, principalmente pela integração que vimos nas areias de Icaraí. Tivemos jovens de diferentes escolas competindo, torcendo uns pelos outros e vivendo o esporte de uma forma muito intensa. Essa troca é um dos objetivos do projeto. E ainda temos mais um fim de semana pela frente, com uma programação que vai reunir diferentes gerações e atletas de outros estados,” disse Márcio Gaudie, presidente do Instituto Faça a Sua Parte (FASPAR).

Programação continua – O primeiro fim de semana terminou neste domingo, mas a programação esportiva na Praia de Icaraí continua. Nos dias 19 e 20 de setembro, o público volta a encontrar esporte e atividades na orla, com nova etapa do Esporte é Show e a realização do Desafio Nacional de Vôlei de Praia 2026.

O Desafio reunirá atletas de diferentes níveis técnicos e faixas etárias, incluindo categorias master, além de convidados de outros estados. A proposta é manter Icaraí como ponto de encontro do esporte durante dois fins de semana consecutivos, combinando competição, formação, lazer e convivência.

RESULTADOS — AQUECIMENTO DO JEN

Sexta-feira — Sub-18

Feminino
Sophia / Loreen — Colégio PB
Giullia / Julia — Colégio São Vicente de Paulo
Beatriz / Sara — Colégio Liceu

Masculino
Nabil / João Guilherme — Colégio Manuel de Abreu
Igor / Jonathan — Colégio Liceu
José / Daniel — Colégio GAPE

Quarteto Misto
Manuel de Abreu — Nabil, João Guilherme, Júlia e Luiz Armando
GAPE — Daniel, José, Bernardo, Raphael, Luísa e Lara
Liceu 2 — Samuel, Mikaelly, Miguel, Sérgio e Gabriel

Sábado — Sub-16

Masculino
Enzo / Henrique — Colégio São Vicente de Paulo
Bernardo / Raphael — Colégio GAPE
João Marcelo / Bernardo — Colégio São Vicente de Paulo

Feminino
Sophia / Lhoren — Colégio PB
Ana Luiza / Catarina — Colégio São Vicente de Paulo
Isabela / Lais — Colégio Joaquim Távora

Quarteto Misto
São Vicente — Ana Luiza, Enzo, Lucas, Henrique, Bernardo e João Marcelo
GAPE — Bernardo, Raphael, Francisco, Leonardo, Luísa e Lara

Domingo — Futevôlei Sub-18

Masculino
José / Gabriel — Abel
Pietro / Yan — Colégio Vital Brazil
Yuri / Thiago — Colégio São Bento

Feminino
Marcela / Kyra — Abel
Mariana / Vivian — Colégio Monsenhor Raeder

Misto
Marcela / Gabriel — Abel
Mariana / Bernardo — Colégio Monsenhor Raeder
Larissa / José — Abel