Horto do Fonseca celebra 120 anos com atração infantil e samba

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Show de Dudu Nobre encerrou o domingo de festa

O domingo (28) foi de festa na Zona Norte de Niterói. Para celebrar os 120 anos do Horto do Fonseca, o local teve uma tarde inteira de programação especial e gratuita, que terminou com show do cantor e compositor Dudu Nobre. Segundo a organização, mais de mil pessoas marcaram presença.

O prefeito Rodrigo Neves ressaltou que esse tipo de evento reafirma o compromisso da gestão municipal com a valorização dos espaços públicos e da identidade cultural da cidade.

“Cultura é um direito da população e democratizar o acesso a ela é dever do poder público. Comemorar os 120 anos de um espaço tão importante para a cidade como o Horto do Fonseca é motivo de muita alegria. Embalado por samba, então, fica melhor ainda. Tenho orgulho de dizer que me criei no bairro e o Horto faz parte da minha história, assim como acontece com muitos niteroienses”, disse ele.

A celebração começou às 14h, com o grupo Lekolé animando as crianças com música e brincadeiras. Antes de Dudu Nobre subir ao palco, às 18h, o grupo Destak do Samba embalou o público com sucessos do gênero. Na sequência, foi a vez de o carioca empolgar a plateia com seu repertório, que incluiu canções como “Vou botar teu nome na macumba”, “No mexe mexe, no bole bole”, “Posso até me apaixonar”, “Quem é ela?”, “Na fé de Jorge”, “Nêga, nêga, nêga” e “Água da minha sede”, entre outras.

O aniversário do Horto do Fonseca teve apoio da Administração Regional do Fonseca, Cubango e Caramujo, Coordenadoria Geral de Eventos (CGE) e Fundação de Arte de Niterói (FAN), além de parceiros como Donna Toscana e Santa Marta.

Revitalização

O Horto do Fonseca passou por uma grande reforma em 2015, no primeiro governo de Rodrigo Neves. O espaço, antes abandonado e tomado pelo mato, foi totalmente revitalizado. Entre as melhorias, a construção de skatepark, pista de patinação e caminhada, parcão para o lazer dos animais e playground. Também foram implementadas uma academia da terceira idade e rota de acessibilidade para portadores de deficiência. O local se tornou um parque público completo, com espaços para crianças, jovens, idosos e famílias.

Fotos: Lucas Benevides

 

Prefeitura de Niterói promove seminário “Agir, proteger e cuidar de vidas”

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Evento debate os desafios da saúde mental na sociedade contemporânea
 
Rotina em ritmo acelerado, sobrecarga de trabalho e estudo, dependência digital, insegurança e pressões das mais variadas formas são alguns dos fatores que levam ao estresse na sociedade contemporânea. Para discutir a saúde mental de crianças, jovens e adultos, a Prefeitura de Niterói promove, nesta segunda-feira (29), o seminário “Agir, proteger e cuidar de vidas”, organizado pelo Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde e da Coordenadoria de Acessibilidade. O evento, com entrada franca, será realizado no Theatro Municipal de Niterói, no Centro, a partir das 9h.
 
Inspirado na campanha Setembro Amarelo, voltada para a prevenção ao suicídio e a preservação da vida, o seminário tem como objetivo debater e produzir conhecimento sobre os desafios da saúde mental nos dias atuais. A proposta é estimular a ação concreta e solidária para a proteção da vida, alinhando-se à Agenda 2030 da ONU e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de Saúde e Bem-Estar, Educação de Qualidade, Igualdade de Gênero, Redução das Desigualdades, Cidades e Comunidades Sustentáveis e Paz, Justiça e Instituições Eficazes.
 
Fernanda Sixel Neves, primeira-dama do município e gestora do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, explica que o evento será um espaço de escuta, reflexão e conscientização para todos. O público-alvo inclui profissionais das áreas de saúde, educação, assistência social, segurança viária e pública, gestores públicos, lideranças comunitárias, juventudes, cuidadores, conselhos de direitos, estudantes universitários, ONGs e coletivos.
 
“O seminário ‘Agir, proteger e cuidar de vidas’ nasce do compromisso de Niterói, em parceria com o setor privado, com o que é mais sagrado: a vida. Olhar com atenção para a saúde mental, para além do bem-estar físico, revela a preocupação de uma cidade que cuida das pessoas”, destaca Fernanda. “Mais do que um evento, é um pacto coletivo pela valorização da vida, pela conscientização da importância do acolhimento e do fortalecimento de políticas públicas que façam da nossa cidade um lugar cada vez mais humano, justo e acolhedor”, acrescenta.
 
Além da prevenção da perda voluntária da vida, que é o foco da campanha Setembro Amarelo, o seminário aborda temas urgentes no mundo atual. Entre eles, o impacto da cultura do ódio nas redes sociais, o adoecimento mental em ambientes de trabalho e urbanos, os efeitos de diversas formas de discriminação, a relação entre mobilidade urbana, segurança viária e saúde mental, o papel da tecnologia no desenvolvimento infantil e a importância da prevenção e dos cuidados no ambiente escolar.
 
O seminário “Agir, proteger e cuidar de vidas” tem patrocínio da EcoviasPonte e parcerias com o Centro de Valorização da Vida (CVV), a consultoria NeuroConecte e a concessionária SGA Toyota.
Confira a programação completa:
9h — Credenciamento.
9h30 — Apresentação dos alunos do Programa Aprendiz Musical.
 
10h — Mesa de abertura.
 
10h30 — Mesa 1 | Conferência magna: Agir, proteger e cuidar de vidas
 
Com Karina Okajima Fukumitsu, psicóloga especializada em suicídio e luto.
 
11h30 — Mesa 2 | Trânsito e saúde mental: territórios do trânsito
Análise sobre a relação entre estresse urbano, estados emocionais e comportamentos no trânsito. Ponte Rio-Niterói: marco simbólico da engenharia e palco de situações críticas, com proposição de ações integradas que unam segurança viária, acolhimento e prevenção.
 
Com Thatiana Michelsem Monteiro de Barros, psicóloga clínica com especialização em cuidados paliativos e luto; Sandro Mattos, gerente de operações da EcoviasPonte; e Agnaldo Rodrigues da Silva, instrutor de abordagem técnica à tentativa de suicídio do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro.
 
Mediação: Priscilla Lundstedt Rocha, educadora de trânsito e especialista em Gestão, Educação, Segurança no Trânsito e Infâncias.
14h — Mesa 3 | Prevenção, inclusão, uso de telas e promoção da saúde mental nas infâncias: o papel da escola e da família
Debate sobre a importância das famílias e da escola como espaço estratégico para promover a saúde mental e a inclusão das crianças, atuando não apenas no ensino acadêmico, mas também na formação emocional, social e cognitiva. Serão discutidos fatores de risco que impactam o bem-estar infantil e o efeito do uso excessivo de telas no desenvolvimento emocional e cognitivo, isolamento social e dependência digital.
 
Com Alcione Marques, psicopedagoga clínica e escolar com aprimoramento em reabilitação cognitiva e pós-graduação em Neurociência do Comportamento; e Eduardo Lopes, psicólogo clínico, psicodramatista e professor de psicodrama.
 
Mediação: Fernanda Sixel Neves, pedagoga, primeira-dama de Niterói e diretora do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados da Prefeitura.
Serviço:
Seminário “Agir, proteger e cuidar de vidas”
Data: 29 de setembro (segunda-feira)
Horário: a partir das 9h
Local: Theatro Municipal de Niterói (Rua Quinze de Novembro, 35, Centro).

 

Café com Cacau na Brasserie Reserva com o casal de artistas Cláudia Galindo e Rodrigo Saramago

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A 2ª edição do CAFÉ COM CACAU- setembro 2025, na Brasserie Reserva, no Reserva Cultural Niterói foi com o casal de artistas Claudia Galindo e Rodrigo Saramago, o tema abordado foi quando a arte une dois olhares – em um bate-papo sobre visões artísticas, projetos e inspirações – estilos diferentes que se complementam. O encontro falou de arte, amor e empreendedorismo.
Gratidão aos que compareceram e ao casal que passou uma mensagem maravilhosa unindo amor e arte!

Fotos: Toni Coutinho
Atração musical: saxofonista Rafael Gomes

Perfil Rodrigo Saramago

O escultor tem uma carreira de mais de 30 anos, com exposições no Brasil e no exterior. Rodrigo também ministra cursos e workshops em seus ateliers em São Francisco e Itaipu. Em seu currículo está a Escola de Belas Artes da UFRJ e a Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Presença marcante em exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior, Rodrigo Saramago revela em suas esculturas leveza e fluidez de suas obras, do bruto para o celestial através de uma atividade que reúne, mutuamente, força e flexibilidade. O seu mais novo projeto é a Galeria recém inaugurada em São Francisco -Niterói – RJ, que abriga obras do escultor localizada na Rua Guararapes 81 (em frente ao Hospital & Maternidade São Francisco).

Perfil Claudia Galindo

Com mais de 20 anos de vivência no mundo das artes, já realizou diversos cursos com profissionais renomados do mercado tendo participado de exposições nacionais e internacionais. Claudia está sempre buscando aprimorar técnicas de livre expressão, utilizando a Terra Cotta como fonte de matéria prima em seus trabalhos. Atualmente, desenvolve trabalhos com Cimento e Tecido, onde permite deixar fluir uma experiência única, porém sofisticada, às suas artes.

 

Ópera de Paris apresenta recital gratuito no Teatro Firjan SESI Centro nesta sexta

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Com canções de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga e Francis Poulenc, “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” celebra a colaboração artística entre França e Brasil

A Ópera de Paris, maior casa lírica da França e uma das mais importantes do mundo, chega ao Rio de Janeiro com um recital inédito no Brasil, que marca o retorno da companhia ao país após 23 anos. “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” terá apresentação única e gratuita nesta sexta-feira (26), às 19h, no Teatro Firjan SESI Centro, integrando a programação oficial da Temporada França-Brasil 2025. Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.

O recital reúne obras de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Reynaldo Hahn, Francis Poulenc, entre outros artistas consagrados em ambos os países. O repertório será interpretado pelo corpo de residentes da Ópera de Paris, formado por solistas de diversas partes do mundo. Amandine Portelli (França), Antoine Dutaillis (França), Bergsvein Toverud (Estados Unidos e Noruega), Clemens Frank (Áustria), Daria Akulova (Ucrânia), Isobel Anthony (Estados Unidos), Lorena Pires (Brasil), Luis Felipe Sousa (Brasil) e Sima Ouahman (França) compõem o elenco internacional da temporada.

Aclamados na Opéra Bastille, em Paris, os solistas da Academia da Ópera de Paris interpretam canções que propõem o diálogo entre melodias francesas e brasileiras, celebrando os 200 anos de relações entre os dois países. Juntam-se aos artistas dois brasileiros convidados: o pianista Ramon Theobald e a cantora Juliana Kreling.

No dia 11 de outubro, a Ópera de Paris apresenta o concerto “Bizet e seus Contemporâneos” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Serão interpretadas uma seleção de romances, melodias, peças líricas e duetos, revelando diferentes facetas da obra de Georges Bizet (1838-1875) para além das mais conhecidas. O terceiro lote de ingressos estará disponível para venda nesta sexta (26).

 

Sobre a Academia da Ópera Nacional de Paris:

Criada em 2015, a Academia da Ópera Nacional de Paris concentra suas missões em três eixos: transmissão, formação e criação. A Academia se organiza em duas áreas: a área de formação profissional, destinada a jovens artistas e artesãos, e a seção de educação artística e cultural, com diversos programas e uma programação destinada ao público jovem. A cada temporada, cerca de trinta artistas de todo o mundo ingressam no programa de residência da Academia para aprimorar suas habilidades na Ópera de Paris. Os artistas participam de produções na Ópera Bastilha e no Palais Garnier, além da programação de concertos, recitais e espetáculos. A Academia também oferece um percurso de treinamento avançado em artes e ofícios para jovens artesãos que desejam aprender as habilidades e técnicas específicas dos ateliês da Opéra de Paris. Os programas de educação artística e cultural da Academia (L’Opéra en Guyane, OpérApprentis, L’Opéra pour moi aussi, Dix Mois d’École et d’Opéra, ADO – Apprentissage de l’Orchestre, etc.), desenvolvidos em escala nacional, permitem que uma ampla gama de públicos descubra ativamente o mundo da ópera e do balé. Além disso, sua programação concebida especialmente para o público jovem, a partir de 6 meses de idade, permite que cerca de 20.000 novos espectadores a cada temporada conheçam obras, artistas e companhias de todo o mundo, com atenção especial ao público com deficiência e cerca de trinta apresentações escolares.

 

SERVIÇO:

“Mélodies françaises, Melodias brasileiras”

Data: 26/09, às 19h

Local: Teatro Firjan SESI Centro – Av. Graça Aranha, 1 – Centro, Rio de Janeiro

Capacidade: 338 pessoas.

Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.

Ingressos gratuitos. Sujeito à lotação.

 

“Bizet e seus Contemporâneos”

Data: 11/10, às 19h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro

Capacidade: 2.361

Tempo de duração: 1h30min

Ingressos:

Frisas e Camarotes – R$60,00

Plateia e Balcão Nobre – R$40,00

Balcão Superior e Lateral – R$30,00

Galeria Central e Lateral– R$15,00

https://feverup.com/m/378288

O terceiro lote abrirá no dia 26/09.

Foto: Vincent Lappartient/OnP

 

Amandine Portelli – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Iniciou sua formação artística na dança clássica e descobriu o canto aos 8 anos no Coro de Meninas da Maîtrise de Bordeaux, tornando-se rapidamente solista. Estudou canto no Conservatório de Bordeaux com Maryse Castets e, desde 2020, tem se apresentado sob a direção de nomes como Salvatore Caputo e Raphaël Pichon. Estreou na Ópera Garnier em L’Enfant et les Sortilèges. Vencedora de concursos internacionais, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2024.

 

Antoine Dutaillis – França (pianista) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

Antoine Dutaillis é pianista, maestro e preparador vocal francês. Formou-se com distinção em regência no Conservatório de Paris e foi assistente de maestros como Alexandre Bloch, Alain Altinoglu e Semyon Bychkov. Como pianista, trabalha com solistas e instituições renomadas, além de atuar em projetos educativos e inclusivos. Ingressou na Academia da Ópera de Paris em setembro de 2024, e estreia como maestro convidado com as orquestras de Lille e da Picardia na temporada 24/25.

 

Bergsvein Toverud – Estados Unidos e Noruega – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

O tenor americano-norueguês Bergsvein Toverud é mestre pela Eastman School of Music e bacharel pela Universidade Furman. Foi premiado pela George and Nora London Foundation e pelo concurso Laffont do Metropolitan Opera em 2023. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2024.

 

Clemens Frank – Áustria – Bizet e seus Contemporâneos

Clemens Frank estudou canto na Universidade de Música de Viena, onde concluiu o bacharelado com distinção e iniciou o mestrado em Vocal Performance. Venceu os concursos Zukunftsstimmen e Lions Music Award Áustria, e foi finalista do SWR Junge Opernstars 2024. É bolsista do fundo Anny Felbermayr. Em setembro de 2024, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris.

 

Daria Akulova – Ucrânia – Bizet e seus Contemporâneos

Nascida em Dnipro, na Ucrânia, Daria Akulova iniciou-se no canto e nas artes dramáticas aos 5 anos. Formada em canto e piano, venceu o concurso nacional B. Gmyrya em 2016. Estudou na Academia Tchaikovsky de Kiev, onde obteve graduação e mestrado. Em 2022, recebeu bolsa presidencial e venceu o Concurso Internacional de Música de Lugano. Participou de concertos na Suíça, Itália, Bulgária e Ucrânia. Em 2024, ingressou na Academia da Ópera de Paris.

 

Isobel Anthony – Estados Unidos – Bizet e seus Contemporâneos

A soprano Isobel Anthony estreou na Lyric Opera de Chicago e na Santa Fe Opera, com destaque para The Righteous, de Gregory Spears, e Der Rosenkavalier, de Strauss. Participou de estreias mundiais de compositores contemporâneos na Bienen School of Music. É mestra em canto e ópera pela Northwestern University e bacharel em Linguística pela Universidade de Yale. Em setembro de 2024, passou a integrar a Academia da Ópera Nacional de Paris.

 

Lorena Pires – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

A soprano Lorena Pires é bacharel em Canto pela Faculdade de Música do Espírito Santo. Estreou profissionalmente em 2019 e, desde então, vem interpretando papéis como Zweite Dame (Die Zauberflöte), Arbace (Catone in Utica), Lauretta (Gianni Schicchi) e Anna (Nabucco). Em 2024, fez sua estreia internacional no Uruguai com a Camerata Antiqua de Curitiba. Premiada em concursos nacionais, é considerada o novo destaque da cena lírica brasileira. Participou de recital na Ópera de Paris em abril de 2025 e fará seu debut como Clara em Porgy and Bess no Theatro Municipal de São Paulo. Ingressa como residente na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2025.

 

Luis Felipe Sousa – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Natural do Brasil, Luis Felipe Sousa é formado em canto lírico pela Universidade de São Paulo e mestre em musicologia e interpretação pela Unicamp, onde atuou no Ópera Studio e no coro contemporâneo de Campinas. Iniciou sua carreira como solista na companhia Minaz, em Ribeirão Preto, e desde então interpretou papéis como Figaro, Don Basilio, Seneca e Simone. Premiado em diversos concursos nacionais e internacionais, apresentou-se no Brasil e na Europa, incluindo Itália, Alemanha, Áustria e Luxemburgo. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023, onde atuou em Street Scene, L’Isola Disabitata e L’Enfant et les Sortilèges.

 

Sima Ouahman – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Nascida em Paris e radicada em Bordeaux, a soprano irano-marroquina Sima Ouahman iniciou seus estudos musicais aos sete anos no Conservatório de Bordeaux. Descobriu o canto lírico na classe de Maryse Castets e aperfeiçoou-se com mestres como Claudia Visca e Béatrice Uria Monzon. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023. Em 2025, recebeu o Prêmio Lírico da AROP.

 

Juliana Kreling – Brasil (artista convidada) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

A soprano brasileira Juliana Kreling iniciou seus estudos aos 8 anos no projeto Vale Música, em Belém, e estreou aos 18 como Serpina em La Serva Padrona, no Theatro da Paz. Atuou em produções como Suor Angelica, Amahl and the Night Visitors e As Bodas de Fígaro. Estudou na UNICAMP e no Conservatório Leo Kestenberg, em Berlim, além de integrar o estúdio de ópera de Carlos Montané, nos EUA. Cantou as Bachianas nº5 ao lado de David Chew. Atualmente, cursa canto na Universidade Mozarteum de Salzburgo com Michèle Crider e se apresenta como solista em igrejas e salas de concerto na Áustria.

 

Ramon Theobald – Brasil (artista convidado) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

Natural do Brasil, Ramon Theobald é formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com passagem pela Hochschule für Musik de Karlsruhe por meio de bolsa do DAAD. Trabalhou com artistas como Jessica Pratt, Lawrence Brownlee, Lisette Oropesa e Yusif Eyvazov. Premiado em diversos concursos no Brasil, apresentou recitais no país e na Alemanha. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris de 2021 a 2023.

 

Alerj celebra os 80 anos da Feira de São Cristóvão em solenidade no Palácio Tiradentes

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A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) celebrou, na noite desta terça-feira (23/09), os 80 anos da tradicional Feira de São Cristóvão em solenidade realizada no Palácio Tiradentes, sede histórica do Parlamento fluminense. Em 2023, a Alerj aprovou um projeto de lei da deputada Tia Ju (REP), que reconhece a feira como Patrimônio Histórico, Turístico, Cultural e Gastronômico do Estado.

“É um espaço não somente de tradição e cultura, mas um local que marca a luta e resiliência de um povo que saiu da sua terra natal e que escolheu Rio de Janeiro como sua residência. Com pequenas barracas, de uma forma bem artesanal, começaram a feira. Hoje, ela funciona em um pavilhão. Isso já perdurou 80 anos”, celebrou Tia Ju.

Ainda segundo a parlamentar, tramita na Casa o requerimento para a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura e Tradições Nordestinas.

Realização de sonhos

Feirante há mais de 28 anos, Jerlany Versia contou que, para ela, a Feira de São Cristóvão é sinônimo de acolhimento. “A gente vem do Nordeste com sonhos e a feira realizou todos os meus. Criei meu filho lá, com muita luta e trabalho, e falo que ela nos proporciona muita coisa”, expressou.

Já o diretor da Comissão dos Feirantes do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, Luiz Carlos dos Santos, relatou como começou a se dedicar à feira. “Quando entrei, em 2009, eu nem queria, mas fui criando uma paixão e, depois, mais ainda porque meu pai é nordestino. Hoje, no quarto mandato na direção da feira, eu passei a lutar por esse lugar e agradeço a quem faz ela andar: os clientes, os músicos e, por fim, a comissão”, agradeceu.

Homenagens

Durante a solenidade, foram entregues honrarias em reconhecimento à Feira de São Cristóvão. Músicos, bandas e artistas que se apresentam no espaço receberam o Diploma Cultural Agamenon-Marabá. Já os feirantes mais antigos e integrantes da diretoria da feira foram agraciados com o Diploma de Mérito Legislativo.

No encerramento das homenagens, também foi concedida Moção de Aplausos, Louvor e Congratulações em comemoração aos 80 anos do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, onde a feira funciona.

Foto: Octacílio Barbosa

 

Niteroiense Léo Luz leva histórias de amor para os palcos do Rio

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Roteirista conhecido por sucessos no cinema e na TV estreia como dramaturgo e diretor com a peça “Não é você, sou eu”

O roteirista Léo Luz, niteroiense, estreia como dramaturgo e diretor teatral com a peça “Não é você, sou eu”. O espetáculo chega ao palco do Teatro Cândido Mendes, em Ipanema, no dia 10 de outubro, às 20h, e fica em cartaz até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras.

Com carreira consolidada no audiovisual, Léo foi roteirista dos filmes Até que a Sorte nos Separe 3 e Incompatível, além de ter participado da terceira temporada da série Vai que Cola. Também foi cofundador do canal de humor Parafernalha, onde atuou como redator final. Agora, ele se lança no teatro com um texto inspirado em parte em seus próprios relacionamentos e em conversas que ouve no dia a dia. “Escutar conversas alheias é quase um esporte para mim”, brinca o roteirista. “E como minha vida amorosa é uma tragicomédia, não me faltou material”, explica.

Segundo ele, a decisão de transformar os textos em espetáculo veio de uma inquietação criativa. “Percebi que eles poderiam funcionar bem no palco, que é um espaço que eu nunca tinha explorado, nem como autor nem como diretor. Para não perder o controle criativo, decidi produzir e dirigir a peça eu mesmo.”

Apesar de lidar com situações amorosas que podem parecer catastróficas, Léo afirma que busca sempre transmitir uma mensagem otimista. “Seja em textos mais românticos ou de comédia, no fim do dia o amor sempre vale a pena. E quando ele é engraçado, melhor ainda.”

O elenco conta com Amanda Iglesias, atriz e dubladora com trajetória no cinema e na TV; Carolina Rial, jovem atriz formada no Tablado; Douglas Felix, ator e humorista com passagens por novelas, cinema e stand-up; e Bernardo Peixoto, formado pela CAL e com experiências no teatro e na televisão. Sobre a escolha do time, Léo revela: “Eu já tinha em mente meu amigo Douglas Félix e pedi que ele me indicasse outros nomes de confiança. Foi assim que cheguei a Carol, Bernardo e Amanda. Brinco que essa peça é quase um cabide de empregos do Douglas”, diverte-se.

“Não é você, sou eu” marca também a estreia de Léo no teatro. “É a minha primeira peça, tanto como autor quanto como diretor. Aos 45 anos, é praticamente o início de uma nova carreira. Me sinto com 25, só que com joelhos ruins e uma hérnia de disco. A semelhança é que continuo no Tinder”, ironiza.

Para o diretor, a identificação imediata com o público é um dos trunfos da montagem. “Todo mundo já viveu um término, uma paixão repentina ou um mal-entendido que parecia trágico e depois virou história engraçada para contar. É isso que queremos levar para o palco: a possibilidade de rir e se emocionar com aquilo que nos torna humanos.”

Serviço

Peça: Não é você, sou eu
Texto e direção: Léo Luz
Elenco: Amanda Iglesias, Carolina Rial, Douglas Felix e Bernardo Peixoto
Estreia: 10 de outubro (sexta-feira), às 20h
Em cartaz: até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras
Local: Teatro Cândido Mendes – Rua João Cabral de Melo Neto, 222, Ipanema, Rio de Janeiro
Ingressos: Sympla

Roupa Nova no Qualistage, dias 26 e 27 de setembro

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Mais de 20 milhões de cópias vendidas, 38 discos lançados e 35 temas de novela, é assim que a banda Roupa Nova segue com números que impressionam e shows cada vez mais lotados. Uma trajetória aplaudida de pé por quem conhece a história da única banda com 4 décadas de estrada e a mesma formação desde o início em atividade no Brasil.

Considerado um dos melhores shows nacionais, Roupa Nova atrai para suas apresentações um público dos mais diversos. São gerações que atravessaram as mudanças na música e seguem fiéis em cada palco que pisam Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko, Nando, Paulinho (in memorian), Serginho Herval e Fábio Nestares, que chegou para somar.

Tudo começou em 1980 quando foram chamados para gravar um tema de final de ano da rádio Cidade. Mariozinho Rocha, produtor naquela ocasião, sugeriu que o nome da banda mudasse para o que hoje é um nome conhecido e amado por todo Brasil.

Quando o assunto é trilha de novela, Roupa Nova é recordista, são responsáveis por tocar o “Tema da Vitória”, composto e arranjado por Eduardo Souto Neto, que mais tarde se tornaria tema de Ayrton Senna, pela música tema do “Xou da Xuxa” e do “Vídeo Show”, todos da Rede Globo, além do “Rock in Rio”. Nas canções mais famosas estão Whisky a Go-Go, Dona, Volta pra Mim, Anjo, Seguindo no Trem Azul, A Viagem, Coração Pirata, entre muitas outras.

Vencedores do Grammy Latino de melhor álbum pop contemporâneo brasileiro com o disco Roupa Nova em Londres, gravado em 2009 nos estúdios de Abbey Road na capital britânica, a banda acumula discos de ouro e platina, como com o álbum Roupa Nova 30 anos, de 2010. Em 2015, o grupo lançou o CD e DVD Todo Amor do Mundo, que conta com participações de Tico Santa Cruz, Alexandre Pires, Ed Motta e Angélica. O disco intercala canções e narrativas trazendo partes da história da banda desde antes do seu início, na década de 1960.

Dentre as parcerias que a banda já fez ao longo de toda a carreira estão Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Rita Lee, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Fagner, Steve Hackett, David Coverdale, Fafá de Belém, Lulu Santos, Leandro & Leonardo, Daniel, Ney Matogrosso, Luan Santana, Maite Perroni e outros.

Sempre inovando, nesses 40 anos de muitos acordes, a banda lançou o álbum As Novas do Roupa, composto por 11 canções inéditas, que estão disponíveis nas principais plataformas digitais.

Em 2020 a banda comemorou 40 anos de carreira e havia preparado um grande evento para a gravação do projeto comemorativo, mas com a chegada repentina da pandemia por conta da COVID-19, o show foi adiado. No mesmo ano, Roupa Nova perdeu um de seus integrantes. Paulinho faleceu em 14 de dezembro deixando um vazio e muita saudade no coração de todos os admiradores da banda.

Em 2022 a banda gravou um inédito e emocionante projeto comemorativo aos 40 anos, com participações especiais de ANAVITÓRIA, Daniel, Marcos & Belutti, Melim e Tiago Abravanel, que deram voz a sucessos que transcendem as barreiras da música. Dando continuidade ao sonho da banda com uma linda e merecida homenagem ao Paulinho, Roupa Nova usou uma holografia do ídolo, que interpretou junto aos demais integrantes a canção “Os Corações Não São Iguais”, fazendo as mais de 10 mil pessoas presentes irem às lágrimas no Rio de Janeiro.
Oficialmente fazendo parte da banda, Fábio Nestares entra para somar, e passa a ser o sétimo Roupa Nova, assumindo os vocais ao lado dos demais integrantes.

O ano de 2023 chegou trazendo lançamentos e novidades. Disponível nas plataformas de streaming, Roupa Nova 40 anos também está disponível para assinantes Globoplay e no YouTube oficial da banda.

Uma das grandes novidades deste ano, foi o “Navio Roupa Nova 40 anos”, que coroou a grande história de uma das maiores bandas brasileiras em atividade. Promovido pela PromoAção, principal empresa de navios temáticos do mundo, a embarcação saiu em março de com cabines esgotadas.

ROUPA NOVA
Apresentação Data Extra: 26 de setembro às 21h30 – Abertura dos portões: 19h30
Apresentação: Dia 27 de setembro às 22h – Abertura dos portões: 20h / ESGOTADO
QUALISTAGE: AV Ayrton Senna, 3000 – VIA PARQUE SHOPPING
Classificação: 18 anos. Menores de 18 anos, apenas acompanhados dos responsáveis legais
A partir de R$ 97,50
Venda: https://qualistage.com.br/roupa-nova
Ou na Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, RJ
De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h
Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.
Capacidade da casa: 9 mil em pé / 3.500 sentados
Acessibilidade

“Upcycled Factory’ é a primeira individual do artista EZO, reconhecido por transformar materiais descartados em arte e mostrar o cotidiano dos subúrbios do Rio

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“Upcycled Factory’ é a primeira exposição individual do artista EZO, em Nova York, reconhecido por transformar materiais descartados em potentes comentários sociais e poesia visual, com curadoria de Alcinda Saphira e co-curadoria Mariana Bahia, na Galeria Saphira & Ventura. O lixo urbano atravessa o Atlântico e renasce nas mãos do artista visual contemporâneo EZO, natural de Nilópolis, subúrbio do Rio de Janeiro.

“O trabalho de EZO se alinha perfeitamente à visão contemporânea da galeria, abordando temas como vida urbana, identidade e cultura de rua. Sua estética – que mescla objetos descartados e a realidade cotidiana dos subúrbios do Rio – oferece uma perspectiva nova e inovadora”, observa Alcinda Saphira, curadora da Galeria Saphira & Ventura.

A escolha de apresentar o trabalho de Ezo em Nova York reflete uma valorização do talento dele, que emerge de contextos culturais específicos, uma geometria elegante e trabalha com cores vibrantes mas que possuem uma ressonância universal. Este momento é importante para destacar a diversidade de vozes na arte contemporânea, especialmente aquelas oriundas do subúrbio carioca, que muitas vezes permanecem à margem dos circuitos tradicionais. Além disso, a galeria busca fortalecer a troca cultural entre o Brasil e Nova York, promovendo um diálogo entre diferentes realidades urbanas e culturais.

O público de Nova York, com sua vasta experiência em narrativas urbanas e culturais diversas, se identifica com o trabalho de Ezo ao reconhecer elementos universais de urbanidade, resistência e identidade.

A estética e as histórias transmitidas por Ezo refletem experiências comuns às cidades globais—como a busca por expressão, pertencimento e transformação social—mesmo que suas referências específicas sejam do subúrbio carioca. Assim, seu trabalho serve como uma ponte que conecta diferentes realidades urbanas, promovendo empatia e compreensão.

A galeria identifica em EZO uma voz autêntica, com relevância global e potencial de diálogo entre comunidades urbanas distintas. O momento atual da cena de Nova York valoriza perspectivas de periferia, imaginação urbana e crítica social, tornando a exposição de EZO particularmente oportuna para ampliar a pluralidade de vozes na programação.

A exposição acontece de 01 a 15 de outubro, com abertura no dia 02, das 18h às 20h. Entre os dias 19 e 30 de setembro, ocorre a residência imersiva do artista, na Saphira & Ventura. No dia 9, Ezo se encontra com o jornalista e crítico Peter Ortega, que vai falar sobre o trabalho do artista, com a presença de outros curadores e artistas, público e imprensa.

Sobre Ezo

Ezo reescreve o que foi descartado. CDs, discos de vinil, disc lasers e toldos, reaparecem como superfícies de cor e textura, revelando camadas de memória urbana. Sua prática do reuso transforma precariedade em potência, crítica em beleza, gesto político em poética visual. O que a cidade abandona, o artista reconfigura como narrativa e corpo, devolvendo à matéria um sentido de permanência.

Aqui, o público é convidado a ver de perto as cicatrizes dos materiais, fragmentos que se tornam imagem, resíduos que se tornam futuro. Uma estética de sobrevivência que insiste em criar beleza.

Serviço

Exposição: Upcycled Factory

Artista: Ezo

Instagram: @ezo_art_

Curadoria: Alcinda Saphira ( NY)

Co-curadoria: Mariana Bahia

Produção: Mariana Lemos

Período exposição: 01 a 15 de outubro

Abertura : 2 de outubro, das 18h às 20h

Residência imersiva: 19 a 30 de setembro

Dia 9 de outubro

Encontro com o Crítico e jornalista Peter Ortega: 09 de outubro

Local: Saphira Ventura Gallery

4W 43rd St , 4th FL, New York, NY-10036

RSVP info@artSVgallery.com

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Instagram: @saphiraventuragallery

 

Programa Aprendiz Musical vira tema de documentário

Saiba mais em: https://nqq2050.niteroi.rj.gov.br/

Filme será exibido nesta segunda (22), no Reserva Cultural, em Niterói
O maior projeto de musicalização em escolas públicas do Brasil vai ganhar as telas do cinema. Nesta segunda-feira (22), o documentário “Aprendiz Musical, a Semente do Amanhã” será exibido na Sala Nelson Pereira dos Santos, no Reserva Cultural, às 20h. Dirigido por Ivan De Angelis, o filme conta a história do Programa Aprendiz Musical, da Prefeitura de Niterói, que completa 24 anos em 2025.
“O Aprendiz Musical é um dos maiores orgulhos da nossa cidade. É um programa que mostra como a educação, a cultura e a música transformam vidas e constroem cidadania. Ao longo desses 24 anos, milhares de crianças e jovens de Niterói encontraram novos caminhos graças ao projeto. Ver essa história retratada no cinema é emocionante e reforça o compromisso da Prefeitura de seguir investindo em políticas públicas que abrem oportunidades e ampliam horizontes”, destaca o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
André Diniz, secretário de Economia Criativa e Ações Estratégicas, ressalta que, desde a sua criação, o Aprendiz Musical se tornou uma política pública que ganhou a comunidade escolar, pois já apontou perspectivas de futuro para vários jovens.
“O programa ampliou horizontes de diálogo com o universo cultural e continua sendo um farol muito brilhante na vida de diversos jovens das nossas escolas. Um exemplo é o João, que foi aluno, se formou na UniRio e virou coordenador do Aprendiz. O documentário vem coroar toda essa trajetória de êxito do projeto”, afirma.
O diretor Ivan De Angelis explica que escolheu focar na trajetória de ex-alunos, atualmente professores, para falar do Aprendiz Musical. Segundo ele, o cinema é uma ferramenta poderosa, pois chega ao público pela via do afeto.
“O filme traz como protagonistas aqueles que foram diretamente impactados pelo programa ao longo dessas mais de duas décadas, ou seja, os alunos e professores que também foram alunos. Nesse sentido, mostraremos o grande impacto social do projeto, por meio das narrativas daqueles que viveram e vivem seus efeitos. Tenho certeza de que muitos irão se emocionar ao ver essa história na tela”, destaca De Angelis.
Um desses personagens é Diogo Moura, de 35 anos, maestro da Orquestra Infantil do Aprendiz Musical e professor de violoncelo no projeto. Ele morava no Morro do Céu e entrou no programa aos 11 anos, quando era aluno da Escola Municipal José de Anchieta. Começou tocando flauta doce, mas se apaixonou pelo instrumento de cordas por causa da peça “Ave verum corpus”, de Mozart.
“Nunca fui quieto. Alguns professores me odiavam e minha mãe era chamada toda semana na escola. Isso foi assim até a música chegar”, lembra Diogo. “Foram três anos de flauta doce, mas sempre que a orquestra tocava o ‘Ave verum’ ficava encantado com uma nota do violoncelo, que depois descobri ser um fá sustenido. Aos 14 anos, aceitei um convite para tocar violoncelo e nunca mais peguei a flauta”, acrescenta.
Como aconteceu com várias crianças ao longo dos 24 anos de existência do programa, Diogo teve a vida transformada pelo Aprendiz Musical. A virada de chave foi em um dia em que, prestes a entrar na escola para a aula de flauta, viu outros meninos que conhecia abordarem um rapaz que não era da comunidade e começarem a espancá-lo.
“Eles me chamaram para ir lá bater também. Na porta da escola, de pasta em uma das mãos, flauta na outra, fiz uma escolha. Dei as costas para os meninos e entrei. Somos sempre convidados a fazer coisas erradas. Escolher o certo é um hábito. Escolho o certo todos os dias”, diz o maestro e violoncelista.
O documentário “Aprendiz Musical, a Semente do Amanhã” é produzido pelo NAV (Programa Niterói Audiovisual). Quem quiser assistir à exibição desta segunda-feira (22) deve retirar o ingresso on-line, gratuitamente, na plataforma Fever.
Sobre o Aprendiz Musical
Criado em 2001, o Aprendiz Musical é o maior programa de musicalização em escolas públicas do Brasil. Trata-se de uma iniciativa gratuita mantida pela Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Economia Criativa e Ações Estratégicas, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Além do ensino da música, a ideia é promover uma experiência social e cultural diversa, ampliando os horizontes de crianças e jovens com diferentes vivências no universo artístico. Atualmente, são quase 11 mil alunos ao todo, sendo cerca de dez mil apenas nas escolas da rede municipal.
Além das aulas de iniciação musical nas escolas, que incluem canto coral e prática de instrumentos, o projeto tem atividades em três polos: a Casa Aprendiz Musical Professor Aníbal Bragança, no Fonseca; o Solar Notre Rêve (Casa Norival de Freitas), no Centro; e o Conservatório de Música de Niterói. Por ano, a Prefeitura investe R$ 18 milhões no programa, que oferece bolsa-auxílio para os participantes selecionados por meio de edital (R$ 200 para iniciante, R$ 400 para intermediário e R$ 700 para avançado).

Elba Ramalho e Geraldo Azevedo se apresentam em outubro na Praia de São Francisco

Saiba mais em: https://nqq2050.niteroi.rj.gov.br/

Show faz parte do Circuito Quatro Estações da Música, organizado pela Prefeitura e patrocínio da Águas de NiteróiEm outubro, Niterói vai receber mais uma edição do Circuito Quatro Estações da Música, organizado pela Prefeitura com patrocínio da Águas de Niterói . No terceiro domingo do mês (19), Elba Ramalho e Geraldo Azevedo levam o espetáculo “Um encontro inesquecível” ao palco montado na Praia de São Francisco. A programação, com entrada franca, começa às 17h, com DJ animando o público. Na sequência, às 18h, haverá show de abertura com o cantor João Ramalho.

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, destaca que a cidade tem a cultura como um pilar de desenvolvimento, oferecendo diversas atrações e fomentando a economia.

“É uma honra para Niterói receber esse show tão especial, acessível a todos. Iniciamos o programa Circuito Quatro Estações da Música nos meus mandatos anteriores e retomamos com encontros de nomes da música brasileira que fortalecem nossa identidade e tradição musical, além de abrir espaço para artistas da cidade e atrair visitantes e turistas”, afirma ele.