O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro apresenta a exposição coletiva ‘Da Beleza ao Caos – a cidade que habita em nós’, com curadoria de Osvaldo Carvalho, convidando a pensar na cidade como um espaço vivo, afetivo e em constante transformação.
Inspirada pela ideia de que “a cidade não é apenas um espaço físico, mas uma forja de relações”, como afirma o escritor moçambicano Mia Couto, a exposição reúne artistas cujos trabalhos exploram a tensão — e a harmonia — entre ordem e desordem, encanto e turbulência, memória e cotidiano.
Ao percorrer os trabalhos do conjunto expositivo — independentemente dos suportes e técnicas utilizados — experimentamos múltiplas vertentes que compõem o convívio humano: identidade, pertencimento, aprendizagem, memória e transformação. Os diálogos visuais se entrelaçam como um grande mosaico, onde o belo e o caótico se complementam, à maneira do Yin Yang, revelando que cada extremo é, também, parte essencial do outro.
A exposição quer transportar a um entendimento quase filosófico de que beleza e caos caminham lado a lado, constituindo uma trama emocional tão complexa quanto fascinante. A temática atravessa diversas expressões culturais ao longo do tempo: da música — como em Rio 40 Graus, de Fernanda Abreu, Fausto Fawcett e Laufer — ao cinema, com o documentário Neville D’Almeida – Cronista da Beleza e do Caos; da literatura, em A Beleza do Caos, de Thales Amaral, ao teatro, na obra homônima de Nelson Baskerville. Em todos esses casos, emerge uma narrativa que revela os movimentos íntimos e coletivos da vida urbana, onde serenidade e inquietação coexistem como forças complementares.
Participam da mostra, que tem Lia do Rio como homenageada, os seguintes artistas: Andréa Facchini, Anita Fiszon, Benjamin Rothstein, Bruno Castaing, Daniela Marton, Fátima Vollú, Gloria Seddon,Helena Trindade, Heloisa Alvim, Jabim Nunes, Kacá Versiani, Laura Bonfá Burnier, Leila Bokel, Luís Teixeira, Luiz Badia, Luiz Bhering, Marcela Wirá, Maria Eugênia Baptista, Marilou Winograd, Mario Camargo, Marcelo Rezende, Osvaldo Carvalho, Osvaldo Gaia, Petrillo, Roberto Tavares, Rodrigo Viana, Rose Aguiar, Regina Hornung, Sanagê, Sandra Gonçalves, Sandra Passos, Sonia Guaraldi e Vania Pena C.
Além da exposição, haverá uma vídeo performance Sonora com os artistas André Sheik, Luiz Badia e Osvaldo Carvalho, que tem um projeto de criar trilhas sonoras ao vivo de imagens de vídeo arte criadas por Badia, que mesclam pintura e filmagens, resultando numa imersão sensorial, usando imagens da natureza em vídeo projetado, no caso, paisagens que são sonorizadas ao vivo pela banda, através de sintetizadores, pianos, guitarras e percussão eletrônica. A proposta para o café do Museu do Parque da Cidade é exibir durante a vernissage, um ato de arte sonora que vai tocar no sensorial do espectador com duração de 25 minutos.
A abertura acontece no dia 13 de dezembro, das 11h às 16h, e pode ser visitada até o dia 08 de fevereiro de 2026, com entrada franca.
TEXTO CURATORIAL
Da beleza ao caos — a cidade que habita em nós
“A cidade não é apenas um espaço físico, mas uma forja de relações.”
Mia Couto
Podemos entender quase como um conceito filosófico que a beleza e o caos andam de mãos dadas, nos permitindo apreciar o encanto mesmo sob circunstâncias imperativamente complexas (…) Em todos os casos observamos a descrição de intrincados jogos de relacionamento pessoal e coletivo numa montanha-russa de sentimentos e emoções que vão do meditativo sereno ao incômodo turbulento revelando pelo caminho idiossincrasias peculiares do excepcional ao trivial.
Ao propor tecer histórias sobre a cidade (e porque não cidades outras), o grupo de artistas aqui reunido pretendeu trazer seu olhar único para questões que nos envolvem desde um simples objeto visual de memórias subjetivas carregadas de afeto, até a matéria bruta e implacável de imagens cotidianas que nos cercam, porém, ganhando conotações íntimas. Em todos os casos, aqui e ali, há um olhar distinto que recorta a paisagem urbana; um vagar contemplativo que insinua um momento, uma lembrança; uma reflexão sobre paradigmas; uma busca pela essência de qualquer gesto da cidade e de seus habitantes. (…)
Ao observar cada um dos trabalhos que compõem a mostra, independentemente da escolha técnica, somos levados a contemplar as múltiplas vertentes que cercam nossa percepção e entendimento daquilo que chamamos convívio, essência do desenvolvimento humano. Lado a lado vão se escalonando e se complementando, formando laços, implicando elos, constituindo valores, permitindo ao observador aplicar/absorver conceitos basilares de identidade, pertencimento e aprendizagem: como no Yin Yang o belo está no caos, o caos está no belo.
Osvaldo Carvalho, 2025
SERVIÇO
Exposição:Da beleza ao caos — a cidade que habita em nós
Artistas: coletiva
Artista homenageada: Lia do Rio
Curadoria: Osvaldo Carvalho
Abertura: 13 de dezembro de 2025 (sábado), das 11h às 16h
Visitação: de 13 de dezembro de 2025 a 08 de fevereiro de 2026
De terça a domingo – das 9h às 16h
Local: Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro – MHC RIO
Estrada Santa Marinha, s/nº — Gávea, Rio de Janeiro – RJ
A Comissão de Cultura, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), entrega o Diploma Heloneida Studart a 120 homenageados de todas as regiões do Estado do Rio, pelo reconhecimento e estímulo às boas práticas culturais. A cerimônia foi na quarta-feira (03/12), às 18h, no Palácio Tiradentes, sede histórica da Alerj.
“Essa premiação é um gesto de reconhecimento e valorização da potência cultural que pulsa em todas as regiões do nosso estado. O legado de Heloneida Studart nos inspira a seguir acreditando na cultura como ferramenta de transformação social e afirmação democrática”, afirma a deputada estadual Verônica Lima (PT), presidente da comissão.
Lista de Homenageados:
Academia Campista De Letras
Academia De Letras E Artes De São João De Meriti
Academia Pedralva Letras E Artes
Acquilerj – Associação Das Comunidades Quilombolas Do Estado Do Rio De Janeiro
Ademafia
Aderbal Ashogun
Anselmo Vasconcellos
Associação Assistencial Mais Feliz
Associação Carnavalesca E Cultural Cordão Do Prata Preta
Associação Cultural Sol Da Raça Capoeira
Associação Grupo De Capoeira Elite De Bimba
Áurea Martins
Ballroom Rio
Bárbara Ribeiro
Batalha Das Brabas
Biblioteca Comunitária A Casa Amarela
Bloco Carnavalesco Loucura Suburbana
Bloco Foliões Da Abraces (Associação Brasileira De Reabilitação E Assistência Aos Cegos E Surdos)
Bloco Tamo Junto In Folia
Br Mídia Filme
Carina Alves
Casa Amarela – Ateliê Galeria E Escola De Arte
Cavi Borges
Centro Cultural Senzala De Capoeira
Centro Luiz Gonzaga De Tradições Nordestcultura
Chão De Estrelas
Charme Baixo Marechal
Chris Aguiar
Cineclube Lumiar
Coletivo Cultural Gente Arteira
Coletivo Da Roda Independente Da Candelária
Coletivo De Rendeiras
Coletivo Madalena Anastácia
Coletivo Procissão Dionisíaca
Coletivo Soul Pixta
Cordão Da Bola Laranja
Dado Villa-lobos
Dj Andread
Dom Luís
Dorina
Drica Madeira
Escambo Cultural
Espaço Cultural Kunta Kinte
Favela Encena
Flavia Saolli
Focus Cia. De Dança
Folia De Reis Nova Aurora Do Oriente
Folia De Reis Penitentes Do Santa Marta
Folia De Reis Reizado Flor Do Oriente
Fórum Gonçalense De Cultura
Fundação Angelica Goulart
G.r.e.s. Império De Arariboia
Galeria Providência
Grupo Cultural Afroreggae
Grupo Nós Do Morro
Guto Goffi
Hildegard Beatriz Angel Bogossian
Instituto Ame O Santo Amaro – Cine Amaro
Instituto Gingas
Instituto Histórico E Geográfico De Nova Iguaçu (Ihgni)
Instituto Hoju
Instituto Iya Oloori
Instituto Zuzu Angel
Jef Rodriguez
Jonathan Ferr
José Da Penha Ferreira
Jr. China
Leandro Pascoal – Upm Social
Leopoldina Hip-hop
Liga De Danças Folclóricas De Campos (Lidanfoc)
Luga Ferreira Do Nascimento (Duhpovo)
Marcelo Gularte
Márcio Anastácio
Mestre Derli
Michele Miranda
Miscelânea Black
Mônica Braga Sampaio
Mônica Da Costa
Mônica De Castro
Movimento Cultural Jongo Da Lapa
Museu Afro Virtual Do Rio
Museu Bispo Do Rosário
Museu Memórias Do Cerro Corá
Museu Sankofa – Memória E História Da Favela Da Rocinha
Nina Rosa
Palhaço Picolé
Pontão De Cultura Vidigal Cultural
Programa Cultura De Raiz
Projeto Capoeira Santo Amaro
Projeto Dr. Griot
Que Tal Um Samba?
Quilombo Aquilah
Rafael Rocha
Raul Farias E Isa Xavier
Rayanne Luiz
Rita Bennedittto
Roberta Gondim De Oliveira
Roda Cultural Batalha Do Engenhão (Bde)
Roda Cultural – Canta Teresa
Roda Cultural Da Central
Roda Cultural Do Centenário
Roda De Samba Da Pedra Do Sal
Roda Kgl
Rodrigo Marconi
Rosa Miranda
Rubenir Marques Da Rocha
Samba Da Volta
Samba De Caboclo
Samba Do Terreiro Da Vovó
Samba Que Elas Querem
Sérgio Espírito Santo
Sol De Paula
Theatro Municipal Do Rio De Janeiro
Tiãozinho Da Mocidade
Tom Grito
Trupe Família Clou
Turminha Do Som Musicoterapia
Vanessa De Souza Amorim
Vem Com Os Cria
Vidiga Na Social
Wagner Novais
Companhia realizou uma festa com direito a Papai Noel e distribuição de presentes
A Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) realizou, na sexta-feira (5), uma festa natalina sustentável e solidária na Creche Comunitária Medalha Milagrosa, no Morro do Cavalão, na Zona Sul de Niterói. O evento contou com uma árvore de Natal reciclável, visita de Papai Noel, doação de 80 brinquedos reciclados confeccionados pela equipe de educação ambiental da Clin, além de exposição e distribuição gratuita de lanches variados.
O presidente da Companhia, Acílio Borges, destacou o orgulho de promover a iniciativa.
“É importante conscientizar as pessoas, principalmente as crianças, que são o futuro da nação, a respeito da relevância da preservação ambiental. Reforçamos a cultura da reciclagem na rotina de todos, mostrando como o resíduo, que poderia ser descartado, pode se transformar em lindos objetos. Além disso, é muito gratificante levar alegria a esses jovens, que se encantaram com as atividades e com a presença do Papai Noel”, disse.
O Natal Solidário é um projeto no qual materiais são recolhidos pela Clin, por meio da coleta seletiva nas escolas e na cidade, como garrafas PET, caixas de papelão, pneus, caixotes de madeira, sobras de tecidos, entre outros. Para o preparo das lembranças, os colaboradores da Companhia separaram e higienizaram os resíduos para uma reutilização adequada. A atividade uniu crianças, professores e equipe da Companhia em um mundo mágico de cores, luzes, cheiros e sabores, despertando a consciência ecológica de forma dinâmica e interativa.
A árvore tem 1,30 m de altura, 55 cm de largura e foi totalmente produzida com material reciclável — cerca de 32 garrafas PET, 52 tampinhas, 82 rolos de papel higiênico e 35 CDs.
A pedagoga da creche, Claudiana Silva de Oliveira, falou sobre a importância da ação:
“Essa prática embasa todo o nosso processo pedagógico, que trabalha com materiais reutilizáveis. Criatividade temos de sobra e transmitimos isso para as crianças. Esse trabalho realizado pela Companhia de Limpeza é lindo e agradecemos demais terem trazido esse projeto para a nossa creche, que corrobora com o que desenvolvemos com os pequenos: a conscientização sobre o meio ambiente. Conversamos com eles sobre onde os resíduos devem ser descartados, a separação dos materiais, e já os estimulamos desde cedo”.
Thayla Nascimento dos Santos, de 5 anos, ficou feliz com a presença do Papai Noel: “Adorei o presente que ganhei, foi um pandeiro. Vou batucar para a minha mãe. Gostei muito do dia e do lanche também”, disse animada.
Karina Cortez, professora do GREI 2, ressaltou que os estudantes ficaram muito contentes com este projeto.
“Temos o hábito de confeccionar com eles brinquedos reciclados. Eles se divertiram muito, brincaram e conheceram outros objetos feitos com peças reaproveitadas na tenda da Companhia. Adoraram o dia, e isso nos motiva ainda mais a continuar com esse trabalho. As empresas de grande porte deveriam sempre fazer isso: produzir brinquedos a partir de materiais recicláveis, sobretudo neste mês, quando o consumo é maior”, explicou Karina.
O aluno dela, Arthur Carvalho, de 3 anos, estava animado: “Ganhei do Papai Noel uma raquete de ping pong com a bola e vou brincar com minha irmã”.
Você é nosso convidado para participar de uma oficina de velas-estamparia artesanal e customização com a artista Simone Ronzani.
Data:11 de dezembro-quinta
Horário: 14:30 horas
Carga horária*: duas horas e meia
Local: Lemos Cunha,497-Icaraí-Niterói-RJ
Valor:R$260,00
Produto da oficina: 3 velas 100% parafina(duas tipos palito e uma cilíndrica de 300 gramas),um castiçal individual de vidro e uma embalagem para levarem todas as peças juntas.
Observação: todos os insumos e materiais para a produção: copos, papéis decorativos, pincéis e utensílios.
Vagas limitadas:Pix 51821770706 CPF-Maria Cláudia da Câmara Torres Dias
Por favor enviar o comprovante para o whatshApp:21 999565000
Até lá, equipe Cacau Dias
Autora fluminense Fabiana Corrêa lança “Era uma vez uma guerra na Caatinga”, narrativa que conecta educação, história e meio ambiente no sertão baiano
A Guerra de Canudos, um dos episódios mais marcantes da história do Brasil, ganha nova vida em “Era uma vez uma guerra na Caatinga” (Editora Outra Margem), livro da escritora e educadora fluminense Fabiana Corrêa. Diferente de uma adaptação, a obra é uma narrativa autônoma que se passa dentro do universo de “Os sertões”, de Euclides da Cunha, e tem como protagonista e narrador um inusitado personagem: o calango Sertanejo, que testemunhou e agora conta tudo o que viu. A obra tem evento de lançamento marcado para dia 20 de janeiro, na cidade de Cantagalo (RJ), no dia e cidade onde nasceu Euclides da Cunha, que completaria 160 anos se estivesse vivo. O evento acontece às 18h, na Casa Euclides da Cunha.
“O livro nasceu de um desejo de contar histórias, temperado com a saudade de contar esta história em particular”, revela Fabiana, que durante anos levou o tema para suas aulas de Ciências e Biologia. “Para substituir minha persona de professora contadora de histórias, escolhi um representante da fauna da Caatinga baiana, o calango Sertanejo, aquele que tudo ouviu, viu e tudo irá contar”.
A obra acompanha a trajetória de Antônio Conselheiro, chamado de “Peregrino”, e a fundação do arraial de Belo Monte, nome dado pela comunidade àquele que a história oficial registrou como Canudos. Pela perspectiva do pequeno calango, o leitor é conduzido pelo cotidiano, pela fé e pela resistência de um povo que buscou construir uma vida mais justa e igualitária no coração do sertão.
Um dos momentos mais intensos do livro é a narrativa da batalha em que a própria Caatinga se torna aliada dos sertanejos. “Os galhos e espinhos ressecados trançavam barreiras impenetráveis aos soldados, mas abriam uma rede de caminhos possíveis aos moradores da terra”, descreve a autora, destacando a força do bioma como personagem central.
Cada capítulo é precedido e finalizado com trechos selecionados de “Os sertões”, criando uma ponte natural entre a narrativa de Fabiana e a linguagem complexa de Euclides da Cunha. “Preciso ressaltar que essa não é uma adaptação do texto original, mas uma história contada que conduzirá o leitor à leitura da obra do escritor em seu próprio tempo”, explica. “Pelo menos, é esse o meu desejo: que essa seja uma história chamariz do desejo do leitor pelas palavras escritas por Euclides da Cunha”.
Ilustrado por Arthur Abreu, o livro também é um convite a enxergar a Caatinga como organismo vivo, seguindo a visão euclidiana. “Euclides da Cunha foi capaz de perceber a relação da sociedade com o ambiente natural com olhos críticos e embasamento científico”, reflete Fabiana. “Ele foi rigorosamente o primeiro intelectual brasileiro a cultivar e externar preocupações com o meio ambiente, inclusive fazendo da ecologia um tema político”.
“Era uma vez uma guerra na Caatinga” representa o registro de uma metodologia pedagógica desenvolvida pela autora ao longo de anos em sala de aula. “Este livro é importante por vários aspectos. É contar uma história que tem que ser lembrada sempre, contar para não esquecer”, afirma.
Sobre a autora
Fabiana Corrêa é graduada em Ciências Biológicas pela UERJ, com especialização em Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável pela FGV. Natural de Bom Jardim e residente em Cordeiro, no interior do Rio de Janeiro, atuou por mais de duas décadas como professora de Biologia e Ciências na rede particular de ensino, além de coordenar projetos nas áreas ambiental, educacional e cultural. A partir de 2015, passou a dedicar-se integralmente à literatura e às artes, publicando obras para crianças, jovens e adultos.
Adquira o livro “Era uma vez uma guerra na Caatinga” pelo site da editora Outra Margem:
FICHA TÉCNICA
Livro: “Era uma vez uma guerra na Caatinga”
Autora: Fabiana Corrêa
Número de páginas: 70
ISBN: 978-65-86997-42-2
Gênero: Ficção
Editora: Outra Margem
Ano: 2025
A Rua das Pedras recebe o 3º Búzios Old School Vintage, encontro de carros antigos que começa nesta quinta-feira (04) e segue até domingo (07), reunindo veículos clássicos e apaixonados por automobilismo em uma programação cultural diversificada. O evento conta com o apoio da Prefeitura de Búzios, por meio da Subsecretaria de Comunicação e Eventos, e dispõe de Área Kids durante todos os dias.
Ao longo do evento, moradores e visitantes poderão conferir de perto modelos nacionais e internacionais, além de apresentações artísticas, DJ, shows pirotécnicos e performances culturais.
A programação tem início nesta sexta-feira (05), o Show Pirotécnico com Galadriel Ribeiro Pernalta, às 19h, e do Show de Dança com a Fada, às 20h.
No sábado (06), as atrações começam às 16h com DJ Léa, seguido pelo Show de Dança com a Fada, às 19h, e pelo Show de Contorcionismo e Malabares de Fogo com Fla Porral, às 21h, além da premiação dos veículos, contemplando os três melhores nacionais, três melhores internacionais e o prêmio “The Best Geral”.
O encerramento acontece no domingo (07), com DJ Léa, das 14h às 18h.
O evento integra o calendário oficial do município e contribui para o fortalecimento do turismo, da economia local e da oferta de entretenimento para toda a família.
O show contará com as participações de Ana Cañas, Leila Pinheiro, Gabi Melim, Milton Guedes, Sá (da dupla Sá e Guarabira) e Dado Villa-Lobos
O show de Flávio Venturini, Minha História, foi o início de uma nova fase em sua trajetória musical. Este espetáculo celebra os 50 anos de carreira e traz um roteiro que destaca momentos importantes de sua história, com novos arranjos.
O show conta com o suporte de uma banda estrelada, formada por grandes músicos, e poderosas equipes de áudio e visual. Flávio também lança seu novo álbum com participações especiais de grandes artistas da música brasileira. E no dia 5 de dezembro (sexta), o Qualistage recebe Flávio e um grupo seleto de convidados como Ana Cañas, Leila Pinheiro, Gabi Melim, Milton Guedes, Sá (da dupla Sá e Guarabira) e Dado Vila-Lobos para encerramento desse projeto.
“Relembrando essa trajetória, recebi um convite especial do empresário Steve Altit (Top Cat Produções), reconhecido pelo seu trabalho ao lado de artistas do cenário musical brasileiro, como: Ivan Lins, João Bosco, Zelia Duncan, Ed Motta, Lobão, Blitz e recentemente pelo retorno fantástico de Ritchie aos palcos para gravar um álbum reinterpretando meus maiores sucessos, com a promessa de transformá-lo em uma grande turnê nacional. Aceitei de imediato, e agora o disco está pronto! O projeto evoluiu para um álbum ainda mais grandioso, com a participação de alguns dos maiores artistas brasileiros.
Este momento é, sem dúvida, um dos mais importantes da minha carreira. Produzido por Torcuato Mariano—responsável por alguns dos meus melhores trabalhos, o disco conta com uma banda formada por músicos excepcionais e participações especiais de Djavan, Ivete Sangalo, Guilherme Arantes, Vanessa da Mata, J. Quest, Frejat, Ritchie, Gloria Groove, Ana Cañas, Gabi Melim, Ney Matogrosso e Roupa Nova. O álbum “Minha História” é distribuído pela Biscoito Fino e também será lançado em vinil.
Como planejado, o projeto continua com um grande show, que tem direção geral de Jorge Espírito Santo, direção musical de Torcuato Mariano, direção de arte de Alexandre Arrabal, iluminação de Césio Lima e coordenação geral de Steve Altit”, declara Flavio. No repertório do show, estão os grandes sucessos de Flávio, como: Todo Azul do Mar, Noites com Sol, Nascente, Espanhola, Céu de Santo Amaro, Linda Juventude, Mais Uma Vez, Clube da Esquina 2, Planeta Sonho e Besame.
O novo empresário de Flávio Venturini, Steve Altit, da Topcat Produções, é o responsável pela coordenação geral da turnê “Minha História”. Seu objetivo com este projeto é criar uma experiência única que celebre os 50 anos de carreira de Flávio de forma inesquecível.
“Sempre considerei o Flávio um dos melhores compositores da nossa música – um ícone das melodias, dono de uma criatividade incomparável e, além disso, gosto de afirmar que ele possui uma voz única e inconfundível em suas interpretações. Mais do que um grande artista, Flávio é uma personalidade singular no nosso meio.
Alexandre Arrabal, designer inovador e multipremiado, lidera a direção de arte do projeto. Jorge Espírito Santo, diretor multidisciplinar, assume a direção geral, enquanto Césio Lima, renomado diretor de iluminação, contribui com seu talento reconhecido por trabalhos em alguns dos maiores espetáculos nacionais e internacionais.
A direção musical está sob a responsabilidade de Torcuato Mariano, guitarrista, compositor e produtor musical de renome. Torcuato é conhecido tanto por sua premiada carreira solo quanto por colaborações marcantes com grandes nomes da música brasileira, como Gal Costa, Djavan e Ivan Lins. No palco, Flávio estará acompanhado por uma banda de altíssimo nível, garantindo que cada apresentação se torne uma celebração memorável de sua extraordinária trajetória musical.
SERVIÇO – QUALISTAGE
dia 5 de dezembro – sexta
Show às 21h30
Abertura dos portões: 19h30
Local: Qualistage
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Classificação: 18 anos menores de 18 anos, somente acompanhado de responsáveis legais.
“Suspiro”, primeira mostra individual de Jessica Von Lehsten Goes, é destaque neste fim de ano na Galeria de Artes Candido Mendes, de 4 a 19 de dezembro, de segunda a sexta (das 14h às 19h) ou aos sábados (das 14h às 18h). A curadoria é da artista plástica Denise Araripe, que fecha 2025 com cerca de 10 exposições na galeria da Universidade Candido Mendes. Jessica, que incorpora diversidade de linguagens, reúne esculturas e objetos que se instalam como pequenas retenções do mundo, formas que parecem guardar um fôlego antes que ele se disperse. Ela apresenta obras autorais e instalações construídas a partir de objetos comuns, deslocando materiais do dia a dia para revelar sua dimensão poética e sensível. Local: Rua Joana Angélica, 63, Ipanema (RJ). Entrada Franca.
Denise Araripe chama atenção para outros detalhes sobre a artista convidada
“Jessica recolhe o que a vida esquece e devolve como rito. Papéis, dobras, tecidos – matéria leve que sustenta o invisível. Cada furo é passagem, cada sombra, um aviso. Esta artista toca o cotidiano como quem desperta sua transcendência. Há um sopro que se revela e um corpo que escuta. Aqui nesta exposição, o menor gesto realinha o mundo, e o sagrado, enfim, se deixa notar”, define Denise Araripe. Veja mais no link https://jvlg.xyz/.
Jessica Von Lehsten Goes abre em Ipanema uma fresta sensível do mundo
Ela é reconhecida por um trabalho pautado por uma observação minuciosa do cotidiano e por passagens por instituições como o Marina Abramović Institute, o Museu Benaki, em Atenas, o Cabaret Voltaire, em Zurique, e a Casa França-Brasil. Em “Suspiro”, Jessica apresenta um conjunto de obras que se firma no vazio, onde a ausência se torna presença e a beleza finalmente se deixa notar.
Sobre Jessica von Lehsten Goes – É uma artista carioca-alemã, formada em Artes pela University of Arts, em Londres (1999). Trabalhando com esculturas, fotografias, vídeos, performances e instalações, sua prática explora as relações entre corpo, espaço e linguagem, destacando os desencontros da comunicação. Com raízes brasileiras e alemãs e fluência em várias línguas, Jessica incorpora elementos do dia a dia, transformando o banal em narrativas visuais que conectam experiências pessoais e culturais. Participou de exposições como “AS ONE no MAI” (Marina Abramovic Institute) + “NEON” (Museu Benaki, Atenas, 2016), “From Nothing to Nowhere” (Cabaret Voltaire, Zurique, 2016), “Debris” (SP Arte, São Paulo, 2018) e “Desdobra/Não quebres” (Casa França Brasil, Rio de Janeiro, 2023).
Um dos mais promissores nomes da MPB, o cantor e compositor Alcides Sodré fecha o ano de 2025 com o show de lançamento do EP “Em Mar Aberto”, dia 9/12, às 19h, no Centro Cultural da Justiça Federal, que fica na Cinelândia no centro do Rio de Janeiro. A apresentação marca o anúncio do “Santo de Casa”, o primeiro álbum solo do artista, que será lançado em 2026. Direção musical do violonista Fábio Negroni.
O repertório do segundo show de lançamento do ano destaca a canção “Em Mar Aberto” (Kiko Furtado e Daniel Gonzaga), que dá título ao trabalho. Reúne inéditas que farão parte do novo álbum como “Rua Marielle” (Vicente Paschoal e Rogério Santos). “Uma canção de protesto que une lirismo e contundência”. A letra com imagens bem construídas ganha muita força na “interpretação segura e corajosa do cantor” da nova geração da música brasileira.
Alcides Sodré é uma promessa que já está se cumprindo para os ouvidos e olhos mais atentos, sua voz é de um intérprete raro nos dias de hoje. Ele tem personalidade e escolhe com cuidado o repertório que passeia entre suas referências de formação e os nomes da canção contemporânea.
Serviço
Data: 9/12, 3ª feira
Hora: 19h
Show: Em Mar Aberto
Com o cantor e compositor Alcides Sodré
Acompanhado de Georgia Camara (bateria), Sandra Nisseli (baixo), Rafael Paiva (guitarra) e Fábio Negroni (violão e Guitarra)
Local: Centro Cultural Justiça Federal
Endereço: Av. Rio Branco, 241 – Centro – Cinelândida – RJ
Jérôme Poignard apresenta a exposição “Villes et Cores”, no Espaço Cultural Correios Niterói, RJ, em celebração ao Ano da França no Brasil, reunindo 28 aquarelas e 4 telas em acrílico inéditas, além de um mural especial criado em colaboração com Bragga, pioneiro do graffiti carioca. A curadoria é de Sady Bianchin, artista, acadêmico e secretário de Cultura de Maricá.
Nesta série, Poignard transforma luz e cor em paisagens urbanas ao redor do mundo – Rio, Paris e outras cidades, que surgem como memórias fluidas e vibrantes. O mural de Bragga amplia esse diálogo ao incorporar fragmentos pixelados e padrões geométricos inspirados na estética urbana contemporânea.
“Villes et Cores” reafirma a união entre o design e a pintura na obra de Poignard, marcada pela precisão técnica, originalidade e pela exploração sensível da luz. O projeto reforça a conexão cultural entre Brasil e França através da arte.
Sobre Jérôme Poignard
Jérôme Poignard é artista plástico e designer gráfico francês, natural de Fontainebleau, que estabeleceu residência no Rio de Janeiro, onde fundou a Pointillé — agência especializada em branding, design estratégico e comunicação. Paralelamente à atuação no design, Jérôme é também o criador de diversas obras reunidas em exposições como Luzes, Rio e Cidades Líquidas. Suas pinturas se destacam pela inspiração, pelas cores vibrantes e pela luminosidade. Radicado no Rio de Janeiro, o artista possui trajetória internacional e já expôs em espaços como Galeria MonsartStage (Roma), BB Artes (Cassino Atlântico), Centro Cultural Correios RJ, Hotel Santa Teresa MGallery e Galeria Gilson Martins.
Sobre Bragga
Bragga é um pioneiro do grafite carioca e iniciou sua jornada artística pelas ruas do Rio de Janeiro em 1998. Em busca de uma linguagem autoral única e da integração harmoniosa entre seu trabalho no grafite, design e motion design, o artista vem desenvolvendo recentemente uma série abstrata que se inspira na música, na improvisação e no ritmo. Fragmentos pixelados e padrões geométricos que emergem da paisagem urbana contemporânea, traduzidos em movimento e pulsação visual através de explosões cromáticas digitais. Suas composições capturam a energia pulsante da metrópole carioca, onde elementos gráficos se fragmentam e se reconstroem em camadas sobrepostas de cor e luz, criando uma sintaxe visual que dialoga entre o analógico das ruas e o digital das telas. “Instantes infinitos”.
Sobre Sady Bianchin
Sady Bianchin (curador) é um artista e acadêmico multifacetado radicado no Rio de Janeiro. É poeta, ator, diretor teatral, jornalista, cineasta, sociólogo e professor universitário. Natural de Amambai, Mato Grosso do Sul, é doutor em Teatro e Sociedade pela Università di Roma (La Sapienza) e mestre em Ciências da Arte pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Trabalhou em teatro com diretores renomados, publicou seis livros de poesia e participou de 28 antologias com poemas publicados em oito países. Atualmente, coordena o Núcleo Artístico Cultural da Universidade Hélio Alonso (NAC/UNI FACHA) e leciona no programa de pós-graduação em Pedagogia Social da UFF. Exerce o cargo de Secretário de Cultura e Utopias em Maricá, Rio de Janeiro. Sady Bianchin criou diversos projetos de poesia no Rio de Janeiro, como Rio de Versos, Barca das Dez, Ponte de Versos e Fórum Poesia, e lidera o grupo multiarte Mymba Kuera. A sua obra poética tem centralidade na expressão direta da consciência do povo com foco no cotidiano e forte dimensão cultural.
Serviço
Exposição: “Villes et Cores”
Artista: Jérôme Poignard
Artista convidado: Bragga (grafite)
Curadoria: Sady Bianchin
Local: Espaço Cultural Correios Niterói RJ (Av. Visconde do Rio Branco, 481, Centro, Niterói, RJ)
Abertura: 20/12/2025 (das 14h às 18h)
Visitação: de 20/12/2025 a 31/01/2026
Dias e horários: de segunda a sexta, das 11h às 18h e sábado das 13h às 18h
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Censura livre
Gratuito.
Acessibilidade
Como chegar: ônibus, barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); uber ou táxi.
A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.