Exposição fotográfica reafirma a beleza natural fluminense

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br

‘Meu Olhar’, do fotógrafo Antonio Schumacher, está em exibição no Bistrô MAC

A beleza irretocável da natureza fluminense está em cartaz no Bistrô MAC, capturada pela perspectiva sensível e autêntica do fotógrafo niteroiense Antonio Schumacher. A mostra “Meu Olhar” apresenta 16 quadros fotográficos que esbanjam cores, curvas e luzes de paisagens naturais, a maioria da Cidade Sorriso.

Dentre as imagens, há obras inéditas e outras publicadas em livros da DB Editora. É o caso da “Niterói em Fatos e Fotos” – principal instrumento de divulgação do município pela Prefeitura e pela Neltur em encontros diplomáticos e eventos turísticos, inclusive internacionais.

Os quadros, com tamanho 84cm x 43,5cm, possuem fotografias com impressão fine art em tela canvas e montagem flutuante na moldura (estilo canaleta) na cor freijó, produzidos pela FastFrame. Esta molduraria e a DB são de propriedade de Schumacher e sua irmã, Franciane Barbosa.

“Frequento muito o MAC, e já tinha observado outras obras expostas nos nichos do bistrô, então tive a ideia de selecionar algumas de minhas melhores fotos, ampliar, emoldurar e compartilhar a minha paixão pela cidade. Achei que este seria o momento ideal da minha carreira e tive a grata resposta sobre a disponibilidade do local”, conta Schumacher, que possui mais de 15 anos de carreira, a maior parte dela direcionada à fotografia de arquitetura e de paisagem.

É a terceira exposição individual de Antonio Schumacher, que também coordenou e participou da exposição “Ponte 50 Anos” no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, ao lado de outros fotógrafos que, com ele, também fizeram as imagens publicadas no livro comemorativo oficial do cinquentenário da Ponte Rio-Niterói.

“O MAC é uma grande referência de arte, tanto as atividades do museu quanto a sua arquitetura que se tornou símbolo de Niterói, e me dá muito orgulho também fazer parte disso”, exclama.

O Bistrô MAC funciona no subsolo do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no bairro da Boa Viagem. A exposição ficará por tempo indeterminado. Os quadros estão à venda no local e na molduraria FastFrame, no bairro de São Francisco.

9º Cultura Inglesa Festival reúne música, teatro e ações culturais entre Brasil e Reino Unido de 21 a 31 de outubro 

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br

Espetáculo que acontece simultaneamente no palco e no TikTok Live; Shakespeare ao som de Roberto Carlos em peça teatral; batalha de Slam no Vão do MASP; sessão de cinema ao ar livre na Cinemateca; e show de Agnes Nunes na Casa Natura estão entre os destaques. A edição, que antecede os 30 anos do festival, reúne ainda ações de formação, debates, programação em Paraisópolis e iniciativas ligadas à crise climática

O 29º Cultura Inglesa Festival acontece de 21 a 31 de outubro, em São Paulo, Santos, Campinas e Brasília, com uma programação que reúne música, teatro, cinema, debates, ações formativas e iniciativas voltadas à juventude, à ação climática e aos territórios. A edição, que antecede os 30 anos do festival, ocupa diversos espaços da capital paulista, como Vão Livre do Masp, Sesc 24 de Maio, Casa Natura, Cinemateca Brasileira, Centro Brasileiro Britânico (CBB) e unidades da Cultura Inglesa, além de chegar à Baixada Santista, com programação no Sesc Santos, a Campinas, na Cultura Inglesa Campinas, e a Brasília, no Museu Nacional da República.

“O Cultura Inglesa Festival segue apostando na diversidade de sua programação e no diálogo com os desafios do nosso tempo, reunindo diferentes linguagens artísticas e ampliando os espaços de reflexão e encontro. Esta é uma edição especialmente significativa, em que a esperança é entendida não como espera, mas como ação e exercício coletivo de imaginação. Ao mesmo tempo, já nos preparamos para celebrar, no próximo ano, a 30ª edição do Festival, um marco importante em nossa trajetória”,  explica Liliane Rebelo, diretora de Cultura e Sociedade na Cultura Inglesa.

Entre os destaques desta edição estão a cantora Agnes Nunes; o espetáculo britânico Famehungry, de Louise Orwin; uma sessão ao ar livre do filme De Volta para o Futuro e conversas sobre juventude, saúde mental, redes sociais e crise climática no CIF Talks. A edição antecede os 30 anos do festival e tem como eixo a esperança entendida como prática coletiva, articulando arte, educação e intercâmbio cultural entre Brasil e Reino Unido.

 

Na programação internacional, o festival apresenta Famehungry, criação da artista britânica Louise Orwin, que acompanha sua imersão no universo do TikTok a partir de um questionamento pessoal sobre o futuro da arte performática. O espetáculo discute adolescência, redes sociais e o preço da fama e se relaciona diretamente com uma das conversas do CIF Talks, dedicada à juventude, saúde mental e redes sociais. São três apresentações, no dia 24 de outubro, no Sesc Santos, e nos dias 30 e 31 de outubro, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo.

 

Realizado simultaneamente em um teatro e no TikTok Live, Louise se submete, em cena, a tarefas inspiradas nas tendências da plataforma enquanto busca conquistar a audiência virtual, colocando em confronto o público presencial, os espectadores do TikTok e o algoritmo. Com a peça, Louise tenta responder uma pergunta muito pessoal: como a arte performática pode sobreviver à era digital? A criação nasceu de uma experiência da artista com o tiktoker Jaxon Valentine, da Geração Z, que passou a orientá-la sobre as dinâmicas da plataforma.

A presença de Louise Orwin no festival inclui ainda a gravação ao vivo de um podcast inspirado nos temas de Famehungry. A artista recebe convidados para discutir como as redes sociais afetam identidade, criação artística, visibilidade e a relação dos jovens com o ambiente digital. Aberto ao público, o encontro acontece dia 23 de outubro, às 15h, no Sesc Santos, e dia 27 de outubro, às 18h, no Sesc 24 de Maio, com participação da plateia.

 

No dia 21 de outubro, o Centro Brasileiro Britânico, CBB, recebe duas mesas do CIF Talks, que parte de trabalhos apresentados no festival para discutir questões relacionadas à juventude. Das 15h às 16h30, Escutar é preciso: juventude, saúde mental e redes sociais tem como disparador um trecho de Famehungry e propõe uma conversa sobre os efeitos da virtualidade e das redes sociais, considerando questões como criação, pertencimento e organização coletiva, além de saúde mental, privacidade e exposição. Estão confirmadas as presenças da artista Louise Orwin, da psicóloga e psicanalista Marília Velano, doutora em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP e especialista em desenvolvimento infantojuvenil, e de Haron Miquilno, profissional de relações públicas, estrategista de conteúdo e carreira e idealizador da comunidade RP no Mundo, com mediação de Isabela Villas Boas, Diretora Executiva de Produtos e Experiências de Aprendizagem da Cultura Inglesa.

 

Das 17h às 18h30, a mesa Direito ao Futuro: juventude e crise climática parte da peça A Citizens’ Assembly, de Andy Smith, que também integra a programação. Entre as participantes está Cleicí Patauá, que viveu até os 11 anos às margens do Rio Unini, no Parque Nacional do Jaú, na Amazônia. Filha da floresta e de lideranças, é advogada e especialista em sustentabilidade corporativa, além de atuar como apresentadora do Repórter Eco da TV Cultura. Participam ainda Daniela Vianna, jornalista, pesquisadora e consultora em adaptação climática e Lara Bonfim, artista e ativista de 16 anos que integra o coletivo Creative Earth Alliance, criado na última edição do Cultura Inglesa Festival a partir de uma simulação da COP. A mediação é da Cia. Arthur Arnaldo (Soledad Yunge e Tuna Serzedello).

A conversa discute a participação das novas gerações nas decisões relacionadas à crise climática, reunindo perspectivas da ciência, da comunicação e da organização juvenil.

O Festival dá continuidade nesta edição ao programa Create for Change, projeto que mobiliza jovens, alunos e não alunos da Cultura Inglesa, em torno das mudanças climáticas. Nesta edição, o projeto inclui A Citizens’ Assembly, do diretor britânico Andy Smith. A peça conta a história de um agrupamento de pessoas que se reuniram em uma sala para discutir a emergência climática nos seus territórios. E a assembleia se forma com o próprio público do teatro, que representa os papéis dos debatedores. A condução fica a cargo da Cia. Arthur Arnaldo, responsável pela facilitação das assembleias. As sessões acontecem no dia 23 de outubro, às 17h, na Cultura Inglesa Tatuapé; no dia 24 de outubro, às 10h30, na Cultura Inglesa Itaquera; e no dia 30 de outubro, às 14h45, na Cultura Inglesa Campinas, no Cambuí.

No dia 23 de outubro, o Vão Livre do MASP recebe o Slam do Corpo, primeira batalha de poesia entre poetas surdos e ouvintes do Brasil e uma parceria inédita entre o museu e o Cultura Inglesa Festival. Criado em 2014, o projeto reúne duplas de poetas que criam e apresentam simultaneamente em Libras e em língua portuguesa, explorando tanto as particularidades de cada língua quanto seus cruzamentos. Com coordenação de Léo Castilho e Érika Mota, a atividade terá duas horas de duração, com poetas surdos e ouvintes, intérpretes de Libras, DJ e júri escolhido na hora. A atividade vai acontecer dentro da instalação Casa María Lionza, criada pela artista venezuelana Sol Calero.

 

No dia 24 de outubro, o CIF Paraisópolis ocupa a unidade da Cultura Inglesa na comunidade com atividades gratuitas voltadas a crianças e adultos e desenvolvidas a partir da identidade do território. O artista visual e arte-educador Samuel Silva conduz a oficina Espelhos das Minhas Raízes: Autorretrato Como Resgate de Memórias, que utiliza a pintura e o autorretrato para trabalhar identidade, memória, ancestralidade e pertencimento. A programação inclui ainda a apresentação do Coral Brave Voices, coral intergeracional de alunos da unidade Paraisópolis, além de oficina e apresentação de Passinho com o NGKS (Negroskis), grupo criado em 2016 por amigos de escola a partir da prática do “passinho do Maloka”, com referências do funk e da cultura Black.

 

No dia 30 de outubro, o Cinema ao Ar Livre, uma parceria do Cultura Inglesa Festival com a Cinemateca Brasileira, exibe De Volta para o Futuro. Dirigido por Robert Zemeckis e lançado em 1985, o filme será exibido às 20h, na área externa da Cinemateca Brasileira. A sessão é gratuita, assim como a pipoca, com ingressos distribuídos uma hora antes.

 

No dia 31 de outubro, das 13h às 17h, no Museu Nacional da República, em Brasília, o Cultura Inglesa Festival apoia a Parada do Orgulho PcD Brasil, mobilização em defesa do orgulho, da visibilidade e dos direitos das pessoas com deficiência. Depois de passar por São Paulo, a Parada chega a Brasília com artistas e coletivos do Distrito Federal: Lee Brandão, drag queen e ativista, líder do movimento Quebrada Queen; a banda de rock Artrodeze, com protagonismo PcD; o Surdodum, grupo percussivo formado majoritariamente por músicos surdos; Naiara Fontenelle, pianista, tecladista e cantora com deficiência visual; o coletivo Me Chame Pelo Nome; e Noah Marques, com arte urbana. A atividade é gratuita e conta com Libras e audiodescrição.

 

Na música, Agnes Nunes se apresenta no CIF in Concert no dia 31 de outubro, na Casa Natura Musical, com o álbum O Amor e Suas Variáveis, lançado em 2024. Para o 29º Cultura Inglesa Festival, a cantora inclui no repertório interpretações de músicas em inglês. Toda a renda obtida com a bilheteria será destinada a ações no território de Paraisópolis, onde a Cultura Inglesa mantém uma unidade social que oferece cursos gratuitos de inglês à comunidade.

 

No dia 31 de outubro, a Cia. Cênica, de São José do Rio Preto, apresenta Cheese and Guava or Romeo and Juliet, no Centro Brasileiro Britânico, CBB. Em formato bilíngue, o espetáculo parte de Romeu e Julieta, de Shakespeare, e das canções românticas de Roberto Carlos para aproximar referências da literatura britânica e da cultura popular brasileira. A montagem, que estreou em 2026 e participou do Fringe de Edimburgo, na Escócia, aborda ainda questões como colonialismo e divisão cultural. No dia anterior, 30 de outubro, às 17h, a companhia realiza a oficina Corpo, Voz e Travessia: criação cênica bilíngue, na Cultura Inglesa Pinheiros. Com duas horas de duração, a atividade compartilha o processo de criação do espetáculo por meio de exercícios corporais, vocais e de composição em português e inglês.

Serviço:

29º Cultura Inglesa Festival

De 21 a 31 de outubro de 2026

Informações: https://www.culturainglesafestival.com.br/

Instagram @culturainglesafestival 

 

DEBATES

CIF Talks – Dia 21 de outubro, quarta-feira

CBB – Centro Brasileiro Britânico – Rua Ferreira de Araújo, 741 – Pinheiros, São Paulo – SP

 

Das 15h às 16h30 – Escutar é preciso: juventude, saúde mental e redes sociais

A partir de um trecho de Famehungry, de Louise Orwin, a mesa discute os efeitos da virtualidade e das redes sociais sobre adolescentes e jovens, considerando questões como criação, pertencimento, saúde mental, privacidade e exposição.

Participam Louise Orwin, artista da performance e criadora de Famehungry; a psicóloga e psicanalista Marília Velano, doutora em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da USP e especialista em desenvolvimento infantojuvenil, com investigação sobre os impactos da virtualidade e das redes sociais na saúde mental de adolescentes e jovens; e Haron Miquilno, profissional de relações públicas, estrategista de conteúdo e carreira e idealizador da comunidade RP no Mundo. Mediação de Isabela Villas Boas, Diretora Executiva de Produtos e Experiências de Aprendizagem da Cultura Inglesa e também diretora da Faculdade Cultura Inglesa.

 

Das 17h às 18h30 – Direito ao futuro: juventude e crise climática

A conversa parte de A Citizens’ Assembly, de Andy Smith, em colaboração com Lynsey O’Sullivan, para discutir a participação das novas gerações nas decisões relacionadas à crise climática, reunindo perspectivas da ciência, da comunicação e da organização juvenil.

Participam Daniela Vianna, jornalista, pesquisadora sênior e consultora em adaptação climática, doutora em Ciências Ambientais pelo PROCAM/USP e pós-doutora em Comunicação Climática pela George Mason University e em Saúde Planetária pelo Instituto de Estudos Avançados da USP; Cleicí Patauá, advogada e especialista em sustentabilidade corporativa, que viveu até os 11 anos às margens do Rio Unini, no Parque Nacional do Jaú, na Amazônia; e Lara Bonfim, artista e ativista de 16 anos que integra o coletivo Creative Earth Alliance, criado na última edição do Cultura Inglesa Festival a partir de uma simulação da COP.

Mediação da Cia. Arthur Arnaldo (Soledad Yunge e Tuna Serzedello), facilitadora do programa Create for Change, que envolve estudantes em ações relacionadas às mudanças climáticas.

Classificação: 14 anos.

Acessibilidade: Libras.

Gratuito, com inscrição por formulário no site do festival.

POESIA E PERFORMANCE

Slam do Corpo – Dia 23 de outubro, sexta-feira, às 18h

MASP – Av. Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo – SP

 

Primeira batalha de poesia entre poetas surdos e ouvintes do Brasil, o Slam do Corpo reúne duplas que criam e apresentam simultaneamente em Libras e língua portuguesa. Com coordenação de Léo Castilho e Érika Mota, a atividade terá duas horas de duração, com slammasters surdo e ouvinte, intérpretes, DJ e júri escolhido na hora.

 

Duração: 120 minutos.

Acessibilidade: Libras.

Classificação: Livre.

Gratuito, sujeito à lotação.

 

CIF PARAISÓPOLIS

CIF Paraisópolis – Dia 24 de outubro, sábado

Cultura Inglesa Paraisópolis – R. Dr. José Pedro de Carvalho Lima, 433 – Jardim Parque Morumbi, São Paulo – SP

Programação gratuita para crianças e adultos desenvolvida a partir da identidade do território, com oficinas de pintura e dança e apresentações do Coral Brave Voices e de Passinho.

Grátis.

Acessibilidade: Libras.

Oficina Espelhos das Minhas Raízes: Autorretrato Como Resgate de Memórias, com Samuel Silva – das 14h às 16h

A oficina utiliza pintura e autorretrato para trabalhar identidade, memória, ancestralidade e pertencimento.

 

Duração: 120 minutos.

Público: a partir de 11 anos.

Até 35 participantes.

Inscrições por formulário no site do festival.

Apresentação do Coral Brave Voices – às 16h

Coral intergeracional de alunos da unidade Paraisópolis.

Livre.

Duração: 15 minutos.

Oficina de Passinho, com NGKS (Negroskis) – às 16h15

Livre para todas as idades.

Duração: 60 minutos.

Até 40 participantes.

Inscrições por formulário no site do festival.

Apresentação de Passinho, com NGKS (Negroskis) – às 17h15

Livre para todas as idades.

Duração: 45 minutos.

Capacidade: 50 pessoas.

TEATRO E PERFORMANCE

FAMEHUNGRY, com Louise Orwin

Dia 24 de outubro, sábado, às 20h

Sesc Santos

Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida, Santos – SP

Local: Teatro

Ingressos: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia) e R$ 12 (credencial plena)

Não recomendado para menores de 14 anos

Dia 30 de outubro, sexta-feira, e 31 de outubro, sábado, às 20h

Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109 – República, São Paulo – SP

Local: Teatro – 1º subsolo

Ingressos: R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia) e R$ 15 (credencial plena)

Criação da artista britânica Louise Orwin a partir de sua imersão no universo do TikTok. Realizado simultaneamente para o público presencial e para uma audiência virtual, o espetáculo coloca em confronto a plateia, os espectadores do TikTok e o algoritmo, discutindo redes sociais, visibilidade e o preço da fama.

 

Duração: 60 minutos.

Classificação etária: 14 anos

Acessibilidade: Libras.

Podcast ao vivo com Louise Orwin e convidados

Sesc Santos – Dia 23 de outubro, sexta-feira, às 15h

Sala 02

Gratuito com retirada de senhas no local 30 minutos antes

Duração: 150 minutos.

Classificação: Livre.

Acessibilidade: Libras.

Sesc 24 de Maio – Dia 27 de outubro, terça-feira, às 18h

Varanda das oficinas – 6º andar

Gratuito com retirada de senhas no local 30 minutos antes

Duração: 150 minutos.

Classificação: Livre.

Acessibilidade: Libras.

PROGRAMAÇÃO COM TEMÁTICAS AMBIENTAIS – Create For Change

A Citizens’ Assembly

Dia 23 de outubro, sexta-feira, às 17h

Cultura Inglesa Tatuapé – R. Emílio Mallet, 1248 – Vila Gomes Cardim, São Paulo – SP

Dia 24 de outubro, sábado, às 10h30

Cultura Inglesa Itaquera – R. Ken Sugaya, 353 – Itaquera, São Paulo – SP, 08210-100

Dia 30 de outubro, sexta-feira, às 14h45

Cultura Inglesa Campinas (Cambuí) – R. Dr. Antônio da Costa Carvalho, 480 – Cambuí, Campinas – SP

 

Projeto do diretor britânico Andy Smith que dispensa atores profissionais e transforma os próprios assistentes em intérpretes. O público recebe o texto e realiza coletivamente a leitura da peça, que aborda a emergência climática.

Público: a partir de 14 anos, com conhecimentos de inglês em nível intermediário.

Duração: 60 minutos.

 

AÇÃO FORMATIVA

Oficina Corpo, Voz e Travessia: criação cênica bilíngue, com Cia. Cênica – Dia 30 de outubro, sexta-feira, às 17h

 

Cultura Inglesa Pinheiros – Rua Deputado Lacerda Franco, 287 – Pinheiros, São Paulo – SP

 

Atividade vinculada ao espetáculo Cheese and Guava or Romeo and Juliet. A oficina compartilha o processo de criação da montagem por meio de exercícios corporais, vocais e de composição em português e inglês.

 

Público: estudantes, educadores e artistas de teatro a partir de 14 anos, com conhecimentos de inglês em nível intermediário.

Duração: 2 horas.

Acessibilidade: Libras.

Inscrições por formulário no site do festival.

 

TEATRO | KIDS & FAMILY

Cheese and Guava or Romeo and Juliet, com Cia. Cênica – Dia 31 de outubro, sábado, às 14h e às 17h

CBB – Centro Brasileiro Britânico – Rua Ferreira de Araújo, 741 – Pinheiros, São Paulo – SP

 

Em formato bilíngue, o espetáculo parte de Romeu e Julieta, de Shakespeare, e das canções românticas de Roberto Carlos para aproximar referências da literatura britânica e da cultura popular brasileira. A montagem aborda ainda questões como colonialismo e divisão cultural.

 

Duração: 50 minutos.

Classificação: Livre para todos os públicos (indicação: 12+).

Acessibilidade: Libras.

Gratuito, ingressos distribuídos 1h antes

 

CINEMA

Cinema ao Ar Livre: De Volta para o Futuro – Dia 30 de outubro, sexta-feira, às 20h

Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino, São Paulo – SP

 

Sessão ao ar livre do filme De Volta para o Futuro, dirigido por Robert Zemeckis e lançado em 1985, na área externa da Cinemateca Brasileira. A pipoca também é gratuita.

 

Gratuito, com retirada de ingressos no local a partir das 19h.

Classificação: Livre.

Acessibilidade: legendas.

Duração: 116 minutos.

 

ACESSIBILIDADE E CULTURA PCD

Parada do Orgulho PcD Brasil – Dia 31 de outubro, sábado, das 13h às 17h

Museu Nacional da República – SCTS Lote 2 – Plano Piloto, Brasília – DF

 

Mobilização em defesa do orgulho, da visibilidade e dos direitos das pessoas com deficiência. Depois de passar por São Paulo, a Parada chega a Brasília com artistas e coletivos do Distrito Federal: Lee Brandão, Artrodeze, Surdodum, Naiara Fontenelle, coletivo Me Chame Pelo Nome e Noah Marques.

 

Gratuito.

Acessibilidade: Libras e audiodescrição.

Mais informações: paradapcd.org

 

MÚSICA

CIF in Concert com Agnes Nunes – Dia 31 de outubro, sábado, às 21h

Abertura da Casa: 19h30

 

Casa Natura Musical – Rua Artur de Azevedo, 2134 – Pinheiros, São Paulo – SP

Agnes Nunes apresenta o álbum O Amor e Suas Variáveis, lançado em 2024, e inclui no repertório interpretações de músicas em inglês preparadas para o 29º Cultura Inglesa Festival. Toda a renda obtida com a bilheteria será destinada à unidade da Cultura Inglesa em Paraisópolis, que oferece cursos gratuitos de inglês à comunidade.

Classificação indicativa: 18 anos.*

Ingressos: R$ 60 e R$ 30

https://bileto.sympla.com.br/event/126933/d/413940/s/2693451

*Menores de 18 anos poderão entrar apenas acompanhados pelos pais ou responsável legal. A presença dos pais ou responsável legal é necessária e será confirmada na bilheteria.

Os Pequenos Mozart e convidados retornam ao Theatro Municipal neste domingo

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br

Os Pequenos Mozart e convidados retornam ao Theatro Municipal para mais uma apresentação na série Música no Assyrio. O conjunto de violinos, que reúne crianças a partir de três anos caracterizadas como o famoso compositor, apresenta um repertório versátil, que transita entre obras da Música Clássica e da Música Popular Brasileira, na véspera do Dia das Crianças, 11 de outubro. O espetáculo tem início às 11 horas.

Com direção artística de Suray Soren, o grupo reúne em sua trajetória participações em importantes festivais, como o Festival Vale do Café e o Festival de Inverno de Petrópolis, concertos frequentes no Municipal, além de representar o Brasil em turnês internacionais, como em Santiago, Chile, e intercâmbios culturais, como no Projeto Deutschland.

O evento será no Salão Assyrio e os ingressos já estão disponíveis através do site theatromunicipal.rj.gov.br.

Serviço

Música no Assyrio / Os Pequenos Mozart e Convidados

Data: 11 de outubro – domingo

Horário: 11h

Local: Salão Assyrio do Theatro Municipal – Centro

Entrada pelo Boulevard da Av. Treze de Maio

Preços populares: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada) na Bilheteria do Theatro ou através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br

Classificação: Livre

MMM Galeria abre segunda individual de Ana Calzavara no Rio de Janeiro

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br

Artista paulista apresenta trabalhos inéditos criados durante uma intensa temporada de trabalho em Lisboa.

Em “Desenredo”, pinturas convidam a uma renovação do olhar diante de um mundo saturado de imagens.

Mostra abre no dia 8 de outubro e pode ser visitada até 21 de novembro.

Como fazer uma imagem persistir em meio ao turbilhão visual do mundo contemporâneo? Como devolver duração a uma imagem em uma cultura com excesso de estímulos visuais? É a partir dessas questões que Ana Calzavara constrói “Desenredo”, sua segunda exposição individual na Maneco Müller : Multiplo Galeria, que abre no dia 8 de outubro, no Leblon. Fruto de uma intensa temporada de trabalho em Lisboa, a série inédita de pinturas a óleo aprofunda a investigação poética da artista sobre a experiência do olhar e a forma como apreendemos as imagens em um cotidiano atravessado por telas e fluxos incessantes de informação. Partindo dessa fragmentação, as pinturas de Calzavara buscam justamente o contrário: captar do espectador um olhar mais duradouro e concentrado, no qual a atenção seja, de alguma forma, recuperada.

“Desenredo” reúne conjuntos de paisagens, cenas que captaram o olhar da artista ao longo de uma temporada de dois meses na capital portuguesa. As pinturas aparecem em grupos, em conjuntos, como padrões, mas fragmentados, em pedaços que se misturam, se mesclam e se contaminam. Nada é linear, nem óbvio. A imagem existe numa espécie de jogo de aparecimento-desaparecimento, presença-ausência, permanência-mudança, clareza-ilegibilidade, continuidade-descontinuidade, que é como vemos o mundo hoje (“estamos cegos de tanto ver”). Outra característica da obra dela, presente nesses trabalhos, é o desejo de reter a imagem efêmera e incontrolável, aquilo que some no instante seguinte, o que é quase impossível de capturar, seja do mundo físico ou virtual. O texto crítico da mostra é de Pedro Duarte.

Em “Substâncias de sombra”, primeiras pinturas da série, raios de sol atravessam os ramos de uma árvore, mas o que vemos são apenas silhuetas. Em “Brilhos”, o que vai para a tela é a bioluminescência das microalgas e plânctons da foz do Tejo, a luz mágica e fugidia na ondulação. Em “Riscos”, é o pisca-pisca dos vagalumes numa floresta em Sintra. “Dados” traz padrões de azulejos do século XVI em combinação com QR Codes, como códigos digitais impregnados de significados, mas sujos, desbotados, desgastados pelo tempo, incompatíveis com a tecnologia de leitura de dados. Em “Estilhaços”, ela reproduz aquelas imagens indecifráveis que surgem nas telas no momento de um curto-circuito de dados, os “glitches”, remetendo ao estado de “burnout” da nossa atenção. Em “Véu e cinzas”, vemos uma floresta calcinada, encoberta de fumaça, numa grande tela de 1,50 X 2,00 m, montada a partir de pequenas telas coladas, como um painel de azulejos.

Segundo a artista, o nome da exposição, “Desenredo”, remete a esse embaralhamento do olhar, a uma narrativa que explodiu, se despedaçou e não é mais linear. “A exposição traz essa experiência da fragmentação, mas numa tentativa de subvertê-la. Quero provocar o espectador para olhar o mundo de uma forma diferente da que estamos acostumados. A exposição nasce do desejo de renovar a experiência do espectador com a imagem, de fazer com que essa imagem se relacione com ele de uma forma mais persistente, que não seja descartada, que traga uma reflexão”, explica a artista.

Segundo Maneco Müller, sócio da galeria, Ana Calzavara é uma artista de raro talento, que não separa a vida da arte e nem se alinha a nenhum modismo ou estilo. “Ela faz uma pintura de alto valor crítico, resultado de uma pesquisa extensa e profunda, aliada a um grande domínio da técnica”, diz ele, lembrando que a artista é bacharel em Artes Visuais pelo Unicamp, pós-graduada em pintura pela Byam Shaw School of Art, Londres; mestre (2006), doutora (2012) e pós-doutora (2018) em Poéticas Visuais pela ECA/USP. “Em termos poéticos, ‘Desenredo’ é, no fundo, uma grande exposição sobre o desconhecido, sobre o momento que estamos vivendo, onde tudo está enevoado e não sabemos como caminhar nesse mundo sem chão”, complementa.

“Ana Calzavara é uma artista cuja produção acompanhamos com muito entusiasmo. A força e a qualidade de seu trabalho nos levaram a realizar essa segunda exposição na galeria em apenas dois anos, o que diz muito sobre a força que vemos em sua obra e sobre o lugar que ela vem conquistando no cenário contemporâneo”, diz Stella Freitas, sócia de Maneco na galeria. A exposição pode ser visitada até 21 de novembro, com entrada gratuita.

SERVIÇO

Título: Ana Calzavara I Desenredo
Texto crítico: Pedro Duarte
Abertura: dia 8 de outubro, quinta feira
Horário: das 18h às 21h
Período da exposição: até 21 de novembro de 2026
Local: Maneco Müller : Multiplo Galeria
Horário: de segunda a sexta, das 10h às 18h30 (sábados, sob agendamento)End: Rua Dias Ferreira, 417/206 – Leblon – Rio de JaneiroTel: + 55 21 2294 8284 | +55 21 2042 0523 (WhatsApp)Entrada franca
www.multiploespacoarte.com.br

Galeria La Salle recebe “Travessia”, mostra do Coletivo Plural com obras de 19 artistas

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br

A Galeria La Salle, em Santa Rosa, Niterói, recebe a exposição “Travessia”, do Coletivo Plural, com obras de 19 artistas voltadas às relações entre arte, natureza e transformações ambientais.

A mostra tem curadoria de Angelina Accetta e Bê Sancho e integra a programação da Primavera dos Museus e das ações de responsabilidade social do Unilasalle-RJ. O projeto propõe refletir sobre eventos climáticos extremos, sustentabilidade e formas de convivência entre sociedade e meio ambiente.

“Travessia” encerra uma trilogia iniciada pelas exposições “Verso e Reverso” e “Inverso”, apresentadas anteriormente no mesmo espaço. A proposta desta edição é usar a produção artística como ponto de partida para discutir percepção ambiental e responsabilidade coletiva.

O material de divulgação também relaciona a exposição a atividades de reaproveitamento de materiais e ações de educação ambiental realizadas no campus. A programação inclui trabalhos que transformam resíduos e objetos descartados em linguagem artística.

A visitação é gratuita na Galeria La Salle, localizada na Rua Gastão Gonçalves, 79, em Santa Rosa. Antes de se deslocar, o público deve confirmar os horários de funcionamento diretamente com o Unilasalle-RJ.

A exposição amplia a agenda cultural de Niterói com uma pauta que aproxima arte contemporânea e questões ambientais, em um momento de maior atenção pública aos impactos de calor extremo, chuvas intensas e outros eventos climáticos.

Livro escrito a partir de relatos de mulheres do Morro da Mangueira é lançado em evento na quadra da Estação Primeira

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br

Com prefácio assinado por Alcione e Guanayra Firmino, “As Mangueirenses” reúne contos inspirados na memória de 13 mulheres da comunidade

As vivências de mulheres do Morro da Mangueira ganham novos capítulos para além de becos, vielas e lembranças. O escritor Yke Leon passou dois meses convivendo com 13 mulheres da comunidade e recolheu suas histórias para adaptar ao universo do livro de contos “As Mangueirenses”, iniciativa da ONG Associação Meninas e Mulheres do Morro (AMMM), que foi contemplada no edital de Produção Literária da SECEC-RJ (Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro). O seu lançamento oficial será em evento na quadra da Estação Primeira de Mangueira no dia 7 de outubro, quarta-feira, às 19h.

Feito em parceria com a Editora Albatroz, o livro reúne 30 histórias variadas, por vezes engraçadas, como a mulher que saiu de casa com um nome e voltou registrada com outro nome na certidão de nascimento, às vezes trágicas, como a mãe mangueirense raiz que perdeu a filha durante um desfile da agremiação na Sapucaí. Ao longo de cada conto, é possível passear pelas emoções e perceber a riqueza que emana dessas mulheres, contrariando a visão simplista que tenta associar mulheres faveladas a um universo restrito de pluralidade narrativa.

– Foi uma honra muito grande ter sido escolhido para ser o mediador entre essas narrativas e o resto do mundo. Comecei este projeto acreditando que meu grande desafio era extrair dessas mulheres as histórias que elas não contavam para ninguém. Ledo engano. Bastou uma tarde para perceber que cada encontro seria uma fonte inesgotável de narrativas. Foi tanto conteúdo que poderíamos escrever uns três volumes de “As Mangueirenses”. Mérito delas. Este livro é só o nosso primeiro passo – revela Yke Leon, escritor e coordenador editorial.

A obra conta também com textos de prefácio escritos por Guanayra Firmino, presidenta da Estação Primeira de Mangueira, e pela cantora Alcione.

– Falar das mulheres da Mangueira é falar de mulheres guerreiras e batalhadoras. De uma casta muito especial que, mesmo enfrentando dificuldades, sabe como lidar com as intempéries e as mazelas da vida. Tenazes, geralmente exibem um sorriso nos lábios, dando-nos a certeza de que seguirão em frente sem se deixar abater. Mulheres empoderadas, famosas ou não, mas todas autênticos pilares de tantas e tantas famílias que vivem nesse Morro, cujo nome virou símbolo cultural que extrapola as fronteiras do nosso país – declara Alcione.

O evento de lançamento contará com coquetel de lançamento, sessão de autógrafos com as mangueirenses e o autor, além da exibição do documentário sobre o processo de criação do livro, “As Mangueirenses – O Documentário”, dirigido por Guilherme Quadrado.

– Esse livro serve para mostrar a força das mulheres da Mangueira e da comunidade, como um todo. Estamos cansados de só aparecer nas páginas policiais! Nós queremos mostrar que também podemos estar nas páginas de cultura. Nossa história não é só de tristeza, muito pelo contrário. Nossos 30 anos de atuação refletem exatamente essa potência de vida que emana desse território – destaca Kely Louzada, fundadora e coordenadora geral da Associação Meninas e Mulheres do Morro.

Sobre a Associação Meninas e Mulheres do Morro (AMMM)

A Associação Meninas e Mulheres do Morro (AMMM) é uma organização sem fins lucrativos fundada em 1995 e sediada no Morro da Mangueira (especificamente na área do Parque Candelária), na Zona Norte do Rio e tem um trabalho muito sólido de transformação social focado em educação, cultura, cidadania e empoderamento feminino. Seja por meio da atuação da ONG ou de sua biblioteca Atelier das Palavras, ao longo de seus mais de 30 anos de atuação, a AMMM impactou a vida de milhares de crianças, jovens e mulheres e teve seu trabalho reconhecido por diversas entidades municipais, estaduais, nacionais e até internacionais.

Serviço:

Dia e hora: 7 de outubro, quarta-feira, às 19h
Local: Quadra da Estação Primeira de Mangueira – Rua Visconde de Niterói, 1072, Mangueira, Rio de Janeiro – RJ
Entrada: gratuita
Rede social: https://www.instagram.com/meninasemulheres/

“Bienal de Papel e Fotografia” reúne artistas e fotógrafos brasileiros na AVA Galleria da Bhering, após o sucesso em Osaka, Japão

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br/

Depois do enorme sucesso de visitantes no Enokojima, em Osaka, Japão, a exposição ‘Bienal de Papel e Fotografia’ chega ao Rio de Janeiro, em novembro, trazendo artistas e fotógrafos brasileiros, que participaram da programação internacional, para a AVA Galleria, na Fábrica Bhering.

Com curadoria de Edson Cardoso, a mostra será dividida em duas etapas. A primeira acontece de 7 a 14 de novembro, e a segunda, de 21 a 28 de novembro. Ao todo, serão apresentados trabalhos de 28 artistas e 61 fotógrafos brasileiros, distribuídos entre as duas semanas.

A exposição reúne nomes que participaram da AVA Art Biennial, realizada entre 15 e 20 de setembro, em Osaka, no Japão, e parte de trabalhos que antes estiveram no AVA Art Festival 2026, no Jockey Club São Paulo. A mostra internacional contou com artistas e fotógrafos de diferentes países, mas a edição carioca é dedicada exclusivamente aos participantes brasileiros.

A escolha da Fábrica Bhering está diretamente ligada à presença da própria AVA Galleria no espaço, onde a galeria mantém sua sede brasileira e realiza suas atividades e exposições. O local, reconhecido pela concentração de ateliês e espaços voltados à produção artística, será palco para a apresentação das obras.

A proposta da exposição é aproximar o público carioca da produção de artistas e fotógrafos brasileiros que vêm participando do circuito de exposições da AVA Galleria, criando uma sequência entre as apresentações realizadas em São Paulo, Japão e, agora, Rio de Janeiro.

Primeira etapa — 7 a 14 de novembro

Artistas ● Adriana Höppner ● Adriano Disc ● Amanda Neves ● Andrei Silva ● Biba Mattos ● Carola Hoisel ● Carolina Saidenberg ● Capi ● Cláudia Sperb ● Gabriella Laruccia ● Hanne Hickmann Hansel ● Helenita Teixeira ● Jorge Luiz V. Fernandes ● Jussara Macedo

Fotógrafos ● Alexandra Ramos ● Alexandre Monteiro ● Alexsandro Lima ● Amanda Isarrá ● Ana Mariotto ● Ana Paula Tomachewski ● Andre Mellagi ● André Vasconcelos ● Angel Marks ● Bruno Fischer ● Bruno Girão ● Bruno Oliveira ● Carlos Cateb ● Cynthia Jappur ● Daniel Marcelino ● Duca Celidônio Teixeira ● Eduardo F S Lima ● Estefane Silva ● Ezer Berdugo ● Flaviane Campos ● Fátima Carlini ● Fernando Orberg ● Geremias Soares ● Helena Almeida ● Joice Kreiss ● Jose Roberto de Oliveira ● Luciana Barberino ● Luciana Evrard ● Lupi Grinberg ● Maíza Lopes ● Marcio Afonso

Segunda etapa — 21 a 28 de novembro

Artistas ● Kamila Hinselmann ● Marc Fletcher ● Marcos Maciel ● Marcos Provin ● Nilo Almeida ● Pedro Prandini ● Pivetti ● Rai Moreno ● Rute Collar ● Teresa Souza ● Valentina Lazarini ● Vanderlei Provin ● Vanessa Del Bel ● Ysis Policarpo

Fotógrafos ● Marcos Moreno ● Marta Azevedo ● Milagros Goñi ● Míriam Ramalho ● Nanda Castro ● Noelia Brito ● Paulo Eberlein ● Pedro França ● Rafael Martins ● Rao Godinho ● Raphael Coelho ● Renata Nunes ● Renata Prado ● Ricardo Pacheco ● Roberta Tavares ● Rodrigo Fontanari ● Saulo Augusto ● Sebá Reis ● Sérgio Giron ● Tarsicio Nascimento ● Teresinha Santos ● Thiago Antunes ● Thiago Kropf ● Ticiana Landeiro ● Tommaso Rada ● tr3ze ● Vânia Marques ● Veronice Assini Saes ● Victor Pontes ● Vinícius Kohn

Bienal de Papel e Fotografia

Curadoria: Edson Cardoso

Realização: AVA Galleria

Local: Fábrica Bhering — Rio de Janeiro

1ª etapa: 7 a 14 de novembro de 2026

2ª etapa: 21 a 28 de novembro de 2026

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Dias e horários de visitação: de quinta a sábado, das 12h às 18h

Entrada franca

Acessibilidade

Anna Bella Geiger transforma paisagem do Pão de Açúcar em território da arte

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br/

O Projeto Maravilha apresenta a sua segunda edição com a inauguração de “Typus Terra Incognita (2025)”, escultura de grande formato de Anna Bella Geiger, uma das mais decisivas e relevantes da arte brasileira contemporânea. Aos 92 anos, com sete décadas de carreira, a pioneira da videoarte no Brasil assina a nova intervenção no Bosque das Artes, no Parque Bondinho Pão de Açúcar. Com curadoria de Ulisses Carrilho, a ação propõe um diálogo entre arte, natureza e tecnologia, comissionando expoentes da arte brasileira para criarem obras de grande escala em contexto de preservação ambiental.

Projeto Maravilha: Anna Bella Geiger
2a edição | 2026
Curadoria: Ulisses Carrilho
Visitação: até 31 de janeiro de 2027
Bosque das Artes do Parque Bondinho Pão de Açúcar
Av. Pasteur, 520 – Urca, Rio de Janeiro
Visitação: diariamente, das 9h às 17h
Ingressos para o bondinho: www.parquebondinho.com.br
R$ 155 (brasileiros), R$ 85 (cariocas) e R$ 199 (estrangeiros)

Selma Reis: entre a música, a cena e a memória

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br/

Cantora e atriz, artista construiu uma trajetória marcada pela música, pelo teatro e pela televisão

Antes dos palcos, dos estúdios e da televisão, havia uma menina que cresceu cercada por música. Nascida em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1960, Selma Reis Galvão encontrou ainda na infância a primeira aproximação com a arte. Em uma família que apreciava a música e tinha o hábito de reunir amigos para serenatas, ela aprendeu cedo a ouvir e a se encantar com as canções.

A música, contudo, não foi seu único interesse. Ao chegar o momento de escolher uma formação universitária, Selma ingressou no curso de Comunicação Social. A experiência, porém, durou pouco. Ainda no início da graduação, trancou a matrícula e decidiu conhecer outros países e culturas.

Foi na França que sua trajetória artística ganhou novos contornos. Durante dois anos, viveu em Nantes, onde estudou Letras e música. A experiência no exterior ampliou sua formação e aprofundou uma relação com a arte que, anos mais tarde, se transformaria em profissão.

De volta ao Brasil, em 1987, Selma Reis lançou seu primeiro LP, produzido por Loca Faria. Independente, o trabalho contou com a participação de nomes importantes da música brasileira, entre eles Dori Caymmi, Geraldo Azevedo, Paulo Jobim, Armandinho e Sueli Costa.

A partir daí, construiu uma discografia que revelava sua versatilidade como intérprete. Em 1991, lançou Só Dói Quando Eu Rio. Na sequência, vieram trabalhos como Todo Sentimento, Achados e Perdidos, Ares de Havana, Vozes e Sagrado.

Foto: William Nery

Em 1993, Selma ampliou ainda mais os horizontes de sua produção musical. O álbum foi gravado em diferentes cidades — Londres, Madri, Miami, Los Angeles e Rio de Janeiro — e reuniu músicos de diversas nacionalidades. O projeto também contou com a participação da bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel, aproximando a cantora de uma das mais expressivas tradições musicais do carnaval carioca.

A relação com a escola de samba foi além do estúdio. No ano seguinte, Selma foi convidada a puxar o samba-enredo da Mocidade no desfile realizado na Marquês de Sapucaí, levando sua voz para um dos maiores palcos populares do país.

Sua trajetória também se estendeu ao teatro e à televisão. Como atriz, estreou na televisão em 1999, na minissérie Chiquinha Gonzaga, da TV Globo, obra que também dialogava diretamente com sua própria história de mulher ligada à música. Em 2001, participou de Presença de Anita. Depois, integrou o elenco de Páginas da Vida, em 2006, e Caminho das Índias, em 2009.

No teatro, interpretou Mimi no musical Ô Abre Alas, dedicado à vida de Chiquinha Gonzaga. A personagem representava, de certa maneira, o encontro de duas dimensões que acompanharam a carreira de Selma: a interpretação e a música.

Na vida pessoal, Selma foi casada com o fotógrafo Luiz Otávio Chaves Faria, com quem teve seu único filho, Thiago, nascido em 1988.

Ao longo da carreira, a artista construiu uma trajetória que não se restringiu a uma única linguagem. Cantora, atriz e intérprete, transitou entre a música popular, os palcos, o carnaval e a televisão, mantendo a música como um dos principais fios condutores de sua expressão artística.

Selma Reis morreu em 19 de dezembro de 2015, aos 55 anos, no Hospital São José, em Teresópolis. Ela havia passado por sucessivas internações e permaneceu hospitalizada por 15 dias em seu último período de tratamento. A causa da morte foi um câncer no cérebro.

Seu corpo foi levado para Nova Friburgo e, dois dias depois, ela foi cremada no Cemitério dos Luteranos.

Passados os anos, permanece a trajetória da menina de São Gonçalo que cresceu ouvindo serenatas, atravessou o Atlântico em busca de conhecimento e voltou ao Brasil para transformar sua relação com a música em profissão. Entre discos, personagens, palcos e grandes encontros musicais, Selma Reis deixou uma obra que mantém viva a memória de uma artista cuja voz atravessou diferentes territórios da cultura brasileira.

Papéis que guardam histórias: Renato Bezerra de Mello leva memória ao Sesc Tijuca

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br/

Com curadoria de Daniela Name e Jocelino Pessoa, a mostra destaca características importantes na obra do artista pernambucano radicado no Rio. Além de enfatizar a minúcia do fazer manual, investiga como essa prática laboriosa incide sobre a autobiografia e a memória, atravessando questões familiares, relações amorosas e episódios de sua rotina artística e no ateliê.

O projeto reúne 11 conjuntos de trabalhos que, dispostos nas paredes, pendendo do teto ou em exibidos em mesas, prateleiras e no chão, materializam seus caminhos criativos e de pesquisa.

Na ampla e bem iluminada galeria do Sesc Tijuca, o percurso está ancorado, na área central do espaço, pela instalação Lembranças e esquecimentos (2005), que vai cobrir parte do piso da sala com tirinhas escritas em papel cristal; e pela ocupação aérea Cópia da cópia (2006), que reúne caderninhos com desenhos de Bezerra de Mello que impregnam as folhas de papel a partir do uso de carbono. Escritas no chão, escritas no ar. Além de ser convidado sensorial e participativamente a estas duas experiências em montagens não convencionais, o visitante da mostra vai percorrer outras nove séries de trabalhos propositalmente desemelhantes.

“Muito antes de o termo ficar na moda, Renato já fazia da fabulação, no caso dele também auto fabulação, uma questão central de sua obra”, pontua a curadora Daniela Name. “Há um ciclo de vida, morte e ressurreição através da reinvenção nos arquivos pessoais e alheios que ele desvia, picota, cobre e fura para reconstruir em um novo corpo. Muito frequentemente esse corpo carrega no ventre um comprido fio de histórias, as contidas nos papéis guardados e as da ficção que a arte criou. Aliás, não é acaso essa exposição ter tanta presença do papel, de trabalhos nesse suporte. Há uma escolha propositalmente anacrônica em tempos de amnésia, desuso da escrita e saturação dos dispositivos tecnológicos de inteligência superficial”, ironiza.

Gestos cotidianos, de Renato Bezerra de Mello
Sesc Tijuca | R. Barão de Mesquita, 539 – Tijuca
Abertura: 3 de outubro de 2026, das 14h às 17h
Visitação: 6 de outubro de 2026 a 3 de janeiro de 2027
De terça a sexta, das 10h às 20h, sábados e domingos, das 10h às 17h.
Entrada gratuita.