Entre 11 e 29 de julho, a Casa Roberto Marinho realiza uma programação especial de férias para crianças, jovens e adultos, em diálogo com a exposição o (tempo), de Waltercio Caldas. Ateliês, contações de histórias, visitas mediadas e experiências ao ar livre convidam o público a explorar questões de tempo, espaço, percepção e linguagem a partir da arte contemporânea.
Conduzidas pela equipe de Educação da instituição, as atividades ocupam galerias, jardins e outros espaços da casa, propondo diferentes formas de criação, investigação e contato com a natureza. A programação reúne oficinas criativas, percursos pelo jardim e ações voltadas a públicos de todas as idades.
Inserida em um dos cenários mais singulares da cidade, entre a Floresta da Tijuca e o jardim projetado por Burle Marx, a Casa Roberto Marinho amplia a experiência da exposição para além das galerias. A biodiversidade do entorno integra as propostas educativas e convida os participantes a observar a paisagem e suas relações com a arte.
Entre os destaques estão os Ateliês Biodiversos, realizados aos sábados, que propõem experiências criativas a partir de elementos naturais, como galhos, folhas, flores, frutas, raízes, cascas, bambus, rochas e areia. As atividades convidam os participantes a desenvolver uma relação de escuta, observação e criação em diálogo com a biodiversidade do jardim e da Mata Atlântica.
A programação inclui também as tradicionais Contações de Histórias, conduzidas pela Cia. do Solo, que estabelece conexões entre contos, lendas e narrativas filosóficas e os conceitos presentes na exposição de Waltercio Caldas. As histórias dialogam com temas como tempo, imaginação, percepção e diferentes maneiras de compreender o mundo.
Outro núcleo da programação são os Ateliês de Investigação, que utilizam o livro como objeto artístico e campo de experimentação. Inspiradas na produção de Waltercio Caldas, as atividades convidam os participantes a explorar novas possibilidades para o livro, compreendendo-o não apenas como suporte de leitura, mas também como escultura, espaço e silêncio.
Nos finais de semana, os Ateliês O tempo, o abismo e o mundo ampliam esse diálogo por meio de experiências em desenho, pintura, escultura e construção de objetos, incentivando a invenção, a criatividade e a reflexão sobre as relações entre imagem, palavra e percepção.
A programação é complementada por visitas mediadas realizadas diariamente pela equipe de Educação da Casa Roberto Marinho, oferecendo ao público diferentes caminhos de leitura para a exposição o (tempo). Durante o percurso, os visitantes são convidados a refletir sobre questões presentes na obra de Waltercio Caldas, como tempo, espaço, aparência, invisibilidade e percepção, enriquecidas pelas notas para uma pedagogia visual bem-humorada, escritas pelo próprio artista.
Com essa programação especial, a Casa Roberto Marinho reafirma sua vocação de promover experiências que aproximam arte, educação e natureza, oferecendo ao público um espaço de convivência, descoberta e experimentação durante o período de férias escolares.
Com 39 obras de 11 fotógrafos selecionados pelo Mosaico Rio, mostra propõe diferentes olhares sobre tempo, ancestralidade, memória e território
O tempo em espiral: exposição coletiva de fotografias chega à Casa Firjan
Um desafio foi proposto a 11 fotógrafos selecionados pelo Mosaico Rio, edital de Cultura promovido pela Firjan SESI: interpretar o significado do Tempo através de imagens inéditas. E, assim, com câmeras e lentes apontadas para o passado, o presente e o futuro, produziram 39 obras especialmente para a exposição “Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea”, que está em cartaz na Casa Firjan até 20/9.
Os artistas participantes são: Alessandro Fracta, Bruno Marchetti, Cristina Froment, Daniel Oliveria, Francisco Valdean, Gabriella Silva, João MM, Rafa Chlum, Renata Xavier, Thaís Valencio e Thanis Parajara. Eles desenvolveram coletivamente o conceito da exposição durante uma semana de imersão na Casa Firjan. A proposta central foi, então, revelar “interpretações distintas sobre o inescapável fenômeno da passagem do tempo”, como explica a curadora da mostra, Marcia Mello.
“Na cultura ocidental, predomina o entendimento do tempo cronológico e histórico, medido de forma precisa em segundos, minutos, horas. A vida se desdobra como uma seta direcionada apenas para o futuro. Já no tempo mítico, valoriza-se o sagrado. A realidade é atualizada em rituais e mitos através de movimentos cíclicos, como uma roda que gira”, completa ela.
Arqueiros do tempo
Thanis Parajara é artista visual e fotógrafa do bairro de Inhaúma, da zona norte da capital. Ela tem uma forte pesquisa conecta à sua ancestralidade indígena. Por
conta de sua produção documental de vivências dos povos originários, ela inclusive foi premiada na Funarte Marc Ferrez de Fotografia, em 2024. A sua fotografia “Arqueiro do Tempo”, um dos destaques da exposição, foi feita em abril de 2026 no Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília, maior mobilização do Brasil sobre a defesa dos territórios e direitos indígenas.
“Minha relação é documentar a luta indígena brasileira e todas as relações que o movimento emerge, a união e confluência de saberes para garantia da resistência ancestral”, conta Thanis, que está no mercado da fotografia desde 2018.
Fotógrafo e videomaker, Daniel Oliveira trabalha há seis anos na área. Ele é responsável por “Retratos de Espera”, fotografia que representa crianças em um orfanato. O tema tem total relação com a história do autor, que cresceu na Fundação Romão Duarte.
“Como o tema era Tempo, me baseei em minha história e em como era a questão da adoção na época. As crianças esperavam sem nenhuma informação sobre o tempo em que seriam adotadas”, relembra Daniel, que é morador do Méier. Para ele, o Mosaico Rio é uma oportunidade de crescimento e valorização do trabalho artístico.
“Além de apoiar financeiramente os projetos, ele dá voz aos artistas e incentiva a criação cultural. Acredito que iniciativas como essa são fundamentais para fortalecer a cultura e abrir portas para novos talentos”, completa Daniel.
Mosaico Rio
Os fotógrafos participantes da exposição foram selecionados por meio do Mosaico Rio, edital de Cultura da Firjan SESI que contratou 90 projetos artísticos-culturais inéditos e não inéditos de todo o estado do Rio de Janeiro para serem exibidos nas unidades da Firjan. Foram investidos R$ 3 milhões e 298 mil em artistas ligados ao universo do teatro, circo, dança, música, literatura, multilinguagem e fotografia.
Na categoria Artes Visuais – Fotografia, um total de R$ 88 mil foi distribuído para que os artistas pudessem participar da imersão com a curadora e produzir suas obras. “A exposição ‘Arqueiros na espiral do tempo’ é onde deságua mais uma das ações propostas pelo edital Mosaico Rio, que se pretende um agente de estímulo à produção artística e à economia criativa no estado. Na capital ou no interior, temos buscado valorizar nossos artistas”, afirma Antenor Oliveira, gerente de Cultura e Arte da Firjan SESI.
Serviço
Exposição “Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea”
Período: de 3/7 a 20/9
Horário: Terça a domingo, das 9h às 18h30
Local: Casa Firjan – Rua Guilhermina Guinle, 211, Botafogo – Rio de Janeiro
Entrada gratuita
A Biblioteca Dona Maria Portugal Duque Costa reúne um acervo de 40 mil exemplares; O espaço é aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, além de integrar o roteiro das visitas guiadas promovidas pelo Palácio
Um livro de taquigrafia em latim, publicado em 1748, constituições e documentos que preservam a memória da política fluminense fazem parte do acervo da Biblioteca Dona Maria Portugal Duque Costa, no coração do Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Com um acervo de 40 mil exemplares, a biblioteca é aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, para consulta pública ao acervo, além de integrar o roteiro das visitas guiadas promovidas pelo Palácio.
Para a diretora de Cultura do Palácio, Fernanda Figueiredo, a biblioteca é um dos principais diferenciais por seu acervo histórico significativo. A vasta coleção concentra diários oficiais, anais do legislativo, periódicos e obras de referências. “A Biblioteca Maria Portugal Duque Costa encanta os visitantes que passam pelo Palácio Tiradentes. Além de possuir um denso acervo, sendo referência em literatura legislativa, ela impressiona por sua importância histórica e beleza arquitetônica. É um dos pontos mais emblemáticos da visita guiada”, destaca Fernanda.
Páginas que preservam a memória da política fluminense
O livro de taquigrafia em latim, publicado em 1748, é o mais antigo do acervo. Segundo a diretora da biblioteca, Patrícia Tavares, a obra simboliza a importância dessa técnica na preservação da memória legislativa. Isso porque foi por meio da taquigrafia que debates e discursos foram registrados ao longo da história. “Se hoje nós temos esses registros legislativos, é por conta da taquigrafia”, lembra a bibliotecária.
O acervo acompanha a história do Palácio Tiradentes e do Rio de Janeiro ao longo do tempo. Criada em 1947, a biblioteca leva o nome da servidora Maria Portugal Duque Costa desde 1989, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido por ela na formação do acervo bibliográfico quando o Palácio ainda abrigava a Câmara dos Deputados, entre 1926 e 1960. “À frente do seu tempo, ela atuou na preservação dos documentos legislativos que hoje integram o acervo histórico. Além disso, ela era poeta e uma mulher atuante no meio político”, pontua Patrícia.
No acervo, também é possível consultar a Constituição do Estado da Guanabara de 1967 e a Constituição Estadual do Rio de Janeiro de 1989, a mais atual, ambas assinadas pelos deputados. Outro destaque do acervo que chama atenção é o Relatório da Província de 1878, um documento que reúne informações sobre a administração pública e o cotidiano da época, reunindo desde dados estatísticos até acontecimentos envolvendo a Família Imperial.
“Eu costumo dizer que ele é uma mistura de censo e coluna social. Nós podemos ver dados de quantas pessoas faleceram, ou quantas escolas abriram, além de termos acesso aos dados sobre mortalidade da população e alistamento militar, por exemplo. Eu acho muito interessante porque, quando abrimos, é possível encontrar tudo que possamos imaginar”, relata Patrícia.
Os exemplares dos Regimentos Internos de 1904 e 1936 também estão entre os documentos preservados pela biblioteca. Mais do que reunir as regras de funcionamento da Casa, as publicações revelam como eram os ritos legislativos em diferentes períodos e mostram como as normas evoluíram ao longo das décadas.
Para preservar a memória política, a biblioteca adota alguns cuidados para garantir a preservação do acervo, como cadarços próprios para amarração e papéis especiais para envelopamento, materiais que ajudam a proteger obras e documentos que atravessam e continuarão perdurando para futuras gerações.
Equipamentos públicos da cidade emprestam mochilas sensoriais para dar mais conforto aos visitantes autistas e neurodivergentes
Em Niterói, cultura e acessibilidade caminham juntas. Cinco dos principais equipamentos culturais públicos da cidade passaram a oferecer mochilas sensoriais para pessoas autistas e neurodivergentes. A iniciativa da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal das Culturas, tem como objetivo proporcionar aos visitantes proteção sensorial, conforto e autorregulação, transformando o passeio em uma experiência acolhedora e inclusiva.
As mochilas estão disponíveis para empréstimo no Teatro Popular Oscar Niemeyer, no Caminho Niemeyer; no Centro Cultural Cauby Peixoto, no Fonseca; no Centro Eco Cultural Sueli Pontes, em Piratininga; no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), na Boa Viagem; e no Centro Cultural de Cidadania e Economia Criativa, conhecido como MACquinho, no Ingá. A retirada é gratuita, mediante a apresentação de um documento oficial com foto, que ficará retido até a devolução do kit. O material pode ser utilizado durante todo o período de permanência nos espaços, com devolução obrigatória ao fim da visita.
“Em Niterói, temos um compromisso permanente com a inclusão e a acessibilidade, fundamentais para que todos possam exercer sua cidadania de forma plena. Inauguramos o CAIS, o porto seguro das famílias atípicas da cidade, que é a porta de entrada para toda uma rede de serviços, e agora estamos disponibilizando as mochilas sensoriais nos equipamentos culturais. Os kits oferecem suporte a pessoas com sensibilidades sensoriais, contribuindo para uma experiência cultural mais confortável, segura e adequada às necessidades de cada um”, ressalta o prefeito Rodrigo Neves.
Cada kit contém itens como abafadores de ruído (ou protetores auriculares), que ajudam pessoas com hipersensibilidade auditiva a lidar com o excesso de barulho, evitando sobrecargas e crises sensoriais; bolinhas antiestresse, que funcionam como uma importante ferramenta de acessibilidade invisível para pessoas autistas, auxiliando na proteção do sistema nervoso e na autorregulação diante dos estímulos do ambiente; pulseiras luminosas, que podem funcionar como recurso de estimulação visual suave e previsível, promovendo relaxamento, conforto e sensação de bem-estar para algumas pessoas; e óculos escuros, que auxiliam na redução da intensidade da luz e do excesso de estímulos visuais, proporcionando maior conforto em locais com iluminação forte, luzes artificiais intensas ou reflexos excessivos, ajudando a prevenir desconforto visual e sobrecarga sensorial.
“Garantir que pessoas autistas e neurodivergentes possam acessar os nossos equipamentos com acolhimento, conforto e autonomia é uma forma concreta de afirmar a cultura como direito. Queremos que todos se sintam pertencentes nesses espaços”, afirma a secretária municipal das Culturas, Júlia Pacheco.
Após cada utilização, a equipe responsável realiza a higienização completa da mochila e de seus itens, garantindo que o recurso esteja sempre organizado, seguro e em boas condições para os próximos usuários. O cuidado coletivo com o material é fundamental para que ele permaneça disponível para todas as pessoas que necessitem desse recurso.
A psicóloga Andressa Hernams, de 45 anos, aprovou a mochila sensorial. Ela retirou o kit para o filho, Augusto, durante uma visita dos dois ao MAC. O adolescente, de 14 anos, é autista e teve uma boa experiência durante o passeio.
“Achei a iniciativa muito importante, porque inclui essas pessoas nesses espaços. Os autistas têm questões sensoriais, e o kit oferece itens que permitem desfrutar o ambiente cultural com mais conforto, como o abafador, que ajuda a focar em lugares com muitos ruídos, e a bolinha antiestresse, que contribui para a autorregulação em meio aos estímulos. Lugar de autista é onde ele quiser, não apenas dentro de casa ou do consultório”, ressaltou Andressa.
Referência no atendimento a famílias atípicas
Em novembro do ano passado, a Prefeitura de Niterói inaugurou o Centro de Avaliação e Inclusão Social (CAIS). Localizada no Centro, a unidade representa um marco na política municipal voltada às crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O CAIS foi estruturado como um espaço de referência no acolhimento, na avaliação clínica e na construção de caminhos de cuidado para casos suspeitos de TEA. O modelo reúne, em uma mesma rede de apoio, profissionais das áreas de saúde, educação, assistência social, cultura, trabalho e acessibilidade, promovendo uma atuação integrada entre as secretarias municipais. A proposta de centralizar diagnóstico, orientação e encaminhamentos é considerada essencial por profissionais e familiares.
Apoio escolar – A Prefeitura está com inscrições abertas para o processo seletivo simplificado para a contratação temporária de 300 Agentes de Apoio Escolar, que irão reforçar o atendimento aos estudantes da Rede Municipal de Educação. A contratação temporária tem como objetivo atender ao crescimento da demanda por educação especial nas escolas da rede municipal e ampliar as estratégias de inclusão, enquanto a Prefeitura avança na realização do concurso público para o cargo, criado por lei sancionada recentemente pelo prefeito Rodrigo Neves. A medida integra a nova Política Municipal de Educação Especial Inclusiva, estruturada em alinhamento com as diretrizes do Ministério da Educação.
Prioridade – Em Niterói, é possível emitir a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA). O documento é gratuito e possui um QR Code que comprova a apresentação dos laudos exigidos, garantindo mais segurança e veracidade ao processo de identificação, além de assegurar prioridade no atendimento em estabelecimentos públicos e privados, conforme previsto em lei.
Moeda Arariboia – A legislação que instituiu a Moeda Social Arariboia foi ampliada para incluir, entre os beneficiários, mães atípicas, além de pessoas com deficiência.
Niterói Cuida de Quem Cuida – Desde 2024, foi implementada na cidade a Política Municipal de Atenção à Mãe Atípica “Niterói Cuida de Quem Cuida”, que define diretrizes e ações para atender mães de filhos e filhas com deficiência, síndromes, transtornos, doenças raras, TDAH e dislexia, entre outros casos. A lei busca melhorar a qualidade de vida das mães atípicas, considerando as dimensões emocional, física, cultural, social e familiar; estimular a ampliação de políticas públicas voltadas à preservação da saúde mental materna, com apoio ao acesso a serviços psicológicos, terapêuticos e assistenciais; e desenvolver ações de bem-estar e autocuidado como parte da rotina, para prevenir e reduzir sintomas de transtornos psíquicos, comuns em pessoas que vivenciam situações desafiadoras diariamente.
Créditos das fotos:
Mochila e itens do kit: Divulgação
Personagens: Bruno Eduardo Alves
Reunindo obras de Anna Livia Taborda Monahan, Ana V. Lopes, Yaka Huni Kuin, Julia Gallo, Mayra Carvalho e Caio Pacela — artistas residentes do Instituto MECA entre 2025 e 2026 —, a exposição apresenta um conjunto de trabalhos que investiga diferentes expressões da espiritualidade contemporânea e suas relações com natureza, território, ancestralidade e imaginação.
Com texto de apresentação de Catarina Duncan — curadora convidada —, além de textos de Danniel Tostes — mentores do Programa de Residência —, e de Bianca Bernardo, curadora do Instituto, a mostra reúne trabalhos produzidos ao longo das residências artísticas realizadas entre o final de 2025 e o primeiro semestre de 2026. Em diálogo com linguagens como pintura, escultura, instalação e desenho, as obras articulam práticas poéticas que atravessam corpo, memória e percepção, compreendendo espiritualidade e transformação como experiências vividas, encarnadas e coletivas.
Mistério das Coisas Vivas, coletiva
MAC de Niterói | Mirante da Boa Viagem s/nº – Boa Viagem, Niterói
Abertura: 20 de junho de 2026, às 18h
Até 23 de agosto de 2026
Terça a domingo, das 10h às 18h (entrada permitida até 17h30).
Ingresso: R$20,00 (inteira). Quarta-feira: entrada gratuita
Gratuidade nos demais dias: moradores/nascidos em Niterói, alunos da rede pública,
crianças até 7 anos, PcD + 1, servidores da cidade e quem chega de bicicleta.
Classificação livre
Com curadoria de Emmanuele Russel, a mostra apresenta a produção das artistas Rafå Dias, Juliana Fernandez, Bim Brito e Tatiana Coelho em diálogo com as correntes da abstração por meio da pintura, reconhecendo a potência do lugar de origem e os caminhos que se encontram.
Matrizes são as forças de origem combinadas às ressonâncias das artistas aqui apresentadas: Quatro mulheres que partem de distintos pontos, mas compartilham uma investigação expressa por meio da forma, da cor e da percepção. Suas pesquisas atravessam individualidades e aproximam o público, de maneira sensível, das questões que cada uma de suas obras suscita.
Matrizes, coletiva
Centro Cultural Memorial Getúlio Vargas | Praça Luiz de Camões, subsolo – Glória
Abertura: sábado, 27 de junho, das 14h às 17h
De 1º de julho a 16 de agosto
Quarta a domingo, das 10h às 17h
Entrada gratuita
Aos poucos, com a retirada dos tapumes, a fachada de uma das obras mais simbólicas de Icaraí começa a revelar novamente os traços elegantes do antigo Cinema Icaraí. O prédio, construído na década de 1940, passa por uma completa restauração realizada pela Prefeitura de Niterói e já exibe suas cores originais, identificadas durante pesquisa histórica.
Nesta quarta-feira (1º), o prefeito Rodrigo Neves realizou mais uma vistoria técnica no local, acompanhado da primeira-dama, Fernanda Neves, e de equipes da Prefeitura. Durante a visita, destacou o avanço das obras do futuro Cine Concerto Sérgio Mendes, equipamento cultural que preservará a arquitetura em estilo art déco e ampliará a oferta de cultura e entretenimento na cidade.
“Estamos concluindo a restauração da fachada do Cinema Icaraí. Este prédio é da década de 1940 e as cores que hoje aparecem novamente são as cores originais, descobertas durante a pesquisa histórica. Quem passar por aqui já consegue perceber essa transformação. Lá dentro, as obras seguem em ritmo intenso, com um trabalho extremamente cuidadoso de restauração, acompanhado pelos órgãos de preservação do patrimônio. Vamos entregar, no segundo semestre deste ano, o Cinema Icaraí junto com a nova Praça Getúlio Vargas, resgatando um patrimônio histórico e afetivo de toda a cidade”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves.
Fechado desde 2006, o antigo cinema marcou gerações de niteroienses com sessões que fazem parte da memória afetiva da cidade. Agora, o espaço será transformado em um moderno complexo cultural, reunindo música, cinema, gastronomia e lazer para moradores e visitantes.
O novo equipamento contará com duas salas de cinema, uma sala de concertos, dois restaurantes, piano bar, rooftop com vista para a Praia de Icaraí e diversos espaços de convivência. A restauração da fachada representa uma das etapas mais aguardadas da obra e devolve ao prédio sua identidade arquitetônica original, integrando preservação do patrimônio histórico e arquitetura contemporânea.
O prefeito também relembrou a mobilização que liderou quando era deputado para impedir que o edifício fosse demolido e substituído por um empreendimento imobiliário.
“Conseguimos preservar esse patrimônio e hoje tenho a honra, como prefeito, de liderar sua restauração. É um prédio que faz parte da memória afetiva dos niteroienses e que será devolvido à população completamente recuperado”, destacou.
Com investimento de R$ 45,7 milhões, o empreendimento deverá ser concluído no segundo semestre de 2026. O espaço abrigará um grande salão de concertos destinado à Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense (UFF), salas de cinema, restaurante, rooftop com vista para a Praia de Icaraí, áreas de convivência, bomboniere e infraestrutura totalmente acessível.
No interior do prédio, continuam os trabalhos de restauração das esquadrias históricas do antigo saguão, onde funcionará a recepção. O palco principal já teve sua estrutura concluída e contará com uma tela retrátil, permitindo que o espaço receba tanto concertos quanto exibições cinematográficas. Nos pavimentos superiores avançam as instalações elétricas e hidráulicas, os revestimentos e a preparação das novas salas de cinema. As equipes também iniciaram a montagem das estruturas metálicas que darão forma aos pavimentos destinados aos restaurantes e à área técnica. No subsolo, onde ficarão armazenados os instrumentos musicais, a estrutura já foi concluída.
Na parte externa, além da fachada restaurada, seguem os serviços de acabamento e as obras de acessibilidade para instalação de elevadores e escadas rolantes.
Praça Getúlio Vargas será integrada ao novo complexo cultural
Durante a vistoria, Rodrigo Neves também acompanhou o andamento das obras da Praça Getúlio Vargas, que está sendo completamente reurbanizada para formar um conjunto integrado com o novo Cine Concerto Sérgio Mendes.
O projeto prevê a transformação de mais de 5,5 mil metros quadrados em um espaço aberto, acessível e voltado à convivência, eliminando as grades existentes e ampliando a conexão visual com a Praia de Icaraí e a Baía de Guanabara.
Desenvolvido pelo escritório Burle Marx, o projeto preserva as árvores históricas e contempla novos jardins, áreas de permanência, pergolados, playground acessível, academia ao ar livre, espaço pet, iluminação em LED, monitoramento por câmeras, áreas para feiras e eventos culturais e a completa requalificação dos passeios do entorno. A proposta é integrar patrimônio histórico, paisagismo e vida urbana em um único espaço público.
Quando concluídos, o Cine Concerto Sérgio Mendes e a nova Praça Getúlio Vargas formarão um dos principais polos culturais de Niterói, reunindo música, cinema, gastronomia, lazer e convivência em um conjunto que resgata a história da cidade e projeta um novo capítulo para a cultura niteroiense.
Vencedor de dois Prêmios CBTIJ, montagem da Cia Teatro Independente une teatro, música, teatro de sombras e objetos para abordar alimentação, meio ambiente e o protagonismo feminino de forma lúdica
O espetáculo infantil Piquenique conta de forma poética e divertida a história de uma jovem bondosa, forte e inteligente que luta contra a opressão de um tirano dono de uma fábrica de canhões que amedronta toda a cidade. Dona do seu nariz, ela sai pelo mundo com seus quitutes e comidas deliciosas, até que encontra em uma cidade um mundo de crueldades, com sua inteligência e astúcia resolve não só seu problema como ajuda todos que estão a sua volta a escaparem das maldades do tirano. As apresentações de Piquenique acontecerão de 11 á 26 de Julho, sábados e domingos às 11:30h, no Teatro do Centro cultural Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia no Flamengo.
Durante o espetáculo as crianças vão aprender que os alimentos precisam de água limpa, terra boa, sol, que abelhas, vespas, borboletas, pássaros, morcegos, contribuem para a transferência do pólen, e que fertilizantes são veneno! E no final da peça descobrirão que as pessoas também precisam ser temperadas; com alegria, amor, paciência, etc.
A dramaturgia de Piquenique é baseada nas histórias populares e nos contos antigos como Barba Azul, Nariz de prata e tantos outros onde heroínas lutam contra aqueles que querem ditar o destino delas.
Uma mesa de piquenique, montada em um jardim, serve de cenário para criação dessa história. O público vai construindo em seu imaginário, junto com os atores, as imagens dessa aventura que ganha forma entre frutas, cores, comidas, objetos do cotidiano e projeção de sombras. Aos poucos no avançar da narrativa, vão se construindo outros significados num jogo teatral expressivo, onde as coisas podem tomar a forma que a imaginação quiser.
Dirigido pelo diretor e doutor em teatro Flavio Souza, que tem uma vasta experiência em encenar literatura para o teatro, o espetáculo tem um caráter extremamente visual, buscando a criação de um universo lúdico que transporte o imaginário do público infantil, além de investir em temas relevantes aos pequenos, partindo de um mergulho no universo lúdico de um piquenique. Um músico estará em cena com os atores.
O casal de atores Carolina Pismel e Paulo Verlings, que há 20 anos desenvolvem um trabalho contínuo na Cia Teatro Independente, se debruça pela primeira vez no universo infantil. O espetáculo teve 6 indicações ao prêmio de teatro infantil CBTIJ e foi vencedor nas categorias melhor ator e melhor atriz.
Ficha técnica
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Direção: Flavio Souza
Dramaturgia: Marcéli Torquato e Flavio Souza
Músico: Raoni da Silva
Direção Musical e Composições Originais: Guilherme Miranda
Cenário: Mina Quental e Flávio Souza
Iluminação: Luiz Paulo Neném
Figurinos: Flavio Souza
Assessoria de imprensa: Ney Motta
Fotos: Elisa Mendes
Instagram: @piqueniqueteatro
Serviço
PIQUENIQUE
Sinopse: Dona do seu nariz, a cozinheira Greta sai pelo mundo para recuperar seus quitutes e comidas deliciosas, mas acaba encontrando, em uma cidade, um mundo de crueldades. Com sua inteligência e astúcia, Greta resolve não apenas o seu problema, mas também ajuda todos que estão à sua volta.
De 11 a 26 de julho, sábados e domingos às 11:30h
Teatro Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia
Rua Dois de dezembro, 63, Flamengo, Rio de Janeiro
(próximo ao Metrô Largo do Machado)
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada)
Classificação: LIVRE
Duração: 50 minutos
O MAC Niterói apresenta a exposição “Felippe Moraes – Composição Aleatória”, que ocupa a praça do museu com três esculturas sonoras interativas de grandes proporções, convidando o público a produzir música de forma coletiva. Com entrada gratuita, a mostra conta com texto da curadora libanesa Amanda Abi Khalil e segue até 23 de agosto de 2026.
Na exposição, o artista apresenta a série Composição Aleatória #2 (2024), composta por três esculturas monumentais que funcionam como instrumentos musicais coletivos. As obras convidam o público a se sentar em pares e a balançar nas estruturas, acionando doze sinos suspensos, organizados segundo a escala dodecafônica, sistema musical baseado na premissa de igualdade entre todas as notas da escala cromática.
Derivada da obra Composição Aleatória (2019), apresentada pela primeira vez na exposição Solfejo, no Centro Cultural FIESP, em São Paulo, a série se aprofunda na ideia de música como acontecimento imprevisível e relacional. Cada ativação gera uma situação sonora única, moldada pelos movimentos arbitrários dos corpos, pelo vento, pela maresia e pela interação entre visitantes. Não há partitura fixa, nem repetição possível: a obra se afirma como uma composição sempre provisória e coletiva. As esculturas já passaram por importantes centros culturais no Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Friburgo e Brasília.
A exposição marca o retorno de Felippe Moraes ao MAC Niterói para celebrar uma década de pesquisas e intervenções que tensionam a arquitetura icônica de Oscar Niemeyer, seu simbolismo e sua relação direta com a paisagem e a cidade. Desde 2016, o artista desenvolve uma sequência de projetos concebidos para os espaços externos do museu, entre eles “Progressão” (2016), realizada durante os Jogos Olímpicos, quando instalou 26 bandeiras em tons de cinza ao longo da rampa do edifício, e “Samba Exaltação” (2021), mostra criada especialmente para os 25 anos do MAC, com sete neons que incorporavam versos de sambas tradicionais à arquitetura modernista.
Em 2022, Moraes expandiu essa investigação com a curadoria do “Projeto Mirante”, ocupando simultaneamente a praça, a rampa e a bilheteria do museu, criando três exposições simultâneas que diluíram fronteiras institucionais e estabeleceram um contato direto com o público visitante.
Ao instalar as esculturas na praça do MAC Niterói, Felippe Moraes coloca em diálogo a geometria rigorosa das formas, a instabilidade do som e a vastidão da paisagem marítima, criando um ambiente de criação livre, lúdica e sensorial, no qual arquitetura, corpo e território vibram em uníssono.
Para o artista: “Historicamente, as pessoas se sentem distanciadas das instituições de arte. O MAC Niterói não é diferente, com o agravante de estar em diálogo constante com uma paisagem arrebatadora e uma arquitetura tão potente que, muitas vezes, eclipsam as coleções e programações. Ao ocupar a praça do museu, busco ativar esse espaço de encontro, onde a arte e as pesquisas curatoriais ganham forma ao entrar em contato direto com os visitantes. É uma proposta de museu verdadeiramente público: aquele que se abre para a cidade, transforma os cidadãos e também se deixa transformar por eles.”
Inscrições seguem abertas até dia 15 de julho e devem ser feitas pela internet
O II Festival Internacional Goitacá de Cinema abre inscrições até dia 10 de julho para dois eixos de sua programação: o Programa de Formação, dedicado à capacitação em audiovisual por meio de cursos e minicursos abertos ao público, e o Cine Market Goitacá, ambiente voltado ao desenvolvimento de projetos, à qualificação de realizadores e à conexão com o mercado audiovisual.
Nesta edição, o Cine Market Goitacá apresenta uma novidade: uma chamada de mentorias de projetos realizada em parceria com o Paradiso Multiplica, iniciativa do Projeto Paradiso voltada à formação e ao fortalecimento da cadeia audiovisual brasileira.
Enquanto o Programa de Formação é destinado a estudantes, professores e interessados em cinema, o Cine Market Goitacá selecionará realizadores do interior fluminense com projetos de curta-metragem em desenvolvimento para participar de mentorias e atividades voltadas ao mercado audiovisual. Juntos, os dois eixos reforçam o compromisso do festival com a descentralização do acesso à formação, à qualificação profissional e ao fortalecimento da produção audiovisual no interior do estado.
Atividades acontecem durante o festival, entre os dias 6 e 11/08, em Campos dos Goytacazes e São João da Barra
“O Festival Internacional Goitacá de Cinema nasce como uma relevante janela de exibição e, ao mesmo tempo, se afirma como um espaço de formação em cinema e audiovisual, incluindo processos de qualificação para o mercado. A parceria com o Projeto Paradiso, por meio do Paradiso Multiplica com o nosso Cine Market Goitacá, pretende elevar o patamar técnico dos projetos e dos realizadores do interior fluminense, tornando-os mais competitivos. Unir grandes profissionais do mercado nacional a projetos que germinam na região é um dos grandes objetivos do evento, gerando novas produções e estimulando o mercado no interior”, afirma Fernando Sousa, diretor da Quiprocó Filmes e idealizador do festival.
Cine Market Goitacá estreia chamada de mentorias em parceria com o Paradiso Multiplica
A principal novidade desta edição é a chamada de mentorias do Cine Market Goitacá, viabilizada por meio do Paradiso Multiplica, programa do Projeto Paradiso voltado à formação e ao desenvolvimento de profissionais do audiovisual.
A convocatória é destinada a realizadores do interior fluminense com projetos de curta-metragem em fase de desenvolvimento.
Serão selecionados até três projetos. Cada um receberá uma mentoria individual on-line, com duração de uma hora, conduzida por um profissional apoiado pelo Projeto Paradiso antes do início das atividades presenciais do festival. Durante o II Festival Internacional Goitacá de Cinema, os participantes também deverão participar de uma masterclass presencial voltada ao desenvolvimento de projetos e ao mercado audiovisual.
A iniciativa busca ampliar o acesso de novos talentos ao circuito profissional do audiovisual e fortalecer a produção independente realizada fora dos grandes centros.
As inscrições para as mentorias seguem abertas até 15 de julho até às 18h. As inscrições são gratuitas e estarão abertas por meio do formulário eletrônico disponível no link https://forms.gle/w1RDrZq3c9cXVNQ18.
Programa de Formação oferece quatro cursos e minicursos
O II Festival Internacional Goitacá de Cinema, em parceria com a Diretoria de Cultura e a Escola de Extensão da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), promove o Programa de Formação, eixo central do evento e que reafirma o seu o compromisso com a democratização do conhecimento, a qualificação profissional e o fortalecimento da cadeia audiovisual brasileira. Trata-se de um espaço voltado a fomentar a formação técnica e a troca de conhecimento, bem como a estimular o fortalecimento do mercado do cinema e do audiovisual no interior fluminense. As atividades formativas são dirigidas tanto a profissionais que estão dando seus primeiros passos no cinema quanto a realizadores experientes, com o objetivo de incentivar a qualificação e o intercâmbio entre agentes de diversos segmentos do setor e áreas afins.
Link para inscrição: https://www.sympla.com.br/evento/ii-festival-internacional-goitaca-de-cinema-programa-de-formacao/3457211
PROGRAMAÇÃO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO
Minicurso Técnicas documentais para contar histórias que transformam
Instrutora: Tatiana Cantalejo
Dia: 06 e 07/08
Horário: 9h às 13h
Local: Sala Goitacá
Curso Popular de Audiovisual
Instrutores: Wescley Di Luna / Fabi Melo
Dia: 05 a 08/08
Horário: 14h às 18:30h, nos dias 05 e 06; 13h às 18h no dia 7; e 14h às 18h, no dia 8
Local: Instituto Mulheres em Ação – Açu, São João da Barra/RJ
Minicurso Circuito de Festivais: Estratégias de distribuição para curtas-metragens
Instrutora: Julia Couto
Dia: 10 e 11/08
Horário: 9h às 13h
Local: Sala Coliseu
Minicurso Cinema autoral na prática: Roteiro, direção e produção executiva
Instrutoras: Ceci Alves / Alba Azevedo
Dia: 10 e 11/08
Horário: 9h às 13h
Local: Sala Catedral
O II Festival Internacional Goitacá de Cinema é apresentado pelo Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e pela Quiprocó Filmes. Conta com patrocínio da Ferroport, por meio da Lei Rouanet; patrocínio da GNA, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura; e patrocínio da Embratur.
Conta com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). Conta ainda com a parceria educacional e cultural da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da UENF (PPGSP), Pro-reitoria de Extensão, Diretoria de Cultura da UENF, Centro de Ciências do Homem (CCH), do Cine Darcy e do Projeto Caminhos de Barro. Parceria comercial com Hotel Ramada. Parceria Institucional do Projeto Paradiso, do Pacto da Promoção da Equidade Racial, Costa Doce Convention & Visitors Bureau e CIDENNF. Tem a parceria de mídia Folha da Manhã, InterTV e Canal Curta.
Realização Quiprocó Filmes, Associação de Estudos da Cultura e Economia Criativa, Ministério da Cultura e Governo Federal.
Sobre a Quiprocó Filmes:
A Quiprocó Filmes é uma produtora audiovisual independente que em 2026 completa 10 anos de história. Sediada no Rio de Janeiro e filial em Campos dos Goytacazes, buscamos provocar mudanças através de um olhar inquieto. Criamos imagens atentas às histórias, emoções e afetos, a partir de diferentes vozes, transformando a maneira com que as pessoas veem suas próprias vidas e os diferentes elementos da nossa cultura. Criamos conteúdo para cinema, TV e streaming. Produzimos conteúdo publicitário e institucional para organizações e empresas.