Prefeitura de Niterói e Polícia Civil assinam acordo de cooperação para criação da Cidade da Polícia em Niterói

Complexo vai abrigar delegacias de Repressão a Entorpecentes, Roubos e Furtos de Automóveis e Roubos e Furtos de Cargas

O prefeito Rodrigo Neves recebeu, nesta segunda-feira (27), o secretário da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, delegado Felipe Curi, para a assinatura do acordo de cooperação para a criação da Cidade da Polícia, em Niterói. A Prefeitura vai investir R$ 4 milhões na parceria, que tem previsão de entrega em janeiro de 2026.

O complexo vai abrigar a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e a Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), e ficará perto do Mercado Municipal e da Delegacia de Homicídios (DH), que funciona desde 2014, durante o primeiro mandato do prefeito Rodrigo Neves.

O prefeito celebrou o acordo, que vai ajudar a melhorar ainda mais os índices de segurança da cidade. Rodrigo Neves destacou os investimentos feitos nos últimos 10 anos e reforçou a importância da cooperação com a Polícia Civil, que vai impactar Niterói e os municípios vizinhos.

“Niterói, nos últimos 10 anos, foi a cidade que fez o maior investimento em segurança pública no país. Os resultados dessa parceria com as polícias Civil e Militar, além da atuação da própria Guarda Municipal, estão na redução dos índices de criminalidade, com a melhoria da sensação de segurança pública. É uma conquista histórica, não só para a população de Niterói, mas para municípios próximos e da Região dos Lagos”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves.

Para o delegado Felipe Curi, o complexo com diversas delegacias atuando em conjunto vai contribuir no combate ao crime organizado.

“Agradeço todo o apoio que a Prefeitura de Niterói vem dando à nossa instituição e às nossas delegacias. Pretendemos colocar mais três delegados titulares de cada unidade e cerca de 120 a 150 policiais civis trabalhando com um olhar especializado e interligado. Vamos ter um grande avanço aqui no combate ao crime organizado”, disse o secretário da Polícia Civil.

O secretário do Gabinete de Gestão Integrada Municipal da Prefeitura de Niterói, Felipe Ordacgy, também ressaltou a relevância do complexo de delegacias especializadas.

“Teremos um salto de qualidade nas investigações e ações de grande efetividade e de resposta ao crime através do uso integrado de um laboratório de inteligência policial das delegacias especializadas”, afirmou Felipe Ordacgy.

Também estiveram presentes na assinatura do acordo o secretário de Ordem Pública, Gilson Chagas; o chefe de gabinete da Polícia Civil, delegado Delmir Gouvea; o presidente da Empresa de Infraestrutura e Obras de Niterói (ION), Antônio Lourosa; e o presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal de Niterói, vereador Renato Cariello.

Fotos: Evelen Gouvêa

Polícia Civil reforça combate ao roubo de cargas com operação na Zona Norte do Rio

De acordo com as investigações, caminhoneiros eram aliciados ou coagidos por criminosos que usavam comunidades no entorno da Ceasa para esconder e revender cargas roubadas
 


O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Polícia Civil, realizou nesta sexta-feira (24.10) mais uma fase da Operação Torniquete, com foco no combate ao roubo de cargas. A ação, coordenada pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC), com apoio da 27ª DP (Vicente de Carvalho), teve como alvo a comunidade Para Pedro, em Irajá, Zona Norte, e resultou em três prisões.

– Essa é mais uma ação que mostra o trabalho integrado das forças de segurança do Estado para sufocar o crime organizado e reduzir os roubos de carga, que tanto impactam a economia e a sensação de segurança da população – afirmou o governador Cláudio Castro.

As investigações apontam que o grupo criminoso é ligado a uma facção que atua no estado. A comunidade era utilizada como base para o armazenamento, distribuição e venda de mercadorias roubadas. Parte dos produtos era revendida a receptadores locais e os lucros serviam para financiar atividades do tráfico, como compra de armas e drogas.

Ainda de acordo com a DRFC, os criminosos aliciavam caminhoneiros para participar do esquema, oferecendo comissões financeiras em troca da entrega voluntária das cargas em comunidades controladas pela facção, como Para Pedro e Amarelinho. Já os motoristas que recusavam o envolvimento eram ameaçados e obrigados a levar os veículos até pontos de transbordo, onde o material era descarregado e redistribuído.

 

 

 

MPRJ ajuíza ação para fechar clínica psiquiátrica em Piraí

A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Barra do Piraí, com o apoio do Grupo Executivo de Prevenção a Ilegalidades em Internações Psiquiátricas Involuntárias e de Desinstitucionalização (GE-PREVINT/MPRJ), ajuizou, na quarta-feira (21/10), ação civil pública com pedido de tutela de urgência contra a Clínica de Reabilitação Gemma Galgani, para que a clínica seja interditada e deixe de receber imediatamente novos pacientes em suas dependências. A unidade privada é especializada na assistência psicossocial e na saúde de pessoas com distúrbios psíquicos, deficiência intelectual e dependência química.

A ação, encaminhada ao Juízo da Vara Única de Piraí, requer que a clínica interrompa imediatamente a internação de novos pacientes, o que já havia sido, inclusive, determinado pela Vigilância Sanitária Estadual, que classificou o estabelecimento como “de alto risco”, sob pena de multa única superior a R$ 50 mil por cada internação realizada após a concessão da tutela inibitória. Além disso, o MPRJ solicita que a clínica realize a revisão médica das internações psiquiátricas atuais no prazo máximo de 48 horas, indicando os casos de alta e, por meio de laudo circunstanciado, as hipóteses em que há necessidade de manutenção da internação. As providências adotadas deverão ser comunicadas aos responsáveis legais, aos planos de saúde e ao Ministério Público, sob pena de multa diária de R$ 1.000 mil Reais por paciente não avaliado.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) relata que, antes do ajuizamento da ação, instaurou procedimento administrativo e, por aproximadamente dois anos, empenhou esforços para que a clínica adequasse seu funcionamento à legislação e aos padrões exigidos, sem, contudo, obter êxito. Até a presente data, a Clínica Gemma Galgani não possui autorização do Conselho Regional de Medicina (CRM) nem registro no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) para realizar internações psiquiátricas. Além disso, não conta com médico plantonista presencial 24 horas por dia e tampouco dispõe de todos os itens obrigatórios de suporte a intercorrências e medicações de emergência, configurando grave risco à integridade física e mental dos usuários atendidos em regime de internação.

Em diligências realizadas pelas equipes técnicas do MPRJ de Barra do Piraí, do Núcleo de Atendimento Técnico Especializado (NATEM/MPRJ) e do Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE/MPRJ), foram reunidos elementos probatórios que apontaram irregularidades graves no funcionamento da unidade de saúde, com a prática reiterada de violações de direitos dos pacientes internados, que deram ensejo, inclusive, a instauração de inquérito policial. De acordo com a ACP, ficou comprovada a inércia dos responsáveis pela clínica em cumprir as determinações ministeriais, bem como o desrespeito sistemático à autoridade pública e sanitária.
A ACP também prevê que, em caso de omissão da clínica, o Estado e o Município adotem todas as providências necessárias para que as avaliações sejam realizadas no âmbito do SUS, promovendo a remoção do paciente para sua residência, em caso de alta, ou para unidade de saúde adequada, na hipótese de manutenção da internação. Estado e Município também deverão acompanhar todo o processo de fechamento da Clínica Gemma Galgani, adotando medidas para evitar desassistência nos cuidados clínicos, de alimentação, higiene e demais necessidades, até a interdição completa da unidade de saúde.

 

Centro Integrado de Segurança Pública da Prefeitura de Niterói (CISP) localiza carro envolvido em roubo de carga em 24 minutos

Sistema de Cercamento Eletrônico e inteligência permitiram prisão de dois suspeitos e recuperação da carga

O Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) da Prefeitura de Niterói auxiliou as forças de segurança pública a prender dois homens envolvidos em um roubo de carga de cigarro ocorrido na Avenida Central Região Oceânica, em Niterói. Entre o acionamento, o cerco e a prisão foram 24 minutos. Os suspeitos, moradores de São Gonçalo, tentavam fugir utilizando um bloqueador de sinal para despistar as autoridades. A carga foi recuperada.

A eficiência e a agilidade das câmeras de monitoramento operadas por guardas municipais frustraram a ação dos suspeitos. Às 12h06, o caminhão com cigarros foi abordado por criminosos em motos. O motorista foi rendido e a carga foi repassada para uma van branca. A partir do rápido acionamento do sistema de monitoramento do CISP e da colaboração da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Segurança Presente, da Polícia Militar e da 81ª DP (Itaipu), o veículo com a carga roubada foi localizado, interceptado e dois suspeitos foram detidos às 12h30. A carga foi totalmente recuperada.

Os suspeitos têm passagem pela polícia por interceptação. Eles usavam um bloqueador de sinal para impedir o rastreamento da carga. O equipamento impede que rastreadores que eventualmente tenham sido colocados na carga emitam sinais.

O secretário de Ordem Pública de Niterói, Gilson Chagas, destacou que a ação reafirma o compromisso da gestão municipal com a segurança da população.

“A integração entre as forças de segurança e o uso da tecnologia de ponta são pilares fundamentais para o sucesso no combate ao crime. O sistema de monitoramento do CISP não apenas identifica rapidamente os criminosos, mas também permite uma resposta imediata, protegendo nosso município e garantindo resultados concretos como a recuperação dessa carga e a prisão dos envolvidos. Seguiremos investindo em inteligência e inovação para tornar Niterói uma cidade cada vez mais segura”, afirmou Gilson Chagas.

O Cercamento Eletrônico da Prefeitura de Niterói, um dos mais avançados do país, detectou rapidamente a movimentação suspeita. O sistema opera com mais de 600 câmeras e foi fundamental para mapear e identificar cada placa usada pela van durante a ação criminosa.

Este caso foi mais um resultado do modelo de segurança pioneiro adotado por Niterói, que alia tecnologia de ponta e uma equipe de inteligência 24 horas, garantindo monitoramento constante e suporte imediato às forças policiais. Desde a implementação em 2015, o sistema já auxiliou na recuperação de mais de 650 veículos e contribuiu diretamente para a elucidação de diversos crimes.

 

 

CPI das câmeras: MC Poze comparece a oitiva da Alerj e diz que fama fez carro roubado ser rapidamente recuperado

Ele teve seu veículo roubado no dia 19/09 e conseguiu recuperá-lo poucas horas depois do crime.

O cantor Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, o MC Poze, prestou depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Câmeras, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta segunda-feira (20/10). O artista atribuiu ao fato de ser famoso a rápida recuperação de seu carro, que havia sido roubado no dia 19 de setembro. Além disso, os deputados ouviram duas representantes de associações de proteção veicular – a AutoBom e a Atento.

MC Poze retomou a posse de seu carro, uma Land Rover Defender blindada, poucas horas depois de o automóvel ser roubado no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Segundo o cantor, isto se deu porque ele é uma pessoa pública, com milhões de seguidores nas redes sociais, de modo que seus fãs se mobilizaram para encontrar o carro, que possui partes personalizadas com o nome de Poze.

“Eu já sabia que meu carro não ia demorar a aparecer porque eu sou uma pessoa mundialmente reconhecida. Tenho meu Instagram com 16 milhões de pessoas e quatro milhões de seguidores veem meus stories todos os dias. Meu carro é o único [desse modelo] todo vermelho no Rio de Janeiro e tem meu nome nos bancos. Para mim era óbvio que, depois que eu postasse, ele seria encontrado, e ele foi achado largado”, explicou Poze.

Além disso, o cantor afirmou que o roubo foi registrado em sede policial e negou que a rápida recuperação do automóvel tenha sido facilitada por um suposto vínculo dele com uma facção criminosa. Depois de prestar os esclarecimentos, MC Poze optou por permanecer em silêncio, seguindo orientação de sua advogada e também em decorrência de habeas corpus concedido pelo Poder Judiciário, desobrigando o cantor a responder às perguntas da comissão.

O presidente da CPI, deputado Alexandre Knoploch (PL), considerou as explicações satisfatórias e disse considerar superada a apuração em relação ao artista. “A gente queria que o MC Poze esclarecesse sobre essa recuperação e ele explicou, mesmo estando com um habeas corpus para poder ficar em silêncio, na condição de testemunha. O caso dele está superado e vamos seguir para os próximos passos”, afirmou.

Já o vice-presidente do colegiado, deputado Marcelo Dino (União), frisou que a CPI não pessoaliza os fatos investigados, mas sim apura possíveis irregularidades que possam estar beneficiando o crime organizado. “Não há nada pessoal contra ninguém, o que esta CPI busca é a legalidade. Queremos trazer segurança para o Estado do Rio de Janeiro e elucidar tudo aquilo que está acontecendo de errado”, pontuou.

Regulamentação das associações

Durante a reunião, os deputados apresentaram detalhes do Projeto de Lei 6.558/25, proposto pela CPI para regulamentar as associações de proteção veicular e controlar a comercialização de peças automotivas usadas ou recondicionadas. A proposta, que estabelece uma série de normas para a atuação dessas entidades no Estado do Rio, está em tramitação na casa.

O relator da comissão, deputado Filippe Poubel (PL), explicou que a CPI já comprovou a existência de uma série de irregularidades na atuação dessas associações. “Apresentamos um projeto de lei para regular toda essa situação. Vimos uma série de materialidades que levam à prática de crimes contra a sociedade e os cofres públicos praticados pelas associações”, disse.

Associações respondem questionamentos

Em sua oitiva, a presidente da Associação AutoBom, Naijane Serrano Cruz, confirmou que a entidade terceiriza serviço de monitoramento junto à Motorsat, empresa de propriedade de seu irmão, Evaldo Serrado, que é fundador da AutoBom, a qual presidiu até o ano passado. Naijane afirmou que a associação cobre aproximadamente 2,5 mil veículos, com mensalidades na média de R$ 179 cada, gerando um faturamento de R$ 380 mil/mês. Dessa mensalidade, entre R$ 45 a R$ 50 são repassados à Motorsat.

Os deputados observaram que a situação caracteriza possível crime contra a ordem tributária e deliberaram, por unanimidade, pela convocação de Evaldo para a próxima reunião. Além dele, deverão ser ouvidas outras pessoas ligadas à AutoBom e à MotorSat, além de João Serrano, presidente de outra associação – a Grand Brasil Proteção Veicular – e irmão de Naijane e Evaldo. Alexandre Knoploch explicou que também serão solicitadas as quebras de sigilo bancário, fiscal e telemático.

“O que se verifica com essa associação acontece com outras. Agora, estamos vendo questões de sonegação fiscal, quando se cria uma associação e se faz a lavagem de dinheiro jogando esses recursos para outras empresas, que nada mais são do que braços de escoamento de valores. O relatório já está sendo finalizado pelo deputado Poubel e temos bastante robustez. Vamos ouvir esses irmãos na próxima reunião”, acrescentou o presidente da CPI.

Também prestou depoimento a presidente da associação Atento, Zilma Muniz. Ela explicou que a entidade é de menor porte, com faturamento médio de R$ 40 mil, 220 associados e sem atuação de pronta-resposta. Knoploch elogiou a postura das duas depoentes ao contribuírem com os trabalhos da CPI. “Todos têm amplo direito à defesa ao serem ouvidos, mas, quando não estão aqui, partirá sempre da premissa daquilo que nós estamos avaliando”, concluiu.

Também estiveram presentes na reunião os deputados Alan Lopes (PL), Luiz Paulo (PSD), Rodrigo Amorim (União), Sarah Poncio (SDD) e Professor Josemar (Psol).

Foto: Thiago Lontra

MPRJ e órgãos públicos debatem medidas para diminuir acidentes de trânsito em Petrópolis

Saiba mais em: https://nqq2050.niteroi.rj.gov.br/

A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis realizou, na quarta-feira (17/09), uma reunião com o Grupo de Trabalho criado para debater ações de redução do número de acidentes de trânsito na cidade. O GT é integrado por órgãos públicos de diferentes áreas.

A promotora de Justiça Vanessa Katz, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis, destacou que a criação do GT foi solicitada pelo MPRJ, em razão do agravamento das estatísticas de vítimas relacionadas a acidentes de trânsito no município.

“O GT foi criado para traçar um diagnóstico das causas desse aumento e propor medidas e ações públicas, tanto estruturantes como não estruturantes, para a redução do número de vítimas de acidentes de trânsito no município. O objetivo final é a criação de um plano de redução de acidentes, e isso depende da análise de dados gerados por diferentes órgãos, produzindo um diagnóstico comum e tendo uma visão completa do panorama observado na cidade”, destacou a promotora de Justiça.

No encontro, ficou definido que, até o final de outubro, será apresentado um diagnóstico das principais razões para o aumento do número de vítimas de trânsito da cidade, para que sejam definidas ações concretas de ação e prevenção.

Além do MPRJ, a reunião contou com as presenças de representantes da Companhia Petropolitana de Trânsito (CPTrans), das Secretarias municipais de Saúde, Educação e Obras, da Guarda Municipal, do Corpo de Bombeiros e das Polícias Civil e Militar.

Cláudio Castro autoriza aumento do número de vagas para o curso de formação de soldados da Polícia Militar

Saiba mais em: https://nqq2050.niteroi.rj.gov.br/

 
Medida, publicada em Diário Oficial, dobra o número de convocados


O governador Cláudio Castro autorizou o aumento do número de vagas no Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), para os concursados de 2023. A partir dessa autorização, que  foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (17/09), as vagas dobram, saindo de 2 mil para 4 mil convocados.

– Seguimos com o trabalho firme para promover o fortalecimento das forças de segurança, e é um privilégio liderar o Estado do Rio de Janeiro nesse tempo. Estamos investindo no policial e em tudo que proporciona ao policial a oportunidade de fazer o seu melhor trabalho, que é infraestrutura, logística e treinamento. Reitero meu compromisso, vamos chamar 4 mil policiais deste concurso. Em 2026, vem um novo concurso, para que novas pessoas tenham a oportunidade de ingressar nessa corporação – destacou Castro.

Valorização das forças de segurança

Essa ação é mais um passo para diminuir o déficit no quadro efetivo da corporação, e faz parte, também, das ações do Governo do Estado para valorizar as forças de segurança. São mais de R$ 4,5 bilhões investidos para adquirir novos recursos materiais para as áreas operacionais e de inteligência, como também para melhorar as condições de trabalho dos policiais, com obras de infraestrutura em unidades, compra de equipamentos de proteção individual e convocação de policiais.

Ao longo deste ano, o governador Cláudio Castro tem renovado a frota da Polícia Militar a partir da entrega de 758 novas viaturas. Desde 2022, o Estado já adquiriu 1.714 viaturas, e ainda em 2025 está prevista a entrega de 470 motocicletas e um helicóptero blindado. Além disso, o Governo do Estado investiu R$ 170 milhões em obras de reforma de unidades da Polícia Militar. Foram R$ 160 milhões para a reestruturação de instalações e aquisição de recursos tecnológicos.

– O reforço no efetivo da Polícia Militar é fundamental para garantir a segurança da população fluminense. O governador entende a importância de destinar recursos para a segurança pública, que é uma área transversal para garantir também o desenvolvimento do estado. Ao comprar novos equipamentos, novos veículos e agora com o aumento das vagas, garantimos também dignidade aos nossos agentes – afirmou o secretário de Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes.

 

GAECO/MPRJ cumpre 22 mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes de facção criminosa de Teresópolis

Saiba mais em: https://nqq2050.niteroi.rj.gov.br/

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ), com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), e a Polícia Civil cumprem 22 mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, nesta terça-feira (16/09), contra integrantes do Comando Vermelho que atuam em Teresópolis, na Região Serrana.

Ao todo, 22 pessoas foram denunciadas pelo GAECO/MPRJ pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas com participação de adolescentes. Os mandados, obtidos junto à 2ª Vara Criminal de Teresópolis, são cumpridos em diversos bairros da cidade, na capital fluminense e também nos presídios onde seis dos réus se encontram acautelados.

De acordo com a denúncia, o grupo atuava nas comunidades das Paineiras, Fonte Santa e Quinta Lebrão, buscando expandir a hegemonia da facção criminosa em Teresópolis. Para isso, reproduzia práticas comuns em comunidades do Rio de Janeiro, como o domínio territorial com a intimidação de moradores e o uso de violência contra desafetos.

Entre os denunciados está Carlos Eduardo Santos da Silva, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho no interior do estado.

A pedido do GAECO/MPRJ, Carlos Eduardo será transferido para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), no Presídio de Segurança Máxima Bangu 1.
Batizada de Operação Toronto, a ação ocorre em conjunto com a 110ª Delegacia de Polícia e o 30º Batalhão da Polícia Militar, ambos de Teresópolis, além da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) e do Departamento Penitenciário Nacional (DEPPEN).

MPRJ e Polícia Civil cumprem mandados e prendem integrantes do Comando Vermelho em Rio das Flores

Saiba mais em: https://nqq2050.niteroi.rj.gov.br/

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça de Rio das Flores, participou, na manhã desta quinta-feira (11/09), de operação da Polícia Civil (92ª DP) para o cumprimento de mandados de busca e apreensão nas residências de 19 alvos ligados à tentativa de implementação da organização criminosa Comando Vermelho na cidade de Rio das Flores, especificamente nos bairros Sossego, Formigueiro, Centro, Formoso e Taboas. Com a proximidade das festividades da exposição municipal, que será realizada no próximo fim de semana (12 a 14 de setembro), a ação representa uma resposta do MPRJ e das forças de segurança para impedir a instalação da facção nessas localidades.

As investigações tiveram início em abril de 2025, após a constatação pelos órgãos de segurança de que o Comando Vermelho estava cooptando moradores da cidade para atuar no tráfico de drogas, utilizando um selo denominado “Complexo de Rio das Flores”. A apuração contou com oitivas e quebras de sigilos telemáticos, que permitiram monitorar os alvos da operação. A ação desta quinta-feira cumpriu o objetivo de prender os envolvidos por transportar, armazenar e coordenar a distribuição de entorpecentes, impor o terror à população local, além de apreender drogas e desarticular a estrutura de equipamentos empregados pela organização criminosa.

Como resultado da operação, foram presos em flagrante os dois principais líderes da facção na cidade, localizada na região serrana do Vale do Café. Também foram apreendidos: 128 invólucros de cocaína avaliados em R$ 50; 48 invólucros de cocaína de R$ 25; 759 invólucros de cocaína de R$ 10; 166 invólucros de crack de R$ 10; 25 frascos de lança-perfume; dois rádios comunicadores portáteis; duas bases de carregadores; e dezenas de telefones celulares.

Operação Rastreio: Polícia Civil prende 12 pessoas e recupera 60 celulares em ação contra receptadores

Saiba mais em: https://nqq2050.niteroi.rj.gov.br/

A ação foi realizada em centros comerciais na Baixada Fluminense e na Zona Norte do Rio

O Governo do Estado, por meio da Polícia Civil, realizou uma nova etapa da “Operação Rastreio”, nesta quinta-feira (11/09). Durante a ação, realizada pelos agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), 12 pessoas foram presas e mais de 60 aparelhos celulares foram recuperados.

– Os agentes da nossa Polícia Civil seguem atuando na Operação Rastreio, trabalhando para devolver não somente o bem material conquistado com tanto esforço pelas pessoas, mas também a dignidade para a nossa população. Já devolvemos mais de 1.400 celulares e vamos seguir avançando com essa iniciativa – destacou o governador Cláudio Castro.

As diligências foram realizadas em centros comerciais de Queimados e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e também em Madureira, na Zona Norte. Os celulares apreendidos serão periciados e as investigações seguem para identificar e localizar os verdadeiros donos.

A ação faz parte da “Operação Rastreio”, maior iniciativa do Estado do Rio de Janeiro para combater toda a cadeia criminosa que envolve a subtração e a receptação de celulares. As ações contínuas já resultaram em mais de 5.500 celulares recuperados. Até o momento, são mais de 350 criminosos presos, entre roubadores, furtadores e receptadores.