ARTE CONTEMPORÂNEA FEMININA TRAZ NOVAS FORMAS DE PENSAR A VIDA COM 5 MOSTRAS DE 5 MULHERES ATÉ O DIA 19 DE JUNHO NO CENTRO CULTURAL CORREIOS RJ.

 
A arte tem o papel de expressar diálogo, porque nos ajuda a elaborar os significados. A arte produz novas formas de ver e pensar a vida, ela é uma transformação da realidade.  A arte é uma forma de conversar e de falar. Por isso a sua importância nesse momento em que vivemos isolamento, saudade e novas emoções. 
A exposição “Arte Contemporânea Feminina” é um projeto inédito, com curadoria da Tartaglia Arte Di Roma, de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez, que reúne 5 mostras individuais de 5 artistas plásticas mulheres, em 5 salas do Centro Cultural Correios RJ, onde cada uma delas compartilha seu tempo, emoções, visões e experiências, promovendo um diálogo entre o público e as obras expostas.
Arte Contemporânea Feminina mostra o novo papel da mulher nas artes e na sociedade, passando de simples modelos para protagonistas à frente das telas. Uma explosão de cores, texturas, formas e tamanhos, de terça a sábado, das 12h às 19h, de forma presencial ou tour virtual. O uso de máscaras é obrigatório, e o número de visitantes é restrito a 30 pessoas de cada vez. Até 19 de junho de 2021.
ARTISTAS
Beatriz Basso ´”Cor, Gesto, Emoção … a Trajetória”
Ilca Barcellos – “Squatters”
Flávia Fernandes – “Táctil”
Isabella Pedreschi – “Reverbério”
Mary Dutra – “Se Foi, Tempo”

Exposição na sede do Parque da Cidade mostra ”Niterói de Todos os Ângulos”   

Quem visitar o Parque da Cidade para contemplar uma das vistas mais bonitas de Niterói poderá conhecer, até o dia 03 de julho, a exposição fotográfica “Niterói de Todos os Ângulos”. A exposição é aberta ao público, de terça a domingo, das 7h às 18h.

A exposição é uma parceria da Secretaria Municipal de Esportes com o  Instituto Carlos Augusto Bittencourt. O Parque da Cidade foi o local escolhido para abrigar a exposição por possuir a principal rampa de voo livre de Niterói, além de ser considerada uma das vistas mais bonitas do Brasil, com olhar privilegiado da entrada da Baía de Guanabara e toda a cadeia de montanhas do Rio de Janeiro, incluindo Cristo Redentor, Pão de Açúcar e Pedra da Gávea, além de proporcionar vistas panorâmicas das praias de Piratininga, Itaipu, Camboinhas, São Francisco, Jurujuba, Charitas e Icaraí.

“Essa iniciativa junta o voo livre, que é uma vocação da cidade de Niterói, e as belas paisagens da cidade através dos artistas da fotografia, em uma exposição que promete tirar o fôlego e certamente irá atrair, não apenas os amantes do esporte, mas toda população de nossa cidade”, destacou o secretário de Esporte e Lazer de Niterói, Luiz Carlos Gallo.

Serão respeitadas todas as normas e orientações do protocolo de combate à pandemia da Covid-19, tais como controle da quantidade de visitantes e manutenção do distanciamento social. Além disso, para ter acesso à exposição o visitante precisará passar por aferição de temperatura e o uso de máscara será obrigatório. A organização da exposição disponibilizará álcool em gel, em vários pontos do Parque da Cidade.  

Foto: Aldo Barranco

Niterói Solidária atinge a marca de 42 toneladas de produtos arrecadados



Nesta terça-feira (15), kits foram distribuídos na Apae Niterói para famílias atendidas pela instituição

 A campanha Niterói Solidária, que recebe doações para pessoas em situação de vulnerabilidade social na cidade, chegou a marca de 42 toneladas de produtos arrecadados. Os alimentos não perecíveis e itens de higiene e limpeza podem ser doados pela população nos postos de vacinação contra a Covid-19. Além de se imunizar, o doador ainda ajuda uma família que está em situação de vulnerabilidade social.

Nesta terça-feira (15), a primeira-dama Christa Vogel Grael, coordenadora voluntária do programa, esteve ao lado da segunda-dama, Raissa Machado, acompanhando a entrega dos kits na Apae Niterói, que atende cerca de 360 famílias, prestando atendimento social, de saúde e educacional. Antes da entrega das cestas, a instituição realizou uma palestra sobre segurança alimentar, com a participação de uma nutricionista voluntária. Junto com os kits, as famílias receberam um guia com dicas sobre alimentação saudável.

Christa Vogel Grael ressaltou que, através da colaboração dos niteroienses, a Niterói Solidária está conseguindo alcançar as famílias que mais precisam, em um momento desafiador como o da pandemia.

“Estamos trabalhando intensamente nessa campanha de vacinação para, além de imunizar os niteroienses, estimular a solidariedade e arrecadar alimentos para fazer chegar à população mais necessitada. É um gesto de amor ao próximo. A Niterói Solidária também nos proporciona a oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho das organizações da cidade, como estamos fazendo aqui na Apae Niterói”, afirmou.

Raíssa Machado destaca a importância da colaboração da população para ajudar quem precisa.

“Neste momento tão difícil que vivemos, a solidariedade tem sido a esperança de muitas famílias. A campanha continua. Levem suas doações a um dos postos de vacinação e faça parte dessa corrida do bem”, frisou Raissa.

Para a presidente da Apae Niterói, Sônia Saraiva dos Anjos, a ajuda da campanha tem sido muito bem vinda no auxílio às famílias atendidas pela instituição.

“É muito bonito ver todo o esforço que a Prefeitura de Niterói tem feito nesta pandemia, agora potencializando a solidariedade das pessoas para colocar comida no prato de outras famílias. Essa união é fundamental”, avaliou.

O secretário municipal de Direitos Humanos, Raphael Costa, lembrou que já foram entregues pela campanha 2.671 kits para famílias carentes de Niterói.

“Essa visita a Apae mostra que é muito importante que a população de Niterói siga abraçando a campanha, colaborando para que, juntos, a gente consiga combater a fome e promover a solidariedade em tempos de pandemia”, analisou.

Moradora de Santa Bárbara, Rita de Cássia Paulista, de 61 anos, recebeu um dos kits nesta terça-feira.

“Eu e meu marido estamos desempregados. Minha filha tem Síndrome de Down e recebia o BPC, o que ajudava muito na alimentação dela, mas foi suspenso em dezembro. É uma ajuda muito grande, principalmente para a minha filha, que precisa de uma alimentação saudável”, disse.

Fotos: Berg Silva

Niterói é “tetra” no evento que avalia o saneamento básico das cidades do Brasil

Pelo quarto ano consecutivo, a cidade foi considerada a melhor em saneamento do Estado do Rio de Janeiro e subiu da 26ª para a 24ª colocação no ranking das cidades brasileiras de grande porte

 

 Pelo quarto ano consecutivo, Niterói está entre as cidades mais bem avaliadas nos índices de saneamento básico do ranking da Universalização do Saneamento da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). Niterói subiu da 26ª para a 24ª colocação no ranking das cidades brasileiras de grande porte e foi considerada a melhor em saneamento do estado do Rio de Janeiro. Durante o evento de lançamento do ranking, nesta terça-feira (15), o município ainda ganhou um selo de destaque por alcançar 100% de destinação adequada de resíduos sólidos.

O Ranking ABES é um instrumento de avaliação que apresenta o percentual da população das cidades brasileiras com acesso aos serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto e de resíduos sólidos, além de aferir o quanto de esgoto recebe tratamento e se os resíduos sólidos recebem destinação adequada. Assim, permite identificar o quão próximo os municípios estão da universalização do saneamento.

O prefeito de Niterói, Axel Grael, enfatizou que o trabalho de planejamento que vem sendo feito pela gestão municipal tem uma característica especial: pensar a agenda do saneamento além da universalização.

“Nosso foco é continuar aperfeiçoando a prestação dos serviços. Desde 2013, realizamos grandes investimentos para chegarmos a 100% de atendimento no abastecimento de água, avançarmos rumo à universalização da coleta e tratamento de esgoto, e aprimorarmos nossa gestão de resíduos sólidos. Não é à toa que Niterói é considerada uma das melhores cidades do país em saneamento e uma exceção no cenário da Região Metropolitana do Rio de Janeiro”, afirmou Axel Grael.

O estudo da ABES analisa também as condições do saneamento em relação à universalização nas cidades brasileiras de grande, médio e pequeno portes e, em função da intrínseca relação entre saneamento e saúde, correlaciona os resultados às Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAI) de cada município. Compõem o estudo 1670 municípios, cujos dados foram fornecidos ao Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), o que representa 70% da população do país.

A secretária municipal de Conservação e Serviços Públicos de Niterói, Dayse Monassa, foi a representante de Niterói durante o evento de lançamento do ranking. Ela lembrou que a cidade vem ganhando destaque nos levantamentos de índices de saneamento básico com resultados expressivos.

“Os reconhecimentos consecutivos que Niterói recebe, ano após ano, valorizam o esforço do município rumo à universalização do saneamento. Gostaria de agradecer a concessionária Águas de Niterói, nossa parceira neste processo. Nossa cidade já tem mais de 95% de esgoto coletado e chegamos a 100% de distribuição de água”, ressaltou Dayse Monassa.

O presidente nacional da ABES, Alceu Bittencourt, destacou o trabalho feito pela Prefeitura de Niterói com a concessionária Águas de Niterói.

“Niterói é um belo exemplo de parceria público-privada bem-sucedida no setor. A ABES defende que é preciso buscar parcerias eficientes para atender a população, como mostra Niterói. Bons prestadores públicos trabalhando com bons prestadores privados”, pontuou Alceu Bittencourt.

 

Alerj promulga 18 leis vetadas pelo Executivo 

Foto: Agência Brasil
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado André Ceciliano (PT), promulgou 11 leis cujos textos tinham sido vetados pelo governador Cláudio Castro. As novas normas foram publicadas no Diário Oficial do Legislativo desta segunda-feira (14/06), assim como outras sete leis que sofreram alterações por derrubada de vetos parciais.

 

A maioria destas leis cria ou autoriza a adoção de medidas de apoio ao Estado e aos cidadãos no enfrentamento à pandemia, como a Lei 9.304/21, que possibilita a suspensão do cumprimento de metas fiscais orçamentárias durante estado de calamidade pública, como é o caso da crise sanitária da covid-19. Com o objetivo de aliviar a crise econômica enfrentada pelo setor cultural, foi promulgada a Lei 9.309/21, que suspende a cobrança de serviços essenciais para estabelecimentos deste setor enquanto durar a pandemia. A medida estabelece como serviços essenciais o fornecimento de água e tratamento de esgoto, energia elétrica, gás natural e serviços de telefonia e internet.

 

De acordo com a norma, as empresas poderão negociar a forma de pagamento de dívidas e prazo de carência, desde que a quitação ocorra em no máximo 12 meses. O Governo também ficará autorizado a postergar a cobrança de impostos estaduais, sobretudo o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), das empresas que promovam atividades culturais, podendo parcelar as dívidas após a pandemia. Só poderão ser beneficiados os estabelecimentos enquadrados como microempreendedores individuais (MEI), microempresas ou empresas de pequeno porte. As empresas beneficiadas deverão manter o número de funcionários por um ano.

 

Ainda sobre o setor, a Lei 9.311/21 regulamentou apresentações artísticas realizadas na modalidade “drive-in” em todo o estado. Em defesa do consumidor, foi derrubado o veto à Lei 9.312/21 que obriga estabelecimentos comerciais que vendem peças de vestuário a adotar o direito do arrependimento, mediante a devolução do valor pago ou a realização do estorno, nas compras realizadas de forma virtual ou presencial, enquanto perdurar o estado de calamidade pública em decorrência do coronavírus. O consumidor poderá desistir do produto no prazo máximo de sete dias a contar da data da compra, desde que as peças estejam íntegras, com as etiquetas, e que seja apresentada a nota fiscal. Em caso de descumprimento, o estabelecimento será notificado, tendo 30 dias para se adaptar.

 

Ainda na lista de medidas contra a pandemia, Lei 9.310/21 regulamentou a vacinação na modalidade “drive thru” em território fluminense. Este programa de vacinação valerá para todas as campanhas e não somente a de combate à covid-19. O objetivo é usar pátios de postos do Departamento de Trânsito do Estado do Rio (Detran) ou de grandes estacionamentos e áreas públicas, através de parcerias, para atender à vacinação exclusiva de idosos, pessoas com deficiência ou com dificuldade de locomoção, bebês de até um ano, gestantes e mulheres até 45 dias após o parto, além de profissionais das forças de Segurança e salvamento (policiais militares, policiais civis, bombeiros) e trabalhadores da Saúde e Assistência Social.

 

A Lei 9.305/21 autoriza o Executivo a instituir a gratificação especial temporária de insalubridade a profissionais das áreas da Saúde, Segurança Pública e Assistência Social, durante a pandemia de coronavírus.Pela Lei 9.306/21, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) fica autorizada a aplicar testes para o covid-19 em todos os presos que entrarem no sistema prisional, realizando as devidas separações para os assintomáticos, grupos de risco e sintomáticos. ALei 9.308/21estabeleceu prioridade de atendimento em toda a rede de Saúde a crianças, idosos e pessoas pertencentes ao grupo de risco em casos de endemia, pandemia e epidemia – como o coronavírus. A Alerj manteve o veto ao artigo que especificava quais eram as pessoas enquadradas em grupos de risco.

Na área da saúde, a Lei 9.314/21 estabelece o regime previsto na CLT nas contratações das Organizações Sociais (OSs), proibindo qualquer outra forma de contratação. Continuou vetado o parágrafo que especificava os benefícios das quais os trabalhadores teriam direito, bem como determinava o registro na Carteira de Trabalho.

Mulheres vítimas de violência ganharam mais uma norma de proteção. A Lei 9.313/21 determina prioridade de atendimentos no Instituto Médico Legal (IML) para as que enfrentam situações de agressão no ambiente familiar. A norma determina como violência doméstica o disposto na Lei Maria da Penha – Lei Federal 11.340/06 – e também inclui a violência praticada contra criança e idoso.

Já a Lei 9.307/21dispensa funcionários e servidores públicos estaduais judeus do trabalho nos dias do RoshHashaná e do YonKippur, além do primeiro, segundo e sétimo dias de Pessach. A Alerj somente manteve o veto ao artigo terceiro, que estabelecia multa de 100 UFIR-RJ, aproximadamente R$ 370,00, por cada funcionário que não tiver o direito respeitado.

VETOS PARCIAIS

Também foram promulgadas as normas que tiveram vetos parciais derrubados, como a Lei 9.048/20, que aumenta as competências e altera a composição do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (Ceter/RJ), incluindo como competência do órgão o controle do Fundo do Trabalho do Estado do Rio (FT). Foi derrubado o veto ao trecho que se refere ao incentivo a instituição, homologação e assessoramento de Conselhos Municipais de Trabalho pelas Câmaras de Vereadores.

A Lei 9.055/20 tornou obrigatória a remediação de aterros sanitários que já foram fechados, visando tratamento do chorume produzido. A Alerj manteve o trecho que determinava que as áreas de transbordos que ainda existem no estado devem ser licenciadas e controladaspelos órgãos estaduais competentes.

Na Lei 9.059/20, que trata da regulamentação da legislação federal sobre a produção e comercialização de queijos artesanais, foi mantida a parte do que estabelece que o Fundo Indenizatório de Defesa Agropecuária financie exames de tuberculose e brucelose e reposição de matrizes sacrificadas em função destas doenças. Também foi rejeitado o veto ao trecho que permite a comercialização de produtos sem embalagem, mas com marcas que identificam o produto.

Também foi publicada com o texto original a Lei 9.060/20 que obriga o Executivo a divulgar, como anexo no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), um relatório com a execução do Orçamento Mulher para garantir a fiscalização e o acompanhamento das políticas públicas para as mulheres no Estado. Foi mantida a obrigatoriedade do relatório conter informações sobre raça, sexo e faixa etária;

ALei 9.061/20, que inclui a população LGBTI e as pessoas que vivem com HIV no Plano Estadual de Valorização da Vida e na campanha Setembro Amarelo, criados pela Lei 8.660/19, teve preservadas as determinações de promoção de palestres e rodas de conversas com adolescentes e jovens.

 

A Alerj derrubou diversos vetos do governador no texto original daLei 9.072/20, que complementa a Política sobre Mudança Climática e Desenvolvimento Sustentável.Entre os trechos mantidos estão o que estimula o uso de água de reuso e madeira certificada entre outros materiais sustentáveis na construção civil; além do que estabelece como infração ambiental a emissão de carbono acima da meta estabelecida por lei.

Por fim, a Lei 9.088/20manteve o artigo que exige aprovação da Alerj em toda e qualquer alteração de localização das unidades da Central de Abastecimento do Estado.

Novos secretários tomaram posse na segunda-feira

Nomeações pretendem dar continuidade à recuperação econômica do estado


O governador Cláudio Castro participou pela primeira vez, na ultima segunda-feira (14/06), da cerimônia de posse dos novos secretários do governo. As indicações buscam formar uma coalizão para dar continuidade à recuperação econômica do Rio de Janeiro, combatendo a Covid-19 e dando mais oportunidades para os fluminenses.

– Quero dar boas-vindas aos novos secretários. São pessoas que eu confio muito e que vem ao governo para agregar com cada uma de suas histórias. No momento, o que precisamos é de união com um objetivo em foco: continuar recuperando o nosso estado nesse momento mais agudo – disse o governador Cláudio Castro.

Foram empossados sete novos secretários: Alexandre Valle, na Secretaria de Educação; Léo Vieira, na Secretaria de Trabalho e Renda; Matheus Quintal, na Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos; Vinícius Farah, na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais; Antônio Pedregal, na Secretaria de Envelhecimento Saudável; Priscilla Azevedo, na Secretaria de Vitimados; e Max Lemos, na Secretaria de Infraestrutura e Obras.

Nomeação de Max Lemos saiu em edição extra do Diário Oficial

Foi publicada em uma edição extra no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (14/06) a nomeação de Max Lemos para a Secretaria de Infraestrutura e Obras. Ele assume a pasta no lugar de Bruno Kazuhiro.

– Em nossa gestão, teremos um grande foco em infraestrutura e, por isso, a pasta terá um papel de abarcar os projetos de desenvolvimento das cidades. É com investimento em infraestrutura que vamos atrair mais empresas e, com elas, mais emprego e renda para a população fluminense – ressaltou o governador Cláudio Castro.

Advogado, Max Lemos foi vereador, presidente da Câmara e prefeito de Queimados em duas ocasiões. Em 2018, foi eleito deputado estadual, e atuava na Alerj até o momento.

 
 

Niteroiense Ralff Abreu é vice-campeão em  Búzios (RJ) em seu primeiro torneio na temporada

 
Niteroiense, atual 31 do mundo e ex-top 10 mundial passou por lesão no joelho e tratamento durante últimos meses
 
 
Ralff Abreu,  niteroiense, ex-top 10 mundial de Beach Tennis, atleta patrocinado pela  Dropshot e com apoios da Secretaria de Esportes e Lazer de Niterói, Clínica de Vacinação Prophylaxis e Spider Undergrip, foi vice-campeão no final de semana na Copa Alive, em Búzios (RJ), evento disputado no Clube Aretê, com premiação de R$ 20 mil.
Ralff e seu parceiro do circuito mundial, João Lauro Carneiro venceram duas partidas e caíram na final diante da dupla do santista Marcus Ferreira e do carioca Bruno Falcão por 6/3 7/5: “Tivemos 5/2 para fechar o segundo set e não fechamos, tivemos um set-points. O apanhado geral foi muito bom. Voltei depois de muito tempo, não senti o joelho em nenhum momento. Estou super feliz por conta disso, chegamos na final e não sentir dores já é um lucro”, disse o atleta que disputou o primeiro torneio do ano e que passou por problemas no joelho nos últimos meses.
Sobre Ralff Abreu
Ralff Abreu, nascido em Niterói, em fevereiro de 1983, foi tenista e começou no Beach Tennis em 2011. Tem 14 títulos nível mundial ITF na carreira.
Em 2017, ao lado de Diogo Carneiro, teve seu melhor ano alcançando o top 10 do ranking mundial. Foi campeão do ITF de João Pessoa (PB), Maceió (AL), Balneário Camboriú (SC), São Miguel do Gostoso (RN), foi vice-campeão em Guadalupe, Niterói (RJ), vice-campeão Mundial pela Seleção Brasileira por Equipes na Rússia, semifinalista do Mundial de Duplas em Cervia, na Itália.Em 2016 foi campeão Pan-Americano em Aruba e em 2017 venceu a Nations Cup, a Copa das Nações, contra a Itália, no mesmo país.
Em 2019 foi vice-campeão no ITF de Brusque (SC) e campeão no ITF de Niterói (RJ).
Fotos: Ralff Abreu em ação em Búzios e com o troféu ao lado de João Lauro Carneiro (Vermelho) / Crédito: Paulo Carneiro / Divulgação

Niterói apresenta experiência de criação do Fundo de Equalização de Receitas em painel sobre fundos de royalties no país

Experiências bem-sucedidas de investimentos e aplicações realizadas a partir das receitas recebidas de royalties e participações especiais de petróleo foram apresentadas, nesta segunda-feira (14), no evento “Fundos de Royalties do Brasil”. A iniciativa da Prefeitura de Niterói, através da Secretaria Municipal de Fazenda (SMF), com apoio da UFF e do Jain Family Institute, reuniu os prefeitos de Niterói, Axel Grael, de Maricá, Fabiano Horta, de Ilhabela (SP), Toninho Colucci, e o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. As quatro localidades possuem atualmente fundos soberanos com receitas oriundas de recursos do petróleo.

O encontro virtual foi proposto durante o processo de elaboração da Política de Investimentos do Fundo de Equalização da Receita de Niterói (FER). Na ocasião, o Departamento de Estudos Fiscais da SMF realizou estudos comparativos com os fundos dos municípios Maricá-RJ (FSM); Ilhabela-SP (FSMI); e do estado do Espírito Santo (FUNSES).

O prefeito de Niterói, Axel Grael, explicou que o Fundo de Equalização de Receitas do Município de Niterói (FER) se traduz em uma ação estratégica de extrema importância para que o município tenha sustentabilidade fiscal mesmo quando acabarem os repasses dos royalties do petróleo.

“Nós sempre soubemos que os royalties deveriam ser encarados como uma grande oportunidade, a ser administrada com responsabilidade. Em fevereiro de 2019, criamos um Fundo de Equalização de Receitas como emenda à lei orgânica do município, para que a gente tivesse o máximo possível de estabilidade em termos legais. Hoje temos um fundo com saldo de 173 milhões, com projeção de chegar a 2040 com R$ 2,8 bilhões de recursos. É importante que o FER seja visto como política de município e de cidade, e não de governo. Foi criado com os olhos voltados para o futuro”, pontuou.

O prefeito ainda destacou que o fundo de equalização foi fundamental para minimizar os efeitos econômicos da pandemia da Covid-19 na cidade e será importante para a recuperação econômica de Niterói.

“Parte da poupança dos royalties foi investida nas ações de retaguarda hospitalar e para o pagamento de programas emergenciais para mitigar os impactos sociais e econômicos decorrentes da pandemia em Niterói. Graças a estes recursos, responsavelmente poupados, conseguimos salvar vidas e fazer da nossa cidade uma referência. Uma vez que a gente avance suficientemente na imunização, a grande preocupação é com a retomada da economia e do emprego. Para isso, a gente mantém nossa aposta no planejamento do município, com responsabilidade fiscal. Nosso objetivo é que o Fundo seja uma instância garantidora de um novo ciclo de investimentos”, disse.

A secretária municipal de Fazenda, Marília Ortiz, explicou que os estudos do Departamento de Estudos Fiscais da SMF mostraram que seria importante reunir os entes dotados de Fundos Soberanos e discutir as características de cada um. Niterói planeja criar, futuramente, um fórum de discussão sobre a finalidade dos fundos, suas políticas de investimento e composição de carteiras.

“Esse painel foi um grande encontro para explorarmos um olhar comparativo entre os diferentes objetivos dos fundos, além das possibilidades e limites de exploração desses recursos dos royalties, que são finitos e extraordinários. Em Niterói, com apoio de diversos especialistas em finanças, estamos desenvolvendo um software que faz simulação estocástica do nosso fundo. Trata-se de uma ferramenta usada pelos melhores gestores de investimento do mundo”, frisou.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, também expressou a preocupação do governo capixaba em traçar um planejamento de futuro para os recursos do petróleo.

“Nós sempre tivemos uma preocupação de reflexão sobre o que fazer para não deixar que a riqueza do petróleo vire uma maldição, como já aconteceu em outros lugares do País e do mundo, com o uso inadequado do uso dos royalties. Esse é um recurso finito, porque alguns campos reduzem produção, outros meios de energia vão chegar. Até o final do ano que vem, teremos R$ 1bi no fundo soberano do Espírito Santo”, detalhou.

O especialista sênior de Gestão Fiscal do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), André Martínez, destacou que a forma de utilização dos royalties pode ter impacto diferenciado no desenvolvimento social e econômico dos municípios, Estados ou países beneficiados.

“É importante reconhecer que a natureza volátil dos recursos dos royalties pode gerar pressões sobre a sustentabilidade fiscal se esses forem usados para financiar gastos que se tornem permanentes. Por isso, a criação de fundos é o primeiro passo para uma gestão eficiente”, comentou.

O subsecretário de Finanças da Secretaria de Fazenda de Niterói, Heitor Moreira, explicou que Niterói decidiu elaborar a política de investimentos do Fundo de Equalização da Receita muito próxima à da Niterói Prev, devido aos seus resultados consistentes, sua legislação já consolidada e ao objetivo análogo de formação de poupança pública para distribuição intergeracional.

“Estamos comprometidos em atender as necessidades de curto prazo, sem perder de vista o planejamento de médio e de longo prazo, que inclui uma política de investimentos consistente que pode aumentar ainda mais nossa ‘Poupança dos Royalties’ e gerar mais retorno em bens e serviços à sociedade”, enfatizou.

O evento reuniu, ainda, em outro painel, responsáveis técnicos pela gestão de cada Fundo para discutir comparativamente a legislação, os limites das políticas de investimentos, as possibilidades de composição da carteira, entre outros desafios e experiências.

 

Niterói terá auxílio social e reserva de vagas em hotéis para amparar mulheres em situação de violência



Conjunto de medidas foi anunciado pelo prefeito Axel Grael, que também sancionou a lei instituindo o  Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio

 Niterói será o primeiro município do Estado do Rio de Janeiro a implantar um programa piloto de reserva de vagas em hotéis para abrigar, temporariamente, mulheres em situação de violência. O município também vai enviar para a Câmara de Vereadores um projeto de lei de pagamento de auxílio social a mulheres que precisam de amparo financeiro para sair de situações de assédio e agressão. As iniciativas anunciadas nesta segunda-feira (14) fazem parte de um conjunto de medidas protetivas para as mulheres em situação de violência, que também inclui o Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio, lei da vereadora Verônica Lima, que foi sancionada pelo prefeito Axel Grael na última sexta-feira (11).

“Esse é um momento marcado pela reflexão da gravidade do que estamos vivendo, com casos recentes inaceitáveis de violência contra a mulher. Temos conversado e planejado políticas públicas para proteger nossas mulheres, com conscientização sobre a possibilidade de defesa dessas pessoas em situação de violência. Precisamos fazer da nossa cidade uma grande referência de combate ao feminicídio”, defendeu o prefeito.

Elaborado pela Coordenadoria de Políticas e Direitos das Mulheres (Codim) de Niterói, o programa piloto que reserva vagas em hotéis da cidade para abrigar, temporariamente, mulheres que morem em Niterói e estejam em situação de violência doméstica e familiar, vai disponibilizar vagas por um período máximo de 15 dias.

De acordo com o decreto que cria o programa, fica assegurada também a cobertura aos dependentes legais e afetivos da beneficiária, que poderão permanecer no hotel. O poder público municipal também fica autorizado a manter o sigilo do nome fantasia e endereço do hotel em que as vagas serão disponibilizadas, com o objetivo de preservar a identidade e segurança da mulher em situação de violência integrante do Programa.

Coordenadora da Codim, Fernanda Sixel destaca que os projetos estão no plano de metas do órgão.

“O hotel de passagem e o auxílio social estavam dentro das nossas metas previstas para o mês de julho, e o prefeito nos deu total apoio para que a gente tirasse do papel projetos tão importantes. Essas iniciativas são pilares estruturantes na política de enfrentamento à violência doméstica e ao feminicídio, e podem salvar a vida de uma mulher que esteja, de fato, correndo risco de vida”, enfatizou Fernanda Sixel.

O projeto de lei que será enviado à Câmara destina-se a conceder auxílio social para mulheres que, em razão da violência sofrida, necessitam de subsídio público para romper o ciclo de violências e opressões. O valor estimado do benefício a ser oferecido pelo Município é de R$ 1 mil para cada mulher, por um período de seis meses, podendo ser prorrogado por igual período após análise realizada pela Codim. Inicialmente, serão beneficiadas 40 mulheres.

“Muitas mulheres não conseguem romper o ciclo da violência e se emancipar devido à dependência financeira dos seus agressores. E, por isso, compreendemos a responsabilidade do poder público de atuar na garantia dos direitos dessas mulheres, provendo as condições necessárias para que possam voltar a ter uma vida normal, longe do agressor”, ressaltou a coordenadora da Codim.

Poderão participar do programa mulheres que tenham acompanhamento da equipe técnica da Codim/Ceam, em que fique constatada a necessidade de integração ao programa para sua subsistência e de seus dependentes legais ou afetivos; mulheres atendidas por medida protetiva prevista na Lei Maria da Penha; mulheres com renda de até 3 salários mínimos; e mulheres em situação de desemprego.

A inclusão e permanência no programa se dará a partir da indispensabilidade de matrícula de cada beneficiária nos cursos oferecidos pela administração pública municipal ou de entidades parceiras, que visam profissionalizar e capacitar as beneficiárias para ingressar ou reingressar no mercado de trabalho com mais confiança.

Enfrentamento ao Feminicídio – Também foi sancionado pelo prefeito, na última sexta-feira (11), o projeto de lei que institui o Programa Municipal de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa, de autoria da vereadora Verônica Lima, pretende prestar assistência e garantir os direitos de mulheres em situação de violência em Niterói. O objetivo é, também, proteger os dependentes dessas mulheres, que presenciam os casos de violência.

“Niterói sai, mais uma vez, na vanguarda das políticas públicas. O município tem um arcabouço legislativo muito avançado no que se refere à proteção das mulheres, o que é muito importante para que as leis se cumpram. Hoje, todas nós estamos de cabeça erguida, porque damos nossa contribuição de luta contra o feminicídio, contra a violência que atinge as mulheres”, pontuou Verônica Lima.

O programa estabelece a criação de um Plano de Ações voltado à prevenção ao feminicídio e à consolidação e ampliação da rede de atendimento às mulheres em situação de violência, acompanhado de um cronograma que vai considerar que os maiores índices de feminicídio são contra mulheres negras. Os territórios com maiores índices de violência contra as mulheres serão priorizados.

“O que falta no nosso país são leis sendo cumpridas. Já passei por muitas delegacias, várias cidades, e pude constatar que aqui em Niterói, as leis de proteção às mulheres se cumprem”, disse a responsável pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Niterói, Alriam Miranda.

A primeira-dama, Christa Grael, o vice-prefeito, Paulo Bagueira, sua mulher, Raíssa Machado, e o secretário Executivo, Bira Marques, também participaram da apresentação das iniciativas.

Fotos: Douglas Macedo

Alerj: estado terá política para pessoas em situação de rua

Foto: Agência Brasil |
A Política Estadual para a População em Situação de Rua será instituída no estado do Rio de Janeiro. É o que determina a Lei 9.302/21, sancionada pelo governador Cláudio Castro e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (11/06). O texto é de autoria original do deputado Waldeck Carneiro (PT) e da ex-deputada Tânia Rodrigues. A política pretende assegurar o acesso de pessoas em situação de rua aos serviços de saúde, educação, assistência social, moradia, segurança, cultura, lazer, trabalho e renda.

A medida prevê que gestantes nessa situação tenham garantido direito à maternidade por meio de cuidado compartilhado através das políticas de Saúde e Assistência Social. Também está prevista a produção e disseminação de dados que demonstrem o acesso dessas pessoas aos serviços.

A medida determina também a inclusão dessa população como alvo prioritário nas ações de qualificação profissional. O projeto ainda propõe que a Lei Orçamentária Anual (LOA) aloque recursos para políticas destinadas a esse setor da sociedade e que a rede de abrigos temporários deverá ser ampliada, como forma de incentivo ao seu uso.

“Esse projeto é importante porque institui uma política estadual para pessoas que vivem no limite da indignidade, numa realidade incompatível com a própria condição humana. E essa situação vem aumentando exponencialmente no Rio de Janeiro, dado ao agravamento da crise, ao aprofundamento da desigualdade, do desemprego e da fome. Esta política que aprovamos busca instituir uma agenda que garanta minimamente direitos e serviços para essa população tão necessitada”, disse o deputado Waldeck.

Veto parcial

O governador Cláudio Castro vetou parte do texto. O Artigo 7, que previa a criação de um Comitê Intersetorial para acompanhar a execução da política, foi retirado da lei. O grupo seria composto por representantes das secretarias estaduais, do Ministério Público, da Defensoria Pública e do Tribunal de Justiça do Estado, além de representantes da sociedade civil organizada. Em justificativa, o Executivo afirmou que a proposição se refere a um campo de atuação exclusivo da União, e que, inclusive, já se encontra regulamentada pela Lei Federal 8.934/94, que dispõe sobre o Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades.

Também assinam o texto como coautores os deputados Zeidan (PT), Samuel Malafaia (DEM), Carlos Minc (PSB), Martha Rocha (PDT), Tia Ju (REP), Flávio Serafini (PSol), Eliomar Coelho (PSol), Luiz Paulo (Cidadania), Enfermeira Rejane (PCdoB) e Lucinha (PSDB).