Março Esch lança e-book sobre fé, superação e propósito humano que promete impactar o mercado literário cristão

Em tempos marcados por ansiedade, excesso de cobrança e vazio emocional, o jornalista, produtor cultural e escritor Marco Esch apresenta uma obra sobre fé, restauração e reconstrução humana voltada a leitores de diferentes realidades e crenças

Recém-chegado a Niterói, mas após mais de três décadas de atuação e relevância cultural, social e política em Resende, Marco Esch amplia agora sua trajetória artística através do selo Araucária Artes com o lançamento do e-book Imperfeitos Pregando a Perfeição — uma obra voltada ao fortalecimento emocional, espiritual e humano em meio às pressões do mundo contemporâneo.

Reconhecido por sua participação em ações culturais, artísticas e projetos de impacto social, o autor leva para a literatura uma mensagem profunda sobre propósito, identidade, fé e transformação pessoal, utilizando uma linguagem acessível, reflexiva e conectada à realidade das pessoas comuns.

Embora tenha base cristã, Imperfeitos Pregando a Perfeição não se limita ao público religioso. A obra dialoga com qualquer pessoa que enfrente conflitos internos, sensação de insuficiência, medo do fracasso, crises emocionais ou necessidade de recomeço.

A narrativa ganha ainda mais força por carregar experiências reais vividas pelo próprio autor. Em um dos períodos mais difíceis de sua vida, Marco Esch enfrentou um duro golpe provocado por uma quadrilha articulada em meio ao ambiente profissional, somado a erros graves cometidos durante processos investigativos, situação que quase destruiu sua família e abalou profundamente sua trajetória pessoal.

Segundo o autor, foi justamente nesse cenário de dor, injustiça e sofrimento que a fé se tornou essencial para sua sobrevivência emocional e espiritual. “Deus me sustentou quando tudo parecia perdido. Foi a fé que me deu forças para continuar, resistir e enxergar a verdade prevalecer”, afirma.

A experiência acabou influenciando diretamente a construção da obra, que propõe reflexões sobre fragilidade humana, esperança, força emocional e restauração interior. Ao longo dos capítulos, o livro mostra que cicatrizes não precisam representar o fim da caminhada, mas podem se transformar em testemunhos de superação e crescimento.

Com frases marcantes e abordagem motivacional, o livro traz mensagens como: “Deus não usa pessoas perfeitas. Ele usa pessoas disponíveis.” e “Santidade não é perfeição sem erros, é imperfeição com direção.”

A proposta da obra é oferecer ao leitor não apenas uma leitura inspiradora, mas também uma ferramenta de fortalecimento pessoal e espiritual em tempos de insegurança, pressão emocional e perda de sentido.

Imperfeitos Pregando a Perfeição chega ao público em formato digital e marca um novo momento da trajetória de Marco Esch como escritor, comunicador e incentivador de reflexões sobre fé, valores humanos, reconstrução emocional e propósito de vida.

O e-book já está disponível nas plataformas Hotmart e Amazon Kindle.

O autor também está disponível para entrevistas, palestras e participações em podcasts através de seu Instagram oficial: @marcoesch

Silvio Santos ganha homenagem inédita no BioParque do Rio

O Rio de Janeiro vai prestar uma homenagem especial a um de seus filhos mais ilustres. Nesta quarta-feira, 1º de julho de 2026, o BioParque do Rio terá entrada gratuita para marcar a inauguração da Caravana do Silvinho, exposição inédita inspirada em Silvio Santos.

A ação promete movimentar a Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, com arte, memória afetiva e uma celebração ao legado de um dos maiores comunicadores da história da televisão brasileira.

Entrada gratuita no BioParque do Rio

A gratuidade será válida exclusivamente no dia 1º de julho, a partir das 10h, data de inauguração da Caravana do Silvinho. Os ingressos de cortesia serão limitados e deverão ser retirados previamente pelo site oficial do BioParque do Rio. Cada CPF poderá retirar até dois ingressos. A entrada gratuita estará sujeita à capacidade do atrativo.

Caravana do Silvinho homenageia Silvio Santos

A Caravana do Silvinho reúne 45 esculturas em fibra de vidro inspiradas em Silvio Santos, produzidas por artistas de diversas regiões do país.

A exposição ficará em cartaz de 1º a 31 de julho de 2026, permitindo que os visitantes conheçam a mostra ao longo de todo o mês.

Após o dia 1º de julho, a visita à exposição acontecerá mediante aquisição do ingresso regular do BioParque do Rio.

Projeto celebra o legado de um ícone da televisão

Criado pelas produtoras Brava Arte Produções e Breit Produções, o projeto itinerante celebra o legado de um dos maiores nomes da comunicação brasileira.

A escolha do Rio de Janeiro para receber a mostra tem significado especial: a cidade é o local de nascimento de Silvio Santos.

45 esculturas espalhadas pelo circuito do BioParque

As obras ficarão distribuídas pelo circuito do BioParque do Rio, na Alameda principal e na Savana Africana.

As 45 esculturas apresentam diferentes interpretações artísticas do personagem Silvinho, em uma experiência visual voltada para públicos de todas as idades.

Destaques da exposição

Entre os destaques da mostra estão:

Uma obra do muralista Eduardo Kobra;
A artista carioca Lhara Santana, autora de Colorir Tudo de Sílvio;
A artista carioca Titina Corso, que assina Sílvio 40 Graus.

BioParque reúne arte, natureza e educação ambiental

Além da exposição, o público poderá conhecer cerca de 650 animais de 124 espécies que vivem no BioParque do Rio.

Localizado na Quinta da Boa Vista, o zoológico oferece experiências voltadas à conservação da biodiversidade, educação ambiental e bem-estar animal.

O espaço também conta com atrações como tirolesa, áreas de convivência, opções gastronômicas e loja de lembranças.

Serviço: Caravana do Silvinho no BioParque do Rio

Entrada gratuita – Abertura da Caravana do Silvinho

Data: 1º de julho de 2026, quarta-feira
Horário: das 10h às 17h, com última entrada às 16h
Gratuidade: exclusivamente no dia 1º de julho, mediante retirada antecipada de ingresso pelo site
Limite: dois ingressos por CPF
Observação: entrada sujeita à capacidade do atrativo
Exposição: de 1º a 31 de julho de 2026
Endereço: Parque da Quinta da Boa Vista, s/n – São Cristóvão – Rio de Janeiro (RJ)
Mais informações e ingressos: www.bioparquedorio.com.br

Da mesa à memória, exposição apresenta sabores da China Antiga no Rio de Janeiro

A exposição Sabores da Tradição: História da Alimentação na China Antiga foi inaugurada, nesta sexta-feira (26), no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. A cerimônia contou com a presença do ministro substituto da Cultura, Márcio Tavares, de representantes do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), do Museu Nacional da China, do Consulado-Geral da China no Rio de Janeiro e de instituições parceiras.

A mostra integra a programação do Ano Cultural Brasil-China 2026 e marca mais uma etapa do intercâmbio cultural entre os dois países. Com obras e artefatos originais do acervo do Museu Nacional da China, a exposição propõe uma imersão na história da alimentação chinesa a partir de utensílios, rituais, técnicas culinárias, costumes à mesa e saberes transmitidos ao longo de milênios.

Durante a solenidade, a cônsul-geral da China no Rio de Janeiro, Tian Min, destacou que a exposição chega ao Brasil em um contexto de fortalecimento das trocas culturais entre os dois países. Segundo ela, a mostra está entre as principais atividades do Ano Cultural China-Brasil e se soma a iniciativas desenvolvidas nas áreas da cultura, arte, esporte e educação.

“As civilizações tornam-se mais vibrantes por meio do intercâmbio e mais ricas por meio da aprendizagem mútua”, afirmou Tian Min. A cônsul também defendeu que China e Brasil sigam trabalhando lado a lado para ampliar a qualidade dos intercâmbios interpessoais e culturais. “Reuniremos, por meio do diálogo e da compreensão mútua, a força necessária para avançarmos juntos rumo a um futuro melhor para toda a humanidade”, completou.

Representando o Ministério da Cultura, Márcio Tavares celebrou a abertura da mostra como um gesto de aproximação entre as sociedades brasileira e chinesa. “Brasil e China são civilizações ricas, plurais, atravessadas por muitos tempos históricos”, ressaltou. Para ele, iniciativas como essa criam condições para “um reconhecimento mútuo mais profundo” entre os dois povos.

O ministro substituto também sublinhou o papel da cultura como espaço de encontro e diálogo. “A própria história da alimentação demonstra que as culturas florescem quando dialogam. Elas não perdem sua identidade ao encontrar o outro. Ao contrário, elas se tornam muito mais ricas, muito mais diversas, muito mais criativas”, acrescentou.

A exposição chega ao Brasil após a realização, em Pequim, de uma mostra dedicada a Candido Portinari, no Museu Nacional da China. Na avaliação de Tavares, os dois movimentos revelam a força da cooperação cultural: enquanto o Brasil apresentou ao público chinês a sensibilidade da arte moderna brasileira, a China compartilha agora com o público brasileiro parte de sua tradição civilizatória milenar por meio da alimentação.

Presidenta do Ibram, Fernanda Castro enfatizou que a mostra materializa a parceria firmada entre o Instituto Brasileiro de Museus e o Museu Nacional da China. “A alimentação é, entre todos os domínios da cultura, aquele que mais resiste à abstração. Come-se com o corpo, com a memória, com a identidade”, pontuou.

Fernanda também observou que a gastronomia evidencia como os povos se transformam pelo contato com outras culturas. “A gastronomia é talvez o exemplo mais eloquente de que as culturas não se isolam. Elas se entremeiam, transformam as receitas”, declarou. Para ela, a exposição demonstra a capacidade dos museus de construir pontes, criar laços e cultivar a paz entre os povos.

O diretor do Museu Histórico Nacional, Cícero de Almeida, saudou a chegada da exposição ao Rio de Janeiro e apresentou a alimentação como patrimônio, memória e expressão da vida coletiva. “Civilizações não são construídas apenas por imperadores, exércitos ou monumentos, mas fundamentalmente de gestos cotidianos ligados à alimentação, como semear, colher, cozinhar e, por fim, compartilhar”, afirmou.

Ao tratar do sentido simbólico da mostra, Cícero realçou que a mesa é um espaço de transmissão de afetos e tradições. “Esses gestos transformam o alimento em cultura, em memória, em patrimônio”, acrescentou. O diretor também lembrou uma máxima chinesa antiga segundo a qual “o povo tem na comida o seu ser”, reforçando a alimentação como base da existência humana e da organização social.

Diretor do Museu Nacional da China, Luo Wenli classificou a inauguração como um marco para o intercâmbio cultural entre os dois países. Em seu discurso, ele destacou que a alimentação é uma linguagem universal e um caminho para compreender a história, a estética e a visão de mundo da China Antiga.

“A alimentação é a linguagem universal da vida humana e um veículo fundamental para a transmissão da civilização. Ao longo de milhares de anos de história, a antiga cultura gastronômica chinesa acumulou e integrou a sabedoria de sobrevivência, o espírito humanista e a busca estética da nação chinesa”, declarou Luo Wenli.

O diretor também mencionou a relação de amizade entre Brasil e China e citou o recente sucesso da exposição de Portinari em Pequim. Para ele, embora os dois países estejam geograficamente distantes, a cultura aproxima sensibilidades, histórias e experiências comuns.

Organizada em cinco núcleos temáticos, a mostra percorre aspectos como a diversidade dos alimentos, o uso do fogo e das bebidas quentes, os rituais, a estética dos utensílios e as trocas culturais entre Oriente e Ocidente. O público poderá conhecer peças em cerâmica, bronze, porcelana, jade, ouro e prata, além de recursos visuais e instalações que ampliam a compreensão sobre a cultura alimentar chinesa.

A exposição também evidencia como ingredientes e técnicas culinárias circularam pelo mundo ao longo dos séculos. Produtos como chá, arroz e tofu, originários da China, e alimentos como tomate e milho, vindos do Ocidente, ajudam a contar uma história de encontros, deslocamentos e transformações culturais.

A mostra Sabores da Tradição: História da Alimentação na China Antiga permanece em cartaz no Museu Histórico Nacional até 11 de outubro de 2026.

Roberto Carlos inaugura Arena Niterói em noite de emoção, clássicos e sonhos realizados

Rei faz o primeiro show do novo espaço cultural e esportivo do Centro da cidade

Os olhos marejados anunciavam que seria uma noite inesquecível. Aos 80 anos, Vanda Maria de Souza foi a primeira pessoa a atravessar os portões da Arena Niterói, na noite deste sábado (27). Fã de Roberto Carlos desde a juventude, ela esperou cerca de 60 anos para assistir ao Rei pela primeira vez. Assim que os portões foram abertos, ela entrou apressada para aguardar a entrada do cantor e da Orquestra do maestro Eduardo Lages.

“Roberto é tudo na minha vida. Nunca consegui assistir a um show dele. Esperei 60 anos por esse momento. Só o prefeito mesmo para nos dar essa oportunidade”, contou Vanda, moradora do Barreto, participante das atividades esportivas da Prefeitura de Niterói, mãe de quatro filhos e bisavó de quatro crianças.

O primeiro grande espetáculo da Arena Niterói reuniu representantes de entidades da sociedade civil, autoridades e participantes de projetos sociais e esportivos da Prefeitura, muitos deles idosos atendidos pelas políticas públicas de convivência e qualidade de vida do município. Coube a Roberto Carlos inaugurar o palco da primeira grande arena indoor da região da Baía de Guanabara fora da capital fluminense, em uma noite que marcou o início de uma nova fase para a cultura, o entretenimento e o turismo da cidade e da região.

Acompanhado da primeira-dama Fernanda Neves, o prefeito Rodrigo Neves destacou que a estreia da Arena representa um marco para Niterói e reforça o compromisso da cidade em democratizar o acesso à cultura e em atrair grandes eventos.

“Não poderíamos inaugurar este espaço de forma mais simbólica. Roberto Carlos faz parte da memória afetiva dos brasileiros e ver a Arena cheia, com tantos idosos realizando o sonho de assistir ao seu show pela primeira vez, é emocionante. Este equipamento nasce para colocar Niterói definitivamente na rota dos grandes espetáculos nacionais e internacionais, movimentando a economia, fortalecendo o turismo e oferecendo mais oportunidades de lazer e cultura para a população”, afirmou o prefeito.

Quando Roberto Carlos surgiu no palco, foi recebido por longos aplausos. Bastaram os primeiros acordes para a Arena vibrar. Milhares de celulares iluminaram o espaço, casais se abraçaram, amigos deram as mãos e um grande coro tomou conta do ambiente. A estreia do novo equipamento ganhou o cenário perfeito: um artista que há mais de seis décadas embala histórias de amor, amizade e esperança.

A apresentação integra a turnê “Eu Ofereço Flores”, inspirada no EP lançado pelo cantor em 2024. Ao longo da noite, Roberto Carlos passeou por clássicos que marcaram diferentes gerações, como “Detalhes”, “Emoções”, “Amigo”, “Outra Vez” e outros sucessos que fizeram o público cantar do início ao fim.

Entre as primeiras pessoas a entrar, também estava Maria Auxiliadora de Souza, de 65 anos. Moradora do Centro de Niterói, ela chegou cedo ao lado de amigas do projeto de ginástica de São Lourenço para aproveitar cada instante da apresentação. O grupo comemorava não apenas o show, mas a oportunidade proporcionada pelos projetos municipais. “A gente ama participar dessas atividades. É maravilhoso viver uma noite como essa”, disse Maria Auxiliadora.

Vindas do núcleo de ginástica do Vital Brazil, Rosane Paz de Gonçalves e outras oito amigas transformaram o passeio em um momento de confraternização. Enquanto aguardavam o início do espetáculo, lembravam das músicas que marcaram suas vidas. Rosane, que já havia assistido a outros shows do artista, disse que a emoção nunca muda. “Roberto Carlos é sempre emocionante. Acho que vou chorar.”

A expectativa também tomou conta de Patrícia Loretti, de 45 anos. Ela contou que passou a ouvir ainda mais Roberto Carlos depois dos 30 anos e definiu a oportunidade como especial. “Estou muito emocionada. É maravilhoso participar desse momento.”

Inaugurada neste mês, a Arena Niterói é um dos mais importantes investimentos da Prefeitura para ampliar a capacidade da cidade de receber eventos esportivos, culturais e de entretenimento de porte nacional e internacional. Moderna, climatizada e equipada com tratamento acústico, a estrutura foi projetada para sediar shows, competições esportivas, feiras, exposições e grandes eventos ao longo de todo o ano.

O equipamento integra o projeto de revitalização do Parque Poliesportivo da Concha Acústica, em São Domingos. Além da Arena, o complexo conta com campo de futebol de grama sintética em dimensões oficiais, quadra poliesportiva, palco para eventos, quadras de tênis, quadras de vôlei de praia e pista de caminhada, consolidando o espaço como um dos maiores polos de esporte, lazer e convivência da cidade.

Mais do que uma nova arena de espetáculos, o equipamento reforça a estratégia da Prefeitura de impulsionar a economia criativa, fortalecer o turismo e acelerar a revitalização da região central de Niterói. A expectativa é que o espaço se consolide como um dos principais palcos para grandes eventos do Estado do Rio de Janeiro, ampliando o calendário cultural da cidade e atraindo visitantes de diferentes regiões do país.

Foto: Evelen Gouvêa e Claudio Fernandes

“Férias para Sempre”: nova exposição de Tiago Carneiro da Cunha chega à Carpintaria com pinturas entre o descanso e o mistério

Reunindo um novo conjunto de pinturas, a mostra do artista paulistano, radicado no Rio de Janeiro, se desenvolve por meio de cenas enigmáticas nas quais estados de lazer, prazer e repouso tornam-se cada vez mais difíceis de distinguir de imagens de colapso, desaparecimento ou morte. Corpos reclinados aparecem ao longo das obras, espalhados por praias, jardins, ruas e interiores, sua imobilidade suspensa entre férias e catástrofe. Ao mesmo tempo bem-humoradas, inquietantes e teatrais, as pinturas resistem a narrativas fixas, permitindo que momentos de ócio, vulnerabilidade e absurdo componham um tableau aberto a múltiplas interpretações.

Todas as telas são produzidas em um formato recorrente, compartilhando as mesmas dimensões, como variações dentro de uma mesma estrutura formal e conceitual. As composições se abrem para espaços amplos que oscilam entre paisagem e cenário teatral, conforme os enquadramentos panorâmicos de Carneiro da Cunha criam um campo visual em que primeiro plano e fundo se tornam protagonistas equivalentes. Coqueiros inclinados ecoam as posturas das figuras, enquanto crepúsculos dramáticos, focos concentrados de luz e construções espaciais marcadas conferem a muitas cenas uma qualidade quase autoiluminada.

Férias para Sempre, de Tiago Carneiro da Cunha
Carpintaria – Rua Jardim Botânico 971
Abertura: Sábado, 27/06, das 15h às 18h
De 27 de junho a 29 de agosto 2026
De terça a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 18h.
Entrada gratuita.

Exposição “Pausa Cotidiana” propõe um encontro poético entre diferentes linguagens artísticas no Parque Glória Maria

O ritmo acelerado da vida contemporânea costuma transformar o tempo em uma sucessão de compromissos, tarefas e deslocamentos. Em contraponto a essa dinâmica, a exposição Pausa Cotidiana convida o público a desacelerar e a experimentar outras formas de percepção, reflexão e presença. A mostra inaugura no dia 20 de junho no Parque Glória Maria, no Rio de Janeiro. A exposição reúne múltiplas linguagens artísticas em um encontro que investiga o tema da pausa como gesto de observação, escuta e reconexão com o cotidiano. A curadoria é assinada por Amanda Leite e Claudia Linhares.

Por meio de obras que transitam entre diferentes suportes e expressões, 67 artistas de diferentes regiões do Brasil propõem experiências sensíveis capazes de revelar as sutilezas dos intervalos, dos silêncios e dos pequenos acontecimentos que muitas vezes passam despercebidos. São pinturas, fotografias e instalações que estarão integradas com o espaço cultural localizado no bairro de Santa Teresa. “Mais do que uma exposição, Pausa Cotidiana cria um espaço de convivência e contemplação, onde arte e arquitetura dialogam para estimular novos olhares sobre o tempo e a experiência urbana” afirma Amanda Leite, curadora.

Integrando a programação, acontece também a feira literária “Tempo Tem Alma: entre paredes e páginas”, uma iniciativa dedicada à produção editorial independente. A ação reúne artistas, autores e editores que apresentam publicações especiais, livros de artista, impressos autorais e projetos editoriais que expandem as possibilidades do livro como objeto artístico e espaço de experimentação. “Ao aproximar artes visuais e publicações independentes, acreditamos que o evento fortalece o diálogo entre diferentes formas de criação além de promover a circulação de ideias, transformando o Parque Glória Maria em um ponto de encontro para artistas, leitores, colecionadores e interessados na produção cultural contemporânea” complementa Claudia Linhares, gestora da Tempo tem Alma.

A programação é totalmente gratuita e oferece ao público a oportunidade de vivenciar experiências que atravessam imagem, palavra, memória e tempo, reafirmando a arte como território de pausa, encontro e imaginação.

SERVIÇO

Exposição: Pausa Cotidiana

Abertura: 20 de junho, sábado, às 15h
Local: Centro Cultural Municipal Parque Glória Maria

R. Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa, Rio de Janeiro – RJ

Segunda a Domingo das 9h às 18h (exceto na terça-feira/fechado)
Entrada: Gratuita

Feira Literária: Tempo Tem Alma: entre paredes e páginas
Datas: 20 e 21 de junho
Horário: Das 14h às 18h
Local: Parque Glória Maria

Participação: Artistas, autores e editores independentes com publicações especiais e livros de artista
Entrada: Gratuita

EXPOSIÇÃO PAUSA COTIDIANA

Adri Vaz

Adriano Cruz

Alê Costa

Alexandra Ribeiro

Aline Sampin

Amanda Laino

Ana Avelar

Ana Luiza Tepedino

Anelice Lober

Anna Barsukova

Beatriz Crespo

Betina Guelmann

Bia Murad

Bianca Tomaino

Caio Negreiros

Carla Fatio

Carolina Kasting

Claudia Braga

Conceição Durães

Cris Miranda

Daniel Franco

Daniela Feldman

Daniela Rodrigues Gonçalves

Desirée Bruver

Dinho Fonseca

Dulce Lysyj

Eliane Santos

Emília de Gaia

Flávia Dart

Gab SaEarp

Gi Mello

Giovanna Pizzini

Ingrid Alencar

Jaimile Cunha

Jana Cabello

Kálamo

Larissa Albuquerque

Leila B.

Leo Tafuri

Lia Barros

Liliana Lindenberg

Lucília Abrahão

Luiz Cláudio Ferreira

Luiza Vieira

Marcia Pumark

Maria Camocardi

Maria Cecilia de Paula

Marilane Abreu

Marilene Nacaratti

Marina Lazzarotto

Mateus DiCastro

Mehdi Alami

Miguel Nader

Míriam Ramalho

Monica Pougy

Monique Serenado

Nicole Reiniger

Nina Benchimol

Patrícia Pies

Pilar Pozes

Priscilla Ramos

Reinaldo Hingel

Renata Moraes

Roberto Abreu

Rosana Rocha

Ruana Anjos

Tamara Cunha

Tiago Morena

Vanessa Bustillos

Roberto Burle Marx pelos amigos em exposição no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro

Entre memórias, fotografias, documentos históricos e experiências imersivas, Roberto Burle Marx pelos amigos convida o público a descobrir a dimensão mais humana de um dos maiores criadores brasileiros. A exposição revela um artista movido pela amizade, pela música, pela diversidade cultural e pelo encontro entre arte e natureza, apresentando um olhar raro e afetivo sobre sua trajetória.

Muito além do paisagista que revolucionou a relação entre arte e natureza no Brasil, Roberto Burle Marx surge agora como anfitrião, colecionador, amigo, humanista e homem profundamente entrelaçado com a diversidade cultural que moldou sua trajetória. É essa dimensão menos conhecida de um dos maiores criadores brasileiros que ganha protagonismo em Roberto Burle Marx pelos amigos, exposição em cartaz no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, a partir do dia 1º de julho de 2026.
Com caráter imersivo, a mostra reúne cerca de 150 fotografias, documentos históricos, reproduções cenográficas, instalações interativas e ambientes sensoriais que conduzem o visitante por uma narrativa construída a partir das memórias de pessoas que conviveram com Burle Marx, especialmente em seus últimos anos de vida. A proposta desloca o olhar do artista monumental para revelar sua dimensão humana, doméstica e espiritual.

Idealizada pelo Memorial Judaico de Vassouras, a exposição percorre episódios pouco conhecidos da biografia de Burle Marx, como suas origens familiares, filho de um judeu alemão e de uma professora católica pernambucana de ascendência francesa, a passagem pela Alemanha durante a juventude e o impacto da ascensão do nazismo sobre sua família paterna. Fotografias inéditas e documentos históricos ajudam a compreender como essa herança multicultural reverberou em sua visão de mundo e em sua produção artística, especialmente em seus últimos anos de vida.

Sempre cercado por muitos amigos, Roberto Burle Marx cultivou relações que atravessaram sua trajetória pessoal e artística. Foi justamente a partir da convivência entre o multiartista e o geofísico Luiz Benyosef, cofundador e presidente do Memorial Judaico de Vassouras, que nasceu o projeto paisagístico concebido por Burle Marx em homenagem a dois imigrantes marroquinos de religião judaica, que foram impedidos de serem sepultados no antigo cemitério católico da cidade no século XIX, dando origem ao Memorial. A exposição apresenta esse episódio como uma das expressões mais sensíveis de seu compromisso com a memória histórica, a tolerância e o diálogo entre povos e culturas.

Ao longo do percurso, o público encontrará reproduções cenográficas da Sinagoga da Congregação Judaica do Brasil, último projeto realizado por Burle Marx pouco antes de sua morte, referências à Capela de Santo Antônio da Bica preservada no Sítio Roberto Burle Marx e ao projeto místico cabalistico Árvore da Vida, desenvolvido em parceria com sua grande amiga Sulamita Mareines. Judaísmo, catolicismo, religiosidade popular e sincretismo aparecem como elementos que atravessam sua filosofia de vida e ajudam a compreender uma produção artística guiada pela convivência entre diferenças.

Distribuída por duas galerias internas, corredor imersivo e pelo pátio do Centro Cultural Correios, a exposição amplia a experiência para além das salas expositivas. Inspirado nos jardins do Sítio Roberto Burle Marx (IPHAN), o espaço externo será ocupado por um percurso de contemplação formado por placas com frases do artista, evocando o convite permanente à reflexão que ele fazia por meio da natureza e da convivência.

Além dos jardins, a experiência expositiva mergulha na atmosfera do Sítio Roberto Burle Marx, espaço onde arte, natureza e hospitalidade se confundiam. Grandes reproduções fotográficas, objetos cenográficos, ambientes interativos e totens em escala humana aproximam o público de uma intimidade raramente apresentada ao grande público.

Entre corredores imersivos inspirados em sua visão de mundo, jardins cenográficos, documentos históricos e instalações sensoriais, a mostra revela um criador que transitava com igual liberdade entre paisagismo, pintura, desenho, botânica, cerâmica, cenografia, tapeçaria, joalheria e música, fazendo de sua obra uma síntese singular entre arte e vida.

Ao longo do período expositivo, a programação contará com visitas guiadas, exibições audiovisuais e encontros voltados à ampliação do debate sobre a obra e o legado de Roberto Burle Marx. Como ponto alto da programação, 4 de agosto, data de nascimento do artista, será celebrado com uma série de atividades especiais promovidas pela própria exposição. O público poderá assistir à exibição do documentário Eu, Roberto Burle Marx, seguida de conversa com a documentarista e pesquisadora Soraia Cals, codiretora do filme em parceria com a jornalista Tamara Leftel, participar de uma visita guiada com o historiador Joseph Benyosef e acompanhar um recital em homenagem ao artista com Ana Cecília Burle Marx, sobrinha de Roberto Burle Marx, e em sequência um recital com a pianista Miriam Grosman e a instrumentista Daniela Spielmann.

Mais do que celebrar um dos artistas fundamentais do século XX, Roberto Burle Marx pelos amigos propõe uma reflexão sobre memória, pertencimento e diversidade, mostrando que seu maior legado talvez não esteja apenas nos jardins que desenhou, mas na forma como compreendia a convivência entre pessoas, culturas e paisagens como uma verdadeira obra de arte.

Galeria Dobra/Artnova apresenta a exposição ‘Pulsar’

Com curadoria de Marcelo Rezende, reúne trabalhos de arte contemporânea sobre a pulsão de vida em sua forma mais crua

A Galeria Dobra/Artnova apresenta a exposição ‘Pulsar’, no dia 06 de junho, durante o Circuito Bhering, com curadoria de Marcelo Rezende, reunindo trabalhos de arte contemporânea sobre a pulsão de vida em sua forma mais crua: o impulso que move, que resiste, que insiste.

Os artistas apresentam trabalhos que pulsam entre o íntimo e o político, entre o orgânico e o simbólico, entre o desejo e a ruína. Obras que afirmam, de diferentes maneiras, a experiência de estar vivo.

No vocabulário psicanalítico, a pulsão de vida (Eros) é uma força que busca a união, a preservação da vida e a criação de unidades maiores, opondo-se à pulsão de morte (Thanatos), que visa à sua destruição e dissolução. Pulsão é pressão, potência, exigência de trabalho. É o que faz o corpo, a matéria e a imagem não ficarem inertes.

Criar é uma forma de libido; o artista cria porque deseja. Partindo dessas premissas, buscamos trabalhos de artes visuais que dialoguem com desejo, vida, afetos, transformação, intensidade, tensão, tesão, transcendência, sobrevivência e reinvenção.

A exposição propõe pensar a arte como campo de energia vital, como manifestação de forças internas e coletivas que atravessam o corpo, a cidade, a natureza e os modos de existência contemporâneos. Interessa-nos a potência do gesto, da matéria e da imagem como formas de resistência diante do esgotamento, da violência e da anestesia cotidiana.

Serviço

Exposição: Pulsar

Artistas: Adriana Montenegro, Aline Sampin, Ana Luiza Mello, Andrea Penteado, Beatriz Mardine, Benjamin Rothstein, Bruno Castaing, Carlomagno, Chris Jorge, Dany F , Danielle Castaing, Dirce Fett, Gloria Conforto, Gloria Seddon, Jasmina Di Monaco, Jérôme Poignard, Lalin Witch, Lucia Bianconi, Luís Teixeira, Marcelo Rezende, Marcela Wirá, Mônika Moreira, Paulo Amorim, Priscilla Ramos, Ricardo Bhering, Sergil e Valéria Bragança

Curadoria: Marcelo Rezende

Local: Galeria Dobra/Artnova

Rua Orestes, 28 – 2º andar – Fábrica Bhering – Santo Cristo – RJ

Abertura: 06 de junho – 14h – Circuito Bhering

Visitação: até 27 de junho de 2026

Dias e horários: quintas e sextas., das 12h30 às 17h, e aos sábados, das 10h às 18h

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Entrada gratuita

Censura livre

Exposição “Identidades – Uma geometria da memória” entra na reta final

Mostra gratuita fica em cartaz até 28 de junho no Centro Cultural Cauby Peixoto

A exposição “Identidades – Uma geometria da memória”, em cartaz no Centro Cultural Cauby Peixoto, no Fonseca, entra na reta final. Com visitação gratuita até o dia 28 de junho, a mostra, do artista visual e arquiteto Sandro Silveira, convida o público a refletir sobre temas como memória, identidade e diversidade.

Os visitantes vão encontrar trabalhos desenvolvidos por Sandro Silveira ao longo de uma pesquisa artística iniciada há mais de duas décadas. As obras apresentam rostos e formas inspirados em recordações, vivências e observações do cotidiano, construindo um conjunto visual que destaca a singularidade de cada indivíduo, mesmo diante de elementos aparentemente semelhantes. Com forte influência de sua trajetória na arquitetura e em instituições culturais de Niterói, o artista utiliza materiais diversos e composições geométricas para provocar o olhar do visitante e estimular reflexões sobre pertencimento, reconhecimento e memória.

A proposta da mostra também dialoga com o caráter educativo das artes visuais, aproximando conceitos da geometria e da arquitetura do processo criativo e convidando o público a observar como formas simples podem revelar diferentes possibilidades de representação da experiência humana.

“O Centro Cultural Cauby Peixoto nasceu com a missão de ampliar o acesso da população à cultura e criar novas oportunidades de encontro entre artistas, obras e público. Receber exposições como esta reafirma o papel do equipamento como um espaço vivo, aberto à diversidade de linguagens e à valorização da produção artística, contribuindo para fortalecer a vida cultural da Zona Norte e de toda a cidade”, destaca a secretária municipal das Culturas, Júlia Pacheco.

A programação faz parte da proposta do Centro Cultural Cauby Peixoto de democratizar o acesso à cultura e ampliar a oferta de atividades gratuitas na Zona Norte de Niterói. Em seus primeiros meses de funcionamento, o equipamento já se tornou uma importante referência cultural do território, reunindo exposições, espetáculos, sessões de cinema, ações formativas e iniciativas voltadas à valorização da produção artística local e ao encontro da população com diferentes linguagens culturais.

SERVIÇO

Exposição: Identidades – Uma geometria da memória

Artista: Sandro Silveira

Período: até 28 de junho

Local: Centro Cultural Cauby Peixoto (Alameda São Boaventura 263, Fonseca)

Horário: terça a domingo, das 10h às 18h

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita

Canal Brasil celebra o Dia do Cinema Brasileiro com maratona especial

Nesta sexta-feira, 19/06, a programação reúne os clássicos ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’, ‘Cabra Marcado para Morrer’, ‘Carlota Joaquina, Princesa do Brazil’ e ‘Central do Brasil’ em homenagem ao audiovisual brasileiro

No dia 19 de junho, em celebração ao Dia do Cinema Brasileiro, o Canal Brasil exibe uma maratona especial a partir das 14h30. Em ordem cronológica, a programação reúne os maiores nomes do audiovisual brasileiro com quatro obras fundamentais que ilustram diferentes períodos e movimentos da nossa história cinematográfica.

A maratona começa às 14h30 com ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’, de Glauber Rocha, relato ficcional que acompanha Manuel e Rosa, um casal de sertanejos e sua jornada pela sobrevivência em meio ao fanatismo religioso e à violência armada no Sertão. Considerado um marco do Cinema Novo, o filme foi exibido na 17ª Edição do Festival de Cinema de Cannes. Às 16h30, será exibido outro clássico do cinema nacional, o documentário ‘Cabra Marcado para Morrer’, de Eduardo Coutinho, um longa sobre a vida e a morte de João Pedro Teixeira, um líder camponês assassinado nos anos 60.

Às 18h30, tem o histórico e satírico retrato da vinda da família real portuguesa ao Brasil a partir do olhar da esposa de Dom João VI em ‘Carlota Joaquina, Princesa do Brazil’, de Carla Camurati. Para encerrar, às 20h10, o indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional ‘Central do Brasil’, de Walter Salles, um drama comovente estrelado por Fernanda Montenegro, uma escritora de cartas que parte em uma jornada para o interior do Nordeste para ajudar um menino a encontrar seu pai.

Maratona Dia do Cinema Brasileiro
Horário: Sexta, 19/06, a partir de 14h30

Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964) (120’)
Horário: Sexta, dia 19/06, às 14h30
Classificação: 16 anos
Direção: Glauber Rocha
Sinopse: Manuel se revolta contra a exploração imposta pelo coronel Moraes e acaba matando-o numa briga. Ele passa a ser perseguido, o que faz com que fuja com sua esposa, e se junta aos seguidores do beato Sebastião, que promete o fim do sofrimento.

Cabra Marcado para Morrer (1984) (119’)
Horário: Sexta, dia 19/06, às 16h30
Classificação: 12 anos
Direção: Eduardo Coutinho
Sinopse: Nos anos 60, um camponês é assassinado e, sua história, contada num filme. Com o golpe de 1964, a filmagem foi interrompida. Dezessete anos depois, o diretor retoma questões adormecidas.

Carlota Joaquina, Princesa do Brazil (1995) (100′)
Horário: Sexta, dia 19/06, às 18h30
Classificação: 14 anos
Direção: Carla Camurati
Sinopse: Um painel da vida de Carlota Joaquina (Marieta Severo), a infanta espanhola que conheceu o príncipe de Portugal (Marco Nanini) com apenas dez anos e se decepcionou com o futuro marido. Sempre mostrou disposição para seus amantes e pelo poder e se sentiu tremendamente contrariada quando a corte portuguesa veio para o Brasil, tendo uma grande sensação de alívio quando foi embora.

Central do Brasil (1998) (108′)
Horário: Sexta, dia 19/06, às 20h10
Classificação: 12 anos
Direção: Walter Salles
Sinopse: Dora (Fernanda Montenegro) trabalha escrevendo cartas para analfabetos na Central do Brasil, estação de onde saem trens rumo à periferia do Rio de Janeiro. Uma de suas clientes é Ana (Soia Lira), que deseja escrever uma carta para o marido distante, acompanhada do filho, Josué (Vinícius de Oliveira). O menino sonha em encontrar o pai que nunca conheceu. Ao sair da estação, Ana morre em um acidente e deixa Josué abandonado. Mesmo a contragosto, Dora acaba acolhendo o garoto e se envolvendo com ele. A partir daí, os dois começam uma jornada pelo interior do país à procura do pai desaparecido.