Niterói comemora o Dia Nacional do Choro em três palcos espalhados pela cidade

Os eventos vão reunir a nata do choro fluminense na terça-feira, 23 de abril

O Dia Nacional do Choro é comemorado em 23 de abril, em homenagem à data de nascimento de Pixinguinha, uma das figuras exponenciais da música popular brasileira, e em especial do choro, este que é considerado o primeiro gênero musical urbano do Brasil. E para lembrar e eternizar o mestre e deus discípulos, vai rolar uma manhã de muita musicalidade em três diferentes palcos na cidade, sempre às 11h.

A festa do chorinho começa no “Palco Vou Vivendo” montado no Horto do Fonseca, com os rapazes do Clube do Choro e a participação especial da cantora Mônica Mac e da flautista Ana Paula Cruz. As comemorações passam pelo “Palco Carinhoso”, no coreto do Campo de São Bento, com os músicos do Choro na Rua e o cantor Marcos Sacramento. Já no “Palco 1 X 0”, montado no Horto do Barreto, se apresentam Whatson Cardozo e o Choro Araribóia, que terão como convidados, Ronaldo do Bandolim e André Jamaica.

O choro entra na cena musical brasileira em meados e final do século XIX, e nesse período se destacam nomes como Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth. Inicialmente, o gênero mesclava elementos da música africana e européia e era tocado principalmente por funcionários públicos, instrumentistas das bandas militares e operários têxteis. O termo choro resultaria dos sons plangentes, graves (baixaria) das modulações que os violonistas exercitavam a partir das passagens de polcas que lhes transmitiam os cavaquinistas, que induziam a uma sensação de melancolia. Popularmente chamado de chorinho, é um gênero musical, uma música popular e instrumental brasileira, com mais de 130 anos de existência. O século XX traria uma grande leva de chorões, compositores, instrumentistas, arranjadores, e entre eles, com destaque, Pixinguinha!

Sobre os Artistas

Com onze anos de estrada, o Clube do Choro de Niterói nasceu com o objetivo de pesquisar, divulgar e preservar o choro. Promoveu suas primeiras reuniões na Praça da Cantareira propiciando uma aproximação do gênero com o público universitário da Universidade Federal Fluminense e o público em geral. O quarteto, formado por Paulinho Bandolim (bandolim), Leo Fernandes (violão de 7 cordas), Phelipe Ornellas (cavaquinho) e Diogo Barreto (pandeiro), passeia por compositores consagrados como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth e outros menos conhecidos do grande público, além de autores de outros gêneros da música brasileira. A niteroiense Monica Mac é pedagoga por formação e cantora por devoção. Há mais de 20 anos dedica-se exclusivamente à música, tendo o samba papel de destaque no seu repertório. Pesquisadora da MPB, Monica encontra na obra dos grandes mestres e revelações, a inspiração para o trabalho ao qual se dedica, tornando-se referência no mundo do samba niteroiense. Graduada em música pela UNIRIO, com mestrado em Práticas Interpretativas e pós-graduação em Arteterapia pela mesma instituição, a flautista Ana Paula Cruz possui uma formação sólida tanto erudita quanto popular. Seus estudos incluíram colaborações com professores nacionais e internacionais, participação em diversos festivais e uma notável turnê internacional em 2000, promovida pelo Intercâmbio Amizade Cultural Brasil-França.

O Coletivo Choro na Rua, formado em 2016, tem como missão a prática da roda de choro, que ajuda a manter viva a rica tradição instrumental do gênero no Brasil. O grupo, que se tornou referência no Polo Gastronômico de Icaraí, é formado, entre outros, por Silvério Pontes, Alexandre Maionese, Tiago Souza, Bebe Kramer, Henrique Cazes, Alessandro Cardozo, Rogério Caetano, Vinicius Magal, Charles da Costa, Netinho Albuquerque e Rodrigo Jesus. Uma das vozes mais elogiadas da recente safra de intérpretes do samba – que tem na redescoberta da Lapa seu circuito referencial -, o niteroiense Marcos Sacramento não se encaixa em rótulos. Taxá-lo simplesmente por um estilo é deixar de ver vários lados do artista. Sacramento é hoje um intérprete capaz de alinhar em um mesmo roteiro delícias de Noel Rosa ou Cartola com contemporâneos os cariocas Luís Capucho e Luiz Alcofra e o paulistano Paulo Padilha.

O Choro Araribóia surgiu da ideia de criar um coletivo de músicos de Niterói para atuar em diversos gêneros da música brasileira, podendo, assim, fazer shows voltados para a música nordestina, a gafieira, o samba, entre outros. Para o dia Nacional do Choro, o diretor artístico e clarinetista Whatson Cardozo convidou o instrumentista Ronaldo do Bandolim e o compositor e cantor André Jamaica. A apresentação contará com os músicos Daniel Karin (pandeiro), Maico Lopes (trompete), Fabiano Segalote (trombone), Marcio Hulk (cavaquinho), Lucas Marques (violão) e Gabriel Policarpo (percussão). Clarinetista e saxofonista, Whatson Cardozo iniciou seus estudos ainda aos dez anos de idade, na banda de música do Colégio Salesiano de Santa Rosa, sob a orientação do maestro Affonso Reis e Jorgelen de Oliveira. Como solista, participou da OSB Jovem, em 2004, da Cia Experimental de Ópera, em 2005, e da Academia Petrobras Sinfônica, em 2006. O petropolitano Ronaldo do Bandolim iniciou-se na música já na infância, influenciado pelos pais. Aprimorou seus conhecimentos a partir dos 18 anos, quando passou a residir em Niterói. Solista do tradicional Conjunto Época de Ouro e integrante do contemporâneo Trio Madeira Brasil, vem contribuindo, nas últimas quatro décadas, com shows, gravações de todos os gêneros e oficinas de música no Brasil e no exterior. André Jamaica é cantor, compositor e pesquisador com quase 30 anos de carreira dedicados à cultura popular. Morador da comunidade do Viradouro, notabilizou-se pelo trabalho musical voltado para as religiões de matriz africana com destaque para o projeto Samba de Fé em parceria com o Quilombo do Grotão. Além disso, Jamaica é vocalista do grupo Filhos de Oxóssi e há 15 anos integra o Sambalangandã, grupo que marcou época com uma roda de samba histórica no bairro de Santa Teresa.

Serviço

Palco Vou Vivendo

Local: Horto do Fonseca, 11h

Horário: 11h

Atração: Clube do Choro com participação especial de Mônica Mac e da flautista Ana Paula

Palco Carinhoso

Local: Coreto do Campo de São Bento, 11h

Atração: Choro na Rua com participação especial de Marcos Sacramento

PALCO 1 X 0

Local: Horto do Barreto, 11h

Atração: Whatson Cardozo e Choro Arariboia convidam Ronaldo do Bandolim e André Jamaica

 

 

Yasmin Brunet reuniu cerca de 120 amigos e ex-confinados, em uma grande festa, no Espaço Barra, na Barra da Tijuca

 
Na noite desta quarta-feira (17 de abril), a modelo e agora ex Big Brother Brasil, Yasmin Brunet, reuniu cerca de 120 amigos e ex-confinados em uma grande festa no Espaço Barra, na Barra da Tijuca, para comemorar o encerramento da 24ª edição do programa. Digamos que foi uma comemoração especial, a festa organizada de última hora, contou com uma decoração moderna, gastronomia refinada, uma variedade de drinks e atrações musicais. Com produção de Weeventos  e Rafael Cuia, a festa se estendeu madrugada adentro.
Yasmin Brunet decidiu realizar a confraternização na noite anterior e convocou a equipe da Weeventos, composta pelos empresários Leco Biagioni, Douglas Monjardin e Thiago Waltz. O curto prazo para a organização da festa representou um desafio, mas a equipe se mostrou à altura da tarefa, compartilhando a “loucura” de preparar uma festa de uma noite para outra.

“Estamos realizados: Missão dada, missão cumprida. Já estamos tirando de letra as exigências dos nossos weeventoscelebrits”, brincou Leco Biagioni que já tem na sua lista de clientes nomes como: Romário, Gabigol, Mel Maia, entre outros.

A decoração da festa foi escolhida pela anfitriã e planejada por Leco Biagioni, seguindo o estilo moderno de baladas, com predominância das cores preta e branca, além de uma iluminação especial e um belo paisagismo. Quanto à gastronomia, estações de massas pela Espazziano e estação de gastronomia vegana, assinadas pelo restaurante Maria Bonita. Na ala dos doces,    destaque para G. Churros e açaí e muitos topping assinados Ana Rangel Estações.

Uma boa balada não poderia deixar de contar com uma seleção de bons drinks. O welcome começava logo de cara com a Doce Agrado servindo Espumante Salton, o bar da Drinkeria Luxe Prime cuidava das bebidinhas à base de Vodka Absolut e preparação de diversos drinks, além do lançamento Itts, energéticos saudáveis à base de sucos com vários sabores. Outra opção ficou por conta do Chopp Portuga.

Yasmin Brunet, loiríssima, chegou abalando a noite em um modelito transparente, que destacava ainda mais a sua boa forma.

A animação da festa ficou por conta do DJ Braga, Dj Kelve e Trio Locco Squad, que animaram a pista com muito funk, rap e trap.

Além dos amigos e ex-participantes do BBB, a festa também contou com a presença de tatuadores renomados Fernanda Christofolo e Raphael Phink, conhecidos por serem os queridinhos dos artistas.

O evento não apenas celebrou o final de uma edição do programa, mas também proporcionou momentos de diversão e confraternização dos participantes do BBB e amigos, como Rodriguinho e sua esposa, Wanessa Camargo, Mc Binn, Leidy Elin, Raquele, Nizan, Buda, Lucas Luigi, Pitel, o ator Marcello Melo Jr., a cantora Pocah chegou deslumbrante em um macacão branco, MC Daniel e DJ Tucho também deram um confere na festa.

Foi uma noite à la brothers.

ALERJ APROVA PROJETO PARA AMPLIAR COMBATE AO TRABALHO ANÁLOGO À ESCRAVIDÃO

Foto: Octacílio Barbosa | Texto: Gustavo Natario e Leon Continentino
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em discussão única, o Projeto de Lei 558/23, dos deputados Rosenverg Reis (MDB), Carlos Minc (PSB), Prof. Josemar (PSol) e Vinícius Cozzolino (União), que estabelece medidas para intensificar o combate ao trabalho análogo à escravidão no estado do Rio. A medida segue para o governador Cláudio Castro, que tem até 15 dias úteis para sancioná-la ou vetá-la.

O texto altera a Lei 4.744/06, que proíbe a formalização de contratos e convênios entre o Estado e empresas envolvidas com trabalho análogo a escravidão. O projeto expande a proibição, incluindo a concessão de serviços públicos, incentivos fiscais e benefícios tributários de qualquer natureza. Além disso, ele amplia as punições para as empresas envolvidas, além dos sócios, e cria uma comissão de erradicação do trabalho escravo.

Em plenário, Minc explicou que a medida foi proposta pelos deputados após a divulgação, em 2023, de casos de trabalho análogo à escravidão em vinícolas no sul do país. “Nós queremos vedar que os condenados por prática análoga à escravidão possam contratar com a administração pública, de receber inventivos. É mais uma forma de cercar. Nós não podemos legislar sobre o lado penal, mas podemos legislar sobre a questão administrativa”, disse.

Punições

As punições previstas no projeto são a cassação das licenças estaduais, da inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS, a interdição do estabelecimento e a aplicação de multas de cerca de R$ 43 mil a R$ 86 mil (10 mil a 20 mil UFIR-RJ). Essas punições só poderão ser aplicadas após a condenação em decisão transitada em julgado.

Os contratos e benefícios já existentes deverão ser descontinuados após a decisão. Essas punições se estendem aos estabelecimentos que, conscientemente, comercializarem produtos feitos a partir de mão de obra análogo escravidão.

Antes da condenação, o projeto prevê suspensão por 180 dias das licenças estaduais para funcionamento do local, contando a partir do auto de infração do auditor-fiscal que identificou a ocorrência. Aos contribuintes que tiverem sua inscrição cancelada, somente será concedida nova inscrição mediante comprovação de terem cessado as causas.

Os sócios das empresas penalizadas não poderão exercer o mesmo ramo de atividade, mesmo que em outro estabelecimento, ou entrar com pedido de inscrição de uma nova empresa no mesmo ramo. Essas restrições valerão por 10 anos, contados a partir da data da cassação. Os sócios também deverão indenizar os trabalhadores de acordo com a legislação.

“Nós colocamos uma série de restrições às pessoas condenadas pela prática de trabalho análogo à escravidão, pois é uma das coisas mais vis e cruéis do mundo: tratar uma pessoa como um objeto. Isso é uma coisa que não tem pé nem cabeça, no século XXI; aliás, nunca teve pé nem cabeça, mas, agora, é impensável”, declarou Minc em plenário.

Expropriação de propriedades

As propriedades rurais e urbanas onde for constatado o crime serão expropriadas e destinadas à reforma agrária e a programas de habitação popular, sem qualquer indenização ao proprietário.

Todo e qualquer bem de valor econômico apreendido em decorrência da exploração de trabalho escravo será confiscado e aplicado no Fundo Estadual de Combate à Pobreza.

Comissão de Erradicação do Trabalho Escravo

Outro ponto inserido pelo projeto é a criação da Comissão de Erradicação do Trabalho Escravo do Estado (COETRAE/RJ) que será vinculada à pasta responsável pelas tratativas dos direitos humanos.

A comissão deverá elaborar o Plano Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo, acompanhar e avaliar os projetos de cooperação técnica firmados entre o Estado do Rio de Janeiro, a União, os municípios e entidades não governamentais, propor a elaboração de pesquisas e incentivar campanhas relacionadas ao tema.

Geovana Quadros é nomeada líder das iniciativas de gênero do grupo de engajamento de startups e PMEs do G20, o Startup20

 

Esta semana, delegados do grupo de PMEs, startups, tecnologia e inovação do G20, conhecido como Startup20, vão se reunir no Web Summit Rio, no Rio de Janeiro, para discutir estratégias de promoção e fomento do setor em âmbito internacional.

Entre as presenças confirmadas está Geovana Quadros, fundadora da plataforma Mulheres Inspiradoras – iniciativa que promove o desenvolvimento de mulheres líderes em diversos setores no Brasil. Convidada pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups), integrará a delegação brasileira do Startup20, fórum que estabelece um diálogo aberto com os diversos stakeholders do ecossistema de startups e tecnologia, bem como as pequenas e médias empresas (PME´s). Geovana irá liderar as iniciativas de gênero do grupo de engajamento de startups e PMEs do G20, o que, na prática, significa que, Geovana terá como missão trazer ações transversais para garantir desenvolvimento e posicionamento das mulheres empreendedoras em todas as frentes dos task forces, dando continuidade ao que o Startup20 da Índia iniciou.

“Há 9 anos, desde que fundei a Mulheres Inspiradoras, meu grande propósito sempre foi fomentar a presença das mulheres no mercado de trabalho, principalmente a frente das empresas, por meio da minha especialidade em networking. Hoje, nossa plataforma tem mais de 1000 mulheres líderes e estar no Startup20 só nos dá ainda mais chancela para seguir com esse trabalho,” comenta Geovana Quadros.

O movimento ainda tem como parceiras a ONU Mulheres no Brasil e a Berkeley Global Society, e é idealizadora da maior premiação de lideranças femininas (Mulheres Inspiradoras do Ano) e do primeiro Fórum de Imersão dedicado apenas a mulheres líderes.

O Web Summit Rio precede a Cúpula anual do G20, marcada para acontecer em novembro, também na capital carioca, onde irá discutir o crescimento de startups internacionalmente.

Sobre Mulheres Inspiradoras

A plataforma Mulheres Inspiradoras é um movimento pioneiro que reúne a alta liderança feminina na América Latina. Tem o objetivo de realizar encontros para discussão de conteúdo relevante, experiências, educação e, principalmente, proporcionar networking para suas mais de 1000 membros, as mulheres líderes das principais empresas brasileiras, como Adidas, Microsoft, Dior, P&G, Globo, entre outras. É parceira oficial da ONU Mulheres no Brasil e da Berkeley Global Society. Idealizadora da maior premiação de lideranças femininas (Mulheres Inspiradoras do Ano) e do primeiro Fórum de Imersão dedicado apenas a mulheres líderes. Tem como madrinhas a apresentadora Ana Furtado e a cantora Cláudia Leitte. Mais informações em @mulheres_inspiradoras e https://www.mulheresinspiradoras.com/

 

 

Prefeito de Niterói é eleito vice-presidente nacional da FNP

 
Presidente da entidade destacou que trabalho de Axel Grael é “referência para o país”. 
 
– O prefeito de Niterói, Axel Grael, foi eleito, nesta sexta-feira (19/04), vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP). A definição da nova diretoria da entidade, que reúne os 500 maiores municípios do País, aconteceu em Ribeirão Preto (SP). A reunião geral da FNP contou com a presença de dezenas de prefeitos de todas as regiões do País e representantes do Governo Federal.
Axel Grael já era vice-presidente de Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e assumirá a vice-presidência nacional da entidade até abril de 2025.
“A FNP é uma entidade respeitada, que tem grande representatividade e interlocução com o Governo Federal”, disse o prefeito de Niterói. “Com isso, temos conseguido debater e construir soluções para questões prioritárias para as cidades, por exemplo, nas áreas de saúde, educação, tributária, climática e mobilidade”.
Prefeito de Aracaju e presidente da FNP, Edvaldo Nogueira destacou o papel de Axel no engajamento de outras cidades no desenvolvimento sustentável.
“Axel Grael sempre foi muito ativo na FNP e seu trabalho em Niterói é referência para o país. Estamos muito felizes por ele ter aceitado o convite para ser nosso vice-presidente. Tenho certeza de que irá contribuir ainda mais”, afirmou Edvaldo Nogueira.

Durante o encontro da FNP, Axel Grael foi cumprimentado por diversas autoridades como a ministra da Saúde, Nísia Trindade. A ministra destacou a experiência de Niterói no combate à dengue. A cidade é pioneira no uso, em parceria com a Fiocruz, do chamado método Wolbachia para controlar a disseminação da doença. Apesar do contexto de emergência sanitária com a dengue no país, Niterói manteve índices controlados da doença. O resultado foi atribuído por especialistas à introdução, em todas as áreas da cidade, do método Wolbachia.

A Wolbachia é um microrganismo presente em cerca de 60% dos insetos na natureza, mas ausente no Aedes aegypti. Uma vez inserida artificialmente em ovos de Aedes aegypti, a capacidade do Aedes transmitir o vírus da zika, chikungunya e febre amarela fica reduzida.

Foto: Divulgação

Jovem moradora do Caramujo conhece a Ilha da Boa Viagem através do Programa Ecotur Sem Barreiras



Projeto inclusivo chegou pela primeira vez no local com o objetivo de dar oportunidades a portadores de necessidades especiais

 – A jovem Carolina Mourão, de 26 anos, portadora de necessidades especiais e estudante da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) teve a oportunidade de admirar Niterói do alto e conhecer um pouco da cultura da cidade. Moradora do bairro do Caramujo, ela visitou a Ilha da Boa Viagem nesta sexta-feira (19) ao participar de uma edição do Niterói Ecotur Sem Barreiras, sendo esta a primeira vez que o projeto foi realizado na ilha.

O projeto da prefeitura é realizado em parceria com a Niterói Empresa de Lazer e Turismo (Neltur), a Secretaria Municipal de Acessibilidade e o Clube Niteroiense de Montanhismo.

Carolina possui Encefalopatia Crônica da Infância e Deficiência Intelectual Leve (ECI) e sua subida e descida foram realizadas com tranquilidade. Ao chegar no Fortim, Carolina expressou seu contentamento, dizendo que se sentia uma princesa.

“Aqui me sinto como uma princesa, achei tudo bacana, estou feliz!”, afirmou a jovem enquanto posava para fotos na ilha.

O ponto de encontro foi no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) da Boa Viagem. O grupo foi acompanhado por monitores da Neltur, além da supervisora dos CATs, Érica Assis, a coordenadora dos monitores, Cláudia Policarpo, e profissionais da Secretaria de Acessibilidade, incluindo Roberta Souza, Janete Flores e Marcele Figueredo, fisioterapeuta e intérprete de Libras, além de condutores da cadeira “Julietti”, do Clube de Montanhismo, e cerca de outros 20 participantes.

Segundo André Bento, presidente da Neltur e membro do Comitê Gestor da Ilha da Boa Viagem, realizar uma edição do projeto Niterói Ecotur Sem Barreiras na ilha é outra demonstração de que trabalhar o turismo, pensando também na inclusão, é de grande relevância.

“Saber que uma jovem PCD como a Carolina pode também conhecer a Ilha da Boa Viagem demonstra que o poder público de Niterói está pensando em cada detalhe, garantindo acesso à ilha para turistas e visitantes. Pessoas com deficiência também têm direito de conhecer esse rico patrimônio histórico da cidade, que além de ser um local preservado pelo IPHAN [Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional], é um dos pontos turísticos de Niterói mais procurados, por sua beleza e por proporcionar conhecimento histórico, geológico e geográfico, além de uma experiência religiosa, já que lá está uma das igrejas mais antigas da cidade”, afirmou Bento.

Um dos condutores da cadeira “Julietti”, Alexandre dos Santos, achou ótimo conduzir Carolina na ilha, um dos lugares mais belos da cidade.

“Essa experiência foi ótima, pois Niterói é uma cidade inclusiva e oportunidades como essa são muito importantes para as pessoas com deficiência. Carolina foi apenas a primeira a desfrutar dessa tarde de conhecimento e beleza em nossa cidade”, analisou o condutor.”

Fotos : Bruno Eduardo Alves

O Centro de Arte, Cultura e Criação Enokojima recebe o Ava Art Festival, que comemora dez anos, com exposição sobre o papel e a arte contemporânea

 
 
 
 
Artistas brasileiros, finlandeses, coreanos e japoneses expõe a diversidade de seus estilos, sob a curadoria do conceituado Edson Cardoso, confirmando a importância da Ava Galleria na divulgação das artes
 
 
 
 
Ava Art Festival reúne artistas brasileiros, finlandeses, coreanos e japoneses, no Centro de Arte, Cultura e Criação Enokojima, em Osaka (Japão), para falar sobre o papel e a arte contemporânea, como tema da exposição que já recebeu centenas de visitantes no Rio de Janeiro e na Finlândia, com curadoria do conceituado Edson Cardoso.  Os artistas apresentam obras de intensidades, cores e estilos diversos, comemorando dez anos de existência do evento, criado em 2014, e que reuniu artistas finlandeses e brasileiros no próprio Enokojima.
 
 


A arte japonesa atravessou inúmeras fases desde os primórdios desta civilização, alcançando magníficas realizações expressivas, com  utilização de cores fortes, mas também com outras características nos diversos gêneros artísticos e nos vários períodos na história de cada gênero. 
Sinônimo de inspiração e fascínio, enriquece o mundo com sua beleza atemporal e sua capacidade de conectar as profundezas da alma humana e da natureza, inspirando os trabalhos dos artistas que, através da utilização do papel como material, ou através das técnicas, temáticas, formas ou cores, permitem ao visitante se conectar com a arte tradiconal e a contemporânea.

Um dos destaques é a  videoarte ‘Rosa dos Ventos’, de Marcia Fixel, que  se manifesta como uma vídeo-performance interativa, uma instalação expandida in progress, uma experiência biográfica-cartográfica, em que os pés de cada um(a) de nós atravessam presente, passado e futuro, pelas direções do mundo. A obra é uma reflexão sobre nossas trajetórias de vida. Carrega uma pergunta filosófica para os visitantes que a assistirem nas exposições, para ser respondida pelo QR Code.
 
Ava Art Festival reúne a diversidade cultural e artística de brasileiros, finlandeses, coreanos e japoneses em Osaka, Japão. A abertura ocorre no dia 30 de abril, a partir das 18h, no Enokojimae a mostra pode ser visitada até o dia 05 de maio, de quarta a sábado, das 12h às 19h, e domingo, das 12h às 15h, com censura livre e gratuita.
 
 
 
Sobre a exposição – Ava Art Festival
 
 
Quando o papel foi introduzido no Japão e passou a ganhar diferentes composições e fibras de origem japonesa, foram produzidos papéis com fibras locais, sem adição de produtos químicos. Essa técnica artesanal é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.
 

A tradição artística japonesa é um tesouro cultural que se desdobra em diversas formas de expressão, enraizadas em séculos de história e influenciadas por uma profunda conexão com a natureza, espiritualidade e estética. Dentro do contexto milenar da arte japonesa se destacam Ukiyo-e, Sumi-e, Ikebana e Arte contemporânea.
 
 
Sobre os artistas
 
 
Brasil – Agatha Faveri, Amanda Padovani, Angela Vielitz, Ana Amelia, Clara Fleiuss, Claudia Sperb, Daniel Piras, Daniele Bloris, Eduardo Valdetaro, Elisa Murgel, Elizabeth Wortsman, Giose, Giselle Faganello, Glauco Cibella, Guilherme Quintanilha, Hanne  Hansel, Homero Ribeiro, Isabella Leme Villapando, Izan, Júlia d’Paula, Laura Figueiredo-Brandt, Lourdes Maria, Marcelo Côrtes, Marcia Fixel, Marcos Felix, Maria Francisca, Maria Helena Messeder, Marilene Tapias, Mirta, Monica Doin, Monica Ishiba, Nelly Gutmacher, Paula Queiroz, Paulo Pino, Rafael Ferraraccio, Renata Barreto, Rodrigo Ganem, Rodrigo Yasuda, Rosario Barbosa, Siomara Almeida, Solange Greco, Soliveiz, Tataliana, Tathyana Santiago, Tigout, Van Xavier
Finlândia – Anna Kolehmainen, Birgit Walander, Jari Järnström, Kenttu Keinänen, Kirsti Uimonen, Maija Vanhatapio, Maikki Haapala, Matti, Hyyrynen, Petri Anttonen, Pirjo Hassinen, Pirjo Porttilahti, Raija Kuisma, Riitta Hurme, Riitta Santala-Köykkä, Ritva Larsson, Tuula Kallas, Ulla Maija Vaittinen, Ulla Remes


Coréia – 
So-hyun Kim, Su-mi Hwang

Japão – 
Kanoko Takeuchi, Miki Meguro
Sobre a Ava Galleria


Fundada em 2005, a AVA Galleria é uma das mais conceituadas galerias de arte contemporânea, que funcionou em Helsinki por 18 anos e que, agora, está localizada na Cidade de Varkaus. A AVA Galleria organiza exposições em importantes Espaços Culturais e Galerias das principais capitais, como: Osaka, Tóquio, Berlim, Londres, Lisboa, Helsinki, Nova Iorque, Paris e São Paulo. Também organiza a BELA Bienal (Bienal Europeia e Latina Americana de Arte Contemporânea), em Helsinki e no Rio de Janeiro.
 
 
Instagram: @ava_galleria
 
 
Sobre a Enoco
 
 
A Enoco foi inaugurada em abril de 2012 com o objetivo de animar a cidade de Osaka com a criatividade da arte e do design. Nossos serviços incluem aluguel de galerias e salas multiuso, além da realização de exposições, performances, seminários e workshops.
 
 
Serviço
 
Exposição: Ava Art Festival
 
Artistas: coletiva – artistas brasileiros, finlandeses, coreanos e japoneses

Curadoria: Edson Cardoso @cardosoedson_ava
 
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem @paulasoaresramagem
 
Abertura: 30 de abril de 2024  das 18h às 20h
 
Visitação: 30 de abril a 05 de maio de 2024
 
Dias e horários:quarta a sábado, das 12h às 19h, e domingo das 12h às 15h
 

Local: Centro de Arte, Cultura e Criação Enokojima, Prefeitura de Osaka / enoco


1-34 2-chome, Enokojima, Nishi-ku, Osaka-shi, Osaka 550-0006 Japão


Site: www.enokojima-art.jp

 
Evento gratuito
 
Censura livre
 
Acessibilidade
 
Apoio: Enoco, Ava Galleria, ICELA, Arte Vida Arte, Art_a3 Gallery, PR Comunicação, Moreno Advocacia, Atualidade

Georgia Annes lança livro “Onde minha poesia te abraça”, trazendo poemas afetuosos, no próximo dia 03/05, no 1º Flipetrópolis

 
 
 
A participação da autora no Festival Literário Internacional de Petrópolis vem confirmar sua importância na poesia brasileira
 
 
 
 
 

“Onde minha poesia te abraça”, novo livro da escritora carioca Georgia Annes, será lançado no próximo dia 03 de maio, no 1º Flipetropolis, RJ, pela editora Arpillera, trazendo poemas afetuosos, que vão envolver e afagar os leitores. No texto de quarta capa, Ana Claudia Rosendo Carls, pedagoga, pós graduada em educação inclusiva e terapeuta holística, diz o seguinte sobre a obra: “Ter o livro nas mãos e nossos olhos nas suas páginas é como ter uma melhor amiga ou um melhor amigo o tempo todo a seu lado, é ser acolhido a cada poema, é o amor se fazendo presente em forma de versos”.

Já no prefácio, a escritora e psicanalista Mariangela Bazbuz diz que “Onde minha poesia te abraça é uma espécie de convite a um passo de dança. É como se a autora dissesse: Venha bailar comigo nas linhas dos meus poemas! Um título que já traz o escopo do presente a ser ofertado: um abraço, um olhar, um carinho ou mesmo um colo”. Ela finaliza fazendo o chamado: “A poesia pertence não só a quem escreve, mas a quem precisa dela. Eu aceitei o convite, dancei e me encantei. Você vem conosco?”.

A autora Georgia Annes é graduada em Psicologia e escreve desde os quatorze anos. “A Menina e seus Balões” foi seu primeiro livro publicado em 2022. Participou de doze antologias, sendo uma internacional Multilíngue. Foi classificada em vários concursos de poesia, sendo um dos destaques da Coletânea Prêmio Off Flip 2023 e com poema selecionado para a Coletânea de 2024 também.

 
 

O 1º. Flipetrópolis – Festival Literário Internacional de Petrópolis apresenta atividades culturais acessíveis, inclusivas, antirracistas, éticas, educativas, artísticas, carregadas de conceito e conteúdo. Todas as sessões, sem exceção, são gratuitas e abertas ao público. A diversidade é a marca do Flipetrópolis, que interage com a cidade na montagem da estrutura do evento, incluindo a livraria e a exposição “Portinari Para Crianças”, no Palácio de Cristal e o espaço gastronômico, movimentando a economia local e o turismo.

No centro de tudo, a literatura reúne quase uma centena de escritores e escritoras na forma de encontros de duplas, em conversas sobre o tema “Arte, Literatura, Liberdade e Educação”. Essa primeira edição vai homenagear as autoras Ana Maria Machado e Conceição Evaristo e tem como patrono Juliano Moreira, psiquiatra negro que revolucionou o tratamento de pessoas com transtornos mentais no Brasil e lutou para combater o racismo científico.


 
Ficha técnica
 
Título: Onde minha poesia te abraça
 
Autora: Georgia Annes
 
Editora Arpillera, 2023
 
Projeto gráfico: Thiago Gatti
 
Revisão e edição: Yara Fers
 
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
 
ISBN 978-65-980696-8-1
 
Poesia brasileira
 
72 p; 21 cm
 

Instagram @georgiaannes.escritora

 

 

Magistral a estreia de Jayme Periard  com “ A Quebra”, no Theatro Municipal de Niterói, em cartaz até domingo.

Magistral a estreia de Jayme Periard  com “ A Quebra”, no Theatro Municipal de Niterói, em cartaz até domingo.

Imperdível o espetáculo de comemoração dos 40 anos de carreira do ator Jayme Periard, a “A Quebra”, em cartaz no Theatro Municipal de Niterói, hoje e amanhã, 20 e 21 de abril. A estreia, ontem, 19, foi marcada por calorosos aplausos do púbico de Niterói, cidade onde ele morou na juventude, quando interpretou, também, célebres personagens em novelas da Rede Globo, emissora que o convidou para um marcante retorno.

A intepretação magistral de Periard, aborda com uma dinâmica aperfeiçoada, marcada pela multiplicação do próprio intérprete para apresentar 4 personagens com idades, impressões e característica completamente diferentes. Mas, em uma única abordagem factual, que trata  dos escândalos de pedofilia na Igreja Católica. A ilustração do global revelou uma expressão dramática perfeita, com profundas e intensas emoções do ator, que alcançaram o público em cheio.

No espetáculo, o Cardeal, o jornalista, o Padre e a vítima revelam  o ambiente de sacerdotes abusadores, aqueles que o protegem e o silêncio destes crimes, que ainda imperam no Brasil. Tema de interesse público, que precisa ser, de forma eficaz, objeto de cuidados governamentais, tanto para as vítimas, quanto para os criminosos, a fim de recuperá-los em suas diferentes posições.

Em sua trajetória de 40 anos, Jayme Periard traz, na bagagem, muitos sucessos de novelas e minisséries. Teve passagem dela TV Globo, Record, Bandeirantes, SBT e, pela extinta Rede Manchete. Atuou em “A Gata Comeu”, (1985- Globo), “Dona Beija” ( Manchete, 1986), “Xica da Silva” (1996- Manchete),  a saudosa“ Roda de Fogo” ( 1986- Globo) “ Despedida de Solteiro” ( 1992 – Globo), entre outras,  além de diversos espetáculos teatrais. “Tive o privilégio de ter vivido momentos áureos da TV brasileira e do teatro produzidos a partir da década de 80”, destaca Periard, um estudioso das artes cênicas, que reúne fãs em todo o Brasil, guardado pelo público como peça preciosa da história da teledramaturgia nacional.

Atletas juvenis do Niterói Rugby são convocados para competição na Europa

 

Gabriel Ferreira e Matheus Cordeiro viajam para Portugal em junho

Dois atletas da categoria juvenil do tradicional clube Niterói Rugby irão representar a cidade de Niterói no campeonato português de handebol de praia. Gabriel Nunes Ferreira, de 16 anos, e Matheus Cordeiro Faria, de 18, foram convocados pela equipe portuguesa Associação Desportiva Ia Sports para reforçar o time durante a disputa, que acontece de 24 de junho a 5 de agosto, em Portugal.

Os dois titulares da equipe juvenil de handebol de praia do Niteroi Rugby, que acumularam em 2023 os títulos do Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Carioca,  já estão reforçando, empolgados, os treinamentos para a competição. Gabriel Ferreira está no NR há três anos e Matheus Cordeiro há dois e ambos encaram a convocação para o torneio na Europa como resultado de muito trabalho desde que iniciaram a jornada, ainda como cadetes, nas areias da Praia de Icaraí.

Gabriel Ferreira é um dos melhores especialistas brasileiros de sua geração, com uma técnica acima da média, e vem acumulando títulos desde 2022, quando foi campeão brasileiro na categoria cadete (até 16 anos). No mesmo ano, integrando também a categoria juvenil (até 18 anos), como o caçula da equipe, foi campeão brasileiro, carioca e vencedor da Taça Kika, tradicional competição da modalidade. Em 2023, Gabriel Ferreira voltou a vencer o Carioca na categoria cadete e faturou os títulos do Brasileiro, Copa do Brasil e Carioca como juvenil.

Matheus Cordeiro, chamado de canhoto de ouro, joga como ponta direita nas categorias juvenil e adulto. Em 2022, foi campeão brasileiro na categoria cadete. No mesmo ano, jogando na categoria juvenil, conquistou, ao lado dos demais atletas do NR, o Brasileiro, o Carioca e a Taça Kika. Nessa última competição, foi eleito o melhor jogador  na sua posição. Em 2023, na categoria juvenil, foi campeão no Brasileiro, Copa do Brasil e Carioca, levando o título também da Copa do Brasil na categoria adulto.