Artista plástica Duda Oliveira defende a importância da arte como instrumento de divulgação dos ODS na COP 30

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Suas telas tem como característica serem mergulhadas na Baía de Guanabara antes de serem trabalhadas

A artista plástica Duda Oliveira está na COP 30, participando das manifestações civis e dos debates sobre a importância da arte como instrumento de divulgação dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e do papel de ruptura com as práticas de enraizamento cultural não sustentáveis na Green Zone.

Conhecida por seu posicionamento pela defesa e conscientização sobre a preservação da vida, do meio ambiente, Duda Oliveira tem como característica em seu trabalho  mergulhar tecido lona crua na Baía de Guanabara, repleta de derivados de petróleo e dejetos de óleos, cujo aquecimento, alimento orgânico, estimulam a proliferação de fungos, resultando em um esfumaçado plástico natural peculiar em suas pinturas. As telas não foram pintadas, foram mergulhadas. E o branco que emergiu delas não era ausência, era prenúncio. Foi preciso calor, tempo, matéria, toque, escuta. E então, como num sussurro biológico, as cores nasceram do fundo: do fundo do mar, do fundo do mundo, do fundo da gente.

Duda Oliveira quer mostrar que a imagem da mulher também se transformou, sob a inspiração de novos modelos estéticos. A arte sempre em seu papel altruísta, apenas sinalizou o que já estava pungente e silenciado por antigos valores. Um dos motivos pelos quais defende os ODS.

Artista plástica contemporânea, niteroiense, que estudou arte experimental na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e História da Arte e da Arquitetura do Brasil, na Puc/Rio. Desde 2018 vem apresentando sua arte num ritmo intenso de exposições. Os trabalhos da artista vêm ganhando destaque nas Feiras Internacionais da Alemanha, Luxemburgo, em Salas Culturais em Portugal, nos Museus MASP, MAC Niterói, dentre outros relevantes espaços culturais no Brasil e exterior.

“Somente a arte tem o poder de propagar o acesso ao real e grande poder de transformação. A arte nos torna iguais, permitindo a verdadeira ordem democrática das coisas, a compreensão verdadeira e espontânea do belo”, diz a artista plástica.

Coletiva Escritoras Vivas lança 3ª coletânea: ‘Mulher Gonçalense tem Voz’ em São Gonçalo (RJ)

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Projeto que contou com oficinas de escrita e publicação de livro é viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab)

Quem tem direito à literatura? Essa pergunta inspira uma nova fase do coletivo – coletiva! – Escritoras Vivas, que volta a celebrar a potência feminina através da palavra. No dia 22 de novembro de 2025, a partir das 17h30, o Vírgula (Rua Carlos Gianelli, 235 – Centro, São Gonçalo) será palco do lançamento da coletânea “Escritoras Vivas: Mulher Gonçalense tem Voz”.

Trinta e seis autoras de São Gonçalo e cidades vizinhas transformaram suas histórias, dores e encantos em literatura, reafirmando que escrever é também existir. A coletânea nasce das Oficinas Literárias Escritoras Vivas: Mulher Gonçalense tem Voz, projeto realizado com recursos do Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).

O evento reunirá sarau, apresentações culturais e momentos de troca, reafirmando o que Antônio Cândido já defendia: a literatura é um direito humano, tão essencial quanto o pão ou o abrigo, porque alimenta o espírito e humaniza. Essa convicção pulsa em cada autora que, ao escrever, reivindica voz, pertencimento e o direito à literatura. Essas mulheres transformam a palavra em força e a memória em resistência. Cada texto é um gesto de vida que reafirma: enquanto houver palavra, haverá voz.

A programação do lançamento contará com performance artística do poeta gonçalense Rheinaldo Baso, apresentações musicais dos cantores Poliva e Dico & Lucas Bittencourt, e um sarau com microfone aberto para o público; além de sorteio de brindes.

Editada pela Mapa das Letras, a obra tem a capa assinada pela artista @suzane_escritora, que traduz em imagem o que o livro carrega em essência: a força criadora que nasce quando mulheres se reúnem para contar suas próprias histórias. O prefácio é da autora convidada Luana Rodrigues; e as orelhas do livro contaram com a escrita das autoras Ray Santana, de São Gonçalo; e Úrsula de Souza, de Maricá, que atualmente mora na Inglaterra.
No fim, o convite é também uma provocação: se a literatura é um direito de todos, como garantir que cada voz seja ouvida? No dia 22 de novembro, São Gonçalo responderá com arte, escuta e palavra viva.

 

Coletiva(o) Escritoras Vivas

O Coletivo Escritoras Vivas é um grupo feminino de mobilização e expressão cultural da cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, criado com o objetivo de dar mais visibilidade às mulheres escritoras. Iniciado em 2021 pelas ativistas literárias Yonara Costa, Cyntia Fonseca e Suzane Veiga, a coletiva oferece oficinas de escrita gratuitas para formar novas integrantes e promove diversas publicações como coletâneas de poemas, contos e crônicas. Hoje, já são mais de 100 mulheres impactadas direta e indiretamente; mais de 10 publicações, entre coletâneas e livros-solo, editados pela Mapa das Letras; e mais de R$ 150 mil captados em editais de leis de incentivo para viabilizar projetos literários para mulheres.

Autoras que participam desta coletânea: Alessandra Baptista, Ana Luísa Magalhães, Bete Pereira, Carla Andrade, Cindy Ximenes, Cintia Guimarães Cupe, Clara Kappaun, Cleia Nascimento, Cleise Campos, Conceição Souza, Deise Pontes, Elisangela Habitar, Eloise Longobuco, Fernanda Azevedo, Flavia Joss, Gabriella Baptista, Graciane Volotão, Helene Camille, Ivana Martins, Jaqueline Brito, Josi Gonçalves, Kelly Araújo, Laryssa da Motta, Lilia Pires, Lívia Lugão, Nilma Boechat, Paula Furtado, Rafaela de Fátima, Renatta Toledo, Silvana dos Anjos, Stella Dias, Suzane Veiga, Tábata Lugão, Tati Charmosinha, Vania Chavão, Yonara Costa.

Serviço

O quê: Lançamento da 3ª antologia das Escritoras Vivas – “Mulher Gonçalense tem Voz!” Evento gratuito com sarau, atrações culturais e o poder transformador da palavra feminina.

Quando: 22 de novembro de 2025
Horário: A partir das 17h30
Onde: Vírgula – Rua Carlos Gianelli, 235, Centro, São Gonçalo
Realização: Mapa das Letras – Coletivo Escritoras Vivas, com recursos do  Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).
Apoio: Nearwork e Vírgula.

Exposição “Maré é Mar” leva a discussão sobre racismo ambiental no Complexo da Maré para a galeria da UFF

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Exibição conta com fotografias e podcast produzidos por jovens da comunidade e estará aberta ao público dos dias 24 a 28 de novembro, no Instituto de Arte e Comunicação Social da universidade, em Niterói-RJ.

O Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, recebe de 24 a 28 de novembro a exposição “Maré é Mar”, que apresentará ao público obras criadas por jovens do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

A iniciativa é conduzida pelo grupo de pesquisa e extensão “Mídias, Redes e Jovens”, da UFF, em parceria com o Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (Ceasm), com apoio do Pulitzer Center, e tem como objetivo dar visibilidade às narrativas dos moradores sobre o racismo ambiental e seus efeitos sobre o cotidiano — tema que ganha ainda mais relevância em um momento em que o mundo volta seus olhos para a COP 30, conferência global do clima que reforça a urgência de discutir justiça ambiental e os impactos das mudanças climáticas nas periferias urbanas.

A mostra reunirá reportagens, podcasts e produções fotográficas realizadas por um grupo de 25 moradores da região, entre 14 e 20 anos, que já participam de projetos conduzidos pelo Ceasm. Ao longo da formação, que teve início em agosto de 2025, professores, estudantes de graduação e pós-graduação da UFF ofereceram oficinas de formação em linguagens jornalísticas, conduziram debates sobre justiça ambiental e deram mentoria para a produção das obras. O resultado deste trabalho é uma coleção de 30 fotografias sobre o território, com ênfase na Baía de Guanabara, e um podcast com quatro episódios chamada Maré é mar: vivências mareenses. A Maré guarda uma relação intrínseca com a baía, em torno da qual foram erguidas as primeiras casas da comunidade.

“O projeto se propõe a criar pontes entre a universidade e a favela, promovendo uma troca de saberes e experiências que enriquece a todos os envolvidos. Ao longo desses meses, vimos os jovens se reconhecerem como produtores de conteúdo e compreenderem a força das suas narrativas”, afirma Carla Baiense, professora do curso de Jornalismo da UFF e coordenadora do grupo Mídias, Redes e Jovens, responsável pela iniciativa.

A troca de experiências foi uma das marcas mais fortes do “Maré é Mar”. Em setembro, estudantes da UFF receberam no campus o grupo de jovens da Maré para uma imersão na cultura acadêmica. Além de conhecerem os espaços da universidade, os participantes puderam trocar experiências com estudantes da graduação em Jornalismo sobre o ingresso e a permanência no ensino superior e participar de oficinas práticas de produção jornalística.

“Os jovens estão aprendendo muito e também trazendo o aprendizado deles para a universidade. O importante é que entendam que podem, que conseguem e que têm o potencial de ingressar em uma instituição de ensino superior”, afirmou Cida Rodrigues, educadora do Museu da Maré e do CEASM, que acompanha o grupo.

Semanalmente, docentes e estudantes da UFF visitaram a sede do Ceasm, conhecendo de perto o território da Maré pela perspectiva dos próprios mareenses. Após o contato com a realidade acadêmica, foi a vez de os jovens moradores apresentarem a história, a cultura e as lutas da comunidade para os universitários, num tour guiado pelo Museu da Maré, o primeiro museu de favelas da América Latina.

Segundo a professora Carla Baiense, os resultados alcançados até aqui reafirmam o papel social da universidade pública e o potencial da comunicação como ferramenta de transformação. O acesso ao letramento midiático e informacional e o fortalecimento do vínculo entre a universidade e as comunidades periféricas também são apontados como ganhos do projeto.

“Projetos como o ‘Maré é Mar’ mostram que o jornalismo pode e deve ser um instrumento de emancipação e pertencimento. É na troca, na escuta e na coautoria que a extensão universitária ganha sentido, e a sociedade, novas vozes”, destacou Carla.

Como encontrar:

Exposição “Maré é Mar”

📅Inauguração: 24 de novembro de 2025

Horário: 16h – Roda de conversa com artistas

17h – Abertura da exposição

📍Galeria Gaia – Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF (IACS) – Campus do Gragoatá – Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/n, São Domingos – Niterói RJ

🎟️ Entrada gratuita e aberta ao público

🔗 Mais informações: aqui.

Sobre o projeto Mídias, Redes e Jovens

Com mais de dez anos de atuação, o Mídias, Redes e Jovens é um grupo de pesquisa e extensão que investiga as relações entre juventudes e comunicação, com foco nos hábitos de consumo de informação, nos padrões de uso das mídias e nas tendências digitais que moldam o cotidiano dos jovens. Integrando ensino, pesquisa e extensão, o grupo promove oficinas, cursos e campanhas digitais voltadas ao letramento midiático e informacional, com o propósito de incentivar a produção de conteúdo responsável e a leitura crítica da mídia.

Fotos (Créditos/Projeto Mídias, Redes e Jovens):

Turismo sul-africano cresce 25% e celebra retomada com presença marcante na Festuris 2025

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Aumento das chegadas, fortalecimento da parceria com a South African Airways e retorno à feira de Gramado marcam nova fase das ações da África do Sul no Brasil

A África do Sul segue em ritmo acelerado no mercado brasileiro. Em setembro de 2025, o destino registrou 45.803 chegadas de turistas brasileiros, um crescimento de 25,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado reforça a tendência de alta e consolida o país como uma das opções internacionais mais atraentes para esse público.

A boa notícia vem acompanhada de um passo estratégico: a South African Airways (SAA) aumentará sua frequência de voos a partir de dezembro, o que deve impulsionar ainda mais o número de visitantes.

“Com esse incremento, vamos conseguir atingir novos patamares de chegadas ainda este ano e em 2026. Estamos juntos com a SAA para fazer com que esse voo se torne permanente”, destaca Diogo Caldeira, diretor da TI Comunicações, agência que promove a África do Sul desde 2004 no Brasil.

Cenário favorável e nova postura do viajante brasileiro

O aumento das viagens à África do Sul reflete não apenas o trabalho de promoção contínuo desenvolvido desde 2004, mas também uma mudança de comportamento entre os viajantes brasileiros.

Cada vez mais pessoas buscam destinos além dos tradicionais Estados Unidos e Europa — seja pelas dificuldades de visto, pela alta do dólar e do euro ou por questões de acolhimento ao turista.

Nesse contexto, a África do Sul surge como uma alternativa vantajosa: o real vale cerca de três vezes mais que o rand sul-africano, o que torna o destino altamente competitivo em custos de hospedagem, alimentação, passeios e compras.

Outro ponto que vem se destacando é o aumento expressivo de famílias viajando para a África do Sul. A combinação de infraestrutura de qualidade e atividades para todas as idades — dos safáris às praias, passando por atrações culturais e parques naturais — tem atraído cada vez mais esse perfil de viajante, que busca experiências completas e autênticas.

Experiências únicas e diversidade incomparável

A África do Sul oferece um leque de experiências que vão muito além dos famosos safáris. São praias paradisíacas, montanhas imponentes, cidades vibrantes, uma história riquíssima, gastronomia surpreendente e vinícolas de renome mundial.

Essa combinação tem conquistado os brasileiros e contribuído para o crescimento constante do destino ao longo de 2025.

Presença estratégica na Festuris 2025

O retorno do Turismo da África do Sul à Festuris de Gramado, uma das principais feiras de turismo da América Latina, marca um momento especial.

“Nossa última participação ocorreu antes da pandemia, e voltar a estar presente em Gramado nos deixa extremamente contentes. Essa presença consolida ainda mais a ótima parceria que temos com a South African Airways”, afirma Diogo Caldeira.

O estande sul-africano deste ano está maior e reúne parceiros estratégicos como o renomado lodge de safári Mala Mala, a rede hoteleira Sun International e a operadora local Grosvenor Tours. O Consulado da África do Sul também participa, reforçando a integração entre os setores público e privado.

Próximos passos

A meta agora é fortalecer ainda mais a comunicação com agências, operadoras e com o público final, mostrando que o crescimento atual pode ser ainda maior com novos investimentos no mercado brasileiro para os próximos anos.

Foto: Emerson Souza

Geração lança livro sobre a história da luta contra a fome no Brasil

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O livro da historiadora Iraneth Rodrigues Monteiro, “A democracia contra a fome no Brasil” (Geração Editorial, 248 p, R$ 70,00) será lançado com sessão de autógrafos da autora, na próxima sexta-feira, 14 de novembro, na Livraria da Travessa de Botafogo, Rua Voluntários da Pátria, 97, Rio de Janeiro, a partir das 18 horas.

Palavras chave: Políticas públicas – Combate à pobreza – Desenvolvimento Social – Programa Fome Zero – Programa Bolsa Família – Segurança alimentar – Movimentos sociais – Governo Lula

SINOPSE

“A Democracia contra a Fome no Brasil”, segundo o professor João Maia, do Centro de Pesquisa e Documentação da História Contemporânea do Brasil –CPDOC da Fundação Getúlio Vargas – FGV, é a história coletiva da luta pelo direito à segurança alimentar, promovida por movimentos sociais, lideranças políticas e religiosas, partidos e intelectuais. Por meio de uma prosa objetiva, mas ao mesmo tempo comprometida com seu tema, a historiadora e gestora pública Iraneth Rodrigues Monteiro nos mostra os avanços e os recuos dessa história, bem como os conflitos e as controvérsias que são comuns às democracias de massa.

O panorama histórico descortinado pela autora permite ao leitor situar políticas recentes e bem-sucedidas, como o Bolsa-Família, na longa duração de iniciativas que vinham sendo gestadas desde a Constituição de 1988 e que ganharam uma formalização inicial ao longo dos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso. Iraneth Monteiro também oferece um olhar atento a episódios que hoje são menos lembrados, como a criação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar no governo Itamar Franco, em uma concertação que reuniu atores da sociedade civil, como o inesquecível Betinho, religiosos e políticos de esquerda.

Esta obra também revela informações pouco conhecidas sobre o complexo processo decisório que levou a primeira administração de Lula a integrar diferentes políticas sociais sob o manto do Programa Bolsa-Família, opção que selou o destino do Programa Fome Zero, seu “concorrente”, e marcou decisivamente a etapa final da história contada por Iraneth.

“A Democracia contra a Fome no Brasil” surge num momento delicado da conjuntura brasileira, em que o processo democrático impulsionado pela Constituição parece estar bloqueado. A ascensão global da extrema-direita e as ameaças autoritárias que ainda pairam sobre a República nos fazem olhar para a nossa história recente com incredulidade, como se a ambição daqueles tempos parecesse inverossímil. Mas, é justamente por estarmos em hora tão crítica que o livro de Iraneth Monteiro se faz relevante. Afinal, ele é o espelho no qual podemos rever a ousadia de nossos sonhos para reavivar a energia da democracia brasileira.

O livro tem prefácio do professor Luis Soares Dulci, ex-ministro do primeiro e segundo governos de Lula e posfácio de Miriam Belchior, atual Secretária-Executiva da Casa Civil da Presidência da República.

Para o professor Dulci, “a erradicação da fome no Brasil foi sem dúvida uma das maiores conquistas sociais – e éticas – da nossa história. Ela beneficiou mais de 40 milhões de pessoas que viviam em condições sub-humanas. Ao vencer a fome, o Brasil tornou-se uma referência técnica e política para outras nações que possuem o mesmo desafio.”

Já para a ministra Miriam Belchior, o livro de Iraneth decorre também “de sua própria trajetória de vida, marcada pela luta constante contra a fome e a miséria, que pude testemunhar de forma mais próxima em nossas ricas relações profissionais no governo federal ou à distância, antes e depois disso”.

Opinião de um mestre   

Uma história da luta contra a fome

A concepção e implementação das políticas de combate à fome e à pobreza durante os governos Lula e Dilma é uma das experiências mais bem sucedidas na história mundial das políticas sociais. Em “A democracia contra a fome no Brasil”, Iraneth Monteiro analisa o processo de criação dos programas Fome Zero e Bolsa Família à luz do debate teórico sobre o Estado de Bem-Estar Social e das particularidades do ordenamento jurídico-político estabelecido pela Constituição de 1988. Trata-se de uma obra fundamental tanto para especialistas e gestores públicos quanto para cidadãos e cidadãs comprometidas com a luta contra a desigualdade social e em defesa da dignidade humana.

ALEXANDRE FORTES – Professor Titular de História Contemporânea da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ

A AUTORA

Iraneth Rodrigues Monteiro, nascida em Itajaí, distrito de Nova Canaã, na Bahia, é mestre em História pelo Centro de Pesquisa e Documentação da História Contemporânea do Brasil –CPDOC da Fundação Getúlio Vargas – FGV e doutora na mesma área pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Foi chefe de gabinete do Governo do Estado do Rio de Janeiro, assessora especial da Presidência da República, secretária executiva da Secretaria Geral da Presidência da República e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Além disso, foi assessora especial do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Atualmente é coordenadora em gestão da Fundação de Apoio à Fiocruz, membro do Conselho de Administração da BB Tecnologia e Serviços, professora e especialista em políticas públicas.
Ficha técnica do livro

 A Democracia contra a Fome no Brasil

Autora: Iraneth Rodrigues Monteiro

Categoria: Ciências Sociais | Sociologia | Ensaio

Formato: 15,7 x 22,5 cm

Preço: R$70,00 impresso

Págs.: 248

ISBN: 978-65-5647-165-5

 

Cenáculo Fluminense de História e Letras convida para posse solene

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O Cenáculo Fluminense de História e Letras, sob a presidência de Matilde Carone Slaibi Conti, tem a honra de convidar você para a solenidade de posse do acadêmico Marco Antônio da Silva que ocupará a Cadeira nº 47, patronímica de José de Anchieta. O novo acadêmico sucede o Monsenhor Elídio Robaina e será saudado pelo acadêmico Nagib Slaibi Filho.

Data: 27 de novembro de 2025, quinta-feira, às 20h.
Local: Casa da Amizade
Endereço: Rua Murilo Portugal, 1130 – Charitas, Niterói – RJ

 

Samba da Praça agita Santa Rosa com programação gratuita neste fim de semana

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Entre os dias 14 e 16, música, gastronomia, moda, artesanato e espaço kids garantem atrações para toda a família na Praça Raul de Oliveira Rodrigues

O samba vai ser a trilha sonora do evento que vai reunir moda, gastronomia, artesanato, espaço kids, de sexta (14) a domingo (16), na Praça Raul de Oliveira Rodrigues, no Largo do Marrão, em Santa Rosa, com entrada gratuita. “Samba da Praça”, organizado pela Associação de Food Truck, promete três dias de música boa com programação para toda a família.

O “Samba da Praça” já virou tradição e ponto de encontro para quem valoriza a arte e o convívio ao ar livre, com uma programação cheia de ritmo para adultos e crianças. Na sexta-feira, o evento começa às 18h e, no sábado e domingo, às 10h. Na sexta, o último show acontece às 21h, no sábado, às 20h30 e domingo, às 20h.

 A música, na sexta-feira, fica por conta do Nosso samba com duas apresentações, às 19h e 21h. No sábado, tem Vando, às 11h e 13h; Pedro Ivo, às 14h e 15h30 e De Mãe para Filho, às 18h e 20h30. No sábado, a programação começa para a criançada com o grupo Criart no musical “Os Músicos de Bremem”, às 11h; seguido do Pagode com Pimenta, às 14h e 15h30 e do Samba de Mulheres, às 18h e 20h.

Todos os dias, um cardápio variado de comida de rua, cerveja gelada, artesanato e moda estarão disponíveis para o público, assim como área com cadeiras para descanso entre uma requebrada e outra. Diversão garantida pra ninguém botar defeito.

 

Serviço:

Programação: Samba da Praça

Data: 14 a 16 de novembro

Endereço: Praça Raul de Oliveira Rodrigues – Largo do Marrão – Santa Rosa – Niterói

Sexta-feira, 14 de novembro

* 18h – Abertura do evento

* 19h e 21h – Nosso Samba

Sábado, 15 de novembro

* 10h – Abertura

* 11h /13h– Vando

* 14h/15h30 – Pedro Ivo

* 18h/20h30 – De Mãe para Filho

 

Domingo, 2 de novembro

* 11h – Criart apresenta “Os Músicos de Bremem”

* 14h/15h30 – Pagode com Pimenta

* 18h/20h – Samba de Mulheres

 

 

 

Clariá, a nova surpresa da MPB e do pop, se apresenta no Palco Flash Sounds

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Será no dia 02/12, na Trends Brasil Conference, com as três músicas de seu EP Uma Parte de Mim

A mais recente surpresa da MPB e do pop, a cantora e compositora carioca Clariá, é uma das quinze escolhidas para se apresentar no Palco Flash Sounds, no dia 02 de dezembro, às 12h30, durante a 10ª edição da Trends Brasil Conference, evento de grande importância para a música. Nesse dia, Clariá apresentará seus três primeiros singles autorais – ’21’, ‘Astral’ e ‘Maresia’, acompanhada ao violão do seu produtor musical, Luiz Lopes.

Artista que vem crescendo e se consolidando no cenário nacional com uma identidade forte e musicalidade versátil, Clariá mergulha em suas raízes para celebrar sua essência e brasilidade, através de suas composições.

As três músicas formam o EP ‘Uma Parte de Mim’, que será lançado no dia 13 de dezembro, nas plataformas e YouTube, chegando ao mercado no momento em que a MPB atravessa fronteiras, é redescoberta pelo público jovem e ganha ousadia na voz de Clariá. Com produção musical de Luiz Lopes, e produção executiva de Paula Ramagem, o EP será lançado pela Caravela Records.

Links pré-save EP Uma Parte de Mim – https://hypeddit.com/xeqw9j

“Cantar essas músicas nesse evento tão importante é um sonho, uma emoção muito grande. Eu amo compor, escrever uma página na minha história artística é a soma das memórias. A cada palavra, uma descoberta, a cada nota cantada um facho de luz, a cada música uma tatuagem na minha trajetória”.

Para quem quer ouvir Clariá ou participar do Trends, é só entrar no link de venda e aplicar o cupom de desconto https://www.sympla.com.br/evento/trends-brasil-conference-2025-rio-de-janeiro-edicao-de-10-anos/2921686

Escolher a opção de ingresso DAY PASS 2 DEZEMBRO (ou outra data), e aplicar o cupom CLARIA20TRENDS, exclusivo para Clariá e seu público, com 20% de desconto. Válido para Day Pass em qualquer dia e Passaportes também.

A Trends Brasil Conference acontece entre os dias 2 e 4 de dezembro, na Expo MAG, Cidade Nova, Rio de Janeiro, RJ.

Redes: https://linktr.ee/aclariclaria

Instagram: @aclariclaria

Youtube: https://www.youtube.com/@aclariclaria

 

 

Instituto Bienal Amazônia e a Saphira Ventura Media & Entertainment promovem a Bienal Amazônia® 2025, em Belém, durante a COP 30

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O Instituto Bienal Amazônia e a Saphira Ventura Media & Entertainment promovem a Bienal Amazônia®️ 2025, em Belém, durante a COP 30, quando arte, cinema, ciência e inovação se unem para repensar o futuro do planeta. Entre exposições, conferências e experiências imersivas, a Bienal Amazônia®️ também apresenta o Earth Film Festival, uma mostra cinematográfica dedicada à Terra — às suas vozes, às suas lutas, às suas belezas. A Amazônia não será apenas tema. Será presença. Será inspiração viva. Um chamado global para criar, sentir e transformar.

Em novembro de 2025, Belém, PA, sediará a 1ª Bienal Amazônia, com a participação de artistas nacionais e internacionais, na exposição “Terra”, tornando-se uma das maiores exposições visuais do país. O objetivo de realizar a Bienal Amazônia durante a COP 30 é buscar o alinhamento com as discussões e decisões sobre mudanças climáticas e outras questões ambientais e sociais.

A Bienal Amazônia visa promover a cultura brasileira, especialmente a indígena, a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável, buscando conscientizar sobre a importância da floresta amazônica. Além da projeção da arte brasileira, a Bienal tem compromisso com o fortalecimento da economia local, geração de empregos e incentivo ao turismo na região.

Organizado pelo Instituto Bienal Amazônia, o Earth Film Festival mantém conexão direta com a COP 30, que será realizada em Belém. Os documentários finalistas do festival terão o privilégio de serem exibidos durante a conferência climática mais importante do mundo, ampliando o alcance das narrativas ambientais para uma audiência global. Além de Belém, os filmes finalistas do festival circularam por espaços estratégicos: Brasília (Senado Federal), Rio de Janeiro e Nova York, levando suas mensagens de consciência ambiental a diferentes públicos e contextos.

Earth Film Festival (EFF) tem como eixo central os 17 ODS da ONU — um pacto global para construir um futuro mais justo, inclusivo e ambientalmente equilibrado. O Festival celebra cineastas visionários que desafiam paradigmas e propõem futuros sustentáveis; exibe curtas e longas-metragens, documentários, animações e formatos experimentais; prioriza originalidade, relevância temática e impacto emocional; conecta públicos e comunidades por meio de painéis, oficinas e experiências imersivas.

Entre os artistas da exposição “Terra” estão Aline Coutinho, Alexandre Dantas, Bari Bing, Cati Alionis, Erika Nogueira, Ezo, Giselle Faganello, Jean & Nancy, Johnatan Hyder, Josie Mengai, Ju Chagas, Khaled Hafez, Lorenzo Marini, Loreni Schenkel, Luciana Grether, Marco Santos, María A. Teason , Mario Schuster, Meireles Junior, Odair Mindelo , Pedro Gui,
Regina Duarte, Tugba Celebi e Vilina Gaia, entre os dias 8 e 22 de novembro, no 
 Ibis Styles Belém Hangar – Styles Galeria

Artistas, fotógrafos, cineastas, videografistas, escultores, pintores, poetas, escritores, estilistas, arquitetos, empreendedores, criadores de arte digital, que fazem da sua criação uma solução para uma questão de sustentabilidade ou um apelo à preservação da natureza. Arte com propósito!


Co – curadoria:

Alcinda Saphira (NY)

Milene Coutinho (Belém)

Rosita Cavenaghi (SP)

Shereen Badr (Cairo)

Belém | COP 30 2025

COP 30: 8 a 21/11

Site:https://institutobienalamazonia.org/

Instagram: https://www.instagram.com/institutobienalamazonia/

Site: saphiraventura.com

Instagram: https://www.instagram.com/saphiraventuragallery

 

 

Niterói terá fim de semana com muitas atrações musicais em Piratininga e no Horto do Fonseca

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Festival Marazul e festa pelos 452 anos da cidade terão shows de artistas consagrados

Niterói vai viver um fim de semana de muita celebração musical com apresentações de grandes nomes como Simone, Beto Guedes e Martinho da Vila entre as principais atrações. Neste sábado (08) e domingo (09), o Festival Marazul, em Piratininga, e a festa pelos 452 anos de Niterói, no Horto do Fonseca, prometem movimentar a cidade com shows de artistas consagrados e homenagem a nomes que marcaram a música popular brasileira como Erasmo Carlos e Lô Borges.

Neste sábado (08), às 19h, o Festival Marazul, na Praça Luiz Gomes da Silva (antiga Praça do Toboágua), em Piratininga, apresenta o espetáculo “Marcos Sabino e Rick Ferreira convidam artistas de Niterói – Tributo a Erasmo Carlos”, com clássicos como “Mesmo que seja eu”, “É proibido fumar” e “Sentado à beira do caminho”. Às 21h, Simone encerra a noite celebrando 50 anos de carreira, revisitando sucessos como “Sob medida”, “Encontros e despedidas” e “Começar de novo”. A cantora também vai interpretar canções de Erasmo e Lô Borges.

No domingo (09), a partir das 19h, o Festival Marazul terá a presença da Orquestra de Sopros do Programa Aprendiz Musical, que vai prestar um tributo a Lô Borges, grande nome da música brasileira e um dos criados do Clube da Esquina, que morreu esta semana. Às 21h, Beto Guedes encerra o festival com um repertório repleto de clássicos como “Amor de índio”, “Feira moderna” e “Sol de primavera”.

A festa musical em Niterói também acontece no Horto do Fonseca, com shows gratuitos durante o fim de semana. O evento faz parte das comemorações pelos 452 anos da cidade. No sábado (08), a programação começa às 14h com o DJ Guilherme, seguido por Lary, Churky e João Gabriel.

O ponto alto da noite será o show de Martinho da Vila, às 18h30, com um repertório repleto de sucessos como “Disritmia”, “Casa de bamba” e “Canta, canta minha gente”. No domingo (09), após as provas do Enem, o som toma conta do Horto a partir das 19h, com apresentações de Joca, N.I.N.A. e 2ZDinizz, embalando o público com rap, MPB e ritmos afro-brasileiros. A DJ Talie comanda os intervalos e o encerramento da noite.

 

SERVIÇO:

Festival Marazul:

Data: 08/11 e 09/11 (sábado e domingo)
Local: Praça Luiz Gomes da Silva (antiga Praça do Toboágua), em Piratininga

 

Programação:

Sábado (8/11):

19h – Tributo a Erasmo Carlos com Marcos Sabino e Rick Ferreira

21h – Simone, comemorando 50 anos de carreira

Domingo (9/11):

19h – Tributo a Lô Borges com a Orquestra de Sopros do Programa Aprendiz Musical

21h – Beto Guedes

Entrada gratuita

Festa pelos 452 anos de Niterói:

Data: 08/11 e 09/11 (sábado e domingo)
Local: Horto do Fonseca

Endereço: (Alameda São Boaventura, 770), Zona Norte, Niterói

Programação principal:

Sábado (8/11):

14h – DJ Guilherme

15h – Lary, Churky e João Gabriel

18h30 – Martinho da Vila

Domingo (9/11):

19h – Joca, N.I.N.A. e 2ZDinizz

DJ Talie comanda os intervalos e o encerramento da noite

Entrada gratuita