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A 2ª edição do CAFÉ COM CACAU- setembro 2025, na Brasserie Reserva, no Reserva Cultural Niterói foi com o casal de artistas Claudia Galindo e Rodrigo Saramago, o tema abordado foi quando a arte une dois olhares – em um bate-papo sobre visões artísticas, projetos e inspirações – estilos diferentes que se complementam. O encontro falou de arte, amor e empreendedorismo.
Gratidão aos que compareceram e ao casal que passou uma mensagem maravilhosa unindo amor e arte!
Fotos: Toni Coutinho
Atração musical: saxofonista Rafael Gomes
Perfil Rodrigo Saramago
O escultor tem uma carreira de mais de 30 anos, com exposições no Brasil e no exterior. Rodrigo também ministra cursos e workshops em seus ateliers em São Francisco e Itaipu. Em seu currículo está a Escola de Belas Artes da UFRJ e a Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Presença marcante em exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior, Rodrigo Saramago revela em suas esculturas leveza e fluidez de suas obras, do bruto para o celestial através de uma atividade que reúne, mutuamente, força e flexibilidade. O seu mais novo projeto é a Galeria recém inaugurada em São Francisco -Niterói – RJ, que abriga obras do escultor localizada na Rua Guararapes 81 (em frente ao Hospital & Maternidade São Francisco).
Perfil Claudia Galindo
Com mais de 20 anos de vivência no mundo das artes, já realizou diversos cursos com profissionais renomados do mercado tendo participado de exposições nacionais e internacionais. Claudia está sempre buscando aprimorar técnicas de livre expressão, utilizando a Terra Cotta como fonte de matéria prima em seus trabalhos. Atualmente, desenvolve trabalhos com Cimento e Tecido, onde permite deixar fluir uma experiência única, porém sofisticada, às suas artes.
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Com canções de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga e Francis Poulenc, “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” celebra a colaboração artística entre França e Brasil
A Ópera de Paris, maior casa lírica da França e uma das mais importantes do mundo, chega ao Rio de Janeiro com um recital inédito no Brasil, que marca o retorno da companhia ao país após 23 anos. “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” terá apresentação única e gratuita nesta sexta-feira (26), às 19h, no Teatro Firjan SESI Centro, integrando a programação oficial da Temporada França-Brasil 2025. Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.
O recital reúne obras de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Reynaldo Hahn, Francis Poulenc, entre outros artistas consagrados em ambos os países. O repertório será interpretado pelo corpo de residentes da Ópera de Paris, formado por solistas de diversas partes do mundo. Amandine Portelli (França), Antoine Dutaillis (França), Bergsvein Toverud (Estados Unidos e Noruega), Clemens Frank (Áustria), Daria Akulova (Ucrânia), Isobel Anthony (Estados Unidos), Lorena Pires (Brasil), Luis Felipe Sousa (Brasil) e Sima Ouahman (França) compõem o elenco internacional da temporada.
Aclamados na Opéra Bastille, em Paris, os solistas da Academia da Ópera de Paris interpretam canções que propõem o diálogo entre melodias francesas e brasileiras, celebrando os 200 anos de relações entre os dois países. Juntam-se aos artistas dois brasileiros convidados: o pianista Ramon Theobald e a cantora Juliana Kreling.
No dia 11 de outubro, a Ópera de Paris apresenta o concerto “Bizet e seus Contemporâneos” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Serão interpretadas uma seleção de romances, melodias, peças líricas e duetos, revelando diferentes facetas da obra de Georges Bizet (1838-1875) para além das mais conhecidas. O terceiro lote de ingressos estará disponível para venda nesta sexta (26).
Sobre a Academia da Ópera Nacional de Paris:
Criada em 2015, a Academia da Ópera Nacional de Paris concentra suas missões em três eixos: transmissão, formação e criação. A Academia se organiza em duas áreas: a área de formação profissional, destinada a jovens artistas e artesãos, e a seção de educação artística e cultural, com diversos programas e uma programação destinada ao público jovem. A cada temporada, cerca de trinta artistas de todo o mundo ingressam no programa de residência da Academia para aprimorar suas habilidades na Ópera de Paris. Os artistas participam de produções na Ópera Bastilha e no Palais Garnier, além da programação de concertos, recitais e espetáculos. A Academia também oferece um percurso de treinamento avançado em artes e ofícios para jovens artesãos que desejam aprender as habilidades e técnicas específicas dos ateliês da Opéra de Paris. Os programas de educação artística e cultural da Academia (L’Opéra en Guyane, OpérApprentis, L’Opéra pour moi aussi, Dix Mois d’École et d’Opéra, ADO – Apprentissage de l’Orchestre, etc.), desenvolvidos em escala nacional, permitem que uma ampla gama de públicos descubra ativamente o mundo da ópera e do balé. Além disso, sua programação concebida especialmente para o público jovem, a partir de 6 meses de idade, permite que cerca de 20.000 novos espectadores a cada temporada conheçam obras, artistas e companhias de todo o mundo, com atenção especial ao público com deficiência e cerca de trinta apresentações escolares.
SERVIÇO:
“Mélodies françaises, Melodias brasileiras”
Data: 26/09, às 19h
Local: Teatro Firjan SESI Centro – Av. Graça Aranha, 1 – Centro, Rio de Janeiro
Capacidade: 338 pessoas.
Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.
Ingressos gratuitos. Sujeito à lotação.
“Bizet e seus Contemporâneos”
Data: 11/10, às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro
Capacidade: 2.361
Tempo de duração: 1h30min
Ingressos:
Frisas e Camarotes – R$60,00
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior e Lateral – R$30,00
Galeria Central e Lateral– R$15,00
https://feverup.com/m/378288
O terceiro lote abrirá no dia 26/09.
Foto: Vincent Lappartient/OnP
Amandine Portelli – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos
Iniciou sua formação artística na dança clássica e descobriu o canto aos 8 anos no Coro de Meninas da Maîtrise de Bordeaux, tornando-se rapidamente solista. Estudou canto no Conservatório de Bordeaux com Maryse Castets e, desde 2020, tem se apresentado sob a direção de nomes como Salvatore Caputo e Raphaël Pichon. Estreou na Ópera Garnier em L’Enfant et les Sortilèges. Vencedora de concursos internacionais, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2024.
Antoine Dutaillis – França (pianista) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras
Antoine Dutaillis é pianista, maestro e preparador vocal francês. Formou-se com distinção em regência no Conservatório de Paris e foi assistente de maestros como Alexandre Bloch, Alain Altinoglu e Semyon Bychkov. Como pianista, trabalha com solistas e instituições renomadas, além de atuar em projetos educativos e inclusivos. Ingressou na Academia da Ópera de Paris em setembro de 2024, e estreia como maestro convidado com as orquestras de Lille e da Picardia na temporada 24/25.
Bergsvein Toverud – Estados Unidos e Noruega – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos
O tenor americano-norueguês Bergsvein Toverud é mestre pela Eastman School of Music e bacharel pela Universidade Furman. Foi premiado pela George and Nora London Foundation e pelo concurso Laffont do Metropolitan Opera em 2023. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2024.
Clemens Frank – Áustria – Bizet e seus Contemporâneos
Clemens Frank estudou canto na Universidade de Música de Viena, onde concluiu o bacharelado com distinção e iniciou o mestrado em Vocal Performance. Venceu os concursos Zukunftsstimmen e Lions Music Award Áustria, e foi finalista do SWR Junge Opernstars 2024. É bolsista do fundo Anny Felbermayr. Em setembro de 2024, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris.
Daria Akulova – Ucrânia – Bizet e seus Contemporâneos
Nascida em Dnipro, na Ucrânia, Daria Akulova iniciou-se no canto e nas artes dramáticas aos 5 anos. Formada em canto e piano, venceu o concurso nacional B. Gmyrya em 2016. Estudou na Academia Tchaikovsky de Kiev, onde obteve graduação e mestrado. Em 2022, recebeu bolsa presidencial e venceu o Concurso Internacional de Música de Lugano. Participou de concertos na Suíça, Itália, Bulgária e Ucrânia. Em 2024, ingressou na Academia da Ópera de Paris.
Isobel Anthony – Estados Unidos – Bizet e seus Contemporâneos
A soprano Isobel Anthony estreou na Lyric Opera de Chicago e na Santa Fe Opera, com destaque para The Righteous, de Gregory Spears, e Der Rosenkavalier, de Strauss. Participou de estreias mundiais de compositores contemporâneos na Bienen School of Music. É mestra em canto e ópera pela Northwestern University e bacharel em Linguística pela Universidade de Yale. Em setembro de 2024, passou a integrar a Academia da Ópera Nacional de Paris.
Lorena Pires – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos
A soprano Lorena Pires é bacharel em Canto pela Faculdade de Música do Espírito Santo. Estreou profissionalmente em 2019 e, desde então, vem interpretando papéis como Zweite Dame (Die Zauberflöte), Arbace (Catone in Utica), Lauretta (Gianni Schicchi) e Anna (Nabucco). Em 2024, fez sua estreia internacional no Uruguai com a Camerata Antiqua de Curitiba. Premiada em concursos nacionais, é considerada o novo destaque da cena lírica brasileira. Participou de recital na Ópera de Paris em abril de 2025 e fará seu debut como Clara em Porgy and Bess no Theatro Municipal de São Paulo. Ingressa como residente na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2025.
Luis Felipe Sousa – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos
Natural do Brasil, Luis Felipe Sousa é formado em canto lírico pela Universidade de São Paulo e mestre em musicologia e interpretação pela Unicamp, onde atuou no Ópera Studio e no coro contemporâneo de Campinas. Iniciou sua carreira como solista na companhia Minaz, em Ribeirão Preto, e desde então interpretou papéis como Figaro, Don Basilio, Seneca e Simone. Premiado em diversos concursos nacionais e internacionais, apresentou-se no Brasil e na Europa, incluindo Itália, Alemanha, Áustria e Luxemburgo. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023, onde atuou em Street Scene, L’Isola Disabitata e L’Enfant et les Sortilèges.
Sima Ouahman – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos
Nascida em Paris e radicada em Bordeaux, a soprano irano-marroquina Sima Ouahman iniciou seus estudos musicais aos sete anos no Conservatório de Bordeaux. Descobriu o canto lírico na classe de Maryse Castets e aperfeiçoou-se com mestres como Claudia Visca e Béatrice Uria Monzon. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023. Em 2025, recebeu o Prêmio Lírico da AROP.
Juliana Kreling – Brasil (artista convidada) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras
A soprano brasileira Juliana Kreling iniciou seus estudos aos 8 anos no projeto Vale Música, em Belém, e estreou aos 18 como Serpina em La Serva Padrona, no Theatro da Paz. Atuou em produções como Suor Angelica, Amahl and the Night Visitors e As Bodas de Fígaro. Estudou na UNICAMP e no Conservatório Leo Kestenberg, em Berlim, além de integrar o estúdio de ópera de Carlos Montané, nos EUA. Cantou as Bachianas nº5 ao lado de David Chew. Atualmente, cursa canto na Universidade Mozarteum de Salzburgo com Michèle Crider e se apresenta como solista em igrejas e salas de concerto na Áustria.
Ramon Theobald – Brasil (artista convidado) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras
Natural do Brasil, Ramon Theobald é formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com passagem pela Hochschule für Musik de Karlsruhe por meio de bolsa do DAAD. Trabalhou com artistas como Jessica Pratt, Lawrence Brownlee, Lisette Oropesa e Yusif Eyvazov. Premiado em diversos concursos no Brasil, apresentou recitais no país e na Alemanha. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris de 2021 a 2023.
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A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) celebrou, na noite desta terça-feira (23/09), os 80 anos da tradicional Feira de São Cristóvão em solenidade realizada no Palácio Tiradentes, sede histórica do Parlamento fluminense. Em 2023, a Alerj aprovou um projeto de lei da deputada Tia Ju (REP), que reconhece a feira como Patrimônio Histórico, Turístico, Cultural e Gastronômico do Estado.
“É um espaço não somente de tradição e cultura, mas um local que marca a luta e resiliência de um povo que saiu da sua terra natal e que escolheu Rio de Janeiro como sua residência. Com pequenas barracas, de uma forma bem artesanal, começaram a feira. Hoje, ela funciona em um pavilhão. Isso já perdurou 80 anos”, celebrou Tia Ju.
Ainda segundo a parlamentar, tramita na Casa o requerimento para a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura e Tradições Nordestinas.
Realização de sonhos
Feirante há mais de 28 anos, Jerlany Versia contou que, para ela, a Feira de São Cristóvão é sinônimo de acolhimento. “A gente vem do Nordeste com sonhos e a feira realizou todos os meus. Criei meu filho lá, com muita luta e trabalho, e falo que ela nos proporciona muita coisa”, expressou.
Já o diretor da Comissão dos Feirantes do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, Luiz Carlos dos Santos, relatou como começou a se dedicar à feira. “Quando entrei, em 2009, eu nem queria, mas fui criando uma paixão e, depois, mais ainda porque meu pai é nordestino. Hoje, no quarto mandato na direção da feira, eu passei a lutar por esse lugar e agradeço a quem faz ela andar: os clientes, os músicos e, por fim, a comissão”, agradeceu.
Homenagens
Durante a solenidade, foram entregues honrarias em reconhecimento à Feira de São Cristóvão. Músicos, bandas e artistas que se apresentam no espaço receberam o Diploma Cultural Agamenon-Marabá. Já os feirantes mais antigos e integrantes da diretoria da feira foram agraciados com o Diploma de Mérito Legislativo.
No encerramento das homenagens, também foi concedida Moção de Aplausos, Louvor e Congratulações em comemoração aos 80 anos do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, onde a feira funciona.
Foto: Octacílio Barbosa
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Roteirista conhecido por sucessos no cinema e na TV estreia como dramaturgo e diretor com a peça “Não é você, sou eu”
O roteirista Léo Luz, niteroiense, estreia como dramaturgo e diretor teatral com a peça “Não é você, sou eu”. O espetáculo chega ao palco do Teatro Cândido Mendes, em Ipanema, no dia 10 de outubro, às 20h, e fica em cartaz até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras.
Com carreira consolidada no audiovisual, Léo foi roteirista dos filmes Até que a Sorte nos Separe 3 e Incompatível, além de ter participado da terceira temporada da série Vai que Cola. Também foi cofundador do canal de humor Parafernalha, onde atuou como redator final. Agora, ele se lança no teatro com um texto inspirado em parte em seus próprios relacionamentos e em conversas que ouve no dia a dia. “Escutar conversas alheias é quase um esporte para mim”, brinca o roteirista. “E como minha vida amorosa é uma tragicomédia, não me faltou material”, explica.
Segundo ele, a decisão de transformar os textos em espetáculo veio de uma inquietação criativa. “Percebi que eles poderiam funcionar bem no palco, que é um espaço que eu nunca tinha explorado, nem como autor nem como diretor. Para não perder o controle criativo, decidi produzir e dirigir a peça eu mesmo.”
Apesar de lidar com situações amorosas que podem parecer catastróficas, Léo afirma que busca sempre transmitir uma mensagem otimista. “Seja em textos mais românticos ou de comédia, no fim do dia o amor sempre vale a pena. E quando ele é engraçado, melhor ainda.”
O elenco conta com Amanda Iglesias, atriz e dubladora com trajetória no cinema e na TV; Carolina Rial, jovem atriz formada no Tablado; Douglas Felix, ator e humorista com passagens por novelas, cinema e stand-up; e Bernardo Peixoto, formado pela CAL e com experiências no teatro e na televisão. Sobre a escolha do time, Léo revela: “Eu já tinha em mente meu amigo Douglas Félix e pedi que ele me indicasse outros nomes de confiança. Foi assim que cheguei a Carol, Bernardo e Amanda. Brinco que essa peça é quase um cabide de empregos do Douglas”, diverte-se.
“Não é você, sou eu” marca também a estreia de Léo no teatro. “É a minha primeira peça, tanto como autor quanto como diretor. Aos 45 anos, é praticamente o início de uma nova carreira. Me sinto com 25, só que com joelhos ruins e uma hérnia de disco. A semelhança é que continuo no Tinder”, ironiza.
Para o diretor, a identificação imediata com o público é um dos trunfos da montagem. “Todo mundo já viveu um término, uma paixão repentina ou um mal-entendido que parecia trágico e depois virou história engraçada para contar. É isso que queremos levar para o palco: a possibilidade de rir e se emocionar com aquilo que nos torna humanos.”
Serviço
Peça: Não é você, sou eu
Texto e direção: Léo Luz
Elenco: Amanda Iglesias, Carolina Rial, Douglas Felix e Bernardo Peixoto
Estreia: 10 de outubro (sexta-feira), às 20h
Em cartaz: até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras
Local: Teatro Cândido Mendes – Rua João Cabral de Melo Neto, 222, Ipanema, Rio de Janeiro
Ingressos: Sympla
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Mais de 20 milhões de cópias vendidas, 38 discos lançados e 35 temas de novela, é assim que a banda Roupa Nova segue com números que impressionam e shows cada vez mais lotados. Uma trajetória aplaudida de pé por quem conhece a história da única banda com 4 décadas de estrada e a mesma formação desde o início em atividade no Brasil.
Considerado um dos melhores shows nacionais, Roupa Nova atrai para suas apresentações um público dos mais diversos. São gerações que atravessaram as mudanças na música e seguem fiéis em cada palco que pisam Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko, Nando, Paulinho (in memorian), Serginho Herval e Fábio Nestares, que chegou para somar.
Tudo começou em 1980 quando foram chamados para gravar um tema de final de ano da rádio Cidade. Mariozinho Rocha, produtor naquela ocasião, sugeriu que o nome da banda mudasse para o que hoje é um nome conhecido e amado por todo Brasil.
Quando o assunto é trilha de novela, Roupa Nova é recordista, são responsáveis por tocar o “Tema da Vitória”, composto e arranjado por Eduardo Souto Neto, que mais tarde se tornaria tema de Ayrton Senna, pela música tema do “Xou da Xuxa” e do “Vídeo Show”, todos da Rede Globo, além do “Rock in Rio”. Nas canções mais famosas estão Whisky a Go-Go, Dona, Volta pra Mim, Anjo, Seguindo no Trem Azul, A Viagem, Coração Pirata, entre muitas outras.
Vencedores do Grammy Latino de melhor álbum pop contemporâneo brasileiro com o disco Roupa Nova em Londres, gravado em 2009 nos estúdios de Abbey Road na capital britânica, a banda acumula discos de ouro e platina, como com o álbum Roupa Nova 30 anos, de 2010. Em 2015, o grupo lançou o CD e DVD Todo Amor do Mundo, que conta com participações de Tico Santa Cruz, Alexandre Pires, Ed Motta e Angélica. O disco intercala canções e narrativas trazendo partes da história da banda desde antes do seu início, na década de 1960.
Dentre as parcerias que a banda já fez ao longo de toda a carreira estão Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Rita Lee, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Fagner, Steve Hackett, David Coverdale, Fafá de Belém, Lulu Santos, Leandro & Leonardo, Daniel, Ney Matogrosso, Luan Santana, Maite Perroni e outros.
Sempre inovando, nesses 40 anos de muitos acordes, a banda lançou o álbum As Novas do Roupa, composto por 11 canções inéditas, que estão disponíveis nas principais plataformas digitais.
Em 2020 a banda comemorou 40 anos de carreira e havia preparado um grande evento para a gravação do projeto comemorativo, mas com a chegada repentina da pandemia por conta da COVID-19, o show foi adiado. No mesmo ano, Roupa Nova perdeu um de seus integrantes. Paulinho faleceu em 14 de dezembro deixando um vazio e muita saudade no coração de todos os admiradores da banda.
Em 2022 a banda gravou um inédito e emocionante projeto comemorativo aos 40 anos, com participações especiais de ANAVITÓRIA, Daniel, Marcos & Belutti, Melim e Tiago Abravanel, que deram voz a sucessos que transcendem as barreiras da música. Dando continuidade ao sonho da banda com uma linda e merecida homenagem ao Paulinho, Roupa Nova usou uma holografia do ídolo, que interpretou junto aos demais integrantes a canção “Os Corações Não São Iguais”, fazendo as mais de 10 mil pessoas presentes irem às lágrimas no Rio de Janeiro.
Oficialmente fazendo parte da banda, Fábio Nestares entra para somar, e passa a ser o sétimo Roupa Nova, assumindo os vocais ao lado dos demais integrantes.
O ano de 2023 chegou trazendo lançamentos e novidades. Disponível nas plataformas de streaming, Roupa Nova 40 anos também está disponível para assinantes Globoplay e no YouTube oficial da banda.
Uma das grandes novidades deste ano, foi o “Navio Roupa Nova 40 anos”, que coroou a grande história de uma das maiores bandas brasileiras em atividade. Promovido pela PromoAção, principal empresa de navios temáticos do mundo, a embarcação saiu em março de com cabines esgotadas.
ROUPA NOVA
Apresentação Data Extra: 26 de setembro às 21h30 – Abertura dos portões: 19h30
Apresentação: Dia 27 de setembro às 22h – Abertura dos portões: 20h / ESGOTADO
QUALISTAGE: AV Ayrton Senna, 3000 – VIA PARQUE SHOPPING
Classificação: 18 anos. Menores de 18 anos, apenas acompanhados dos responsáveis legais
A partir de R$ 97,50
Venda: https://qualistage.com.br/roupa-nova
Ou na Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, RJ
De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h
Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.
Capacidade da casa: 9 mil em pé / 3.500 sentados
Acessibilidade
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“Upcycled Factory’ é a primeira exposição individual do artista EZO, em Nova York, reconhecido por transformar materiais descartados em potentes comentários sociais e poesia visual, com curadoria de Alcinda Saphira e co-curadoria Mariana Bahia, na Galeria Saphira & Ventura. O lixo urbano atravessa o Atlântico e renasce nas mãos do artista visual contemporâneo EZO, natural de Nilópolis, subúrbio do Rio de Janeiro.
“O trabalho de EZO se alinha perfeitamente à visão contemporânea da galeria, abordando temas como vida urbana, identidade e cultura de rua. Sua estética – que mescla objetos descartados e a realidade cotidiana dos subúrbios do Rio – oferece uma perspectiva nova e inovadora”, observa Alcinda Saphira, curadora da Galeria Saphira & Ventura.
A escolha de apresentar o trabalho de Ezo em Nova York reflete uma valorização do talento dele, que emerge de contextos culturais específicos, uma geometria elegante e trabalha com cores vibrantes mas que possuem uma ressonância universal. Este momento é importante para destacar a diversidade de vozes na arte contemporânea, especialmente aquelas oriundas do subúrbio carioca, que muitas vezes permanecem à margem dos circuitos tradicionais. Além disso, a galeria busca fortalecer a troca cultural entre o Brasil e Nova York, promovendo um diálogo entre diferentes realidades urbanas e culturais.
O público de Nova York, com sua vasta experiência em narrativas urbanas e culturais diversas, se identifica com o trabalho de Ezo ao reconhecer elementos universais de urbanidade, resistência e identidade.
A estética e as histórias transmitidas por Ezo refletem experiências comuns às cidades globais—como a busca por expressão, pertencimento e transformação social—mesmo que suas referências específicas sejam do subúrbio carioca. Assim, seu trabalho serve como uma ponte que conecta diferentes realidades urbanas, promovendo empatia e compreensão.
A galeria identifica em EZO uma voz autêntica, com relevância global e potencial de diálogo entre comunidades urbanas distintas. O momento atual da cena de Nova York valoriza perspectivas de periferia, imaginação urbana e crítica social, tornando a exposição de EZO particularmente oportuna para ampliar a pluralidade de vozes na programação.
A exposição acontece de 01 a 15 de outubro, com abertura no dia 02, das 18h às 20h. Entre os dias 19 e 30 de setembro, ocorre a residência imersiva do artista, na Saphira & Ventura. No dia 9, Ezo se encontra com o jornalista e crítico Peter Ortega, que vai falar sobre o trabalho do artista, com a presença de outros curadores e artistas, público e imprensa.
Sobre Ezo
Ezo reescreve o que foi descartado. CDs, discos de vinil, disc lasers e toldos, reaparecem como superfícies de cor e textura, revelando camadas de memória urbana. Sua prática do reuso transforma precariedade em potência, crítica em beleza, gesto político em poética visual. O que a cidade abandona, o artista reconfigura como narrativa e corpo, devolvendo à matéria um sentido de permanência.
Aqui, o público é convidado a ver de perto as cicatrizes dos materiais, fragmentos que se tornam imagem, resíduos que se tornam futuro. Uma estética de sobrevivência que insiste em criar beleza.
Serviço
Exposição: Upcycled Factory
Artista: Ezo
Instagram: @ezo_art_
Curadoria: Alcinda Saphira ( NY)
Co-curadoria: Mariana Bahia
Produção: Mariana Lemos
Período exposição: 01 a 15 de outubro
Abertura : 2 de outubro, das 18h às 20h
Residência imersiva: 19 a 30 de setembro
Dia 9 de outubro
Encontro com o Crítico e jornalista Peter Ortega: 09 de outubro
Local: Saphira Ventura Gallery
4W 43rd St , 4th FL, New York, NY-10036
RSVP info@artSVgallery.com
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Instagram: @saphiraventuragallery
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O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, destaca que a cidade tem a cultura como um pilar de desenvolvimento, oferecendo diversas atrações e fomentando a economia.
“É uma honra para Niterói receber esse show tão especial, acessível a todos. Iniciamos o programa Circuito Quatro Estações da Música nos meus mandatos anteriores e retomamos com encontros de nomes da música brasileira que fortalecem nossa identidade e tradição musical, além de abrir espaço para artistas da cidade e atrair visitantes e turistas”, afirma ele.
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Entre a tarde de sexta-feira e a noite de domingo, a Praça Getúlio Vargas, em frente à Praia de Icaraí, Zona Sul de Niterói, vai fervilhar de atrações para todas as idades no Festival da Primavera, uma realização da Associação de Trucks e Feirantes de Niterói (Atruf) com produção do Orla Gourmet. A programação reunirá shows musicais de vários gêneros, feira de moda e gastronomia, além de área kids. Na sexta-feira, o evento começa às 16h e nos demais dias, às 10h, com encerramento às 22h. Como o espaço é público, a entrada é gratuita e a diversão garantida.
Na sexta-feira (19), terá feira de moda e de gastronomia, além de show da banda Bloody Mary em dois horários, 18h30 e 20h30. Fundado em Niterói no ano de 2012, o grupo tem fã clube fiel e é conhecido por misturar estilos musicais, especialmente o rock retrô, com um repertório versátil e animado, focado nas músicas para dançar e cantar junto numa pegada irreverente e festiva. Boa pedida pra sextar.
No sábado (20), a programação artística começa às 13h com o CRIART -Recreação para crianças Atípicas, seguido do Violúdico às 15h30, também para o público infantil. Às 18h30 sobe ao palco o grupo “Os Imortais” com o cantor Valério Araújo – Poeta Exagerado, como o nome sugere, cover do roqueiro Cazuza. Às 20h30, será a vez de “Os Imortais” com Nino Russo, relembrando as músicas do poeta Renato Russo.
Domingo (21), último dia do evento, os shows começam às 11h, com o samba de Pedro Ivo. Às 13h e 15h30, será a vez das crianças com CRIART seguido de apresentação do grupo Lekolé. Encerrando o evento, às 18h30 e 20h30, a Praça Getúlio Vargas vai virar um grande salão de dança com a Resenha do Carvalhal, profissional de dança de salão, conhecido pela sua condução impecável, musicalidade e cadência dos passos.
Nos três dias de evento, haverá praça de gastronomia, cervejarias e espaço moda, funcionando das 10h às 22h.
Local: Praça Getúlio Vargas – Icaraí, Niterói
Datas: 19, 20 e 21 de setembro
Horários: sexta às 16h | sábado e domingo a partir das 10h
Entrada franca
Programação musical e cultural:
Sexta (19/09):
18h30 – Bloody Mary
Sábado (20/09):
10h – Abertura
13h – Criart – Recreação para crianças atípicas
15h30 – Violúdico (atração infantil)
18h30 – Os Imortais – Valério Araújo canta Cazuza
20h30 – Os Imortais – Nino Russo canta Renato Russo
Domingo (21/09):
11h30 – Pedro Ivo
14h30 – Criart – Recreação para crianças atípicas
15h30 – Lekolé (peça infantil)
18h30 – Resenha do Carvalhal