Museu das Amazônias lança agenda educativa voltada à preservação ambiental e aos saberes tradicionais

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Atividades acontecem de 19 a 30 de novembro, são gratuitas e abertas ao público

O Museu das Amazônias anunciou sua nova programação educativa, que será realizada durante o mês de novembro, com oficinas, vivências e visitas temáticas voltadas para a conscientização ambiental, o respeito à biodiversidade e a proteção dos povos tradicionais e suas cosmologias. Todas as atividades são gratuitas e não exigem inscrição prévia, mas as vagas são limitadas, sujeitas à lotação do espaço.

Com ações voltadas para diferentes faixas etárias, a programação reúne práticas artísticas, saberes indígenas, histórias negras amazônicas, astronomia ancestral, botânica e biodiversidade. O objetivo é aproximar o público dos múltiplos conhecimentos que constituem as Amazônias, fortalecendo o papel do museu como espaço de diálogo, educação e trocas culturais.

“Criamos uma programação que celebra a diversidade dos saberes amazônicos e reforça o compromisso do museu com a educação sensível e inclusiva. Queremos que crianças, jovens e adultos vivenciem experiências que conectem arte, ciência, cultura e natureza, sempre valorizando os povos que cuidam da Amazônia há séculos,” afirma Emerson Caldas, coordenador de Atendimento e Educação do Museu das Amazônias.

Programação da COP30

Além das atividades educativas anunciadas, o Museu das Amazônias está com uma programação especial dedicada à COP30, iniciada em 10 de novembro e que segue até o dia 21. A agenda inclui painéis, debates e mostras audiovisuais, todos gratuitos. Durante o período da conferência, o museu funciona em horário estendido, abrindo diariamente das 10h às 20h, com última entrada às 19h. A visitação permanece gratuita, mediante retirada de ingressos pela plataforma Sympla.

PROGRAMAÇÃO EDUCATIVA — 19 A 30 DE NOVEMBRO

19/11 — Quarta-feira

Introdução às constelações Tupi-Guarani

10h às 12h | Público: crianças a partir de 8 anos

Vivência sobre o conhecimento astronômico indígena, mostrando como povos amazônicos integram o céu à vida cotidiana.

20/11 — Quinta-feira

Oficina de escrita: Amazônias negras na poesia de Bruno de Menezes

10h às 12h | Público: maiores de 10 anos

Oficina baseada nos poemas de Batuque (1931), destacando memórias, religiosidade e identidade negra amazônida.

21/11 — Sexta-feira

Oficina: “De cantos e histórias: Cosmologias dos pássaros”

10h às 12h | Público: livre

Cosmologias indígenas dos povos Tukano, Yanomami e Desana e o papel espiritual dos pássaros.

Folha-bicho, bicho-folha: animais amazônicos, dobraduras e preservação ambiental

16h às 18h | Público: crianças e adolescentes a partir de 10 anos

Oficina que une dobradura, pintura e ciência para apresentar a diversidade da fauna amazônica.

22/11 — Sábado

A anatomia das folhas

10h às 12h | Público: livre

Oficina inspirada nas fotografias de Sebastião Salgado, com observação e impressão botânica.

23/11 — Domingo

Pintura em Miriti — Ateliê das Aves

Sessões: 10h–11h | 11h–12h | 15h–16h | 16h–17h | Público: geral

Pintura de aves amazônicas em miriti, aproximando arte, cultura e biodiversidade.

28/11 — Sexta-feira

Oficina: “De cantos e histórias: Cosmologias dos pássaros”

10h às 12h | Público: livre

Reedição da oficina que apresenta mitos e significados espirituais dos pássaros na cosmologia indígena.

Visita Educativa — Os Caminhos das Águas

10h às 12h | Público: crianças de 6 a 12 anos

Atividade interativa sobre as transformações de Belém e o papel das águas na formação da cidade.

29/11 — Sábado

A memória das plantas: imagens e histórias das ervas em Belém

10h às 12h | Público: livre

Oficina sobre ervas amazônicas e os saberes de mulheres, erveiras e povos tradicionais da região.

30/11 — Domingo

Oficina Mapas da Memória: Amazônias vividas, imaginadas e compartilhadas

10h às 12h | Público: livre

Criação de mapas afetivos com pinturas e materiais naturais, unindo memórias e imaginários amazônicos.

Serviço:

Museu das Amazônias

Endereço: Complexo Porto Futuro II — Avenida Marechal Hermes, Reduto, Belém (PA)

Horário de funcionamento:

  • De 10 a 21 de novembro: funcionamento em horário estendido devido à COP30, das 10h às 20h, com última entrada às 19h (aberto todos os dias).
  • A partir de 22 de novembro: retorno ao horário regular, de quinta a terça-feira, das 10h às 18h, com última entrada às 17h.

Sobre o Museu das Amazônias

Inaugurado no dia 4 de outubro de 2025, o Museu das Amazônias é resultado de uma ampla rede de colaborações que reúne diferentes esferas do poder público e da iniciativa privada em torno de um mesmo propósito: valorizar, preservar e projetar o patrimônio cultural, científico e ambiental das Amazônias. Mais do que um museu de ciências e tecnologias amazônicas, o Museu é um símbolo de cooperação e compromisso coletivo com o futuro da região e do planeta.

A iniciativa é do Governo do Estado do Pará, realizada pela Secretaria de Estado de Cultura do Pará e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Sua concepção e implementação foram conduzidas pelo IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi. Exemplo bem-sucedido de cooperação entre Estado e iniciativa privada, o Museu das Amazônias tem a Vale como Parceira Estratégica, apoio internacional do CAF e apoio financeiro da Finep e do BNDES. Conta ainda com a colaboração de empresas como Hydro, New Fortress Energy, Ipiranga, Mercado Livre, Ultracargo e Grupo BID. O projeto também conta com a Embrapa e o Amazônia Sempre como parceiros de conteúdo.

Foto: Emeson Oliveira

Fotografia e jornalismo ambiental em exposição durante a COP30 

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A COP30 não estaria tão presente no debate público sem a força do jornalismo. Acreditando no poder das narrativas para ampliar a compreensão da crise climática e de suas soluções, o Pulitzer Center inaugurou a exposição fotográfica “Jornalismo e Narrativas do Futuro” na Casa Ninja, em Belém (PA), durante o evento. 

A mostra reúne imagens produzidas em investigações ambientais e projetos realizados em regiões de floresta tropical, como América Latina e África. São registros visuais que conectam clima, território e soluções lideradas por povos tradicionais – em trabalhos desenvolvidos com o apoio do Pulitzer Center. 

Ao ocupar a COP30 com uma mostra de fotografia, o Pulitzer Center evidencia como o encontro entre jornalismo, arte e sociedade civil pode abrir caminhos para narrativas que não costumam aparecer nas negociações climáticas. Essa combinação amplia olhares, faz circular histórias que raramente chegam às mesas de decisão e ajuda a revelar dimensões da crise climática que só aparecem quando diferentes saberes e experiências se cruzam. São essas narrativas, vindas dos territórios e das pessoas que vivem a floresta, que abrem espaço para imaginar futuros mais justos e possíveis. 

Integram a exposição obras de fotojornalistas como Florence Goupil, Sofía López Mañán, Giovanna Stael, Barry Christianson, Lalo de Almeida, Rogério Assis e Misha Vallejo Prut. 

“O ciclo de vida de uma reportagem não termina na publicação. Exposições como esta permitem que as histórias sigam reverberando, devolvendo às comunidades o impacto que cada imagem pode gerar”, afirma Gustavo Faleiros, Diretor de Investigações Ambientais do Pulitzer Center. 

A organização incentiva não apenas investigações e denúncias, mas apoia também o jornalismo de soluções, fortalecendo projetos que apresentam respostas dadas por comunidades locais para enfrentar a crise climática. O Pulitzer Center oferece bolsas para jornalistas, com editais disponíveis no site oficial. Durante a COP30, ainda promove eventos, encontros de redes colaborativas, workshops e diálogos para fortalecer o jornalismo e o engajamento em rede. 

Uma das fotografias da exposição é parte da reportagem do jornalista Tayguara Ribeiro, bolsista do Pulitzer. Com fotos de Giovanna Stael, o projeto destaca a importância dos manguezais e o papel das comunidades tradicionais em sua preservação. “Eu estava conversando com um pescador da Ilha do Marajó, que fazia pesca de curral. Perguntei sobre as aves que comem os peixes que ficam presos no labirinto. Ele disse: ‘Eles comem. Eu não pesco só para mim — os peixes também são para os animais.” Esse pensamento me ensinou mais do que muitos livros sobre meio ambiente”, relata Ribeiro. A matéria evidencia como o conhecimento ecológico ancestral é uma forma de monitorar e proteger ecossistemas sensíveis. 

Já as fotos de Sofía López Mañán unem poesia e jornalismo. Na reportagem escrita pela jornalista Irupé Tentorio, o Gran Chaco – território hostil marcado por longas distâncias, caminhos de terra e pouca informação -ganha novo significado por meio da apicultura. “A partir do trabalho com as abelhas, entendemos que era possível transformar a economia, ensinar as comunidades originárias, fortalecer as cooperativas. A florada nativa dura oito meses, e dali nasce uma resistência poética. A reportagem mostra que, mesmo em um lugar tão afetado pelo desmatamento, ainda existe cuidado, organização e futuro”, afirma a jornalista. 

Sobre o Pulitzer Center 

O Pulitzer Center é uma organização jornalística independente, sem fins lucrativos, dedicada a promover reportagens inovadoras e de alto impacto sobre os grandes desafios globais. Fundado em 2006, o centro apoia jornalistas, comunicadores e educadores em mais de 80 países, fortalecendo investigações aprofundadas, a produção de narrativas transformadoras e o engajamento de públicos diversos. 

Fundado nos Estados Unidos e com atuação crescente no Brasil e na América Latina, o Pulitzer Center tem presença também na África e no Sudeste Asiático. A organização acredita no jornalismo como ferramenta essencial para mobilizar a sociedade, gerar impacto público e impulsionar soluções coletivas. Seu trabalho alcança dezenas de milhões de pessoas por ano por meio de parcerias com veículos de mídia e estratégias de engajamento com comunidades, escolas, universidades e organizações da sociedade civil. 

 

Festival Nordestino de Niterói une celebração de 6 anos com aniversário da cidade 

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Evento acontece de 19 a 23 de novembro no Mercado Municipal de Niterói, celebrando a rica cultura nordestina e o aniversário da cidade
 
O Festival Nordestino de Niterói chega à sua 6ª edição trazendo uma programação especial que promete agitar o feriadão de novembro. Entre os dias 19 e 23, o Mercado Municipal de Niterói se transformará no epicentro de uma grande celebração da diversidade cultural nordestina.
Esta edição marca um momento duplamente especial: além de celebrar os seis anos de trajetória do festival, o evento também homenageia o aniversário de Niterói, cidade que abraçou a iniciativa com entusiasmo e se consolidou como importante centro de difusão da cultura nordestina na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Durante cinco dias intensos, o festival oferecerá forró autêntico, manifestações culturais tradicionais e o melhor da culinária nordestina, reafirmando sua posição como um dos principais eventos culturais da “Cidade Sorriso”. A programação diversificada promete atrair tanto os apaixonados pela cultura nordestina quanto aqueles que desejam descobrir mais sobre essa rica tradição brasileira.
 
Serviço:
Festival Nordestino 
Data: 19 a 23 de novembro de 2025
Horário: 12h às 00h
Local: Estacionamento do Mercado Municipal de Niterói – Rua Santo Antônio, 53 – Centro 
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
Informações:
Tel: (21) 99649-2471
Instagram: @festivalnordestino, @fa.entretenimento, @vibeprod.eventos
 
 
Programação Completa:
 
QUARTA (19/11)
 
Apresentação: Wanderson Brito
17h – Karaokê
19h30 – Forró Informal (1º Set)
21h – DJ
22h – Forró Informal (2º Set)
 
QUINTA (20/11)
Apresentação: Wanderson Brito
12h – DJ
13h – Karaokê
16h – Nega Clei (Boneca Dançarina)
17h30 – Pé Descalço (1º Set)
19h – DJ
19h30 – Pé Descalço (2º Set)
 20h30 – DJ
21h – Lara Zuzarte (1º Set)
22h – DJ
22h30 – Lara Zuzarte (2º Set)
00h – Fim
 
SEXTA (21/11)
Apresentação: Wanderson Brito
16h – Karaokê
18h – William Gomes e Banda (1º Set)
19h – DJ
19h30 – William Gomes e Banda (2º Set)
21h – DJ
21h30 – Leo Lemos (1º Set)
22h30 – DJ
23h – Leo Lemos (2º Set)
00h – Fim
 
SÁBADO (22/11)
Apresentação: Wanderson Brito
12h – DJ
13h – Karaokê
16h – Leo Castro
17h – DJ
17h30 – Neidinha Rocha (1º Set)
19h – DJ
19h30 – Neidinha Rocha (2º Set)
21h – DJ
21h30 – Bonde Bem Docinho (1º Set)
22h30 – DJ
23h – Bonde Bem Docinho (2º Set)
00h – Fim
 
DOMINGO (23/11)
Apresentação: Wanderson Brito
12h – DJ
13h – Karaokê
16h – Nega Clei (Boneca Dançarina)
17h – DJ
17h30 – Chamego Nordestino (1º Set)
18h30 – DJ
19h – Chamego Nordestino (2º Set)
20h – DJ
20h30 – Impacto Show (1º Set)
21h30 – DJ
22h – Impacto Show (2º Set)
00h – Fim

 

Flup 2025 inicia nesta semana com Conceição Evaristo e shows de Jonathan Ferr, Mano Brown e Majur

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Cerca de 800 crianças de dez escolas municipais cariocas apresentam, na quarta-feira, 19/11, às 14h, performances artísticas e participam do cortejo ‘Conceição em Festa’, que culmina na coroação simbólica de Conceição Evaristo, homenageada da Flup;

Atividades são resultado do processo formativo Batalha da Memória e podem ser acompanhadas pela imprensa, mediante credenciamento antecipado em www.agenciagalo.com/flup2025 

Nesta quarta-feira, 19/11, às 14h, cerca de 800 crianças de dez escolas municipais do Rio de Janeiro realizam performances artísticas e o cortejo “Conceição em festa”, que termina com a coroação simbólica de Conceição Evaristo. A atividade marca o evento de abertura para a imprensa da 15ª Festa Literária das Periferias (Flup), que tem patrocínio master da Shell. Também na quarta, a partir das 18h, a Flup inicia sua programação aberta para todos os públicos com exposições, encontros literários e shows musicais. A agenda completa está disponível em www.vempraflup.com.br/.

A exposição “Fanon, revolucionário anticolonial: um programa de desordem absoluta”, seguida de performance de Ziel Karapotó, marca a noite de abertura da Flup. Outro destaque é a mesa de conversa “O sonho de nossos heróis, que precisamos manter vivo”, com Conceição Evaristo e Mireille Fanon, mediada por Mame-Fatou Niang.

A programação aberta ao público é gratuita, mas para conferir os shows musicais é preciso retirar ingressos pelo Sympla. A programação musical da quarta-feira (19/11) conta com concerto de Jonathan Ferr e, ao longo da semana, o palco recebe Mano Brown (20/11), Majur (23/11), além de apresentações de Fuzuê d’Aruanda, Agbara Dudu, Awurê, Akiyo com Fanswa Ladrezeau e a tradicional Bateria da Portela.

Confira a programação da primeira semana de Flup no Viaduto Madureira, CUFA e Zê Êne:

19 DE NOVEMBRO (QUARTA-FEIRA)

Viaduto de Madureira

(Não há programação na CUFA ou no Zê êne neste dia)

  • 18h00 – 18h45 — Abertura da exposição Fanon, revolucionário anticolonial. Curadoria: Handerson Joseph e Silvia Capanema
  • 19h00 – 19h45 — Abertura institucional
  • 20h00 – 20h30 — Performance artística Ziel Karapotó
  • 20h30 – 22h00 — O sonho de nossos heróis, que precisamos manter vivo
    Conceição Evaristo e Mireille Fanon
    Mediação: Mame-Fatou Niang
    (seguida de autógrafos)
  • 22h45 – 23h45 — Concerto para Conceição — Jonathan Ferr e Trio de Cordas

 

20 DE NOVEMBRO (QUINTA-FEIRA)

Viaduto de Madureira

  • 14h – 15h30 — O corpo que dança outro tempo
    Parceria: Monde En Vues
  • 16h – 17h30 — Ideias para reencantar o mundo
    Conceição Evaristo e Bonaventure Ndikung
  • 18h – 19h30 — Beco da memória, mangue do futuro
    Parceria: Étonnants Voyageurs
  • 19h30 – 20h00 — Fabienne Kanor
  • 20h00 – 21h30 — O alvo de sempre
    Parceria: Open Society Foundation
  • 21h30 – 23h30 — Fuzuê d’Aruanda
    Parceria: Festival de Madureira
  • 00h00 – 1h30 — Show Mano Brown

CUFA

  • 14h00 – 16h00 — Filme Biguine, de Guy Deslauriers
  • 16h00 – 17h30 — Redes e Rastros
  • 18h00 – 19h00 — Abertura Institucional FLIIR + Prêmios
  • 19h00 – 21h00 — Ciganos do Brasil: narra para existir

Zê êne

  • 15h45 – 17h00 — Mesa Editora Malê: Nossas histórias em livros infantis — Didia (lançamento)
  • 17h15 – 18h45 — Mesa Malê: Madureira e a poesia do sambista perfeito: Arlindo Cruz
  • 19h00 – 21h00 — SLAM BR – Chave A
  • 21h30 – 23h30 — SLAM BR – Chave B

21 DE NOVEMBRO (SEXTA-FEIRA)

Viaduto de Madureira

  • 14h – 16h00 — Redesenhando imaginários
    Parceria: Arquipélago Glissant
  • 15h30 – 16h00 — Agbara Dudu
  • 16h30 – 18h — No olhar, no cheiro, no corpo
  • 18h – 18h30 — Chaos-Opera
  • 18h30 – 20h00 — O futuro tem voz de mulher negra

 

  • 20h30 – 22h00 — O que a literatura pode fazer quando não pode mais fazer nada?
  • 22h00 – 23h30 — Bateria Império
  • 23h30 – 1h30 — Akiyo com Fanswa Ladrezeau e Awurê
    Parceria: Monde En Vues e Festival de Madureira

CUFA

  • 14h00 – 15h30 — Chamas e Caminhos
  • 16h00 – 17h30 — Águas que correm
  • 18h00 – 19h30 — Sementes do amanhã

Zê êne

  • 19h00 – 23h30 — SLAM BR — Chaves C e D

22 DE NOVEMBRO (SÁBADO)

Viaduto de Madureira

  • 14h – 15h30 — Mapas do Eu: escrever a própria terra
  • 16h – 17h30 — Olhar é também um ato político
  • 18h – 19h30 — Os saberes das beiras
  • 20h – 21h30 — Para reescrever o porvir
  • 21h30 – 00h00 — Filhos da Águia, Império do Futuro, Nilce Fran, Soninha Bumbum, Karin Rodrigues e Lemi Ayó
  • 22h – 5h — Baile Charme

CUFA

  • 14h – 15h30 — Jovens em conversa com Conceição Evaristo
  • 16h – 17h30 — SINAPIR – Juventude Negra Viva
  • 18h – 19h — Leitura de E os cães se calaram
  • 19h – 20h — Documentário As Irmãs Nardal + debate
  • 20h – 21h — Feminismo negro: experiências transatlânticas

Zê êne

  • 14h – 15h15 — Editora 34 — Conversa com Patrick Chamoiseau
  • 15h45 – 17h – Flup apresenta: Descolonizar a Escola: Memórias Apagadas, Saberes Insurgente – Roda de conversa com Ynaê Lopes dos Santos e Maria Antônia Goulart
  • 17h15 – 18h45 | Viaduto — Chaos Opera — Atlântico Negro
  • 19h – 21h — SLAM BR — Semifinal 1
  • 21h30 – 23h30 — SLAM BR — Semifinal 2

23 DE NOVEMBRO (DOMINGO)

Viaduto de Madureira

  • 14h – 15h30 — Podcast Angu de Grilo ao vivo
  • 15h30 – 16h — Cerimônia Choix Goncourt
  • 16h30 – 18h — O amanhã será ainda mais nosso
  • 18h30 – 20h — A herança colonial na nossa mesa e no nosso clima
  • 20h30 – 22h — O quilombo dentro de nós
  • 21h30 – 23h — Queimado
  • 23h30 – 00h30 — Show Majur

CUFA

  • 14h – 15h30 — Mesa: SINAPIR e a literatura como promoção da igualdade racial
  • 16h – 17h — Peça Rosanie Soleil
  • 17h30 – 19h — Cozinha ancestral: diálogo cultural

Zê êne

  • 15h30 – 17h30 – Lançamento do livro Devotos: a encruzilhada entre São Jorge e Ogum e Sarau com os autores do livro
  • 15h45 – 17h – Editora Flyve apresenta: A encruzilhada entre a escrita e a publicação
  • 17h15-18h45 FLIIR apresenta: Evandro da Conceição e Geni Núñez | Tema: Toda Forma de amor vale amar
  • 19h- 21h – FINAL SLAM BR

 

SERVIÇO

FLUP 2025

Data: 19 a 23 e 27 a 30 de novembro

Endereços: Viaduto de Madureira – Viaduto Prefeito Negrão de Lima, Rua Francisco Batista, 01, Madureira; CUFA Madureira – Rua Francisco Batista, 01, Madureira; Zê Êne – Rua Carvalho de Souza, 182, Loja F, Madureira

 

Clama Teresópolis reúne milhares de pessoas em noite de fé, música e emoção no Pedrão

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Evento promovido pela Prefeitura e COPETE mobiliza famílias, arrecada alimentos e entrega momentos de renovação espiritual com Gabriela Rocha e Marcelo Nascimento

Teresópolis viveu, no último sábado (15), uma das noites mais marcantes do calendário de eventos da cidade. O Clama Teresópolis, realizado pela Prefeitura Municipal de Teresópolis em parceria com o COPETE (Conselho de Pastores Evangélicos de Teresópolis) e com apoio do Metanoia Radical, lotou o Ginásio Pedro Jahara (Pedrão) em um encontro que uniu música, oração, emoção e solidariedade.

O Clama Teresópolis também atraiu famílias e grupos vindos de municípios vizinhos, que se juntaram ao público local para viver essa noite de fé e comunhão. A presença de visitantes reforçou a projeção regional do evento e o impacto positivo que ele exerce além das fronteiras do município.

O público chegou bem cedo, antes mesmo da abertura dos portões já havia famílias inteiras aguardando para garantir um bom lugar. Crianças, jovens e adultos se misturaram em um clima de alegria e expectativa. Ao longo da tarde e da noite, o ginásio se transformou em um grande espaço de adoração: muitos sorrisos, lágrimas de alegria, joelhos no chão, olhos voltados para o céu e mãos erguidas em oração marcaram a atmosfera do evento.

Louvor que moveu a multidão

A programação começou com bandas de diversas igrejas, que aqueceram o público com canções que elevaram o clima de fé e preparação. Em seguida, o cantor Marcelo Nascimento trouxe energia e devoção em um repertório que fez o público cantar alto e pular junto. O artista levantou o astral do ginásio com clássicos que marcaram gerações.
Marcelo também destacou sua alegria em retornar à cidade: “A música faz essa ligação entre todos… a canção gospel, evangélica tem uma unção diferente que às vezes você não entende por quê tá chorando, por quê aquela tristeza que você tinha saiu, a gente sabe que é o Senhor Jesus. É isso que a gente canta, que a gente prega.” E completou:
”Eu fiquei muito feliz de ser convidado pra cantar em Teresópolis, já cantei muito aqui, e tinha muito tempo que eu não vinha, estava com saudades desse povo maravilhoso!”

Depois, a cantora Gabriela Rocha, um dos maiores nomes da música cristã contemporânea, abriu sua participação com uma das canções gospels mais queridas do público: “Ninguém Explica Deus”, do grupo Preto no Branco. O ginásio inteiro acompanhou em um coro arrebatador.
Sobre a essência do encontro, Gabriela afirmou: “O desejo dos nossos corações é que as pessoas que estão aqui possam ter um encontro verdadeiro com Jesus. Que elas possam ir além da música, além de um protocolo e de um evento, que elas possam estar com os olhos no lugar certo e na pessoa certa que é Jesus, e recebam e escolham a melhor parte que sempre é o Senhor.”

Um evento para agradecer e unir a cidade

Ao longo das apresentações, a voz do público se destacou: alta, forte, uníssona. Famílias inteiras cantaram de mãos dadas. Crianças subiram nos ombros dos pais para acompanhar os momentos mais marcantes. Foi um encontro de gerações e um retrato vivo da fé.

O prefeito Leonardo Vasconcellos ressaltou o propósito múltiplo do Clama Teresópolis, unindo espiritualidade e desenvolvimento social: “ O Clama Teresópolis nada mais é do que a vontade da Prefeitura de Teresópolis junto com o COPETE de agradecer pelo ano de 2025, mas mais do que tudo fazer as nossas interseções para que seja um Natal e um Ano novo próspero e um ano de 2026 maravilhoso! O Clama Teresópolis tem um objetivo: agradecer a Deus. Mas nós temos outros: incentivar o turismo, a alegria das pessoas, mas mais do que tudo fazer um trabalho em que as pessoas se sintam felizes e à vontade.”

Além do prefeito, o evento contou com a presença da primeira-dama Cláudia Vasconcellos, de secretários municipais, vereadores e outras lideranças locais, que acompanharam a programação e participaram do encontro junto ao público.

Solidariedade que transforma

A arrecadação de alimentos foi um ponto forte da noite. Além da doação de 1kg de alimento não perecível por parte do público, e toda a venda de alimentos no evento teve caráter solidário, uma ação conduzida pelo Metanoia Radical, que destinou o valor arrecadado às iniciativas sociais da instituição, ampliando o impacto do evento para além das apresentações no palco.

Uma noite para ficar na história

O Clama Teresópolis deixou sua marca não apenas como um grande evento gospel, mas como um encontro de comunhão, gratidão e renovação espiritual. A cidade viveu uma noite em que a fé encontrou a música, a solidariedade encontrou o coração das pessoas e a serra se encheu de um só clamor.

Fotos: Jonathan Martins e Roberto Ferreira

FICC 9 consagra o “Oscar do Cinema Cristão” em dia histórico em São Paulo

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Confira abaixo a lista completa dos vencedores do FICC 9 

Com mais de 1.000 convidados presentes, artistas de quatro continentes e uma cerimônia  marcada por emoção, beleza e excelência, a 9ª edição do Festival Internacional de  Cinema Cristão se firma como um dos maiores festivais de cinema cristão no mundo. 

O dia 15 de novembro de 2025 ficará para sempre registrado na história do audiovisual  cristão. A YAH Church, em São Paulo, transformou-se em um grande palco de celebração,  com momentos que levaram o público às lágrimas, ao riso e à vibração do início ao fim. 

Mais de mil pessoas lotaram a nave para prestigiar um festival que superou todas as  expectativas. A cerimônia, produzida com excelência, emocionou pela beleza, pela  organização e pelas apresentações artísticas que encantaram todos os presentes. O  clima foi de euforia quando os vencedores subiram ao palco para receber seus prêmios — um misto de alegria, lágrimas e gratidão que tomou conta da plateia. 

O Cinema Cristão em Seu Melhor Momento – Do Brasil para o Mundo. 

Com a presença de artistas e profissionais do audiovisual vindos de quatro continentes, o  FICC 9 consolidou-se como referência global. Para alguns, a noite foi “mágica”; para  outros, foi marcada pela “forte presença de Deus”. Com a transmissão ao vivo, as  imagens, os discursos e as celebrações do palco se espalharam rapidamente pelas redes  sociais, alcançando públicos em muitos outros países. 

Destaques da Programação 

Além da emocionante Cerimônia de Premiação, o festival contou com mais dois eventos  especiais: 

Première do Documentário A Guerra Invisível — Um documentário que nasceu de  oração, lágrimas e fé. Uma obra que une excelência cinematográfica e propósito divino  para expor as estratégias do inimigo e revelar a luz que vence as trevas. Produção da  Bello Films. 

Exposição Polo Criative — sob curadoria da artista plástica Pri Lorusso — reuniu 17  artistas e 68 obras, além de literatura, produtos e serviços. O evento contou ainda com  uma apresentação de Pintura ao Vivo realizada por Pri Lorusso e Mamma Fire,  enriquecendo a experiência artística do público. 

Momentos Artísticos e Participações Especiais 

A abertura ficou por conta da cantora Paola Fachinelli, ao som de piano. Os atores John e Carol Bassi realizaram cenas de dublê no palco, surpreendendo o  público.

A YAH Church participou com uma belíssima apresentação musical, e a cantora Deborah  Sylvia emocionou a plateia com sua performance. 

Na homenagem à Bíblia – SBB, o grupo Ozamigos apresentou a música que reforçou a  mensagem: “Depois da leitura da Bíblia, ninguém é o mesmo.” 

O personagem Judá, o Leão, marcou presença especial na categoria Animação. A dançarina Carol Bassi apresentou a performance “Solo Vasos”, inspirada em Jeremias  18. 

A cineasta Marina Liberato, filha do saudoso apresentador Gugu Liberato, participou da  cerimônia, assim como a equipe da Haja Libras, responsável pela tradução e  interpretação para a comunidade surda. 

Os atores Brendha Haddad e Kainan Ferraz conduziram a abertura e apresentaram  categorias; Bianca Pagliarin e John Bassi apresentaram as 10 categorias de Longa Metragem; Alexandre Canhoni e Giovanna Abbud conduziram as categorias temáticas. 

A Curadoria do Festival foi oficialmente apresentada no palco, reunindo profissionais de  destaque do audiovisual: Juliana Antunes, Aryanne Soares, Alexandre Odierna Dyego Fernandes. Os curadores Renato Pereira e Fabiano Caza, que também integram  o time, não puderam comparecer. 

Homenagens 

Personalidades que marcam a trajetória da fé e da comunicação cristã foram  homenageadas: 

Prs. Lamartine e Lylian Posela (YAH Church), representados pelo Pr. José Luiz  Teixeira, Dr. Erni Seibert, CEO da SBB, Pr. e multiartista Juanribe Pagliarin (Paz e  Vida) e o cineasta Miguel Nagle (4U Films). 

Artistas e lideranças que marcaram presença 

Baby do Brasil, empresário e influencer digital Agustin Fernandes, ex-prefeita Ana Karin  Andrade, ator Felipe Folgosi, atriz Priscila Ubba, Marina Ragusa, executiva de Streaming,  ator Olivetti Herrera, o diretor Elder Fraga, diretor Miguel Rodrigues, Marcos Freitas,  Natália Simony, Selma Amaral, Daniela Flausino, Marcos Barriviera, Fernanda Barriviera,  Fernando Carreño, Rodrigo Cristão, Jesher Cardoso, Martha Faria, Fabio Navarro, Dr  Mauro e Paula Speranzine, Sula e Renato Marino e Kristhel Byancco. 

Mensagem da Diretora — Veronica Brendler 

Durante o evento, a diretora do FICC, destacou no palco: 

“Estamos vivendo uma nova fase do cinema cristão. Este é um tempo de coroação. Não  basta ser cineasta; é preciso ser, antes de tudo, filho(a) do Pai. Um rei só coroa seus  filhos.” (1 Pedro 2:9). 

Agradecimentos 

A direção do FICC agradece ao Pastor Lamartine, à Pastora Lylian Posela e a toda a  equipe da YAH Church por receberem o festival com tanto carinho e por somarem com  nossa equipe na excelência de sua realização.

Uma igreja de visão ampla, que apoia a expansão dos valores cristãos por meio do  cinema e da arte. Comprometida com a cultura, a YAH Church inspira pessoas a viverem  uma fé autêntica e transformadora, manifestando o amor de Cristo em todas as áreas da  sociedade. 

Gratidão à Rádio Feliz FM, emissora oficial do FICC, pela ampla divulgação e pela  cobertura ao vivo de todo o festival. Com anos de trajetória e presença consolidada em  muitas cidades do Brasil, a Feliz FM alcança milhões de ouvintes diariamente, levando  uma programação que inspira, consola e edifica vidas. 

Agradecemos a todos os parceiros divulgados no Instagram oficial do  @festivaldecinemaficc 

LINK DA TRANSMISSÃO 

A cerimônia completa pode ser assistida no link abaixo. 

Observação: A cerimônia inicia às 17:47 no tempo do vídeo. 

Segue o link da transmissão AO VIVO: https://www.youtube.com/live/TSv_0rEGTs0 Mini Documentário 

Assista o mini documentário com os melhores momentos do FICC. 

Link: https://youtu.be/7x8XZaBYMBc 

VENCEDORES DA 9ª EDIÇÃO DO FICC 

Melhor Ator de Longa Metragem 

Jorge Mesquitta – O Retorno 2  

Melhor Atriz de Longa Metragem 

Daniela Paschoal – O Retorno 2  

Melhor Ator Coadjuvante de Longa Metragem 

Adriano Arbool – A Entrega  

Melhor Atriz Coadjuvante de Longa Metragem 

Lisandra Cortez – O Retorno 2  

Melhor Diretor(a) de Longa Metragem 

Fábio Faria – A Entrega  

Melhor Produtor(a) de Longa Metragem 

Wiltonauar Moura – A Entrega  

Melhor Roteiro de Longa Metragem 

Luciana Costa – O Retorno 2 

Melhor Fotografia de Longa Metragem 

Rogério Lemos – Tempo de Acreditar 

Melhor Direção de Arte/Figurino de Longa Metragem 

Elisandra Souza – A Casa da Montanha  

Melhor Trilha Sonora Original / Melhor Música Original / Melhor Supervisão Musical  de Longa Metragem 

Moses Gomes – A Entrega  

Melhor Série 

Uma Garota de Fé 

Melhor Média 

Onde Estiver Seu Coração 

Melhor Curta 

Hagar e o Deus que vê 

Melhor Documentário 

Acenos da Amazônia 

Melhor Clipe Musical 

Enquanto Dói – Fernanda Brum 

Melhor Animação 

Autor da Vida  

Melhor Games  

Overcoming Fear – Saga’s Joshua 

Melhor Produção do Minuto 

A.I.n – Alma In natura [ ןִי ַע[  

FILMES TEMÁTICOS 

Melhor Filme Bíblico 

Autor da Vida  

Melhor Filme Evangelístico  

Eugênio: Do Desconhecido ao lugar de Esperança (Documentário) 

Melhor Filme Kids/Teen  

A Parábola do Filho Pródigo – (Animação) 

Melhor Filme Esportivo  

Minhas Mãos (Média) 

Melhor Filme Socioambiental  

Sertão Clama (Documentário) 

Melhor Filme com Audiodescrição e LIBRAS 

Acenos da Amazônia (Documentário)

Melhor Filme Estrangeiro 

Set Free – Fighting Human Trafficking in America (EUA) 

Melhor Teatro Filmado 

O Bilhete de Ouro 

Melhor Obra Nacional Inscrita 

Autor da Vida (Animação) 

 

Ballet Clássico de São Petersburgo traz ao Brasil “O Quebra-Nozes”, com participação de Alexander Volchkov

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Referência mundial no repertório clássico, o Ballet Clássico de São Petersburgo desembarca no Brasil para uma turnê por quatro capitais, apresentando pela primeira vez no país a sua aclamada produção de “O Quebra-Nozes”, em dois atos, com participação especial do astro Alexander Volchkov.
Com coreografia fiel à tradição russa e cenários e figurinos deslumbrantes, a montagem revive a magia natalina do clássico de Tchaikovsky, conduzindo o público da festa de Natal de Clara ao Reino dos Doces, em uma celebração de virtuosismo técnico, musicalidade e poesia cênica.
A presença de Alexander Volchkov – premier do Ballet Bolshoi e um dos mais bailarinos do mundo, como convidado – adiciona brilho extra aos grandes pas de deux, elevando a experiência a um patamar raríssimo nos palcos brasileiros.
“Apresentar ‘O Quebra-Nozes’ ao público do Brasil com nosso selo artístico é uma alegria imensa. É um balé que fala à criança que existe em todos nós, com música sublime e dança cristalina”, afirma a direção do Ballet Clássico de São Petersburgo.
Sobre o espetáculo
Título: Ballet Clássico de São Petersburgo – O Quebra-Nozes
Música: Piotr I. Tchaikovsky
Coreografia e estilo: tradição russa clássica (a partir de Marius Petipa/Lev Ivanov)
Elenco: solistas e corpo de baile do Ballet Clássico de São Petersburgo
Participação especial: Alexander Volchkov
Duração aproximada: 2h (com um intervalo de 15 minutos)
Classificação indicativa: Livre
Destaques artísticos
 Grand Pas de Deux do 2º ato com presença de Alexander Volchkov
Corpo de ballet numeroso, seguindo a escola russa em uníssono impecável
Cenografia e figurinos de época que recriam o lirismo do conto de Hoffmann
Trilha sinfônica com a partitura integral de Tchaikovsky
Sinopse –
Na noite de Natal, Clara ganha de presente um quebra-nozes que, à meia-noite, ganha vida e a conduz por uma jornada encantada. Após a batalha contra o Rei dos Ratos, Clara e seu Príncipe viajam ao Reino dos Doces, onde são recebidos pela Fada Açucarada e celebrados com variações de danças do mundo. Ao som inesquecível de Tchaikovsky, “O Quebra-Nozes” é um rito de passagem sobre sonhos, coragem e fantasia.
Apresentação no dia 20 de novembro – quinta
Abertura dos portões: 18h
Local: Qualistage
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Classificação: Livre. Menores de 12 anos, somente acompanhado dos pais ou responsável legal
A partir de R$ 80,00
Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ / De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h – Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.
Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadas
O espaço possui acessibilidade

 

Artista plástica Duda Oliveira defende a importância da arte como instrumento de divulgação dos ODS na COP 30

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Suas telas tem como característica serem mergulhadas na Baía de Guanabara antes de serem trabalhadas

A artista plástica Duda Oliveira está na COP 30, participando das manifestações civis e dos debates sobre a importância da arte como instrumento de divulgação dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e do papel de ruptura com as práticas de enraizamento cultural não sustentáveis na Green Zone.

Conhecida por seu posicionamento pela defesa e conscientização sobre a preservação da vida, do meio ambiente, Duda Oliveira tem como característica em seu trabalho  mergulhar tecido lona crua na Baía de Guanabara, repleta de derivados de petróleo e dejetos de óleos, cujo aquecimento, alimento orgânico, estimulam a proliferação de fungos, resultando em um esfumaçado plástico natural peculiar em suas pinturas. As telas não foram pintadas, foram mergulhadas. E o branco que emergiu delas não era ausência, era prenúncio. Foi preciso calor, tempo, matéria, toque, escuta. E então, como num sussurro biológico, as cores nasceram do fundo: do fundo do mar, do fundo do mundo, do fundo da gente.

Duda Oliveira quer mostrar que a imagem da mulher também se transformou, sob a inspiração de novos modelos estéticos. A arte sempre em seu papel altruísta, apenas sinalizou o que já estava pungente e silenciado por antigos valores. Um dos motivos pelos quais defende os ODS.

Artista plástica contemporânea, niteroiense, que estudou arte experimental na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e História da Arte e da Arquitetura do Brasil, na Puc/Rio. Desde 2018 vem apresentando sua arte num ritmo intenso de exposições. Os trabalhos da artista vêm ganhando destaque nas Feiras Internacionais da Alemanha, Luxemburgo, em Salas Culturais em Portugal, nos Museus MASP, MAC Niterói, dentre outros relevantes espaços culturais no Brasil e exterior.

“Somente a arte tem o poder de propagar o acesso ao real e grande poder de transformação. A arte nos torna iguais, permitindo a verdadeira ordem democrática das coisas, a compreensão verdadeira e espontânea do belo”, diz a artista plástica.

Coletiva Escritoras Vivas lança 3ª coletânea: ‘Mulher Gonçalense tem Voz’ em São Gonçalo (RJ)

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Projeto que contou com oficinas de escrita e publicação de livro é viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab)

Quem tem direito à literatura? Essa pergunta inspira uma nova fase do coletivo – coletiva! – Escritoras Vivas, que volta a celebrar a potência feminina através da palavra. No dia 22 de novembro de 2025, a partir das 17h30, o Vírgula (Rua Carlos Gianelli, 235 – Centro, São Gonçalo) será palco do lançamento da coletânea “Escritoras Vivas: Mulher Gonçalense tem Voz”.

Trinta e seis autoras de São Gonçalo e cidades vizinhas transformaram suas histórias, dores e encantos em literatura, reafirmando que escrever é também existir. A coletânea nasce das Oficinas Literárias Escritoras Vivas: Mulher Gonçalense tem Voz, projeto realizado com recursos do Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).

O evento reunirá sarau, apresentações culturais e momentos de troca, reafirmando o que Antônio Cândido já defendia: a literatura é um direito humano, tão essencial quanto o pão ou o abrigo, porque alimenta o espírito e humaniza. Essa convicção pulsa em cada autora que, ao escrever, reivindica voz, pertencimento e o direito à literatura. Essas mulheres transformam a palavra em força e a memória em resistência. Cada texto é um gesto de vida que reafirma: enquanto houver palavra, haverá voz.

A programação do lançamento contará com performance artística do poeta gonçalense Rheinaldo Baso, apresentações musicais dos cantores Poliva e Dico & Lucas Bittencourt, e um sarau com microfone aberto para o público; além de sorteio de brindes.

Editada pela Mapa das Letras, a obra tem a capa assinada pela artista @suzane_escritora, que traduz em imagem o que o livro carrega em essência: a força criadora que nasce quando mulheres se reúnem para contar suas próprias histórias. O prefácio é da autora convidada Luana Rodrigues; e as orelhas do livro contaram com a escrita das autoras Ray Santana, de São Gonçalo; e Úrsula de Souza, de Maricá, que atualmente mora na Inglaterra.
No fim, o convite é também uma provocação: se a literatura é um direito de todos, como garantir que cada voz seja ouvida? No dia 22 de novembro, São Gonçalo responderá com arte, escuta e palavra viva.

 

Coletiva(o) Escritoras Vivas

O Coletivo Escritoras Vivas é um grupo feminino de mobilização e expressão cultural da cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, criado com o objetivo de dar mais visibilidade às mulheres escritoras. Iniciado em 2021 pelas ativistas literárias Yonara Costa, Cyntia Fonseca e Suzane Veiga, a coletiva oferece oficinas de escrita gratuitas para formar novas integrantes e promove diversas publicações como coletâneas de poemas, contos e crônicas. Hoje, já são mais de 100 mulheres impactadas direta e indiretamente; mais de 10 publicações, entre coletâneas e livros-solo, editados pela Mapa das Letras; e mais de R$ 150 mil captados em editais de leis de incentivo para viabilizar projetos literários para mulheres.

Autoras que participam desta coletânea: Alessandra Baptista, Ana Luísa Magalhães, Bete Pereira, Carla Andrade, Cindy Ximenes, Cintia Guimarães Cupe, Clara Kappaun, Cleia Nascimento, Cleise Campos, Conceição Souza, Deise Pontes, Elisangela Habitar, Eloise Longobuco, Fernanda Azevedo, Flavia Joss, Gabriella Baptista, Graciane Volotão, Helene Camille, Ivana Martins, Jaqueline Brito, Josi Gonçalves, Kelly Araújo, Laryssa da Motta, Lilia Pires, Lívia Lugão, Nilma Boechat, Paula Furtado, Rafaela de Fátima, Renatta Toledo, Silvana dos Anjos, Stella Dias, Suzane Veiga, Tábata Lugão, Tati Charmosinha, Vania Chavão, Yonara Costa.

Serviço

O quê: Lançamento da 3ª antologia das Escritoras Vivas – “Mulher Gonçalense tem Voz!” Evento gratuito com sarau, atrações culturais e o poder transformador da palavra feminina.

Quando: 22 de novembro de 2025
Horário: A partir das 17h30
Onde: Vírgula – Rua Carlos Gianelli, 235, Centro, São Gonçalo
Realização: Mapa das Letras – Coletivo Escritoras Vivas, com recursos do  Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).
Apoio: Nearwork e Vírgula.

Exposição “Maré é Mar” leva a discussão sobre racismo ambiental no Complexo da Maré para a galeria da UFF

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Exibição conta com fotografias e podcast produzidos por jovens da comunidade e estará aberta ao público dos dias 24 a 28 de novembro, no Instituto de Arte e Comunicação Social da universidade, em Niterói-RJ.

O Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, recebe de 24 a 28 de novembro a exposição “Maré é Mar”, que apresentará ao público obras criadas por jovens do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

A iniciativa é conduzida pelo grupo de pesquisa e extensão “Mídias, Redes e Jovens”, da UFF, em parceria com o Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (Ceasm), com apoio do Pulitzer Center, e tem como objetivo dar visibilidade às narrativas dos moradores sobre o racismo ambiental e seus efeitos sobre o cotidiano — tema que ganha ainda mais relevância em um momento em que o mundo volta seus olhos para a COP 30, conferência global do clima que reforça a urgência de discutir justiça ambiental e os impactos das mudanças climáticas nas periferias urbanas.

A mostra reunirá reportagens, podcasts e produções fotográficas realizadas por um grupo de 25 moradores da região, entre 14 e 20 anos, que já participam de projetos conduzidos pelo Ceasm. Ao longo da formação, que teve início em agosto de 2025, professores, estudantes de graduação e pós-graduação da UFF ofereceram oficinas de formação em linguagens jornalísticas, conduziram debates sobre justiça ambiental e deram mentoria para a produção das obras. O resultado deste trabalho é uma coleção de 30 fotografias sobre o território, com ênfase na Baía de Guanabara, e um podcast com quatro episódios chamada Maré é mar: vivências mareenses. A Maré guarda uma relação intrínseca com a baía, em torno da qual foram erguidas as primeiras casas da comunidade.

“O projeto se propõe a criar pontes entre a universidade e a favela, promovendo uma troca de saberes e experiências que enriquece a todos os envolvidos. Ao longo desses meses, vimos os jovens se reconhecerem como produtores de conteúdo e compreenderem a força das suas narrativas”, afirma Carla Baiense, professora do curso de Jornalismo da UFF e coordenadora do grupo Mídias, Redes e Jovens, responsável pela iniciativa.

A troca de experiências foi uma das marcas mais fortes do “Maré é Mar”. Em setembro, estudantes da UFF receberam no campus o grupo de jovens da Maré para uma imersão na cultura acadêmica. Além de conhecerem os espaços da universidade, os participantes puderam trocar experiências com estudantes da graduação em Jornalismo sobre o ingresso e a permanência no ensino superior e participar de oficinas práticas de produção jornalística.

“Os jovens estão aprendendo muito e também trazendo o aprendizado deles para a universidade. O importante é que entendam que podem, que conseguem e que têm o potencial de ingressar em uma instituição de ensino superior”, afirmou Cida Rodrigues, educadora do Museu da Maré e do CEASM, que acompanha o grupo.

Semanalmente, docentes e estudantes da UFF visitaram a sede do Ceasm, conhecendo de perto o território da Maré pela perspectiva dos próprios mareenses. Após o contato com a realidade acadêmica, foi a vez de os jovens moradores apresentarem a história, a cultura e as lutas da comunidade para os universitários, num tour guiado pelo Museu da Maré, o primeiro museu de favelas da América Latina.

Segundo a professora Carla Baiense, os resultados alcançados até aqui reafirmam o papel social da universidade pública e o potencial da comunicação como ferramenta de transformação. O acesso ao letramento midiático e informacional e o fortalecimento do vínculo entre a universidade e as comunidades periféricas também são apontados como ganhos do projeto.

“Projetos como o ‘Maré é Mar’ mostram que o jornalismo pode e deve ser um instrumento de emancipação e pertencimento. É na troca, na escuta e na coautoria que a extensão universitária ganha sentido, e a sociedade, novas vozes”, destacou Carla.

Como encontrar:

Exposição “Maré é Mar”

📅Inauguração: 24 de novembro de 2025

Horário: 16h – Roda de conversa com artistas

17h – Abertura da exposição

📍Galeria Gaia – Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF (IACS) – Campus do Gragoatá – Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/n, São Domingos – Niterói RJ

🎟️ Entrada gratuita e aberta ao público

🔗 Mais informações: aqui.

Sobre o projeto Mídias, Redes e Jovens

Com mais de dez anos de atuação, o Mídias, Redes e Jovens é um grupo de pesquisa e extensão que investiga as relações entre juventudes e comunicação, com foco nos hábitos de consumo de informação, nos padrões de uso das mídias e nas tendências digitais que moldam o cotidiano dos jovens. Integrando ensino, pesquisa e extensão, o grupo promove oficinas, cursos e campanhas digitais voltadas ao letramento midiático e informacional, com o propósito de incentivar a produção de conteúdo responsável e a leitura crítica da mídia.

Fotos (Créditos/Projeto Mídias, Redes e Jovens):