Picadeiro Móvel leva circo, arte e música a São João de Meriti

Projeto encantou o público com espetáculos gratuitos e atividades culturais

Com o apoio da Prefeitura de São João de Meriti, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, o Sesc realizou entre os dias 24 e 26 de outubro, a 10ª edição do Picadeiro Móvel, um dos maiores projetos dedicados à arte circense no Estado do Rio de Janeiro.

A abertura aconteceu na sexta-feira (24-10), no Sesc, com o espetáculo “Teco-Teco”, do Circo Dux. Nos dias seguintes, o evento tomou conta da Rua Panamense, em frente ao Centro Cultural Meritiense, no Jardim Meriti, levando alegria e cultura para toda a comunidade. Ao longo do fim de semana, quase 20 atrações se apresentaram na lona cultural.

O projeto reuniu artistas do Brasil e do exterior, apresentando uma mistura entre o circo tradicional e o contemporâneo, com muita música, teatro, trabalho educativo e performances artísticas.

O secretário municipal de Cultura e Turismo, Tião Pinheiro, comentou sobre esse marco cultural para o município. “A gente está levando o circo para o povo, de forma totalmente acessível. É um processo absolutamente democratizado, que aproxima a arte do cotidiano das pessoas, valorizando os artistas e garantindo que todos tenham a oportunidade de viver experiências culturais de qualidade”, pontuou o secretário.

A coordenadora de cultura do Sesc, Fabiana Vilar, destacou a importância da iniciativa. “O Picadeiro Móvel é um projeto que leva o circo a diferentes cidades e mostra que a cultura pode transformar espaços e aproximar as pessoas. Trouxemos artistas do Brasil e do mundo para compartilhar essa experiência com a população meritiense”, declarou a coordenadora.

Quem foi ao local aprovou a programação. A dona de casa Helena Martins, moradora do Jardim Meriti, se encantou com o espetáculo. “Foi tudo muito bonito. A gente se diverte e ainda traz as crianças para ver um circo de verdade, como era na minha infância”, disse Helena. O estudante Lucas André, de 17 anos, também acompanhou as apresentações. “Gostei de ver artistas tão diferentes e que trazem tanta alegria. Um fim de semana inteiro com essas atrações foi especial”, completou Lucas.

Fotos: Gilberto Rocha

Projeto de acrobacia será apresentado gratuitamente nas praias de Charitas e Itaipu neste fim de semana 

Espetáculo “Sozinhas somos pétalas, juntas somos rosas” trabalha o corpo e ajuda a ressignificar traumas e dores

Quem gosta de acrobacias e de artes diferenciadas vai ter a oportunidade de, nos dias 1 e 2 de novembro (sábado e domingo) de assistir gratuitamente ao espetáculo “Sozinhas somos pétalas, juntas somos rosas”, em Charitas e Itaipu. Com apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, o projeto vem impactando a vida de dezenas de pessoas ao longo dos últimos cinco anos

O projeto, além da força física, vem imprimindo uma nova forma de ver e enfrentar a vida a quem experimenta os exercícios praticados nas alturas em liras, trapézios e tecidos. A iniciativa nasceu a partir de edital da Secretaria Municipal das Culturas.

“O projeto Pendurados representa exatamente o que acreditamos: o esporte e a arte como caminhos de transformação, inclusão e bem-estar. Ver mulheres e jovens da nossa cidade ganhando força, confiança e expressão através das acrobacias aéreas é inspirador. Apoiamos com orgulho essa iniciativa que une superação, sensibilidade e coletividade”, afirma o secretário de Esporte e Lazer de Niterói, Luis Carlos Gallo.

O “Pendurados” já é conhecido por quem costuma passar pela orla da Praia de Icaraí, na Zona Sul da cidade, onde as aulas acontecem. Mas quem conhece de perto o trabalho de Juliana Berti testemunha o quanto o projeto transforma vidas. “Penduradas” nas alturas por liras, trapézios e tecidos, elas ganham força muscular e, mais do que isso, se veem impactadas por uma nova forma de enxergar a si mesmas.

Nas aulas, os participantes são introduzidos ao universo circense através da acrobacia área, nos aparelhos lira e tecido, tendo como base os princípios de educação somática e consciência corporal. Há o incentivo para se explorar os corpos de maneira consciente e criativa. A acrobacia aérea exige concentração, confiança e trabalho em equipe, promovendo habilidades socioemocionais importantes para o desenvolvimento, em especial, dos jovens.

“Vim para Niterói com o propósito de trazer para a cidade uma escola de circo de excelência e segura. Criei o Projeto Pendurados em 2020, em plena pandemia de Covid. Hoje, cinco anos depois, tenho muito orgulho do que iniciei e no que nos transformamos, pois aprendi com o circo que, sozinho, você não levanta uma lona. O Pendurados hoje é referência, reúne um grupo de pessoas – na maioria mulheres, os homens ainda são cerca de 2% dos alunos – fortes, empoderadas, mais seguras de si”, afirma  Juliana   Berti

O Espetáculo – Além das aulas diárias, de segunda a sexta-feira, na Praia de Icaraí, das 6h30 às 9h e das 18h às 20h, o projeto Pendurados Acrobacias Circenses montou, em 2023, seu primeiro espetáculo: Marcas do Passado, abordando a violência doméstica. O sucesso foi tanto que, em 2025, resolveram partir para um novo espetáculo.

O “Sozinhas Somos Pétalas, Juntas Somos Rosas”, montado por meio de edital da Secretaria das Culturas de Niterói, reunirá alunas regulares do Pendurados, bolsistas que chegaram por meio do edital e os artistas Raphael Pompeu, Daniel Leubach, Mila Werneck, Maria Julia Teixeira de Macedo e Julia Kassuga. A dramaturgia e direção geral estão a cargo de Juliana Berti e Raphael Pompeu.

Os movimentos no palco serão influenciados pelas aulas, que usam a lira e tecidos como aparelhos, baseadas em princípios da educação somática e consciência corporal, e incentivam os participantes a explorar seus corpos de maneira consciente e criativa.

“Arte para superar e ressignificar traumas e dores. Essa é a premissa desse projeto inédito, que acolhe meninas e mulheres que superam as más experiências por meio das artes, da educação e do esporte. Para isso, o trabalho com esse tema sensível é feito de forma lúdica, utilizando técnicas de circo e teatro em um espaço de acrobacia totalmente seguro, com profissionais capacitados e treinados. O corpo fala, grita com a lira, os tecidos e o trapézio. As mulheres conseguem usá-los como válvulas de escape, numa experiência transformadora. Isso desperta a autoconfiança e impacta no que elas conseguem fazer”, explica Juliana Berti.

O “Sozinhas Somos Pétalas, Juntas Somos Rosas” aborda o enfrentamento às várias formas de violência, através do circo, do teatro e dos movimentos corporais, utilizando contrapontos que equilibram a maneira como este assunto pode ser tratado. A narrativa se desenvolve através da música, da dança e de elementos do teatro físico, com coreografias e números circenses, num espetáculo, ao mesmo tempo, lúdico e reflexivo. A criação é orientada pelos princípios do teatro do oprimido, onde a arte é utilizada como uma forma de expressão e conscientização social.

 

Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro tem novo destino internacional: o Uruguai

Depois de se destacar no Festival Hola, em Madri, na Espanha e ir para Portugal nas cidades de Pombal, Cascais, Estarreja e Valença do Minho, o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, agora tem outro destino internacional: o Uruguai. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, um dos balés mais importantes do Brasil vai apresentar entre 4 e 12 de novembro, a combinação de trechos de ballets clássicos e ritmos brasileiros. No programa, O Lago dos Cisnes, O Corsário, os contemporâneos Frida e Loss, além da coreografia Suíte Brasileira, de Henrique Talmah, que transita pelos mais populares ritmos brasileiros como o samba, a bossa nova, o forró e o chorinho. Um espetáculo alegre, colorido e cheio de “gingado”. Com direção de Hélio Bejani e Jorge Texeira, os primeiros bailarinos do TMRJ, Márcia Jaqueline, Juliana Valadão, Cícero Gomes, junto aos solistas Carol Fernandes e Edifranc Alves, além dos bailarinos Tabata Salles, Michael Willian e Rodrigo Hermesmeyer.

Nas cidades de Montevidéu, Canelones, San Jose e Rivera serão realizadas também masterclasses para ouvintes, às 15h30, antecedendo as apresentações.

“Levar a cultura do Brasil, através do patrocínio da Petrobras, para outros países é muito gratificante. Mostrar o talento dos nossos bailarinos tanto na dança clássica, quanto na contemporânea, internacionalizando nossas apresentações abre portas para que o público local conheça o potencial fluminense. Estamos muito honrados com o convite do Uruguai para estamos nessas cinco cidades” – destaca a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.

“Através da dança, celebramos a rica herança cultural do Rio de Janeiro. Este momento é um convite para que o público uruguaio mergulhe na magia da cultura brasileira, uma arte que fala ao coração de todos. A internacionalização da cultura fluminense é uma ponte que conecta duas nações: Brasil e Uruguai e que estas apresentações inspirem novos diálogos e conexões entre nossos povos. Convidamos o Uruguai a compartilhar dessa experiência, criando laços duradouros através da nossa arte” – ressalta o Diretor Geral do espetáculo, Hélio Bejani.

Sobre a Companhia

A história do Corpo de Baile começa em 1927, quando a bailarina Maria Olenewa funda a primeira escola de dança do Brasil sediada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Inicialmente, Corpo de Baile e Escola de Dança se fundiram numa única estrutura na apresentação de espetáculos, até que em 1936, foi oficialmente criado o Corpo de Baile com a separação definitiva entre escola e companhia profissional. A partir de então, o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, vem cultivando ao longo de sua existência, a tradição na excelência do repertório clássico mundial, condição que o torna único dentro do cenário cultural do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil.

Hélio Bejani

Graduado em Licenciatura em Dança e Engenharia de Produção. Iniciou a carreira artística como músico profissional, em Piracicaba, cidade onde nasceu. É diplomado pela Royal Academy of London. Ingressou para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro onde atuou como Solista e Bailarino Principal em suas principais montagens. Ganhou o Prêmio Tadeu Morozowicz de Melhor Bailarino Clássico no VIII Concurso de Ballet e Coreografia, realizado pelo CCBD. Dançou e coreografou para os mais renomados grupos e escolas do Rio de Janeiro, sendo premiado nos principais concursos e mostras de dança do Brasil. Trabalhou como Assistente de Direção e Ensaiador do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Coordenador do BTM e do Corpo Artístico da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi Diretor do BTM de 2009 a 2013. Em 2016, assumiu a direção da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do Theatro Municipal do RJ e em 2019 reassumiu a direção do BTM. No Carnaval, como coreógrafo de Comissão de Frente, conquistou 3 Estandartes de Ouro, prêmio do Jornal O Globo e em 2024, foi campeão do Carnaval Carioca com a Grande Rio.

Jorge Texeira

Maître de ballet, coreógrafo, diretor e produtor artístico. Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, formado em Educação Artística pela Faculdade de Formação Profissional Integrada e em Música pela Escola de Música Villa-Lobos. À frente da Cia Brasileira de Ballet desde 2001, produziu, dirigiu, e assinou diversas montagens completas, de ballet clássico de repertório. Suas montagens já passaram por nove estados do país e mais de 40 cidades brasileiras, também brilharam em palcos internacionais. Dirigiu e assinou a montagem completa do ballet “Don Quixote”, numa coprodução com o Cuban Classical Ballet of Miami. Atuou como professor convidado em diversas companhias internacionais como Cuban Classical Ballet of Miami e no Ballet Nacional Dell Sódre, em Montevideo. Em reconhecimento ao seu trabalho, recebeu diversos Prêmios e Moções dos órgãos de Cultura do Rio de Janeiro. A convite do Diretor Hélio Bejani, desde 2018, tem atuado como Diretor Artístico e remontador da Cia BEMO, companhia jovem da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa e como Maître do Ballet do Theatro Municipal do RJ, onde assinou nos últimos anos as remontagens dos ballets: “O Lagos dos Cisnes”, “Giselle”, “Don Quixote”, “Bodas de Aurora”, “O Quebra Nozes”, “O Corsário” e “Noite de Walpurgis”. Desde 2007 assina como coreógrafo de Comissão de Frente do Carnaval do Rio de Janeiro, atualmente para a “Beija Flor de Nilópolis”, sendo o Campeão do Carnaval Carioca em 2025.

 

 

Programa:

Coreografias:

O Lago dos Cisnes – Juliana Valadão e Michael Willian

Frida – Márcia Jaqueline e Edifranc Alves

Loss – Juliana Valadão e Cícero Gomes

⁠Escrava e Mercador (O Corsário) – Tabata Salles e Rodrigo Hermesmeyer

Trois do Corsário – Márcia Jaqueline, Cícero Gomes e Michael Willian

 

 

Suíte Brasileira:

– Meditação

Compositor: Tom Jobim

Dança: Carol Fernandes e Edifranc Alves

– Insensatez

Compositor: Tom Jobim

Dança: Juliana Valadão e Michael Willian

– Asa Branca

Compositor: Luiz Gonzaga /Vitor Araújo

Dança: Tabata Salles, Rodrigo Hermesmeyer e Michael Willian

– Garota de Ipanema

Compositor: Tom Jobim

Dança: Tabata Salles e Cícero Gomes

– Baiana

Compositor: Barbatuques

Dança: Carol Fernandes

– Aquarela do Brasil

Compositor: Ary Barroso

Dança – Todos

 

Ficha Técnica:

Solistas: Tabata Salles, Márcia Jaqueline, Juliana Valadão, Carol Fernandes, Cícero Gomes, Edifranc Alves, Michael Willian e Rodrigo Hermesmeyer

Coreógrafos: Reginaldo Gomes, Ricardo Amarantes e Henrique Talma

Iluminação: Jonas Soares

Produção: Lidiane Moço

Assessoria de Comunicação: Marietta Trotta

Chefe de Gabinete: Barbara Ottero

Assessor de Relações Internacionais Bernardo Tebaldi

Concepção, Adaptação Artística e Direção Geral: Hélio Bejani e Jorge Texeira

Presidente da FTMRJ: Clara Paulino

 

*Haverá uma masterclass no SODRE, com Jorge Texeira e nos demais municípios com os bailarinos

 

 

 

Serviço:

Suíte Brasileira – O Lago dos Cisnes, O Corsário e os contemporâneos Loss e Frida

Com o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

De 4 a 12 de novembro de 2025
Locais:

Cidade: Canelones

Data: 4 de novembro, às 20h

Teatro: Complejo Cultural Politeama

Endereço: Tomás Berreta nº 312, esquina Florencio Sánchez, Canelones, Departamento de Canelones, Uruguai

Cidade: Durazno

Data: 5 de novembro, às 20h

Teatro: Centro Cultural Teatro Español

Endereço: 18 de Julio, Durazno, Departamento de Durazno, Uruguai

Cidade: Montevidéu

Data: 7 de novembro, às 20h

Teatro: SODRE

Endereço: Florida 1460, Montevideo, Uruguai

Cidade: San José

Data: 10 de novembro, às 20h

Teatro: Teatro Maccio

Endereço: C. 18 de Julio 529, San José de Mayo, Departamento de San José, Uruguai

Cidade: Rivera

Data: 12 de novembro, às 20h

Teatro: Teatro Municipal de Rivera

Endereço: Blv. 33 Orientales 970, Rivera, Departamento de Rivera, Uruguai

 

Patrocinador Oficial Petrobras

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro

 

Leandro Hassum apresenta “É Nóix Família” no Teatro Opus Città

Novo espaço na Barra da Tijuca recebe espetáculo que o público vai se identificar com as histórias de família

A comédia ‘É noix família’ chega ao Teatro Opus Città, nos dias 1 e 2 de novembro, reunindo histórias divertidas sobre a sua própria família, mas que poderia ter acontecido com qualquer pessoa. Todo mundo já deve ter escutado que “Família é tudo igual, só muda o endereço.” E é exatamente para provar que o ditado está certo que Leandro Hassum preparou esse novo espetáculo, para divertir o público que vai se identificar com as histórias da sua família.

O teatro segue funcionando em formato soft opening e os ingressos estão a venda pela plataforma Uhuu.com e pontos autorizados (mais informações no serviço abaixo).

No roteiro não faltam as clássicas confusões aprontadas pela mãe, esposa, filha, avós, tios, primos e cunhados. Nada escapa do humor afiado e repleto de improvisações do ator, nem mesmo as viagens em família, Natal e as festas de aniversário.

Ao brincar com situações do dia a dia da família, incluindo a própria quarentena e o isolamento em tempos de pandemia, com que todos se identificam, Leandro Hassum promete interagir com o público em vários momentos. Nada vai ficar de fora desse show que vai divertir toda a sua família. E lembre-se que “Família que ri unida, permanece unida”.

Em trinta anos de carreira, Hassum conquistou o público brasileiro e promete reunir uma seleção de seus melhores momentos no palco para comemorar essa trajetória de sucesso e com uma boa dose de alegria e diversão.

SERVIÇO

Leandro Hassum – É Noix Família

Local: Teatro Opus Città (Avenida das Américas, 700 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro) https://teatroopuscitta.com/

Classificação: Livre. Menores de 14 anos, somente poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis e crianças até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais, não pagam.

Data e horário: 01 e 02 de novembro de 2025 – múltiplas sessões

Ingressos: a partir de R$ 40,00

A Uhuu é o canal de vendas oficial para estes eventos.

Não nos responsabilizamos por ingressos adquiridos fora dos nossos canais oficiais.

Link de vendas: https://uhuu.com/evento/rj/rio-de-janeiro/leandro-hassum-e-noix-familia-15072

Bilheteria do Teatro Opus Città • Sem incidência de Taxa de Serviço

Città Office Mall

Avenida das Américas, nº 700 • Loja 309 I Barra da Tijuca • Rio de Janeiro • RJ

Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 12:30h às 18:30h

Via Music Hall • Sem incidência de Taxa de Serviço

Funcionamento: Segunda a sexta das 10h às 13h e das 14h às 19h I Sábado e feriados 10h às 14h e domingos fechado.

Endereço: Rodovia Presidente Dutra 4200 – Parque Barreto, São João do Meriti – RJ.

 

Formas de Pagamento site:

Internet: Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.

Bilheteria: Pix, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, American e Banricompras.

Parcelamento no cartão de crédito: até 1x sem juros, de 2 x até 12x com juros de 1,99%.

 

Orquestra Petrobras Sinfônica faz releitura de clássicos do pop e rock nacional em apresentação gratuita no Teatro Raul Cortez

Sob a regência do maestro Felipe Prazeres, a Orquestra Petrobras Sinfônica apresentou o concerto “Na Trilha do Rock”, no último domingo (26), no Teatro Municipal Raul Cortez, no Centro de Duque de Caxias, com entrada gratuita.

O público pôde ouvir e cantar, junto, os sucessos de Kid Abelha, Legião Urbana, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Titãs, Rita Lee, Lulu Santos, Raul Seixas, Roupa Nova e de outros artistas que marcaram gerações.

Com 50 anos de história, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e prestigiada pela América Latina, com uma característica única de apresentar um repertório aberto e acessível a todos os públicos, que vão da música erudita à música popular brasileira.

Esta particularidade em abrir o repertório desmistifica a orquestra sinfônica, tirando-a do lugar onde foi colocada, como uma arte elitista ou de uma música só, como explica Felipe Prazeres.
“A Petrobras Sinfônica é uma orquestra que se diferencia talvez das outras porque nós olhamos a orquestra como um grande instrumento musical, que está aberto para qualquer tipo de repertório. Tocamos os clássicos, claro, somos oriundos da música clássica, mas por que não abraçar outros repertórios até para angariar novos públicos? Então, este concerto dedicado às trilhas do rock toca na memória afetiva das pessoas, fazendo elas olharem para a orquestra de uma outra forma, se sentindo pertencentes a esse mundo. E, automaticamente, mais curiosas também em saber o que uma orquestra sinfônica é capaz de fazer além disso”, afirmou o maestro antes de entrar no palco.

A apresentação faz parte do Festival Clássicos do Brasil, um projeto idealizado e produzido pela Peck, empresa que está há 25 anos realizando festivais de música brasileira no país. O evento recebe patrocínio da Petrobras, com apoio do Ministério da Cultura, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Sececrj) e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Duque de Caxias (SMCT/DC).

 

FESTVILLA 2025: Escola Villa-Lobos celebra 18 anos do festival que revela novos talentos da música brasileira

Quase duas décadas de história com a vocação de revelar novos talentos da música brasileira e de dialogar sobre a formação e prática artística. Este é o FestVilla 2025, da Escola de Música Villa-Lobos do Rio de Janeiro que, mais uma vez, reuniu diversos alunos em prol da arte: foram 50 inscritos para a edição deste ano e mais de 30 músicos selecionados para as semifinais.

Os alunos que concorrem aos prêmios do FestVilla 2025 têm entre 18 e 60+ anos, e representam a diversidade e a vitalidade artística da escola. Dez canções estarão na grande final, marcada para o dia 5 de novembro, no Teatro João Caetano, com transmissão ao vivo pela TV ALERJ. A comissão julgadora — formada por professores, artistas, produtores e jornalistas — vai definir os vencedores em diversas categorias: melhor canção, intérprete vocal, instrumentista, arranjo e performance.

Além dos troféus e prêmios em dinheiro, os ganhadores terão sua obra gravada, editada e masterizada no estúdio da Escola de Música Villa-Lobos, um reconhecimento simbólico e técnico que reafirma a vocação do festival para revelar novos criadores e intérpretes da cena musical brasileira.

Celebrando 18 anos, o FestVilla reafirma sua importância como vitrine da produção autoral emergente, conectando gerações de músicos e reforçando a canção como expressão viva e transformadora da cultura.

“O festival, oferece a oportunidade de troca entre os alunos e de colocarem em prática o que aprenderam durante o ano; oferece uma experiência similar a que vão encontrar num futuro próximo, no exercício da profissão; além da possibilidade de criarem com inteira liberdade. E mais: oferece a oportunidade de verdadeira colaboração entre as classes diversas da escola, entre instrumentistas e cantores, e ainda a forma genuina de expressão através da linguagem da música. O FestVilla é uma das estratégias pedagógicas da Escola de Música Villa-Lobos” – ressalta o maestro José Maria Braga – Diretor da Escola de Música Villa-Lobos.

Promovido pela Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (FUNARJ), o FestVilla é um festival de canções inéditas em língua portuguesa, aberto a todos os gêneros e estilos musicais, que tem como propósito fomentar o intercâmbio entre alunos e professores e incentivar a criação musical contemporânea dentro do ambiente pedagógico da Villa-Lobos.

Mais do que uma competição, o FestVilla é um laboratório criativo — um espaço de encontro entre compositores, intérpretes, arranjadores e instrumentistas que fazem da escola um dos núcleos mais férteis de formação artística do país. As apresentações das eliminatórias reúnem alunos dos três cursos regulares da instituição, acompanhados por professores de prática de conjunto que colaboram na preparação dos arranjos e ensaios, qualificando cada performance.

A Escola Villa-Lobos também está antenada com os novos tempos. Questões artísticas e técnicas que dizem respeito à produção da obra musical — desde a composição e gravação de instrumentos até a experiência de se apresentar ao vivo — fazem parte do cotidiano da instituição. Temas como direitos autorais na era digital e as possíveis áreas de atuação profissional do músico contemporâneo são abordados com profundidade, preparando os alunos para um mercado cada vez mais dinâmico e conectado.

Para o pianista e compositor Jonathan Ferr, um dos nomes de maior destaque da nova cena instrumental brasileira e ex-aluno da Villa-Lobos, o festival foi um marco na sua trajetória:

“A Escola de Música Villa-Lobos, essa escola que me formou, que me fez ser o artista que eu sou. E eu me lembro quando eu estava no curso básico e o Festvilla foi marcante para mim. Esse festival que coloca os músicos todos pra se apresentarem, pra realmente exercer o ofício de ser artista, de estar no palco. A experiência de conhecer outras pessoas, de tocar com outros músicos, como é tocar para um grande público. Então, é uma forma muito legal de você se conhecer no palco. E de perceber o quanto é gostoso esse movimento de poder se apresentar para outras pessoas e se conectar através da sua música com outras pessoas. Vale muito a pena.”

Ao longo de sua história, a Villa-Lobos formou gerações de artistas que hoje se destacam na cena musical. Além de Jonathan Ferr, nomes como Tim Rescala, Maximiano Cobra, o maestro Ricardo Rocha, Biafra, Frejat e o próprio maestro José Maria Braga – que hoje é diretor da Escola – já passaram pelas suas salas de aula, além de grandes mestres como Paulo Moura e Alceu Boquino, que marcaram época como professores da casa.

“Uma parte muito importante da minha formação musical aconteceu na Escola de Música Villa-Lobos. Foi uma fase áurea sob a direção de Alyton Escobar. Lá estudei piano com Maria Yeda Cadah e comecei a frequenter as classe de Koellreutter, com quem estudaria composição mais tarde, por quatro anos, em aulas particulares. Mas na Escola frequentei suas classes de arranjo e contraponto. Além dele, outros professores da escola me abriram a cabeça: Esther Scliar, José Maria Neves, Vania Dantas Leite, Marlene Fernandes e Carol Gubernikoff. Em outra gestão ganhei um concurso de composição, promovido pela escola, em parceria com o Colégio da OSB. Uma escola fundamental para a história da música brasileira e, sobretudo, carioca” – afirma o compositor, produtor musical e pianista, Tim Rescala.

Sobre a Escola de Música Villa-Lobos

A história da Escola de Música Villa-Lobos remonta a 1914, quando as irmãs Figueiredo e Celina Roxo fundaram a Escola de Música Figueiredo Roxo, trazendo ao Rio de Janeiro as modernas técnicas pianísticas aprendidas em Berlim. Em 1934, por sugestão do compositor Oscar Lorenzo Fernandez, a escola uniu-se ao recém-criado Conservatório de Música do Distrito Federal.

Em 1952, o governo instituiu a Escola Popular de Educação Musical (EPEMA), precursora do atual modelo de ensino da Villa-Lobos. Após várias mudanças de endereço, a escola fixou-se nos anos 1960 em um charmoso sobrado Art-nouveau na Rua Ramalho Ortigão, hoje parte do Corredor Cultural. Sob a direção de nomes como Cacilda Borges Barbosa, Aylton Escobar e Renault Pereira de Araújo, a instituição consolidou-se como referência em educação musical pública, com a criação, em 1981, do Curso de Qualificação Profissional em Música.

Ao longo das décadas, diretores como Miguel Proença, Wilson Dantas e o atual gestor, o flautista José Maria Braga, mantiveram viva a vocação de democratizar o ensino musical. A escola conta hoje com cerca de 70 professores e oferece cursos que vão da iniciação musical à formação técnica.

Reconhecida como um celeiro de talentos, a Villa-Lobos formou nomes como Paulo Moura, Guerra Peixe, Tim Rescala, Tato Taborda, Jorge Vercillo, Biafra e Jonathan Ferr, reafirmando sua importância histórica e cultural para a música brasileira.

Serviço:

FestVilla 2025

Final: 5 de novembro de 2025, no Teatro João Caetano

Endereço: Praça Tiradentes, S/N – Centro

Entrada gratuita

Horário: 18h

Realização: Escola de Música Villa-Lobos | FUNARJ | Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro

Apoio: Leia Brasil – Organização Não Governamental De Promoção Da Leitura

Rod Stewart visita Santuário Cristo Redentor

 

O cantor britânico Rod Stewart fez uma visita especial ao Santuário Cristo Redentor, que possui um dos monumentos mais emblemáticos do mundo, durante sua passagem pelo Rio de Janeiro. A ida ao topo do Morro do Corcovado ocorreu em parceria com Paineiras Corcovado, concessionária responsável pelo transporte oficial de visitantes turísticos até o Santuário, realizado por meio de vans que circulam dentro do Parque Nacional da Tijuca.

A visita marca mais um capítulo na longa relação de Rod Stewart com o Brasil. Em 1994, o artista entrou para a história ao reunir mais de 3,5 milhões de pessoas em um show na Praia de Copacabana — um dos maiores públicos já registrados na música mundial. Seu último show no país ocorreu em 2023, em São Paulo, ao lado de Ivete Sangalo.

Mais de três décadas após o show histórico em Copacabana, Stewart voltou a se encantar com as paisagens do Rio, desta vez do alto, aos pés do Cristo Redentor.

Prefeitura de Niterói propõe parceria com o Estado para unir patrimônios históricos em prol da cultura

O prefeito Rodrigo Neves visitou, neste sábado (25), o Museu Antônio Parreiras, no Ingá, na companhia do deputado federal Áureo Ribeiro. Durante o encontro, eles discutiram sobre uma parceria entre Prefeitura e Estado para iniciar o Circuito dos Museus e também para a conclusão da reforma do ateliê, com investimento de R$ 1,5 milhão do Município.

“Visitamos hoje essa joia que é o Museu Antônio Parreiras. Um lugar histórico e cultural de Niterói que foi reaberto e está lindo. Vale a pena conhecer esse espaço, que fica nesse cantinho do Ingá, próximo a São Domingos. Estamos analisando uma parceria para criar o Circuito dos Museus, que vai incluir o Museu de Arte Contemporânea (MAC), o Museu Janete Costa, a Ilha da Boa Viagem (municipais) e os museus Antônio Parreiras e do Ingá, do Governo do Estado”, destacou o prefeito Rodrigo Neves.

Durante a visita, o prefeito esteve no ateliê de Antônio Parreiras, que está em obras. O investimento municipal para a conclusão dos trabalhos é de R$ 1,5 milhão.

“Estou muito feliz de estar hoje com o prefeito Rodrigo Neves nesse museu tão importante do Brasil. Estamos visitando esse equipamento público que recebeu um investimento de R$ 6 milhões do Governo do Estado. Estamos na segunda etapa da obra, com a instalação do elevador. É uma obra belíssima. Hoje estamos elaborando, com o prefeito, uma rota de visita aos museus de Niterói, que é um espetáculo. Tenho certeza de que essa parceria do Governo do Estado com a Prefeitura de Niterói vai beneficiar quem gosta de arte e cultura”, disse o deputado Áureo Ribeiro.

A obra do museu Antônio Parreiras está prevista para ser concluída em fevereiro. A inauguração vai contar com saraus.

A visita também contou com a presença da primeira-dama do município, Fernanda Sixel, do vereador Leandro Portugal, do vice-presidente da Fundação de Artes do Rio de Janeiro (Funarj), Carlos Janan, e de Fátima Henrique, diretora do Museu Antônio Parreiras.

Fotos: Lucas Benevides 

Galeria de Arte IBEU abre edital de convocação para artistas visuais

Edital Novíssimos 2026/2027 seleciona propostas para exposições de artistas contemporâneos brasileiros ou residentes no país

O Instituto Brasil-Estados Unidos (IBEU) abre inscrições para a 49ª Edição do Salão de Artes Visuais da Galeria de Arte IBEU, que selecionará artistas de todo o país para integrar a programação de exposições do biênio 2026-2027.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 16 de novembro de 2025, por meio do formulário disponível no site https://portal.ibeu.org.br/ibeu-cultural/edital/. O resultado está previsto para ser divulgado em 12 de janeiro de 2026, também no site da instituição.

A chamada pública é voltada a artistas individuais, brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil há pelo menos dois anos, maiores de 18 anos, interessados em ocupar o espaço expositivo Galeria de Arte IBEU, localizado no bairro Jardim Botânico.

O edital busca projetos que dialoguem com ao menos um dos eixos curatoriais definidos pela Comissão Cultural do IBEU: Memória, História e Territorialidade; Conexões Transculturais entre Brasil e EUA; Arte e Tecnologia; Arte e Sustentabilidade; Experimentações e Novos Suportes; e Arte Interativa.

“Este salão é uma das mais tradicionais portas de entrada para novos artistas no circuito carioca e uma oportunidade de diálogo com temas contemporâneos que unem arte, ciência, tecnologia e cultura”, destaca a equipe da Comissão Cultural do IBEU.

Mais do que uma nova edição, este Edital Novíssimos 2026/2027 representa uma retomada importante para a Galeria de Arte IBEU, que volta a abrir uma convocatória pública após os anos de interrupção causados pela pandemia. A iniciativa reafirma o compromisso da instituição com a democratização do acesso e a valorização da arte contemporânea, fortalecendo sua missão de fomentar a diversidade de linguagens e expressões artísticas no cenário brasileiro.

O edital completo, com todas as condições de participação, está disponível no site https://portal.ibeu.org.br/ibeu-cultural/edital/ .

 

Serviço:
Edital Novíssimos 2026/2027
Inscrições: até 16 de novembro de 2025
Local das exposições: Galeria de Arte IBEU – Rua Maria Angélica, 168, Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Mais informações e edital completo: https://portal.ibeu.org.br/ibeu-cultural/edital/
Contato: l-cultural@ibeu.org.br

Crianças da Rede Municipal vão expor como artistas no Museu Janete Costa

Entre os dias 21 de outubro e 16 de novembro, o Museu Janete Costa de Arte Popular, no Ingá, será palco para o olhar criativo e curioso das crianças e estudantes da Rede Municipal de Educação de Niterói. A 11ª Mostra dos Projetos Educacionais Instituintes apresenta produções artísticas desenvolvidas nas escolas, em uma exposição que revela a potência da infância e da educação pública como lugar de criação, descoberta e expressão. A visitação é gratuita, de terça a domingo, das 10h às 17h.

Nesta edição, 32 escolas de Ensino Fundamental e 44 Unidades Municipais de Educação Infantil (UMEIs) participam da mostra, apresentando projetos desenvolvidos no âmbito da política “Uma Rede Inteira pela Alfabetização e Inclusão”. As obras, que incluem instalações, maquetes, painéis, desenhos e outras linguagens, traduzem o cotidiano das escolas e dos territórios, unindo arte, ciência e cultura em produções que expressam o olhar das crianças sobre o mundo.

Para o secretário municipal de Educação, Bira Marques, a mostra é um dos momentos mais inspiradores do calendário escolar.

“Nossas crianças e professores mostram que aprender também é criar. Cada projeto nasce do cotidiano da escola e ganha forma como arte, expressando as identidades, os afetos e as descobertas de cada turma. É uma alegria ver o museu acolher a produção artística das nossas escolas e dar visibilidade à força criativa da rede pública”, afirmou o secretário.

Esta é a terceira vez que o Museu Janete Costa recebe a exposição dos Projetos Educacionais Instituintes. A iniciativa fortalece a identidade das unidades escolares e promove práticas pedagógicas inovadoras, conectadas à vida dos estudantes e ao compromisso de Niterói com uma educação integral, inclusiva, antirracista e socialmente referenciada.