Estão abertas as inscrições para o TI Rio, evento de tecnologia em parceria com a Prefeitura de Petrópolis, que acontece dia 12 de março, no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). Nesta etapa, o evento vai apresentar um mapeamento do setor de TI do Estado do Rio de Janeiro. A iniciativa faz parte de uma série de entregas regionais e tem como objetivo ampliar o acesso a dados estratégicos sobre o ecossistema de tecnologia fluminense.
“Este é um evento importante e precisamos reunir todas as empresas e profissionais para fortalecer cada vez mais o setor de tecnologia na nossa cidade. Assim, podemos planejar políticas públicas e garantir o desenvolvimento econômico de Petrópolis”, comentou o prefeito Hingo Hammes.
O mapeamento revela que mais de um terço das empresas de TI do Rio de Janeiro estão instaladas em cidades do interior. A Região Serrana se destaca, sendo Petrópolis a Capital Tecnológica do Rio de Janeiro, e reunindo empresas de tecnologia, centros de pesquisa, instituições de ensino e profissionais qualificados.
“Nós temos aqui na cidade um dos principais polos de inovação, com atuação em sistemas, desenvolvimento de software, soluções digitais, pesquisa aplicada e inovação científica. Mas é importante manter esse setor conhecido e unido para garantir um desenvolvimento ainda maior”, esclareceu o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Samir El Ghaoui.
O evento é aberto para toda a população e para participar, basta preencher o formulário de inscrição no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeBlkwr9Y5TARUvXqBCW15Nb4mQL1-z6ztfsTmJ4po0DO5Ryw/viewform?usp=header
SERVIÇO:
TI Rio
Data: 12/03
Horário: 9h30 às 12h30
Local: LNCC (Avenida Getúlio Vargas, 333 – Quitandinha)
Aberto ao público
Um dos maiores nomes da cena contemporânea da música de concerto no Brasil, com 40 anos de trajetória nacional e internacional, o maestro Ricardo Rocha, fundador e diretor musical da Cia. Bachiana Brasileira, vai ministrar o Curso Regência como Arte, na Escola de Música Villa-Lobos, no Rio de Janeiro. Serão sete encontros nos meses de março (14,21 e 28) e abril (4,11,18 e 25), sempre aos sábados, das 10h às 14h30. Podem participar alunos ativos em regência e ouvintes. Informações e Inscrições: (21)3556-8404 ou através do site https://www.emvilla-lobos.com/regencia
O trabalho de um maestro vai muito além da sua capacidade e preparo para a análise de partituras de porte sinfônico — sejam elas de orquestra, coro ou banda — ou mesmo do necessário domínio da técnica gestual para a condução e interpretação de um texto musical. Esse é o papel do diretor musical. No entanto, como o seu instrumento não responde ao toque direto dos dedos sobre teclas, à pressão dos arcos sobre as cordas, ao sopro das madeiras e metais ou aos golpes na percussão, o que entra em jogo é a busca pela resposta sonora conjunta de músicos diversos e singulares do ponto de vista etário, social, sexual, religioso, técnico e filosófico.
Este é o diferencial na formação de Ricardo Rocha: a demanda por uma habilidade específica de liderança. Ela exige não só maturidade no conhecimento da natureza humana, como também a empatia necessária para que seja aberto o “santuário do espírito” de cada músico. Ao fazê-lo, o instrumentista entrega ao maestro, em confiança, não apenas o som do instrumento que toca, mas a sonoridade própria de sua alma — aquele som individual cultivado desde os primórdios de sua formação.
“Essa é a razão pela qual cada maestro extrai um som diferente diante de um mesmo conjunto e com uma mesma partitura: o grupo reflete, sinergicamente, o amálgama resultante dos sons de cada indivíduo. Este é o mistério da Regência. Ela não se resume à maneira como o regente pontua o discurso musical (como um ator lendo um texto), mas ao fato de que o timbre do conjunto muda conforme o maestro, ganhando uma personalidade sonora que é a própria voz do regente. É um processo rigorosamente empático e espiritual, que não se pode aprender em livros ou produzir mecanicamente. Aqui se discerne a diferença sutil entre o maestro, que orienta e conduz, e o regente, que aponta a direção e a induz. São qualidades distintas que precisam caminhar juntas” – ressalta Ricardo Rocha.
Assim, este curso de introdução à Regência Coro-Orquestral é inédito. Ele não se reduz às questões de uma técnica gestual eficiente ou à análise de padrões musicais; antes, ele também se compromete a abordar as questões subliminares e sutis entre a condução e a indução.
Esta é a “caixa de surpresas” a ser revelada por essa Escola de Regência aos que tiverem interesse em conhecê-la. O curso é aberto a jovens iniciantes, profissionais e professores de regência, sem restrição de idade.
Sobre o maestro Ricardo Rocha
https://ricardo-rocha.mozellosite.com
Matérias e atividades contempladas:
Fundamentos de Regência e Técnica gestual
Análise estrutural das obras
Regência com piano
Aspectos teóricos em geral, em especial sobre liderança
Ensaios realizados com alunos ativos e assistência de ouvintes
Aulas teóricas e regência com piano
Aspectos teóricos:
– Dados sobre o compositor, a obra e o estilo de época;
Análise estrutural
– Abordagem da partitura do todo para a parte
– Identificação de padrões: temas, motivos principais, seções
– Identificação e nomeação de cada evento
– Mapeamento: criação gráfica, em papel, das seções e subseções da obra para a configuração da sua arquitetura
Regência: – Técnica gestual
– Análise de soluções de Regência para os principais trechos
– Regência com piano
– Batuta: ferramenta de clareza e direção; técnica de uso
Obras para as oficinas: Um painel didático
Regência orquestral binária
1 – Beethoven, Sinfonia No.1 in C major, Op.21 – Primeiro movimento
Regência coro-orquestral temária
2 – Bach, Coral da Cantata BWV 147, “Jesus, alegria dos Homens”
6- Schubert, Sinfonia No. 5 in Si b maior, D 485 – Segundo movimento
Obs.: Todas essas obras poderão ser baixadas gratuitamente do site IMSLP, até por serem partes ou movimentos de um volume maior. No entanto, os interessados em colocarem o “Finlândia” em seu repertório, única obra completa de nosso programa, sugerimos que adquiram a partitura impressa da Editora Breitkopf & Härtel, que é que usaremos (pode ser outra!). A livraria MUSIMED, de Brasília, deve tê-la. Entretanto, a mesma poderá ser de outra editora.
Matérias e atividades contempladas:
Fundamentos de Regência e Técnica gestual
Análise estrutural das obras
Regência com piano
Aspectos teóricos em geral, em especial sobre liderança
Ensaios realizados com alunos ativos e assistência de ouvintes
– Taxa de inscrição: R$ 100,00 – Categorias:
. Ouvintes: + 2 de R$ 100, (total R$ 300)
. Ativos, até 12: + 2 de R$ 250 (total R$600)
. Vagas como contrapartida para a EMVL: 2
– Certificados:
. Todos os participantes do curso A Regência como Arte, uma oficina de Iniciação à Regência Coro-Orquestral em 7 aulas com um mínimo de 75% de presença, terão direito ao Certificado de sua participação no curso.
. O certificado tem validade como curso de extensão universitária, distingue a categoria do participante (ativo/ ouvinte), descreve as obras trabalhadas e registra a carga horária, as datas e o local do evento, sendo assinados pelo Maestro, devidamente qualificado no impresso.
Serviço:
Regência como Arte – Curso em 7 aulas com o maestro Ricardo Rocha
Inscrições abertas
Local: Escola de Música Villa-Lobos
Endereço: Rua Ramalho Ortigão,nº 9 – Centro, Rio de Janeiro
Informações e Inscrições:(21)3556-8404 ou através do site https://www.emvilla-lobos.com/regencia
Realização: Escola de Música Villa-Lobos | FUNARJ | Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro
Apoio: Leia Brasil – Organização Não Governamental De Promoção Da Leitura
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos mais importantes equipamentos culturais do país e ponto de encontro dos amantes da ópera, do balé e da música de concerto, traz em 2026, uma programação que equilibra grandes títulos do repertório clássico e produções contemporâneas, ao mesmo tempo em que dialoga com novos públicos e linguagens. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, a temporada inicia em março e termina no fim de dezembro com os corpos artísticos estáveis da casa — Orquestra Sinfônica, Coro e Ballet — que garantem alto nível artístico aos espetáculos. São 6 óperas, 4 balés e 3 concertos. Além da programação intensa no palco principal, outros projetos do Municipal oferecem mais opções ao público como o Ópera do Meio-Dia, o Boulevard de Portas Abertas, o Música no Assyrio, entre outros.
Mais do que um monumento histórico e arquitetônico, o Theatro é um espaço vivo, de encontros, emoções e descobertas. Com o apoio da Associação de Amigos do Theatro Municipal, a programação plural reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a formação de plateias, consolidando a Fundação como referência cultural do Rio de Janeiro e do Brasil.
“É com grande orgulho que abrirmos o Theatro para a Temporada 2026. Com o patrocínio oficial da Petrobras, nosso palco receberá concertos, ballets e óperas realizados por nossos artistas em conjunto com as equipes operacionais e administrativa. O Ballet, o Coro, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro trazem sempre o que há de melhor para nosso público. Não fique de fora, esperamos você!”, afirma Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Desenhar uma quinta Temporada Artística Oficial consecutiva no maior palco lírico do Brasil é uma honra e alegria imensas! Traremos programas de alta qualidade protagonizados pelos Corpos Artísticos da casa – Coro, Ballet e Orquestra – com grandes artistas convidados. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro segue produzindo, revelando artistas, formando profissionais em diversas áreas do nosso setor, valorizando sua vocação, que são o Ballet, a Ópera e a Música de Concerto”, ressalta Eric Herrero, Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Nesta temporada em que celebraremos os 270 anos de Mozart, o Theatro Municipal contará com umas das obras mais emblemáticas do seu repertório. A Grande Missa em Dó menor inspira profundidade e espiritualidade e representa um dos momentos mais marcantes do maior prodígio de todos os tempos. Viva Mozart e viva o nosso Theatro Municipal!”, celebra o maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, Felipe Prazeres.
Março
A temporada 2026 será oficialmente aberta no dia 13 de março, às 19h, com a Grande Missa em Dó Menor- K427, de Wolfgang Amadeus Mozart. A obra será interpretada pelo Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM), sob a regência do maestro titular, Felipe Prazeres, em homenagem aos 270 anos de nascimento do compositor austríaco.
Como tradição, a OSTM fará também um Concerto Didático, nos dias 21 e 22, às 16h, para mostrar ao público como funciona uma Orquestra. No repertório, Villa-Lobos, Vivaldi, Bach, Mozart, Beethoven, Rossini, Tchaikovsky e Oscar Lorenzo Fernández. Com texto de Eric Herrero, direção cênica de Daniel Salgado e regência de Anderson Alves, o Concerto Didático contará ainda com a participação especial da bailarina Liana Vasconcelos e do palhaço Marshmallow, interpretado por Ludoviko Vianna, ampliando o diálogo com públicos de todas as idades.
Abril
Após o grande sucesso em 2025, com sessões esgotadas, Carmina Burana, de Carl Orff, retorna ao palco do Theatro Municipal. A montagem, apresentada em formato de ópera-balé e marcada por estéticas contrastantes, aposta em uma leitura cênica contemporânea da obra. Com concepção e direção cênica de Bruno Fernandes e Mateus Dutra, o espetáculo terá direção musical e regência de Victor Hugo Toro. As apresentações acontecem nos dias 8, 9, 10 e 11, às 19h, e no dia 12, às 17h.
Maio
Um dos grandes balés do século XVIII retorna ao palco do TMRJ: La Fille Mal Gardée, com música de Ferdinand Hérold. Com Ballet e Orquestra Sinfônica da casa. A versão original foi apresentada em julho de 1789, no Grand Théâtre de Bordeaux, na França. Entre os coreógrafos que recriaram esse balé, um deles foi Marius Petipa, em 1885, quando apresentou sua versão em São Petesburgo, na Rússia. Surgiram outras produções através do século XX e, em 2024, o espetáculo com concepção e coreografia do uruguaio Ricardo Alfonso, encenado pelo Ballet Nacional Sodre, de Montevidéu, foi apresentado com o Ballet e Orquestra Sinfônica do Municipal com grande repercussão. Agora, a produção retorna à programação, novamente com concepção e coreografia de Ricardo Alfonso. A regência será de Jésus Figueiredo. As apresentações acontecem nos dias 14, 15, 16, 20, 21, 22 e 23, às 19h, e nos dias 17 e 24, às 17h.
Junho
O projeto Música Brasileira em Foco celebra três importantes compositores da música de concerto nacional. A programação homenageia Francisco Mignone, pelos 40 anos de seu falecimento, com a obra Festa nas Igrejas; Radamés Gnattali, pelos 120 anos de nascimento, com a apresentação da Brasiliana nº 1; e César Guerra-Peixe, representado pelo Concertino para Violino e Orquestra.
O concerto será interpretado pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com destaque para o violinista Ricardo Amado. A regência ficará a cargo do maestro titular, Felipe Prazeres. Única apresentação, no dia 17, às 19h.
Julho
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro celebra 117 anos com uma programação especial, que reafirma sua vocação lírica. O grande destaque é a ópera Salvator Rosa, de Antônio Carlos Gomes, em homenagem aos 190 anos de nascimento e aos 130 anos de morte do compositor. A obra retorna ao palco da casa após oito décadas sem ser apresentada.
A estreia acontece no dia 14 de julho, data do aniversário do Theatro, com o Coro e a OSTM. A montagem terá concepção e direção cênica de Julianna Santos, coreografia de Hélio Bejani, direção de movimento de Márcia Jaqueline e direção musical e regência de Luiz Fernando Malheiro. As récitas acontecem ainda nos dias 15,16,17 e 18, às 19h.
Agosto
O Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz um dos títulos mais vibrantes do repertório clássico: Don Quixote. Inspirado no romance de Miguel de Cervantes, o balé tem música de Ludwig Minkus, libreto e coreografia de Marius Petipa, com remontagem e adaptação de Jorge Teixeira. A regência será de Tobias Volkmann e a direção geral de Hélio Bejani. Ao todo, a temporada contará com dez récitas. As apresentações serão nos dias 20 (estreia), 21,22,26,27,28 e 29, às 19h. Dias 23 e 30, às 17h. E dia 25, às 14h, será a vez do Projeto Escola Arte Educação Petrobras.
Don Quixote teve sua estreia no palco do Teatro Bolshoi, em Moscou, no ano de 1869, com música do compositor austríaco Ludwig Minkus. Desde a sua primeira apresentação, o balé virou um grande sucesso. Com sua melodia brilhante e sabor espanhol, Don Quixote conquistou as plateias do mundo todo, tornando-se o carro-chefe do repertório de muitas companhias internacionais. A obra levou diversos bailarinos ao estrelato, com inesquecíveis e memoráveis interpretações.
Setembro
O Festival Oficina da Ópera chega à sua quarta edição consecutiva reafirmando a vocação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro como espaço de formação, experimentação e renovação artística. A proposta é clara: abrir oportunidades para jovens talentos e estimular a criação de novas equipes criativas no setor operístico do Rio de Janeiro, incluindo diretores cênicos em ascensão. Neste ano, haverá dois mentores: Pablo Maritano e Desirée Bastos. A programação reúne três títulos que ocupam diferentes espaços do Theatro ao longo do mês.
No palco principal, o destaque será Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni, nos dias 11 e 12, às 19h, e 13, às 17h. A montagem contará com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. A concepção e direção cênica são de Daniel Salgado, com direção musical e regência de Natalia Salinas.
O Salão Assyrio recebe dois títulos. O primeiro será Cenas da Coroação de Poppea, de Cláudio Monteverdi, nos dias 16 e 17, às 19h, com Ensemble OSTM e solistas. A concepção e direção cênica são de Ana Vanessa e a direção musical e regência ficam a cargo de Jésus Figueiredo.
Encerrando o festival, Il Campanello, de Gaetano Donizetti, também será apresentada no Salão Assyrio, com Ensemble OSTM e solistas. A concepção e direção cênica são de Pedro Rothe e a direção musical e regência de Felipe Prazeres. As apresentações acontecem nos dias 18, às 14h; 19, às 16h; e 20, às 11h.
Com repertório que atravessa séculos — do barroco ao verismo italiano — o Festival Oficina da Ópera consolida-se como uma plataforma de formação prática e visibilidade para a nova geração da ópera brasileira.
Outubro
Morador há mais de 20 anos da Europa, o bailarino e coreógrafo carioca Reginaldo Oliveira — que dirige o balé do Salzburger Landestheater, na Áustria — volta ao Municipal para montar Romeo e Julieta, de Serguei Prokofiev. No ano passado, sua criação contemporânea, Frida — um balé em homenagem à pintora mexicana Frida Kahlo, teve todas as sessões esgotadas — marcando sua estreia na América Latina e sendo recebida com entusiasmo pela plateia do Rio.
O coreógrafo carioca é reconhecido por trabalhos narrativos de forte carga emocional e por explorar figuras históricas e mitológicas em suas criações — como fez com Anne Frank e Medeia. Ele já criou versões de Romeo e Julieta em seu repertório internacional, incluindo trabalhos apresentados em Salzburgo e online durante a pandemia.
A remontagem e coreografia de Reginaldo Oliveira será apresentada pelo Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, com regência de Tobias Volkmann e direção geral de Hélio Bejani. Dias 7, 8, 9,10, às 19h e 11, às 17h.
Novembro
Turandot, de Giacomo Puccini, chega ao Rio de Janeiro a partir do dia 13 de novembro, em montagem com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É uma homenagem ao centenário da ópera de Puccini. A obra com direção cênica de André Heller-Lopes foi apresentada em 2018, no Theatro Municipal de São Paulo. É um drama ambientado em uma Pequim lendária e atemporal, onde amor e morte caminham lado a lado. O título estreou em 1926, no Teatro alla Scala, já após a morte do compositor, com final completado por Franco Alfano.
O espetáculo será montado com os artistas da casa carioca e terá solistas convidados como a soprano Eiko Senda. Haverá sete récitas, nos dias 13,14,19,20 e 21, às 19h; 22, às 17h e 17, às 14h, pelo Projeto Escola Arte Educação Petrobras.
Dezembro
Para encerrar o ano, mais uma vez, o tradicional balé O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, com o Ballet, Coro Feminino e Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A regência será do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres.
Em todas as récitas da Temporada 2026 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, antes de cada espetáculo, haverá uma palestra gratuita sobre a obra e suas curiosidades com a presença de um intérprete de libras. Durante o ano, a Petrobras também patrocina diversas atividades como masterclasses gratuitas e a área educativa com visitas guiadas, visitas temáticas e oficinas de desenho.
A programação completa estará no site (theatromunicipal.rj.gov.br) e nas plataformas digitais, à medida em que as produções forem realizadas.
Os ingressos para o Concerto de Abertura oficial da temporada começam a ser vendidos no dia 26 de fevereiro. No dia 5 de março, será a vez do Concerto Didático. Já no dia 16 de março, será liberado o primeiro lote de ingressos para os espetáculos que serão realizados até julho, mês de aniversário do Theatro.
Patrocinador Oficial Petrobras
Onde tem Patrocínio, tem Governo do Brasil.
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso, Fever
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro
Coleção inédita reúne 33 modelos de colares e pulseiras das linhas Classic, Marine Star, Link e edições especiais, disponíveis apenas no quiosque da marca
A Bulova, referência internacional em relojoaria e design e que é distribuída oficialmente pela SWG Brasil, anuncia a chegada inédita de sua linha de acessórios. Pela primeira vez no país, a marca apresenta uma coleção exclusiva de 33 modelos de colares e pulseiras, com venda exclusiva no quiosque oficial da marca no Shopping Catarina Fashion Outlet, em São Roque – SP.
A coleção traduz o DNA sofisticado e contemporâneo da marca e é composta por diferentes linhas, cada uma com identidade própria. Entre os destaques estão os modelos Classic, que apostam em design atemporal, acabamentos polidos e estética elegante, ideais para o uso diário e combinações versáteis.
Já a linha Marine Star traz uma proposta mais robusta e moderna, com pulseiras wrap, colares e pingentes inspirados no universo náutico, valorizando elementos metálicos, texturas marcantes e um visual mais esportivo e urbano.
A coleção também inclui peças da linha Bulova Link, reconhecida pelo design geométrico e conexões metálicas, que reforçam um estilo contemporâneo e sofisticado, além da linha Icon, que aposta em presença visual e acabamento refinado.
Entre as edições especiais, ganham destaque as pulseiras Latin Grammy®, que carregam um apelo fashion aliado à tradição da marca, e o pendente Marc Anthony, desenvolvido em parceria com o artista, reforçando a conexão da Bulova com a música, a cultura e a expressão pessoal.
Produzidas com materiais de alta qualidade e atenção aos detalhes, as peças foram pensadas para atender diferentes estilos, do clássico ao moderno, ampliando as possibilidades de combinação e uso. Com este lançamento, a Bulova fortalece sua atuação no mercado brasileiro e amplia seu portfólio, oferecendo aos consumidores uma experiência inédita que vai além da relojoaria.
A coleção já está disponível exclusivamente no quiosque da Bulova no Outlet Catarina, reforçando o posicionamento da marca em oferecer produtos diferenciados e lançamentos exclusivos ao público brasileiro.
Programa de auxílio-moradia já beneficia mais de mil universitários de menor renda
A Prefeitura de Niterói realiza, nesta terça-feira (3), a cerimônia de pagamento do Segundo Edital do Aluguel Universitário, por meio da Coordenadoria da Juventude. O evento acontece na Sala Nelson Pereira dos Santos, no Reserva Cultural, e consolida a ampliação da política de promoção da permanência, inclusão e acesso ao ensino superior no município.
Atualmente, 623 estudantes seguem ativos pelo primeiro edital. No segundo, 530 universitários já receberam o primeiro pagamento em fevereiro de 2026, totalizando 1.153 beneficiários. A expectativa é de que o número ultrapasse 1.400 estudantes ainda em março, ampliando o alcance da iniciativa. A entrega do benefício será representada por um cheque simbólico aos novos contemplados.
“O Aluguel Universitário é uma política estruturante, que garante condições reais para que nossos jovens ingressem, permaneçam e concluam o ensino superior. Ao ampliarmos o programa e alcançarmos mais de mil estudantes, reafirmamos o compromisso da Prefeitura com a educação, com a permanência estudantil e com o futuro de Niterói. Ao mesmo tempo reforçamos as estratégias e ações para revitalização completa da região central de Niterói e de desenvolvimento do pólo das Universidades e de Inovação de nossa cidade”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves.
De acordo com o coordenador da Juventude, João Pedro Boechat, o Programa Aluguel Universitário, em seu segundo edital, já é a maior política pública de moradia estudantil do país, atendendo estudantes de baixa renda de universidades públicas e privadas da cidade, tanto da graduação quanto da pós-graduação, com foco na moradia na região central, próxima às instituições de ensino.
“O fortalecimento e a continuidade do programa garantem a presença de mais jovens na universidade, com condições reais de permanência e conclusão dos cursos. Trata-se de uma política pública que transforma vidas, amplia oportunidades e contribui para a construção de um futuro mais justo para Niterói. O Aluguel Universitário assegura dignidade à juventude universitária ao garantir o direito à moradia e oferecer o suporte necessário para que nossos estudantes sigam seus sonhos”, afirmou.
– O Aluguel Universitário concede auxílio-moradia mensal de R$ 700 a estudantes de baixa renda regularmente matriculados em instituições de ensino superior do município, que residam ou passem a residir na Região Central durante o período da graduação ou pós-graduação. A iniciativa integra a política municipal de juventude e articula a permanência estudantil à estratégia de revitalização do Centro da cidade.
Serviço:
Data: terça-feira, 3 de março, às 17h
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos
Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos
Evento vai acontecer em novembro e objetivo é impulsionar setor estratégico para a cidade
O prefeito de Niterói e presidente da Rede Mercocidades, Rodrigo Neves, fechou na quinta-feira (26/2) uma parceria com o prefeito de Barcelona, Jaume Collboni, para Niterói sediar em 25 e 26 de novembro deste ano a maior feira do mundo sobre economia do mar, a Tomorrow Blue Economy.
“A nossa reunião em Barcelona foi muito produtiva e o anúncio da feira internacional em Niterói é estratégico para a cidade. O evento fortalece a economia e envolve pesca, indústria naval, lazer e esportes náuticos, sendo ótima oportunidade para atrair investimentos privados e consolidar Niterói como polo de inovação e desenvolvimento no setor marítimo”, disse Neves.
Vocação
Com robusta infraestrutura e tradição marítima, Niterói oferece cenário ideal para sediar o Tomorrow Blue Economy. A cidade abriga a maior concentração de clubes náuticos do Brasil, é berço da indústria naval, responsável por 40% da produção do pré-sal, e sedia a Esquadra da Marinha Brasileira e a Diretoria de Hidrografia e Navegação.
Novos investimentos
A Prefeitura está investindo R$ 150 milhões na dragagem do Canal de São Lourenço, que dá acesso à área portuária da Baía de Guanabara. Com isso, a cidade aumenta seu potencial para atrair novos investimentos nos setores marítimo, portuário e offshore, gerando até 20 mil empregos diretos e indiretos.
Neves ressaltou também o desenvolvimento de uma parceria público-privada (PPP) para a implantação de um moderno terminal pesqueiro na Avenida do Contorno, próximo à divisa com São Gonçalo e à Ponte Rio-Niterói. O terminal terá capacidade para receber embarcações de grande porte e processar pescado, impulsionando a economia local.
Encontro da CGLU
Antes da reunião com o prefeito de Barcelona, Rodrigo Neves participou do encontro da CGLU (Cidades e Governos Locais Unidos), preparatório ao congresso e à Cúpula Mundial de Líderes Locais e Regionais, marcado para junho deste ano, no Marrocos.
O que é a CGLU
O organismo Cidades e Governos Locais Unidos é a maior rede global de governos locais e regionais, representando 240 mil cidades e cinco bilhões de pessoas em 140 países membros das Nações Unidas.
No encontro da CGLU, Neves liderou uma exposição no painel “Confiança e Liderança – O próximo passo rumo ao movimento municipal”. Rodrigo Neves também anunciou que Niterói será sede da 26ª Conferência do Observatório Internacional de Democracia Participativa (OIDP) em 2027. O organismo é vinculado à CGLU.
Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) do Banco Central mostra que o estado atingiu a melhor pontuação de toda a série histórica, superando também a média da Região Sudeste
A atividade econômica do Estado do Rio apresentou crescimento de 7,2%, na passagem de novembro para dezembro de 2025, segundo o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) do Banco Central. Considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador mostra que o Rio de Janeiro atingiu 116,4 pontos em dezembro, a melhor pontuação de toda a série histórica, iniciada em 2003, quando o estado ficou com 77,6 pontos. O desempenho fluminense também superou a média da região Sudeste, que registrou 104,9 pontos e expansão de 2,5% no mesmo período. No último trimestre do ano passado, a atividade econômica do estado avançou 5,8%, enquanto o crescimento acumulado no ano foi de 3,5%.
– O Rio de Janeiro vive um momento consistente de retomada e fortalecimento do seu ambiente de negócios, como comprovam os dados do IBCR. Atribuo o avanço da atividade econômica fluminense a uma gestão comprometida com a responsabilidade fiscal, com o fortalecimento dos setores produtivos e o estímulo a investimentos, que tem permitido ao estado retomar sua capacidade de crescer e planejar o futuro de forma sustentável – declarou o governador Cláudio Castro.
De acordo com o Banco Central, o resultado do Rio de Janeiro em dezembro ficou acima do observado nos demais estados da região Sudeste: São Paulo registrou 101,5 pontos (1,0%), Minas Gerais, 102,6 pontos (1,1%), e o Espírito Santo, 102,8 pontos (4,7%). A trajetória recente do indicador evidencia a recuperação consistente da economia fluminense desde 2020. Em dezembro daquele ano, o índice estava em 95,1 pontos, avançando para 99,6 em 2021. Em dezembro de 2022, o índice atingiu 103,7 pontos e, em 2023, 110,5. Em dezembro de 2024, chegou a 108,6 pontos, até atingir o recorde histórico em 2025.
– O Estado tem acumulado indicadores positivos na balança comercial, na produção de aço, na produção industrial, no comércio e nos serviços. Isso é fruto de políticas públicas executadas nos últimos anos, mais alinhadas com a realidade e as necessidades dos setores econômicos, acesso ao crédito e iniciativas de atração de investimentos que geram emprego e renda para a população – destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Comércio, Indústria e Serviços, Vinicius Farah.
Neste sábado (28), a Prefeitura de Búzios, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda, continua nas ruas prestando suporte às famílias atingidas pelas fortes chuvas que alcançaram o município na quinta e sexta-feira.
As equipes da Assistência Social seguem mobilizadas no território, atuando de forma integrada com os demais setores da Prefeitura e também em cooperação com o município de Cabo Frio, garantindo acolhimento, orientação e apoio às famílias.
A Secretaria informa que as equipes dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) estão de prontidão para atendimento e orientações por telefone. Em caso de necessidade, a população pode entrar em contato com o CRAS de seu território:
CRAS José Gonçalves
Telefone: (22) 2350-6044
CRAS Cem Braças
Telefone: (22) 2350-6084
CRAS Rasa
Telefone: (22) 2350-6085
A Secretaria também informa que está funcionando ponto de coleta para recebimento de doações destinadas às famílias afetadas. As doações podem ser entregues na Escola Municipal Professora Eulina de Assis Marques, localizada na Avenida 12 de Novembro, s/nº – Rua Guilhermina Maria de São José, no bairro São José, em Armação dos Búzios.
A rede socioassistencial segue mobilizada e acompanhando a situação no município.
Avaliação da Standard and Poor’s (S&P) Global Ratings reafirma excelência da administração financeira do município
A cidade de Niterói conquistou a nota máxima de rating atribuída a municípios brasileiros. O resultado reafirma a solidez da gestão fiscal, a responsabilidade no uso dos recursos públicos e a capacidade de planejamento de longo prazo da administração municipal. A avaliação mais recente confirma o município com nota brAAA na escala nacional (o nível mais elevado possível).
O desempenho reconhecido reflete uma combinação consistente de boa execução orçamentária, liquidez elevada, baixo nível de endividamento e crescimento econômico acima da média nacional. Segundo a análise da S&P, Niterói apresenta um Perfil de Crédito Individual (SACP) “bb+”, indicador que evidencia fundamentos fiscais e econômicos sólidos e uma trajetória de políticas públicas conduzidas com previsibilidade e prudência desde 2013.
“Em 2013, assumimos a cidade em grave crise fiscal e financeira. Implantamos um forte ajuste fiscal nos primeiros anos, modernizamos a administração com investimentos em tecnologia, concursos para gestores, auditores, procuradores e fiscais de receita. Chegamos ao primeiro lugar em gestão fiscal no Estado em 2016. Evoluímos do 2.188º lugar no Brasil em 2013 para o 1° lugar em gestão fiscal do país em 2025. Um avanço constante. Esse modelo responsável tem continuidade, se aperfeiçoa e, por isso Niterói conquista o triplo AAA, fundamental para seguir atraindo investimentos privados e públicos para o desenvolvimento sustentável da cidade”, disse Rodrigo Neves.
O relatório também destaca que o município mantém superávits operacionais relevantes historicamente, além de uma estrutura financeira capaz de sustentar investimentos estratégicos sem comprometer o equilíbrio fiscal.
Para o secretário de Fazenda, Cesar Augusto Barbiero, manter essa classificação de rating é fundamental para Niterói.
“Ela fortalece nossa capacidade de contratar financiamentos internacionais em condições mais vantajosas, amplia a confiança de investidores e contribui diretamente para a atração de novos negócios para a cidade. Esse resultado é fruto de gestão fiscal rigorosa, controle permanente de despesas e esforços contínuos para ampliar receitas próprias. Tivemos superávits primários expressivos nos últimos anos. Estamos transformando poupança em desenvolvimento. Hoje, Niterói investe percentuais significativamente superiores à média dos municípios brasileiros. Seguimos projetando patamares elevados para os próximos anos. Isso demonstra que é possível combinar responsabilidade fiscal com capacidade de investir e planejar o futuro da cidade”, explicou Cesar Barbiero.
O crescimento econômico de Niterói segue como um dos principais diferenciais apontados na avaliação da S&P. O PIB per capita do município mais que dobrou a média nacional, impulsionado pela atividade petrolífera, mas também por políticas voltadas à expansão de setores como saúde, tecnologia, infraestrutura urbana e serviços. A estratégia de diversificação econômica aparece como central para reduzir a exposição à volatilidade do setor de petróleo no médio e longo prazo.
A manutenção da nota máxima de rating reforça Niterói como referência nacional em gestão pública, demonstrando que planejamento, responsabilidade fiscal e visão de longo prazo são elementos centrais para garantir estabilidade financeira, capacidade de investimento e melhoria contínua da qualidade de vida da população.
Iniciativa acontece no Lab Noronha nos dias 26 e 27 de fevereiro como prévia do Festival de cinema Noronha 2B, que acontece de 3 a 6 de março
De 3 a 6 de março de 2026, o arquipélago pernambucano Fernando de Noronha se transforma na capital nacional das film commissions com a realização do terceiro fórum Noronha 2B. O festival de cinema reúne profissionais do setor audiovisual, gestores públicos, produtores e representantes de film commissions do Brasil e do exterior, além de promover uma programação aberta ao público, com projeções de filmes ao ar livre, apresentações musicais, mesas de debate, oficinas e masterclasses. Todas as atividades são gratuitas.
Antes da abertura oficial, no entanto, o festival começa pela base. Nos dias 26 e 27 de fevereiro, o Noronha 2B realiza o laboratório Olhar de Dentro, uma oficina de documentário voltada a jovens moradores da ilha. A iniciativa acontece no Lab Noronha em parceria com a Escola de Referência em Ensino Médio Arquipélago Fernando de Noronha e o próprio Lab Noronha.
Ministrada pelo cineasta Jeferson Vainer com participação especial do cineasta e diretor cultural Zeca Brito, a oficina propõe uma imersão prática nos fundamentos do audiovisual, percorrendo as principais etapas da produção cinematográfica, da construção de roteiro à captação de imagem e som. Mais do que ensinar técnica, a proposta é convidar os participantes a exercitar a escuta e a narrativa documental a partir da realidade que os cerca.
O eixo central do laboratório é a memória da ilha. Os próprios jovens irão escolher duas personalidades memoráveis de Fernando de Noronha, figuras cuja trajetória represente os saberes e a identidade do arquipélago. A partir dessa escolha, serão produzidos minidocumentários que integrarão a programação oficial do Noronha 2B, colocando o olhar da juventude no centro da narrativa do festival.
A programação formativa se amplia no dia 2 de março com a oficina A Ilha Conta, conduzida pela gestora cultural Mariana Abascal. Voltada à comunidade, a atividade aborda os fundamentos da produção cultural e apresenta os bastidores que sustentam a realização de projetos e eventos no setor audiovisual.
Ao antecipar sua agenda com ações gratuitas de formação, o Noronha 2B reforça um posicionamento claro: Fernando de Noronha não é apenas cenário para eventos. É território de produção cultural, memória e identidade. Ao integrar jovens ilhéus à programação e valorizar histórias locais, o festival amplia seu diálogo com a comunidade e consolida uma edição que começa pela escuta.
Durante os dias 3 a 6 de março, além da programação aberta ao público, o evento também promove o N2B WIP LAB, mercado audiovisual e laboratório de projetos voltado a profissionais do setor, fortalecendo conexões entre cinema, território e desenvolvimento regional.