Celebração ocorreu na Igreja de São Lourenço dos Índios, marco histórico da cidade
Niterói amanheceu em festa, neste sábado (22), para celebrar 452 anos de fundação, de quando ainda era chamada de Aldeia de São Lourenço dos Índios, com uma Missa de Ação de Graças. A primeira agenda comemorativa do dia foi pela manhã, na Igreja de São Lourenço dos Índios, marco histórico da cidade.
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, destacou a importância histórica da Igreja de São Lourenço dos Índios e anunciou que, no ano que vem, ela vai passar por uma nova restauração.
“Que essa celebração nos inspire a continuar trabalhando para fazer de Niterói uma cidade cada vez mais transformada, que seja capaz de promover a justiça, a paz e a prosperidade. É um dia muito especial para todos nós que celebramos esta eucaristia nessa igreja histórica. A igreja é de 1627. Daqui a dois anos ela vai fazer 400 anos. A última restauração aconteceu há 25 anos. Quero dizer que, ano que vem, vamos iniciar uma nova restauração desta igreja. Vamos ter, no final do ano que vem, os 400 anos de celebração da igreja com ela completamente restaurada. Que Deus continue abençoando Niterói”, reforçou o prefeito Rodrigo Neves.
A missa foi celebrada pelo arcebispo metropolitano de Niterói, Dom José Francisco.
“Esta igreja é um local que revela a importância da nossa história. É um sinal de que a fé começou aqui há muitos anos. Nesses 452 anos de história de Niterói, esse é um momento importante para estarmos louvando e bem dizendo a Deus por todos aqueles que fizeram essa história e, ao mesmo tempo, estarmos nos comprometendo em continuar essa história para que Niterói seja sempre uma cidade onde reine a paz, a justiça, o bem comum e a fraternidade. Aqui é um local que tem muita história e nós fazemos parte desta história”, afirmou o arcebispo.
A missa contou com a participação da vice-prefeita Isabel Swan, do ex-prefeito Axel Grael, de autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, além de moradores da cidade e visitantes. A celebração também teve a presença de religiosos e religiosas como a irmã Irenita de Medeiros, responsável pela instituição Sagrada Família.
Um pouco de história – A Igreja de São Lourenço dos Índios é considerada o marco da fundação da primeira presença jesuíta do Rio de Janeiro. Antes da construção da igreja, a localidade já era ocupada por diversas produções agrícolas e espaços onde posteriormente se tornaram as regiões de São Domingos e Praia Grande.
Tombada em 1922, a igreja tem linhas associadas ao estilo das construções da ordem jesuíta. A igreja consolidou sua importância como um patrimônio histórico e arquitetônico capaz de demonstrar as relações sociais da época do Brasil Colônia.
Recém chegado de Paris, Bayard Do Coutto Boiteux, que conhece
mais de 200 países e que tem um acervo de 40.000 fotos de suas
viagens lançou no Facebook uma exposição virtual sobre Paris.
Autor de 55 livros, dos quais 5 de fotos, com 33 exposições, sendo 12
virtuais, 15 presenciais no Brasil e 6 no exterior, Bayard Boiteux é
apaixonado por fotos. Não se considera um fotógrafo profissional
mas um amante por clics sobre diversidade, novas percepções e
uma visão diferente da arte de fotografar.
Na exposição virtual sobre Paris, com curadoria de Matheus Oliveira,
Boiteux busca entender a cidade luz com suas manifestações
arquitetônicas e alguns ícones que definem a beleza única de Paris.
A exposição pode ser visitada no Facebook e ela poderá incluir novas
fotos, para mostrar uma Paris vista de diversos ângulos. A exposição
que é uma promoção do portal Consultoria em turismo, conta com o
apoio da Ascom Divulga Rio e da Matheus Oliveira produções, além
do apoio efetivo de Joana e Aloysio Teixeira.
A exposição pode ser visitada através do link: https://www.facebook.com/profile.php?id=61584083342722
Em uma floresta repleta de animais animados para o tradicional show de talentos, um lobo-guará sente que não tem nada de especial a oferecer. Esse é o ponto de partida de“O talento do Guará”(Leiturinha, 32 págs.), livro de estreia da escritora curitibana Laís Graf. Com rimas divertidas, a narrativa mostra, de maneira delicada e engraçada, a importância de cada criança reconhecer e valorizar suas próprias habilidades.
A obra, ilustrada pela designer e artista visual Deise Lino, apresenta uma história que combina humor e emoção. “Quis escrever algo que fosse interessante não apenas para as crianças, mas também para os adultos que leem para elas. Em vários momentos, incluí piadinhas que só os responsáveis vão captar”, conta a autora. O resultado é uma experiência de leitura que une gerações, transformando o momento da narração em um espaço de afeto e troca.
O enredo acompanha o lobo-guará, que, inseguro sobre suas habilidades, decide não participar do evento anual. Com a ajuda de uma coruja sábia e de um coelho dançarino, ele descobre que cada um tem seu tempo e que todo talento floresce quando encontra espaço para ser cultivado. “O livro mostra que todas as pessoas são únicas, que o mundo se torna mais bonito quando compartilhamos nossas habilidades e que a amizade pode ser o impulso necessário para que a gente floresça”, destaca Laís.
A construção da narrativa nasceu da imersão da escritora no universo do personagem. Durante um mês, Laís se dedicou a imaginar como seria a vida do Guará, até finalmente colocar a história no papel. O texto, escrito em versos rimados, foi concluído em apenas dez dias. “Eu me diverti muito ao escrever. Até depois de terminar, seguia pensando em novas rimas, como se a cadência do livro não me deixasse ir embora”, lembra.
Além de trazer humor e poesia, “O talento do Guará” toca em temas fundamentais para a infância, como empatia, respeito e valorização das diferenças. “Quero que as crianças sintam que cada talento é válido e que não existe um modelo único de sucesso”, afirma.
Publicado como original da Leiturinha, maior clube de assinatura de livros infantis do Brasil, com 340 mil assinantes, o título foi enviado diretamente às casas de dezenas de milhares de crianças. O retorno positivo do público levou à continuidade da parceria de Laís com o clube, resultando em novos livros, como “Samba de uma flauta só” e “O segredo dos números”.
Para a autora, o lançamento de seu primeiro livro representou um marco. “A partir do momento em que vi meu nome impresso, pude dizer com todas as letras que era escritora. Foi um divisor de águas na minha vida, a motivação para seguir adiante e escrever mais histórias”, revela.
Se por um lado a experiência marcou sua estreia literária, por outro também redefiniu sua trajetória profissional. “Antes, eu escrevia porque estava com vontade. Depois do Guará, percebi que também era um ofício, um trabalho. E que poderia trilhar esse caminho de forma consistente”, reflete.
Sobre a autora
Laís Graf nasceu em Curitiba, em 1992, onde também cresceu e vive até hoje. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná em 2013 e concluiu a pós-graduação em Escrita Criativa pela Universidade de Fortaleza em 2022. Desde 2013, atua como profissional autônoma na produção de conteúdos, elaborando textos, roteiros para vídeos e podcasts para empresas como O Boticário, Santander, Kraft Heinz, Philip Morris, Gelopar e Positivo Informática. Estreou na literatura infantil com O talento do Guará (2022), seguido por Samba de uma flauta só (2024) e O segredo dos números (2025), todos publicados pela Leiturinha. Seus livros já chegaram a mais de 100 mil crianças em todo o Brasil.
Atividades acontecem de 19 a 30 de novembro, são gratuitas e abertas ao público
O Museu das Amazônias anunciou sua nova programação educativa, que será realizada durante o mês de novembro, com oficinas, vivências e visitas temáticas voltadas para a conscientização ambiental, o respeito à biodiversidade e a proteção dos povos tradicionais e suas cosmologias. Todas as atividades são gratuitas e não exigem inscrição prévia, mas as vagas são limitadas, sujeitas à lotação do espaço.
Com ações voltadas para diferentes faixas etárias, a programação reúne práticas artísticas, saberes indígenas, histórias negras amazônicas, astronomia ancestral, botânica e biodiversidade. O objetivo é aproximar o público dos múltiplos conhecimentos que constituem as Amazônias, fortalecendo o papel do museu como espaço de diálogo, educação e trocas culturais.
“Criamos uma programação que celebra a diversidade dos saberes amazônicos e reforça o compromisso do museu com a educação sensível e inclusiva. Queremos que crianças, jovens e adultos vivenciem experiências que conectem arte, ciência, cultura e natureza, sempre valorizando os povos que cuidam da Amazônia há séculos,” afirma Emerson Caldas, coordenador de Atendimento e Educação do Museu das Amazônias.
Programação da COP30
Além das atividades educativas anunciadas, o Museu das Amazônias está com uma programação especial dedicada à COP30, iniciada em 10 de novembro e que segue até o dia 21. A agenda inclui painéis, debates e mostras audiovisuais, todos gratuitos. Durante o período da conferência, o museu funciona em horário estendido, abrindo diariamente das 10h às 20h, com última entrada às 19h. A visitação permanece gratuita, mediante retirada de ingressos pela plataforma Sympla.
PROGRAMAÇÃO EDUCATIVA — 19 A 30 DE NOVEMBRO
19/11 — Quarta-feira
Introdução às constelações Tupi-Guarani
10h às 12h | Público: crianças a partir de 8 anos
Vivência sobre o conhecimento astronômico indígena, mostrando como povos amazônicos integram o céu à vida cotidiana.
20/11 — Quinta-feira
Oficina de escrita: Amazônias negras na poesia de Bruno de Menezes
10h às 12h | Público: maiores de 10 anos
Oficina baseada nos poemas de Batuque (1931), destacando memórias, religiosidade e identidade negra amazônida.
21/11 — Sexta-feira
Oficina: “De cantos e histórias: Cosmologias dos pássaros”
10h às 12h | Público: livre
Cosmologias indígenas dos povos Tukano, Yanomami e Desana e o papel espiritual dos pássaros.
Folha-bicho, bicho-folha: animais amazônicos, dobraduras e preservação ambiental
16h às 18h | Público: crianças e adolescentes a partir de 10 anos
Oficina que une dobradura, pintura e ciência para apresentar a diversidade da fauna amazônica.
22/11 — Sábado
A anatomia das folhas
10h às 12h | Público: livre
Oficina inspirada nas fotografias de Sebastião Salgado, com observação e impressão botânica.
Pintura de aves amazônicas em miriti, aproximando arte, cultura e biodiversidade.
28/11 — Sexta-feira
Oficina: “De cantos e histórias: Cosmologias dos pássaros”
10h às 12h | Público: livre
Reedição da oficina que apresenta mitos e significados espirituais dos pássaros na cosmologia indígena.
Visita Educativa — Os Caminhos das Águas
10h às 12h | Público: crianças de 6 a 12 anos
Atividade interativa sobre as transformações de Belém e o papel das águas na formação da cidade.
29/11 — Sábado
A memória das plantas: imagens e histórias das ervas em Belém
10h às 12h | Público: livre
Oficina sobre ervas amazônicas e os saberes de mulheres, erveiras e povos tradicionais da região.
30/11 — Domingo
Oficina Mapas da Memória: Amazônias vividas, imaginadas e compartilhadas
10h às 12h | Público: livre
Criação de mapas afetivos com pinturas e materiais naturais, unindo memórias e imaginários amazônicos.
Serviço:
Museu das Amazônias
Endereço: Complexo Porto Futuro II — Avenida Marechal Hermes, Reduto, Belém (PA)
Horário de funcionamento:
De 10 a 21 de novembro: funcionamento em horário estendido devido à COP30, das 10h às 20h, com última entrada às 19h (aberto todos os dias).
A partir de 22 de novembro: retorno ao horário regular, de quinta a terça-feira, das 10h às 18h, com última entrada às 17h.
Sobre o Museu das Amazônias
Inaugurado no dia 4 de outubro de 2025, o Museu das Amazônias é resultado de uma ampla rede de colaborações que reúne diferentes esferas do poder público e da iniciativa privada em torno de um mesmo propósito: valorizar, preservar e projetar o patrimônio cultural, científico e ambiental das Amazônias. Mais do que um museu de ciências e tecnologias amazônicas, o Museu é um símbolo de cooperação e compromisso coletivo com o futuro da região e do planeta.
A iniciativa é do Governo do Estado do Pará, realizada pela Secretaria de Estado de Cultura do Pará e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Sua concepção e implementação foram conduzidas pelo IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi. Exemplo bem-sucedido de cooperação entre Estado e iniciativa privada, o Museu das Amazônias tem a Vale como Parceira Estratégica, apoio internacional do CAF e apoio financeiro da Finep e do BNDES. Conta ainda com a colaboração de empresas como Hydro, New Fortress Energy, Ipiranga, Mercado Livre, Ultracargo e Grupo BID. O projeto também conta com a Embrapa e o Amazônia Sempre como parceiros de conteúdo.
A COP30 não estaria tão presente no debate público sem a força do jornalismo. Acreditando no poder das narrativas para ampliar a compreensão da crise climática e de suas soluções, o Pulitzer Center inaugurou a exposição fotográfica “Jornalismo e Narrativas do Futuro” na Casa Ninja, em Belém (PA), durante o evento.
A mostra reúne imagens produzidas em investigações ambientais e projetos realizados em regiões de floresta tropical, como América Latina e África. São registros visuais que conectam clima, território e soluções lideradas por povos tradicionais – em trabalhos desenvolvidos com o apoio do Pulitzer Center.
Ao ocupar a COP30 com uma mostra de fotografia, o Pulitzer Center evidencia como o encontro entre jornalismo, arte e sociedade civil pode abrir caminhos para narrativas que não costumam aparecer nas negociações climáticas. Essa combinação amplia olhares, faz circular histórias que raramente chegam às mesas de decisão e ajuda a revelar dimensões da crise climática que só aparecem quando diferentes saberes e experiências se cruzam. São essas narrativas, vindas dos territórios e das pessoas que vivem a floresta, que abrem espaço para imaginar futuros mais justos e possíveis.
Integram a exposição obras de fotojornalistas como Florence Goupil, Sofía López Mañán, Giovanna Stael, Barry Christianson, Lalo de Almeida, Rogério Assis e Misha Vallejo Prut.
“O ciclo de vida de uma reportagem não termina na publicação. Exposições como esta permitem que as histórias sigam reverberando, devolvendo às comunidades o impacto que cada imagem pode gerar”, afirma Gustavo Faleiros, Diretor de Investigações Ambientais do Pulitzer Center.
A organização incentiva não apenas investigações e denúncias, mas apoia também o jornalismo de soluções, fortalecendo projetos que apresentam respostas dadas por comunidades locais para enfrentar a crise climática. O Pulitzer Center oferece bolsas para jornalistas, com editais disponíveis no site oficial. Durante a COP30, ainda promove eventos, encontros de redes colaborativas, workshops e diálogos para fortalecer o jornalismo e o engajamento em rede.
Uma das fotografias da exposição é parte da reportagem do jornalista Tayguara Ribeiro, bolsista do Pulitzer. Com fotos de Giovanna Stael, o projeto destaca a importância dos manguezais e o papel das comunidades tradicionais em sua preservação. “Eu estava conversando com um pescador da Ilha do Marajó, que fazia pesca de curral. Perguntei sobre as aves que comem os peixes que ficam presos no labirinto. Ele disse: ‘Eles comem. Eu não pesco só para mim — os peixes também são para os animais.” Esse pensamento me ensinou mais do que muitos livros sobre meio ambiente”, relata Ribeiro. A matéria evidencia como o conhecimento ecológico ancestral é uma forma de monitorar e proteger ecossistemas sensíveis.
Já as fotos de Sofía López Mañán unem poesia e jornalismo. Na reportagem escrita pela jornalista Irupé Tentorio, o Gran Chaco – território hostil marcado por longas distâncias, caminhos de terra e pouca informação -ganha novo significado por meio da apicultura. “A partir do trabalho com as abelhas, entendemos que era possível transformar a economia, ensinar as comunidades originárias, fortalecer as cooperativas. A florada nativa dura oito meses, e dali nasce uma resistência poética. A reportagem mostra que, mesmo em um lugar tão afetado pelo desmatamento, ainda existe cuidado, organização e futuro”, afirma a jornalista.
Sobre o Pulitzer Center
O Pulitzer Center é uma organização jornalística independente, sem fins lucrativos, dedicada a promover reportagens inovadoras e de alto impacto sobre os grandes desafios globais. Fundado em 2006, o centro apoia jornalistas, comunicadores e educadores em mais de 80 países, fortalecendo investigações aprofundadas, a produção de narrativas transformadoras e o engajamento de públicos diversos.
Fundado nos Estados Unidos e com atuação crescente no Brasil e na América Latina, o Pulitzer Center tem presença também na África e no Sudeste Asiático. A organização acredita no jornalismo como ferramenta essencial para mobilizar a sociedade, gerar impacto público e impulsionar soluções coletivas. Seu trabalho alcança dezenas de milhões de pessoas por ano por meio de parcerias com veículos de mídia e estratégias de engajamento com comunidades, escolas, universidades e organizações da sociedade civil.
Evento acontece de 19 a 23 de novembro no Mercado Municipal de Niterói, celebrando a rica cultura nordestina e o aniversário da cidade
O Festival Nordestino de Niterói chega à sua 6ª edição trazendo uma programação especial que promete agitar o feriadão de novembro. Entre os dias 19 e 23, o Mercado Municipal de Niterói se transformará no epicentro de uma grande celebração da diversidade cultural nordestina.
Esta edição marca um momento duplamente especial: além de celebrar os seis anos de trajetória do festival, o evento também homenageia o aniversário de Niterói, cidade que abraçou a iniciativa com entusiasmo e se consolidou como importante centro de difusão da cultura nordestina na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Durante cinco dias intensos, o festival oferecerá forró autêntico, manifestações culturais tradicionais e o melhor da culinária nordestina, reafirmando sua posição como um dos principais eventos culturais da “Cidade Sorriso”. A programação diversificada promete atrair tanto os apaixonados pela cultura nordestina quanto aqueles que desejam descobrir mais sobre essa rica tradição brasileira.
Serviço:
Festival Nordestino
Data: 19 a 23 de novembro de 2025
Horário: 12h às 00h
Local: Estacionamento do Mercado Municipal de Niterói – Rua Santo Antônio, 53 – Centro
Cerca de 800 crianças de dez escolas municipais cariocas apresentam, na quarta-feira, 19/11, às 14h, performances artísticas e participam do cortejo ‘Conceição em Festa’, que culmina na coroação simbólica de Conceição Evaristo, homenageada da Flup;
Atividades são resultado do processo formativo Batalha da Memória e podem ser acompanhadas pela imprensa, mediante credenciamento antecipado em www.agenciagalo.com/flup2025
Nesta quarta-feira, 19/11, às 14h, cerca de 800 crianças de dez escolas municipais do Rio de Janeiro realizam performances artísticas e o cortejo “Conceição em festa”, que termina com a coroação simbólica de Conceição Evaristo. A atividade marca o evento de abertura para a imprensa da 15ª Festa Literária das Periferias (Flup), que tem patrocínio master da Shell. Também na quarta, a partir das 18h, a Flup inicia sua programação aberta para todos os públicos com exposições, encontros literários e shows musicais. A agenda completa está disponível em www.vempraflup.com.br/.
A exposição “Fanon, revolucionário anticolonial: um programa de desordem absoluta”, seguida de performance de Ziel Karapotó, marca a noite de abertura da Flup. Outro destaque é a mesa de conversa “O sonho de nossos heróis, que precisamos manter vivo”, com Conceição Evaristo e Mireille Fanon, mediada por Mame-Fatou Niang.
A programação aberta ao público é gratuita, mas para conferir os shows musicais é preciso retirar ingressos pelo Sympla. A programação musical da quarta-feira (19/11) conta com concerto de Jonathan Ferr e, ao longo da semana, o palco recebe Mano Brown (20/11), Majur (23/11), além de apresentações de Fuzuê d’Aruanda, Agbara Dudu, Awurê, Akiyo com Fanswa Ladrezeau e a tradicional Bateria da Portela.
Confira a programação da primeira semana de Flup no Viaduto Madureira, CUFA e Zê Êne:
19 DE NOVEMBRO (QUARTA-FEIRA)
Viaduto de Madureira
(Não há programação na CUFA ou no Zê êne neste dia)
18h00 – 18h45 — Abertura da exposição Fanon, revolucionário anticolonial. Curadoria: Handerson Joseph e Silvia Capanema
19h00 – 19h45 — Abertura institucional
20h00 – 20h30 — Performance artística Ziel Karapotó
20h30 – 22h00 — O sonho de nossos heróis, que precisamos manter vivo Conceição Evaristo e Mireille Fanon
Mediação: Mame-Fatou Niang
(seguida de autógrafos)
22h45 – 23h45 — Concerto para Conceição — Jonathan Ferr e Trio de Cordas
20 DE NOVEMBRO (QUINTA-FEIRA)
Viaduto de Madureira
14h – 15h30 — O corpo que dança outro tempo Parceria: Monde En Vues
16h – 17h30 — Ideias para reencantar o mundo Conceição Evaristo e Bonaventure Ndikung
18h – 19h30 — Beco da memória, mangue do futuro Parceria: Étonnants Voyageurs
19h30 – 20h00 — Fabienne Kanor
20h00 – 21h30 — O alvo de sempre Parceria: Open Society Foundation
21h30 – 23h30 — Fuzuê d’Aruanda Parceria: Festival de Madureira
14h – 15h15 — Editora 34 — Conversa com Patrick Chamoiseau
15h45 – 17h – Flup apresenta: Descolonizar a Escola: Memórias Apagadas, Saberes Insurgente – Roda de conversa com Ynaê Lopes dos Santos e Maria Antônia Goulart
Evento promovido pela Prefeitura e COPETE mobiliza famílias, arrecada alimentos e entrega momentos de renovação espiritual com Gabriela Rocha e Marcelo Nascimento
Teresópolis viveu, no último sábado (15), uma das noites mais marcantes do calendário de eventos da cidade. O Clama Teresópolis, realizado pela Prefeitura Municipal de Teresópolis em parceria com o COPETE (Conselho de Pastores Evangélicos de Teresópolis) e com apoio do Metanoia Radical, lotou o Ginásio Pedro Jahara (Pedrão) em um encontro que uniu música, oração, emoção e solidariedade.
O Clama Teresópolis também atraiu famílias e grupos vindos de municípios vizinhos, que se juntaram ao público local para viver essa noite de fé e comunhão. A presença de visitantes reforçou a projeção regional do evento e o impacto positivo que ele exerce além das fronteiras do município.
O público chegou bem cedo, antes mesmo da abertura dos portões já havia famílias inteiras aguardando para garantir um bom lugar. Crianças, jovens e adultos se misturaram em um clima de alegria e expectativa. Ao longo da tarde e da noite, o ginásio se transformou em um grande espaço de adoração: muitos sorrisos, lágrimas de alegria, joelhos no chão, olhos voltados para o céu e mãos erguidas em oração marcaram a atmosfera do evento.
Louvor que moveu a multidão
A programação começou com bandas de diversas igrejas, que aqueceram o público com canções que elevaram o clima de fé e preparação. Em seguida, o cantor Marcelo Nascimento trouxe energia e devoção em um repertório que fez o público cantar alto e pular junto. O artista levantou o astral do ginásio com clássicos que marcaram gerações.
Marcelo também destacou sua alegria em retornar à cidade: “A música faz essa ligação entre todos… a canção gospel, evangélica tem uma unção diferente que às vezes você não entende por quê tá chorando, por quê aquela tristeza que você tinha saiu, a gente sabe que é o Senhor Jesus. É isso que a gente canta, que a gente prega.” E completou: ”Eu fiquei muito feliz de ser convidado pra cantar em Teresópolis, já cantei muito aqui, e tinha muito tempo que eu não vinha, estava com saudades desse povo maravilhoso!”
Depois, a cantora Gabriela Rocha, um dos maiores nomes da música cristã contemporânea, abriu sua participação com uma das canções gospels mais queridas do público: “Ninguém Explica Deus”, do grupo Preto no Branco. O ginásio inteiro acompanhou em um coro arrebatador.
Sobre a essência do encontro, Gabriela afirmou: “O desejo dos nossos corações é que as pessoas que estão aqui possam ter um encontro verdadeiro com Jesus. Que elas possam ir além da música, além de um protocolo e de um evento, que elas possam estar com os olhos no lugar certo e na pessoa certa que é Jesus, e recebam e escolham a melhor parte que sempre é o Senhor.”
Um evento para agradecer e unir a cidade
Ao longo das apresentações, a voz do público se destacou: alta, forte, uníssona. Famílias inteiras cantaram de mãos dadas. Crianças subiram nos ombros dos pais para acompanhar os momentos mais marcantes. Foi um encontro de gerações e um retrato vivo da fé.
O prefeito Leonardo Vasconcellos ressaltou o propósito múltiplo do Clama Teresópolis, unindo espiritualidade e desenvolvimento social: “ O Clama Teresópolis nada mais é do que a vontade da Prefeitura de Teresópolis junto com o COPETE de agradecer pelo ano de 2025, mas mais do que tudo fazer as nossas interseções para que seja um Natal e um Ano novo próspero e um ano de 2026 maravilhoso! O Clama Teresópolis tem um objetivo: agradecer a Deus. Mas nós temos outros: incentivar o turismo, a alegria das pessoas, mas mais do que tudo fazer um trabalho em que as pessoas se sintam felizes e à vontade.”
Além do prefeito, o evento contou com a presença da primeira-dama Cláudia Vasconcellos, de secretários municipais, vereadores e outras lideranças locais, que acompanharam a programação e participaram do encontro junto ao público.
Solidariedade que transforma
A arrecadação de alimentos foi um ponto forte da noite. Além da doação de 1kg de alimento não perecível por parte do público, e toda a venda de alimentos no evento teve caráter solidário, uma ação conduzida pelo Metanoia Radical, que destinou o valor arrecadado às iniciativas sociais da instituição, ampliando o impacto do evento para além das apresentações no palco.
Uma noite para ficar na história
O Clama Teresópolis deixou sua marca não apenas como um grande evento gospel, mas como um encontro de comunhão, gratidão e renovação espiritual. A cidade viveu uma noite em que a fé encontrou a música, a solidariedade encontrou o coração das pessoas e a serra se encheu de um só clamor.
Confira abaixo a lista completa dos vencedores do FICC 9
Com mais de 1.000 convidados presentes, artistas de quatro continentes e uma cerimônia marcada por emoção, beleza e excelência, a 9ª edição do Festival Internacional de Cinema Cristão se firma como um dos maiores festivais de cinema cristão no mundo.
O dia 15 de novembro de 2025 ficará para sempre registrado na história do audiovisual cristão. A YAH Church, em São Paulo, transformou-se em um grande palco de celebração, com momentos que levaram o público às lágrimas, ao riso e à vibração do início ao fim.
Mais de mil pessoas lotaram a nave para prestigiar um festival que superou todas as expectativas. A cerimônia, produzida com excelência, emocionou pela beleza, pela organização e pelas apresentações artísticas que encantaram todos os presentes. O clima foi de euforia quando os vencedores subiram ao palco para receber seus prêmios — um misto de alegria, lágrimas e gratidão que tomou conta da plateia.
O Cinema Cristão em Seu Melhor Momento – Do Brasil para o Mundo.
Com a presença de artistas e profissionais do audiovisual vindos de quatro continentes, o FICC 9 consolidou-se como referência global. Para alguns, a noite foi “mágica”; para outros, foi marcada pela “forte presença de Deus”. Com a transmissão ao vivo, as imagens, os discursos e as celebrações do palco se espalharam rapidamente pelas redes sociais, alcançando públicos em muitos outros países.
Destaques da Programação
Além da emocionante Cerimônia de Premiação, o festival contou com mais dois eventos especiais:
Première do Documentário A Guerra Invisível — Um documentário que nasceu de oração, lágrimas e fé. Uma obra que une excelência cinematográfica e propósito divino para expor as estratégias do inimigo e revelar a luz que vence as trevas. Produção da Bello Films.
Exposição Polo Criative — sob curadoria da artista plástica Pri Lorusso — reuniu 17 artistas e 68 obras, além de literatura, produtos e serviços. O evento contou ainda com uma apresentação de Pintura ao Vivo realizada por Pri Lorusso e Mamma Fire, enriquecendo a experiência artística do público.
Momentos Artísticos e Participações Especiais
A abertura ficou por conta da cantora Paola Fachinelli, ao som de piano. Os atores John e Carol Bassi realizaram cenas de dublê no palco, surpreendendo o público.
A YAH Church participou com uma belíssima apresentação musical, e a cantora Deborah Sylvia emocionou a plateia com sua performance.
Na homenagem à Bíblia – SBB, o grupo Ozamigos apresentou a música que reforçou a mensagem: “Depois da leitura da Bíblia, ninguém é o mesmo.”
O personagem Judá, o Leão, marcou presença especial na categoria Animação. A dançarina Carol Bassi apresentou a performance “Solo Vasos”, inspirada em Jeremias 18.
A cineasta Marina Liberato, filha do saudoso apresentador Gugu Liberato, participou da cerimônia, assim como a equipe da Haja Libras, responsável pela tradução e interpretação para a comunidade surda.
Os atores Brendha Haddad e Kainan Ferraz conduziram a abertura e apresentaram categorias; Bianca Pagliarin e John Bassi apresentaram as 10 categorias de Longa Metragem; Alexandre Canhoni e Giovanna Abbud conduziram as categorias temáticas.
A Curadoria do Festival foi oficialmente apresentada no palco, reunindo profissionais de destaque do audiovisual: Juliana Antunes, Aryanne Soares, Alexandre Odierna e Dyego Fernandes. Os curadores Renato Pereira e Fabiano Caza, que também integram o time, não puderam comparecer.
Homenagens
Personalidades que marcam a trajetória da fé e da comunicação cristã foram homenageadas:
Prs. Lamartine e Lylian Posela (YAH Church), representados pelo Pr. José Luiz Teixeira, Dr. Erni Seibert, CEO da SBB, Pr. e multiartista Juanribe Pagliarin (Paz e Vida) e o cineasta Miguel Nagle (4U Films).
Artistas e lideranças que marcaram presença
Baby do Brasil, empresário e influencer digital Agustin Fernandes, ex-prefeita Ana Karin Andrade, ator Felipe Folgosi, atriz Priscila Ubba, Marina Ragusa, executiva de Streaming, ator Olivetti Herrera, o diretor Elder Fraga, diretor Miguel Rodrigues, Marcos Freitas, Natália Simony, Selma Amaral, Daniela Flausino, Marcos Barriviera, Fernanda Barriviera, Fernando Carreño, Rodrigo Cristão, Jesher Cardoso, Martha Faria, Fabio Navarro, Dr Mauro e Paula Speranzine, Sula e Renato Marino e Kristhel Byancco.
Mensagem da Diretora — Veronica Brendler
Durante o evento, a diretora do FICC, destacou no palco:
“Estamos vivendo uma nova fase do cinema cristão. Este é um tempo de coroação. Não basta ser cineasta; é preciso ser, antes de tudo, filho(a) do Pai. Um rei só coroa seus filhos.” (1 Pedro 2:9).
Agradecimentos
A direção do FICC agradece ao Pastor Lamartine, à Pastora Lylian Posela e a toda a equipe da YAH Church por receberem o festival com tanto carinho e por somarem com nossa equipe na excelência de sua realização.
Uma igreja de visão ampla, que apoia a expansão dos valores cristãos por meio do cinema e da arte. Comprometida com a cultura, a YAH Church inspira pessoas a viverem uma fé autêntica e transformadora, manifestando o amor de Cristo em todas as áreas da sociedade.
Gratidão à Rádio Feliz FM, emissora oficial do FICC, pela ampla divulgação e pela cobertura ao vivo de todo o festival. Com anos de trajetória e presença consolidada em muitas cidades do Brasil, a Feliz FM alcança milhões de ouvintes diariamente, levando uma programação que inspira, consola e edifica vidas.
Agradecemos a todos os parceiros divulgados no Instagram oficial do @festivaldecinemaficc
LINK DA TRANSMISSÃO
A cerimônia completa pode ser assistida no link abaixo.
Observação: A cerimônia inicia às 17:47 no tempo do vídeo.
Segue o link da transmissão AO VIVO: https://www.youtube.com/live/TSv_0rEGTs0 Mini Documentário
Assista o mini documentário com os melhores momentos do FICC.
Link: https://youtu.be/7x8XZaBYMBc
VENCEDORES DA 9ª EDIÇÃO DO FICC
Melhor Ator de Longa Metragem
Jorge Mesquitta – O Retorno 2
Melhor Atriz de Longa Metragem
Daniela Paschoal – O Retorno 2
Melhor Ator Coadjuvante de Longa Metragem
Adriano Arbool – A Entrega
Melhor Atriz Coadjuvante de Longa Metragem
Lisandra Cortez – O Retorno 2
Melhor Diretor(a) de Longa Metragem
Fábio Faria – A Entrega
Melhor Produtor(a) de Longa Metragem
Wiltonauar Moura – A Entrega
Melhor Roteiro de Longa Metragem
Luciana Costa – O Retorno 2
Melhor Fotografia de Longa Metragem
Rogério Lemos – Tempo de Acreditar
Melhor Direção de Arte/Figurino de Longa Metragem
Elisandra Souza – A Casa da Montanha
Melhor Trilha Sonora Original / Melhor Música Original / Melhor Supervisão Musical de Longa Metragem
Moses Gomes – A Entrega
Melhor Série
Uma Garota de Fé
Melhor Média
Onde Estiver Seu Coração
Melhor Curta
Hagar e o Deus que vê
Melhor Documentário
Acenos da Amazônia
Melhor Clipe Musical
Enquanto Dói – Fernanda Brum
Melhor Animação
Autor da Vida
Melhor Games
Overcoming Fear – Saga’s Joshua
Melhor Produção do Minuto
A.I.n – Alma In natura [ ןִי ַע[
FILMES TEMÁTICOS
Melhor Filme Bíblico
Autor da Vida
Melhor Filme Evangelístico
Eugênio: Do Desconhecido ao lugar de Esperança (Documentário)
Melhor Filme Kids/Teen
A Parábola do Filho Pródigo – (Animação)
Melhor Filme Esportivo
Minhas Mãos (Média)
Melhor Filme Socioambiental
Sertão Clama (Documentário)
Melhor Filme com Audiodescrição e LIBRAS
Acenos da Amazônia (Documentário)
Melhor Filme Estrangeiro
Set Free – Fighting Human Trafficking in America (EUA)
Referência mundial no repertório clássico, o Ballet Clássico de São Petersburgo desembarca no Brasil para uma turnê por quatro capitais, apresentando pela primeira vez no país a sua aclamada produção de “O Quebra-Nozes”, em dois atos, com participação especial do astro Alexander Volchkov.
Com coreografia fiel à tradição russa e cenários e figurinos deslumbrantes, a montagem revive a magia natalina do clássico de Tchaikovsky, conduzindo o público da festa de Natal de Clara ao Reino dos Doces, em uma celebração de virtuosismo técnico, musicalidade e poesia cênica.
A presença de Alexander Volchkov – premier do Ballet Bolshoi e um dos mais bailarinos do mundo, como convidado – adiciona brilho extra aos grandes pas de deux, elevando a experiência a um patamar raríssimo nos palcos brasileiros.
“Apresentar ‘O Quebra-Nozes’ ao público do Brasil com nosso selo artístico é uma alegria imensa. É um balé que fala à criança que existe em todos nós, com música sublime e dança cristalina”, afirma a direção do Ballet Clássico de São Petersburgo.
Sobre o espetáculo
Título: Ballet Clássico de São Petersburgo – O Quebra-Nozes
Música: Piotr I. Tchaikovsky
Coreografia e estilo: tradição russa clássica (a partir de Marius Petipa/Lev Ivanov)
Elenco: solistas e corpo de baile do Ballet Clássico de São Petersburgo
Participação especial: Alexander Volchkov
Duração aproximada: 2h (com um intervalo de 15 minutos)
Classificação indicativa: Livre
Destaques artísticos
Grand Pas de Deux do 2º ato com presença de Alexander Volchkov
Corpo de ballet numeroso, seguindo a escola russa em uníssono impecável
Cenografia e figurinos de época que recriam o lirismo do conto de Hoffmann
Trilha sinfônica com a partitura integral de Tchaikovsky
Sinopse –
Na noite de Natal, Clara ganha de presente um quebra-nozes que, à meia-noite, ganha vida e a conduz por uma jornada encantada. Após a batalha contra o Rei dos Ratos, Clara e seu Príncipe viajam ao Reino dos Doces, onde são recebidos pela Fada Açucarada e celebrados com variações de danças do mundo. Ao som inesquecível de Tchaikovsky, “O Quebra-Nozes” é um rito de passagem sobre sonhos, coragem e fantasia.
Apresentação no dia 20 de novembro – quinta
Abertura dos portões: 18h
Local: Qualistage
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Classificação: Livre. Menores de 12 anos, somente acompanhado dos pais ou responsável legal
Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ / De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h – Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.