Sandra Gonçalves promove “Encontro com a Artista” durante a exposição ‘Tessituras do Adeus’, com três visitas guiadas

Saiba mais em: https://visit.niteroi.br/carnaval-niteroi-2026-ordem-dos-desfiles-no-caminho-niemeyer/

Com curadoria de Letícia Lau, a mostra pode ser visitada até o dia 14 de março, no Centro Cultural Correios RJ.

A artista visual e fotógrafa Sandra Gonçalves promove “Encontro com a Artista”, durante a exposição ‘Tessituras do Adeus’, com curadoria de Letícia Lau e apoio do Centro Cultural Correios RJ, com três visitas guiadas nos dia 03 e 28 de fevereiro, e dia 14 de março, todos a partir das 15h30.

A exposição traz um conjunto de imagens impactantes que oferecem um mergulho profundo nas complexidades da vida e da morte. Explorando poeticamente o tema da transitoriedade, cada imagem é o resultado de uma meticulosa tessitura de experiências pessoais de despedida, onde Sandra Gonçalves funde suas próprias fotografias com achados digitais, criando composições híbridas que transcendem o tempo. O espectador é convidado a se aproximar da narrativa profunda que emerge do diálogo entre elas.

‘Tessituras do Adeus’ pode ser visitada até 14 de março, no Centro Cultural Correios RJ, de terça a sábado, das 12h às 19h, com entrada franca.

Sobre Sandra Gonçalves

Natural da cidade do Rio de Janeiro, e reside em Porto Alegre desde 2005. Artista visual, professora titular e pesquisadora na área da Fotografia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Possui graduação em Comunicação Visual na Escola de Belas-Artes (UFRJ). Mestrado e doutorado em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação (UFRJ). Especialista em Processos Curatoriais pelo Instituto de Artes (UFRGS). É autora do fotolivro Cápsula, Editora Origem (2021) e La vie en Rouge, Coleção Photo Things (2024). Como pesquisadora e artista tem como base a fotografia. As questões que a movem e a fazem criar são aquelas relacionadas com a vida em seus múltiplos aspectos sociais, culturais, econômicos, a sobrevivência do planeta e de suas diferentes espécies. Questões relacionadas à finitude são recorrentes em seu trabalho. No ano 2000, realizou sua primeira exposição, individual, no Palácio do Catete com um trabalho fotodocumental sobre carvoarias no centro urbano da cidade do Rio de Janeiro. Desde então, produz e exibe individual e coletivamente trabalhos relacionados à fotografia. Participa da cena fotográfica e artística através de editais, convocatórias e exposições. Possui obras em acervos de museus e coleções particulares. Participa de grupos de discussão e estudos sobre a fotografia e a arte. Escreve regularmente sobre Fotografia.

Sobre Letícia Lau

Curadora, produtora cultural e arte-educadora. É especialista em Práticas Curatoriais (UFRGS) e Gestão Cultural. Atua há 19 anos na Babilônica Arte e Cultura, onde desenvolve curadorias, projetos culturais, acompanhamento artístico e profissional para artistas visuais. Fez parte da equipe curatorial da 8ª edição da CASA TATO, em São Paulo, foi curadora assistente no MACRS e integrou o Conselho Estadual de Cultura do RS. Seu trabalho em curadoria aborda questões inerentes ao campo visual com processos híbridos ou manipulação de mídia em pintura e fotografia, além da sua pesquisa sobre trajetórias de artistas visuais.

Tessituras do Adeus

Uma poética da fotografia sobre o tempo e a finitude.

(…) A exposição apresenta um conjunto de fotografias como uma “frase-imagem”, termo inspirado por Rancière (2003), aqui utilizado como imagens em um diálogo sequencial, sem conjunção. A frase-imagem proposta está dividida em três momentos: a metáfora da aranha e do tempo, formado pelas tramas tecidas por elas; imagens que narram as alterações, a espera, o caminho desconhecido e a fragilidade do ser; e fotografias que abordam a finitude e a sublimação, ecoando uma atmosfera etérea e espiritual.

“Tessituras do Adeus” amplia a ideia de exposição para uma experiência imersiva que nos força a confrontar nossas próprias mortalidades e legados. Sandra Gonçalves, com sua habilidade de tecer memórias e imagens, oferece ao espectador um convite a explorar o que significa ser humano. Através de suas fotografias, ela nos lembra de que, embora a vida seja efêmera, as conexões que fazemos e os momentos que capturamos têm o poder de transcender o tempo. (Letícia Lau)

Serviço

‘ENCONTRO COM A ARTISTA’ (visitas guiadas) – 03/02, 28/02 e 14/03, a partir das 15h30

Exposição “Tessituras do Adeus”

Artista: Sandra Gonçalves

Curadoria: Letícia Lau

Produção Cultural: Babilônica Arte

Visitação: até 14 de março de 2026.

Horário: terça a sábado, das 12h às 19h.

Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro – Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – Rio de Janeiro/RJ

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem @paulasoaresramagem

Apoio: Centro Cultural Correios RJ / OMA Galeria

Evento gratuito

Censura Livre.

Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).

Acessibilidade: adaptado para pessoas cadeirantes

A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, artistas, fotógrafos, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.

Música agita o verão no praião de Piratininga

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Com shows que vão do rock ao pagode, gastronomia, moda e artesanato, Projeto Pôr do Sol vem reunindo gente bonita no pós-praia da Região Oceânica de Niterói

O verão em Niterói não é só sol e praia — é também música boa, comida gostosa, moda e muita animação com o Pôr de Sol mais bonito da cidade! O praião de Piratininga vem sendo palco de um festival de cores e sons, reunindo moradores e visitantes para curtir bandas e artistas que misturam samba, pop, rock, pagode e sucessos populares pra dançar e cantar junto. É o Festival de Verão Pôr de Sol que acontece nos dias 30 e 31 de janeiro e 1 de fevereiro. E, para fevereiro, na “entressafra” do carnaval, os organizadores já anunciam outras duas edições tamanho o sucesso de público.

Os shows são gratuitos, ao ar-livre, como pede as programações pós-praia, começando às 19h, exceto no sábado, que tem show a partir das 17h30. Já a feira de gastronomia, as barracas de moda e artesanato, assim como a área kids começam a funcionar antes, às 17h. O line-up dessa edição reúne Bloody Mary, Sávio, Nosso Samba e Pagode do Ivanzin.

Programa completo

O Praião de Piratininga é o cenário perfeito para essa celebração ao verão. Com uma brisa constante e paisagem deslumbrante é o palco ideal para o festival que reúne, com conforto, música e uma variedade de opções gastronômicas. Além das atrações musicais, o evento conta com food trucks (com cadeiras e mesas para reunir amigos) oferecendo opções de pratos e bebidas, garantindo uma experiência completa para quem deseja aproveitar ao máximo as noites quentes.

Um DJ é o responsável por manter a animação antes e nos intervalos dos shows, aquecendo o clima do evento, conectando o público para transitar por diferentes estilos e ritmos, garantindo o alto astral desde os primeiros momentos.

Nesta edição, a música vai do pop/rock da banda Bloody Mary, que abre o festival, passando pelo som de Sávio, pelo samba de raiz do Nosso Samba e encerrando com o Pagode do Ivanzin.

Organizado pela Associação de Food Trucks de Niterói, com o apoio da Prefeitura de Niterói, o festival tem outras edições programadas para fevereiro, mantendo o ritmo, a diversão e a boa música para o público que quer aproveitar o verão com estilo e segurança.

Confira a programação dos dias 30 e 31 de janeiro e 1º de fevereiro.

– Sexta-feira, 30 de janeiro:

– 19h e 21h: Bloody Mary

– Sábado, 31 de janeiro:

– 17h30 – Sávio

– 19h e 21h: Nosso Samba

– Domingo, 1 de fevereiro:

– 19h e 21h: Pagode do Ivanzin

Juiz de Fora ganha nova obra de arte em grande escala do artista Wes Gama

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Juiz de Fora recebe, no dia 31 de janeiro, uma nova obra de arte pública em grande escala que passa a integrar sua paisagem urbana. Assinado pelo artista e referência nacional Wes Gama, o mural ocupa uma das empenas do Moinho, voltada para a Rua ABertha, projetos inovadores na cidade. Com cerca de 400 m² e 26,8 metros de altura, a obra se impõe como um novo marco visual da Zona Norte e como símbolo de um projeto urbano que articula cultura, mobilidade e vida coletiva.

O Moinho e a Rua ABertha formam um mesmo ecossistema, no qual a arte pública atua como elemento fundamental da experiência do espaço. A obra de Wes Gama dialoga diretamente com a rua-parque, pensada para o encontro, a circulação de pessoas e a ocupação cultural.

Reconhecido nacionalmente por sua atuação na arte urbana, Wes Gama desenvolveu uma estética própria, que define como “caipira futurista”, combinando ancestralidade, tecnologia e cultura popular brasileira. Suas composições são marcadas por cores intensas, formas orgânicas e narrativas que conectam passado, presente e futuro. Entre seus trabalhos de destaque está o mural Amazon Alarm, criado para o Greenpeace Brasil, além de participações em festivais e projetos culturais de grande relevância no país. A execução do mural contou com a assistência das grafiteiras Pekena Lumen, Gart Lemos e Nathalia Medina, promovendo intercâmbio artístico e fortalecendo a cena local.

A curadoria é assinada por Priscila Amoni e Jana Macruz, da AGUA — Agência Urbana de Arte, especializada em direção de arte, curadoria e produção de projetos em espaços públicos e privados e responsável pelo CURA – Circuito Urbano de Arte, um dos maiores festivais de arte pública da América Latina. Segundo Jana Macruz, “Wes foi a tradução perfeita para o que o Moinho quer como imagem de sua missão”. Para Priscila Amoni, a escolha do artista partiu de uma pesquisa sensível por nomes cuja poética dialoga com a natureza, o futuro e a ancestralidade.

De acordo com o artista, o mural parte da reflexão sobre o significado histórico do Moinho e sua relação com a cidade. “A criação desse mural parte de uma perspectiva do que era o Moinho, do que o Moinho significa para a cidade, a potência que é essa mega construção… Um grande marco que faz parte da história de muitas famílias e gerações. Pensei em uma obra que mostrasse essa caminhada, esse trajeto e as pessoas que passaram por aqui e continuam passando até hoje”, afirma.

O artista também destaca a intenção de valorizar a rua como espaço público de circulação e convivência, conectando o urbano ao natural, além de evidenciar o papel das mulheres como agentes importantes desse movimento cultural.

Contexto urbano
A inauguração do mural integra as ações de lançamento da Rua ABertha, realizada pela Prefeitura de Juiz de Fora, em parceria com o Moinho. Extensão da Rua Bertha Halfeld, passou a ser liberada para a circulação de veículos durante a semana, melhorando a mobilidade urbana da Zona Norte da cidade. Aos domingos, fecha para os carros e se transforma em uma rua-parque, pensada na escala das pessoas, do encontro e da convivência. Um novo modelo de uso do espaço público, priorizando mobilidade ativa, áreas de permanência, soluções baseadas na natureza e programação cultural.

Visível de diversos pontos do Bairro Industrial, o mural se apresenta como um presente para a população da região, passando a ser parte do repertório visual da cidade e inaugurando um novo ciclo de inspiração, circulação e transformação urbana.

Sobre o Moinho

O Moinho é um moderno centro urbano multifuncional instalado no antigo Moinho Vera Cruz, na Zona Norte de Juiz de Fora. O projeto propõe um novo modelo de desenvolvimento urbano ao integrar inovação, cultura, educação, moradia, saúde e comércio. A partir do retrofit de um patrimônio histórico da cidade, o Moinho atua como catalisador de transformações sociais, econômicas e culturais, promovendo impacto positivo, revitalização urbana e novas formas de viver, trabalhar e conviver na cidade. A arte pública e as ações culturais fazem parte da estratégia central do projeto, entendidas como ferramentas de ativação do espaço e de construção de pertencimento.

Serviço
Inauguração do Mural de Wes Gama
A partir de 31 de janeiro de 2026
Rua ABertha, Rua Bertha Halfeld Paleta s/n – Juiz de Fora – MG
Mais informações: https://www.instagram.com/nossomoinho/

Geriatricus, 30 de janeiro, no Qualistage

A Geriatricus é um fenômeno nacional que une música ao vivo, humor, teatralidade e nostalgia em um espetáculo único. Com estética irreverente e personagens inspirados na “melhor idade”, a banda conquistou o público ao transformar clássicos dos anos 80 e 90 em performances divertidas, cativantes e repletas de energia.

O grupo é sucesso absoluto nas redes sociais, acumulando mais de 833 mil seguidores no Instagram, além de 80 mil inscritos no YouTube e mais de 16 milhões de visualizações em seus vídeos. A identidade visual marcante, somada ao talento musical e ao carisma dos integrantes, fez da Geriatricus uma das bandas mais comentadas do cenário atual.

No palco, personagens como Véia (Dona Celeste), Leandrinho e Gutinho ganham vida em interpretações que misturam humor, teatralidade e interação direta com o público. O resultado é uma apresentação envolvente, onde a plateia canta, ri e revive grandes momentos da música.

O repertório traz sucessos que marcaram gerações, passando por artistas como Legião Urbana, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, RPM, Pearl Jam, Seu Jorge, entre outros clássicos que emocionam do começo ao fim.

Sucesso nas redes sociais, a Geriatricus acumula mais de 870 mil seguidores no Instagram e 76 mil inscritos no YouTube, ultrapassando 16 milhões de visualizações. A proposta do grupo é se apresentar caracterizado como personagens da “melhor idade”, misturando humor, teatralidade e música ao vivo, criando uma performance marcante e cativante.

A banda já levou seu espetáculo para diversas cidades brasileiras e também realizou apresentações na Europa, incluindo shows em Madri e Portugal, fortalecendo sua presença internacional.
Com uma proposta criativa, divertida e cheia de personalidade, a Geriatricus segue conquistando públicos de todas as idades, entregando uma experiência musical que mistura emoção, humor e nostalgia em doses perfeitas.

Sexta – 30 | JANEIRO
Apresentação às 21h30
A casa abre às 19h30
Local: Qualistage
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 3000, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Classificação: a partir de 18 anos
Ingressos a partir de R$ 60,00
Venda no https://qualistage.com.br/geriatricus
Vendas também na Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ /
De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h
Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.
Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadas
O espaço possui acessibilidade.

Exposição ‘hoje, eu contei pras paredes’, de Mário Camargo, pode ser visitada até 04 de fevereiro no Centro Cultural Cândido Mendes Ipanema

Com curadoria de Denise Araripe, as obras ressignificam materiais que se transformam em peles presas por agulhas nas paredes

O artista plástico Mário Camargo apresenta a exposição ‘hoje, eu contei pras paredes’, com curadoria de Denise Araripe, no Centro Cultural Cândido Mendes, em Ipanema, ressignificando tecidos que já tocaram corpos, de superfícies que sustentaram pesos, de materiais que guardam o uso, o tempo e o abandono. Sofás antigos, colchas gastas, panos esquecidos, tapetes sem destino: restos que carregam memória. Os trabalhos são presos nas paredes, por agulhas e funcionam como verdadeiras peles.

‘Hoje, eu contei pras paredes’ não cabe mais em palavras. O que se vê não nasce de uma tela neutra, nem de um suporte obediente. Esses fragmentos são recortados, justapostos e costurados. A costura não é acabamento — é gesto. Ela não esconde: atravessa, marca, insiste. A pintura vem depois. Cores densas, vibrantes, quase físicas, pousam sobre essa pele composta. O preto surge em círculos irregulares, espalhados como constelações instáveis, como células, como respirações interrompidas. Nada se repete exatamente. Nada se organiza por completo.

Entre o tecido e a cor, instala-se um campo de tensão: o concreto do material e o abstrato da forma, o afeto do que foi vivido e a frieza do que se transforma. Essas obras não querem moldura. Não querem distância. São presas diretamente às paredes, como se pedissem apoio, como se devolvessem às superfícies arquitetônicas aquilo que elas silenciosamente absorvem todos os dias. Aqui, a parede deixa de ser fundo. Torna-se corpo que escuta. As paredes sabem guardar. Sabem sustentar. Sabem permanecer quando tudo o mais é descartado.

“Esta ideia de ressurreição do rejeitado, em conjunto com as costuras industriais que substituíram os traços, evidenciam o ressurgimento de uma nova poética. O crítico de arte francês Pierre Restany previu que eu, no futuro, abandonaria o chassis e minhas obras passariam a ser “As peles das Paredes” e, realmente, foi o que aconteceu. Hoje, meus trabalhos são presos nas paredes, por agulhas e funcionam como verdadeiras peles”, conta o artista.

A exposição abre dia 07 de janeiro e pode ser visitada até o dia 04 de fevereiro de 2026, de segunda a sábado, das 15h às 19h, no Centro Cultural Cândido Mendes, Ipanema, RJ. Entrada franca.

Sobre Mário Camargo

Artista visual, a arte o transforma, facilita o gerenciamento do seu dia a dia. A arte o acalma, a arte o faz pensar melhor. Como quase todas as crianças, Mario Camargo demonstrou, desde sempre, interesse pelo desenho. Por convite de uma amiga pintora, fez sua primeira exposição e nunca mais parou. Esther Emílio Carlos, crítica de arte do Ibeu, se apaixonou pelo seu trabalho e abriu várias portas: ele chegou a expor em Santiago do Chile e depois em Paris. Quando participou da feira de arte MAC 2000, em Paris, foi o único brasileiro presente entre 100 artistas franceses. Chamou atenção neste evento sua forma de pintar, executada diretamente no chão, ao sol, usando tinta acrílica líquida. Mario interrompia a secagem com jato d’água e, neste processo de busca quase arqueológica, criava suas obras. Na ocasião, Pierre Restany, crítico de arte francês, profetizou: “você abandonará os chassis e sua pintura se tornará a pele das paredes”. Durante anos o artista conviveu com estas palavras, que se tornaram realidade. Já participou de diversas coletivas e individuais, no Brasil e no exterior.

“O processo de pensar melhor, me leva a frases de Nietzsche, sobre a função da arte na sociedade:
“A arte existe para não morrermos da verdade”.
“A arte existe para que a realidade não nos destrua”.
Essas definições de Nietzsche sintetizam o pensamento das pessoas e, é uma forma de enfrentarmos as nossas barreiras e de nos ajustarmos ao que nos cerca.

A arte transmite verdades, muitas vezes mostradas nas entrelinhas subliminarmente, nos projetos, nos desenhos e são denúncias muitas vezes à frente do seu tempo”, explica Mário Camargo

Serviço

Exposição: ‘Hoje, eu contei pras paredes’

Artista: Mário Camargo

Curadoria: Denise Araripe

Abertura: 07 de janeiro, das 16h às 19h

Visitação: até 04 de fevereiro de 2026

Local: Centro Cultural Cândido Mendes

Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema – RJ

Dias e horários: de segunda a sábado, das 15h às 19h

Assessoria de imprensa: Paula Ramagem.

Entrada franca

Censura livre

Após esgotar ingressos, ‘Jovens Guerreiras’ ganha duas novas datas no Teatro Raul Cortez

O Teatro Raul Cortez segue lotando seus espetáculos do início de 2026. Após o sucesso das vendas do humorista Diogo Almeida, que anunciou sessão extra de “Volta às Aulas”, o musical “Jovens Guerreiras no Teatro” esgotou as duas datas em janeiro no teatro localizado na Praça do Pacificador, em Duque de Caxias.


Com o sucesso de público, o espetáculo de kpop anunciou duas novas datas: 14 e 15 de março, ambas às 15h. ‘Jovens Guerreiras no Teatro’ é um espetáculo infantil livremente inspirado no sucesso ‘Guerreiras do Kpop’, da Netflix, e traz aos palcos belas cantoras que dominam a arte da luta. Elas batalham pela paz dançando ao estilo do gênero musical coreano k-pop e darão suas vidas, se preciso, na defesa da preservação do amor na Terra. O espetáculo traz belas coreografias, efeitos, músicas, humor, interação, aventura e promete diversão para todos os públicos.

Serviço
Onde: Teatro Municipal Raul Cortez – Praça da do Pacificador, s/n., Centro – Duque de Caxias – RJ;
Dia e hora: 14 e 15 de março, às 15 horas;
Ingressos: A partir de R$ 30;
Dia 14 de março, neste link: https://www.sympla.com.br/evento/jovens-guerreiras-no-teatro-14-03/3281636
Dia 15 de março, neste link: https://www.sympla.com.br/evento/jovens-guerreiras-no-teatro-15-03/3281641

Agenda 2026
O Teatro Raul Cortez já está com a agenda cheia neste novo ano e tem apresentações programadas, pelo menos, até maio. Um dos destaques vai para “O Brilho das Estrelas”. O espetáculo, que conta com Fernando Reski, Paula Goodarth, Dhu Moraes, Ronaldo dos Golden Boys e grande elenco, é baseado no “Vaudeville”, um movimento teatral que se popularizou na França entre o final do século 19 e início do 20.

Parte do valor da bilheteria arrecado no será doado ao Retiro dos Artistas, instituição de acolhimento a artistas idosos em situação de vulnerabilidade. O espetáculo acontece no dia 31 de janeiro, às 19h, e os ingressos custam a partir de R$ 50. Compre neste link: https://www.sympla.com.br/evento/o-brilho-das-estrelas/3226538 .

Outro destaque vai para o stand up de um dos comediantes mais famosos do Brasil: Sérgio Mallandro. O artista promete que o show não é só “glu glu, yeah yeah” e que tem histórias hilárias para contar naquele jeitinho único dele.

Xuxa, Marlene Mattos, Wagner Montes, Maradona, Jorge Benjor e Silvio Santos estão entre os famosos que o humorista tem casos para compartilhar, além da ex-mulher, Mary Mallandro, com quem mora junto até hoje. O espetáculo acontece no dia 28 de março, às 20h, e os ingressos custam a partir de R$ 50. Compre neste link: https://www.sympla.com.br/evento/sergio-mallandro-em-os-perrengues-do-mallandro/3261013

Mais um destaque fica por conta do icônico concerto à “luz de velas” “Starlight”, que leva a Caxias uma edição de clássicos de rock. A experiência imersiva, cheia de emoção e nostalgia, teve sua data alterada e agora acontece no dia 22 de maio, às 21h. O espetáculo vai celebrar as músicas que marcaram gerações em um cenário iluminado e envolvente. Os ingressos custam a partir de R$ 70. Compre neste link: https://www.sympla.com.br/evento/starlight-concert-classicos-do-rock/3226807 .

Confira a agenda completa do Teatro Municipal Raul Cortez no perfil do Linktree: https://linktr.ee/teatroraulcortez_

 

 

 

Escritora carioca Luciana Palhares lança audiobook de autoficção que transforma vivências afetivas em reflexão íntima e sensível

Publicado em formato de áudio, “Para entender uma história de amor” mescla fragmentos, cartas e reflexões sobre relacionamentos e a jornada de voltar a si mesma

A escritora e artista multidisciplinar Luciana Palhares lança em 2026 o audiobook do livro “Para entender uma história de amor”, obra de autoficção que atravessa experiências afetivas, memórias pessoais e reflexões sobre o processo de voltar a si mesma. Lançado de forma independente, o livro é escrito em estilo fragmentado, combinando narrativas curtas, ensaios autobiográficos e poesia, numa estrutura que reflete a fluidez das emoções humanas. “Nossas experiências só nos definem se damos permissão para isso”, reflete Luciana. “Independente do que nos acontece, podemos buscar outras formas de viver, de ser.”

A obra nasceu de uma necessidade pessoal da autora de decifrar suas próprias vivências. “Cresci numa casa emocionalmente árida, o que é diametralmente oposto à minha essência espontânea e curiosa”, compartilha. “Fiquei buscando atenção e amor nas minhas relações com os homens por um bom tempo, até fazer o caminho de volta para mim.” Esse processo de escrita, que atravessou anos, tornou-se uma ferramenta de transformação: “A Luciana que escreveu este livro já nem existe mais. Hoje sou outra, mas devo a essa versão anterior quem sou agora.”

Influenciada por autores como Milan Kundera, Henry Miller e Anaïs Nin, Luciana constrói uma prosa sincopada e confessional, quase um diário aberto ao leitor. “Para mim, a autoficção é um mecanismo natural, uma ferramenta de sobrevivência psíquica”, explica. Além da escrita, Luciana traz uma trajetória plural que inclui atuação, terapia holística e trabalho como modelo vivo em Barcelona, onde vive atualmente. Seus projetos futuros incluem dois livros de poesia (um em português e outro em inglês), além de mentorias de escrita terapêutica.

Sobre a autora
Luciana Palhares (Rio de Janeiro, 1981) é atriz, terapeuta holística e escritora. Formada pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras), já trabalhou com teatro, cinema e produção cultural antes de se dedicar à escrita e a terapias alternativas. Finalista em concursos literários como o Prêmio Marie Claire de Contos Eróticos (2012) e o Prêmio Microconto de Ouro (2023), hoje divide seu tempo entre a Europa e projetos autorais, sempre com um caderno e uma caneta à mão. “Para entender uma história de amor” é seu primeiro livro publicado.

Centenário do Palácio Tiradentes torna a visita guiada ainda mais histórica

No ano de seu centenário, o Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), segue de portas abertas à população com visitas guiadas. O tour histórico, que já faz parte da programação cultural da Casa, acontece de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h30, com entrada franca.

Durante o passeio, os visitantes têm a oportunidade de conhecer o plenário Barbosa Lima Sobrinho, com sua cúpula composta por vitrais e piso em mosaico francês, além do Salão Nobre, biblioteca, sala de imprensa Tim Lopes, entre outros espaços que narram curiosidades sobre a política do país e do Rio de Janeiro.

Visitas com guia bilíngue

A visita conta com guias bilíngues, que apresentam os relatos de cada etapa da construção do prédio (1922-1926). A tour passa pela Constituinte de 1934 e o período em que ficou fechado (1937-1945) por conta do Estado Novo, até os dias atuais, quando foi sede do Legislativo fluminense até julho de 2021 — na ocasião em que os deputados e a maior parte dos servidores se mudaram para o prédio do extinto Banerj, na Rua da Ajuda, nº 5, Centro.

É também durante o passeio que os visitantes descobrem que a arquitetura eclética do Palácio Tiradentes, inaugurado em 06 de maio de 1926, destaca-se por mesclar estilos franceses e neoclássicos, além de ter ocupado o terreno que abrigou por muitos anos a “Cadeia Velha” da cidade, onde o alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), ficou preso durante cinco dias antes de ser enforcado em 21 de abril de 1792.

Serviço:

Visita guiada no Palácio Tiradentes

Data: De segunda a sexta-feira

Horário: 10h às 16h30

Local: Rua Primeiro de Março, s/nº – Praça XV.

Agendamento: cultura@alerj.rj.gov.br

Acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção pela Rua Dom Manuel, s/nº, atrás do Palácio.

Dia do Compositor: Fábio Jr. lista as músicas que marcaram sua carreira como autor

Cantor se apresenta no Rio de Janeiro nos dias 30 e 31 de janeiro

No Dia do Compositor, celebrado em 15 de janeiro, Fábio Jr. abre o baú de suas criações e revela as músicas que mais gosta de ter escrito ao longo da carreira. Ao longo de mais de 50 anos de estrada, o artista já compôs inúmeras canções, incluindo clássicos românticos e temas que atravessam gerações. 

Entre as canções autorais preferidas do cantor estão: 

1) “20 e Poucos Anos”: Composta e gravada em 1979, a música reflete sobre juventude e planos de vida. Tornou-se um clássico romântico, foi regravada por diversos artistas e a turnê atual “Bem Mais Que os Meus 20 e Poucos Anos” remete à essa canção, que recentemente ganhou uma versão ao vivo com clipe mostrando a trajetória do cantor. 

2) “Pai”: Lançada em 1979, aborda a relação entre pai e filho de forma sensível. Foi tema da novela Pai Herói e ajudou a consolidar a popularidade de Fábio Jr. Continua sendo uma das faixas mais emocionantes do repertório.

3) “O Que É Que Há”: De 1982, composta com Sérgio Sá, mistura romantismo e questionamentos amorosos. Esteve na trilha de Final Feliz e segue entre as composições autorais mais tocadas e regravadas do cantor.

4) “Rio e Canoa”: Com tom poético e melódico, ganhou destaque na novela Deus nos Acuda (1992). É lembrada pelo público e crítica pela atmosfera nostálgica e pela importância dentro da obra autoral de Fábio Jr.

5) “Voltei a Fazer Planos”: Do álbum De Alma e Coração, de 2000, a canção fala sobre recomeço e esperança no amor, com uma melodia introspectiva e envolvente. É frequentemente incluída em shows e rádios que celebram suas composições autorais. 

Além de celebrar sua obra, Fábio Jr. prepara o público carioca para uma série de shows especiais no Rio de Janeiro, prometendo momentos emocionantes e um repertório que reúne parte desses clássicos. O cantor se apresenta nos dias 30 (sexta-feira) e 31 (sábado) de janeiro, no Vivo Rio, conduzindo os fãs por uma experiência intensa e nostálgica que celebra o amor, a vida e as histórias que eternizaram sua carreira.

“Voltar à cidade maravilhosa é uma alegria que nunca cansa. Ter duas datas para encontrar o público me deixa ainda mais feliz. Sinto a energia dos fãs em cada apresentação, e isso me inspira a dar o meu melhor em cada música. Tô esperando todo mundo lá!”, afirma Fábio Jr.

Os ingressos já estão disponíveis no site oficial de vendas, garantindo aos fãs duas oportunidades imperdíveis de começar 2026 ao som de Fábio Jr.

 

SERVIÇO – Fábio Jr. “Bem Mais Que Os Meus 20 e Poucos Anos”

Data: 30 e 31 de janeiro (sexta-feira e sábado)

Abertura dos portões: 19h

Início previsto de início do show: 21h

Local: Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Glória – Rio de Janeiro – RJ 

Onde comprar: Site oficial de vendas 

 

SOBRE FÁBIO JR. 

Cantor, compositor e ator, Fábio Jr. é consagrado por todo país por sua versatilidade. Romântico e dono de uma voz singular, o astro possui mais de 30 trabalhos em sua discografia e dá tom a canções que marcam histórias e atravessam gerações. 

Considerado um dos principais nomes da música nacional de todos os tempos, Fábio Jr. nasceu em São Paulo e ainda menino começou a dar os primeiros passos da carreira em programas infantis. Na década de 70, arriscou o mercado musical daquela época, no qual cantores brasileiros cantavam em inglês e tinham nomes estrangeiros. Em 1974, lançou um disco e conseguiu emplacar uma de suas músicas. No ano de 1976, começou a trabalhar como ator, dois anos depois sua conhecida música “Pai” foi escolhida tema de abertura de novela. Desde então, Fábio Jr. tem registrado sua marca emplacando vários hits em diversas novelas, a exemplo de “Alma Gêmea” no folhetim homônimo, “Só Você” em Por Amor, “Esqueça – Forget Him” (A Viagem), “Vida” (Top Model), “Fêmea” (Perigosas Peruas), “Eu Nunca Estive Tão Apaixonado” (Explode Coração) e “Enrosca” (Império).

Sucessos ao longo da carreira não faltam! “Senta Aqui”, “Felicidade”, “Caça e Caçador” e “20 e Poucos Anos” são apenas algumas das canções consagradas que fazem parte da trajetória de Fábio Jr. – um artista completo e apaixonado pelo que faz. Com um carisma inigualável e uma carreira brilhante, ele segue encantando e emocionando o público na vida e nos palco com sua musicalidade.

 

Para saber mais, acesse: 

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Youtube: www.youtube.com/user/fabiojr

 

Mauro Kleiman ganha edição de referência que celebra 55 anos de trajetória artística

O lançamento do livro será marcado pela exposição-intervenção Trapinzonga de Muro, na Galeria do Poste, em Niterói, durante a celebração dos 29 anos de atuação do espaço, no dia 31 de janeiro. Edição bilíngue apresenta panorama abrangente e inédito de um criador fundamental da arte contemporânea brasileira, com mais de 300 imagens, textos críticos e obras históricas

A Editora NAU lança KLEIMAN — 55 anos de trajetória, uma edição bilíngue de fôlego que celebra a extensa produção de Mauro Kleiman, artista cuja pesquisa atravessa mais de cinco décadas no campo das artes visuais. Organizado por Sônia Salcedo Del Castillo e Rafael Fortes Peixoto — dois nomes de referência no circuito da arte brasileira —, o volume reúne mais de 300 imagens, textos críticos inéditos, fortuna crítica, documentação de exposições, registros de performances e obras realizadas em múltiplos suportes, oferecendo um panorama abrangente e inédito de sua trajetória.

Com 280 páginas em capa dura, impressão de excelência e projeto gráfico que equilibra rigor histórico e potência visual, o livro proporciona uma experiência simultaneamente documental, crítica e estética. Além do ensaio dos organizadores, a publicação inclui textos de Bruna Levi em diálogo com o próprio artista, compondo um contexto crítico que ilumina não apenas a evolução de sua linguagem, mas também os atravessamentos políticos, culturais e históricos que moldaram sua produção desde os anos 1970. Segundo Sônia Salcedo Del Castillo, trata-se de um trabalho vocacionado a se tornar obra de referência, fundamental para pesquisadores, curadores, instituições, colecionadores e todos os interessados na história recente da arte contemporânea brasileira.

Para Sônia Salcedo Del Castillo e Rafael Fortes Peixoto, “a obra de Mauro Kleiman, à qual se dedica esta publicação, é exemplar para a história da arte brasileira mais recente”. Os organizadores destacam o caráter híbrido de sua produção, “um misto de ser pintura quase desenho quase escultura quase pintura quase…”, além da dimensão processual que atravessa sua trajetória: “toda obra ou evento como parte de uma estrutura aberta, não acabada”, aspecto amplamente documentado no livro.

Exposição Trapinzonga de Muro marca o lançamento
Como desdobramento e marco simbólico do lançamento do livro, Mauro Kleiman realiza a exposição TRAPINZONGA DE MURO, uma intervenção no espaço público que será apresentada na Galeria do Poste, em Niterói, durante a Festa do Poste, que celebra 29 anos de atividades da galeria.

A abertura acontece no sábado, 31 de janeiro de 2026, a partir das 18h, e a exposição permanece em cartaz até 28 de fevereiro de 2026. A obra ocupa o espaço urbano com uma estrutura de 2 metros de altura por 8 metros de comprimento, montada em módulos de madeira reutilizada, articulados por parafusos, porcas e braçadeiras, fixados ao muro. Sobre essa estrutura, Kleiman amarra sacolas plásticas de diferentes cores, que, deslocadas de sua função original, passam a operar como planos pictóricos móveis, sujeitos à ação do vento, do artista e do público.

As cores criam uma dinâmica visual e cinética: amarelos e vermelhos avançam no campo perceptivo, azuis e prateados recuam e os brancos oscilam entre fundo e frente. Instalado em uma rua, o trabalho também se revela para quem passa de carro, criando uma experiência de rastro e movimento contínuo no espaço urbano. Trapinzonga de Muro reafirma questões centrais da pesquisa de Kleiman — precariedade, processo, participação e instabilidade — amplamente discutidas e documentadas no livro.

O evento integra a programação da Festa do Poste, que contará ainda com trabalhos individuais de Alexandre Dacosta, Helena Trindade, Luanda (Ateliê Terreiro) e Pratizia D’Angelo nos muros, além de intervenções em seis postes com obras de Dacosta, Bebel Franco, Denise Campinho, Luiz Badia, Marcos Müller e Maria Moreira.

SERVIÇO
Livro: KLEIMAN — 55 anos de trajetória
Editora: NAU (@naueditora)
Organização: Sônia Salcedo Del Castillo e Rafael Fortes Peixoto
Formato: Capa dura, 280 páginas
Imagens: mais de 300 (cores e PB)
Edição: bilíngue (português/inglês)
Impressão: IPSIS
Disponível em livrarias físicas e digitais.
Exposição: Trapinzonga de Muro
Artista: Mauro Kleiman
Abertura: sábado, 31 de janeiro de 2026, a partir das 18h
Período: até 28 de fevereiro de 2026
Local: Galeria do Poste
Endereço: Rua Engenheiro Velasco, 10 – Gragoatá – Niterói – RJ