Documentário inédito sobre empreendedorismo feminino nas favelas será lançado na Casa Laura Alvim

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O Instituto Aupaba convida para a exibição do documentário “Mulheres que Regeneram Territórios”, que integra o Projeto “Jornada Inovadora do Turismo”, do Instituto Aupaba em parceria com o Airbnb.

A exibição gratuita, que conta com o apoio institucional da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (FUNARJ), acontece nos três sábados de dezembro, sempre às 15 horas: dias 6, 13 e 20 de dezembro. Bastando inscrever-se pelo Sympla.

O filme, dirigido pelo videomaker francês Florian Tomasini (Tomasini Productions), apresenta histórias inspiradoras de mulheres que protagonizam processos de transformação e regeneração em suas comunidades. A obra aborda temas como educação, empreendedorismo, cultura, sustentabilidade e identidade territorial, evidenciando o papel fundamental das mulheres na regeneração social, cultural e econômica das favelas cariocas.

Reconhecido internacionalmente por seu pioneirismo em design regenerativo, o Instituto Aupaba foi agraciado em 2025 com o “World Tourism Awards”, em Bruxelas, na categoria “Reconhecimentos Especiais”, como Melhor Projeto de Turismo Regenerativo.

Para a presidente do Instituto Aupaba, Luciana De Lamare, o documentário pretende tocar e trazer ao debate público a questão do empreendedorismo feminino nas favelas e sensibilizar gestores para que políticas públicas possam reconhecer e apoiar esse segmento importante da economia carioca.

“É inspirador ver, por meio de iniciativas como este documentário, o poder transformador do empreendedorismo para a regeneração de territórios e comunidades. Apoiar projetos que ampliam vozes, promovem inclusão e estimulam o desenvolvimento local reflete o compromisso do Airbnb em fortalecer as regiões onde está presente e colaborar para um futuro mais sustentável e diverso.” afirma Carla Comarella, Líder de Relações Institucionais do Airbnb.

Documentário será lançado para autoridades e imprensa dia 02/12

O lançamento inédito do documentário acontece no dia 2 de dezembro, terça-feira, às 15 horas, e contará com a presença de autoridades, artistas, influenciadores e jornalistas.

Serviço

O filme pode ser visto nos dias 6, 13 e 20 de dezembro, na Casa Laura Alvim, sempre às 15h00. Inscrições pelo Sympla.

Confira aqui o teaser: https://drive.google.com/file/d/1wVqPJr0rDwOZOr7im2x3rP5FH9UiWdJn/view

Garanta seu ingresso. Inscreva-se: https://www.sympla.com.br/evento/documentario-mulheres-que-regeneram-territorios/3223954

Sobre o Airbnb

O Airbnb nasceu em 2007, quando dois anfitriões receberam três hóspedes em sua casa em São Francisco. Hoje, a plataforma conta com mais de 5 milhões de anfitriões que já receberam mais de 2 bilhões de hóspedes em quase todos os países do mundo. Todos os dias, os anfitriões oferecem acomodações e experiências únicas que possibilitam que os viajantes conheçam outras comunidades de uma forma mais autêntica.

 

Gloria Conforto e Dirce Fett apresentam a exposição ‘Dois Olhares’, no Centro Cultural Correios RJ, com pinturas diferentes na concepção e harmônicas na contemplação

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As artistas plásticas Gloria Conforto e Dirce Fett apresentam a exposição ‘Dois Olhares’, no Centro Cultural Correios RJ, a partir de 10 de dezembro, com curadoria de José  Ricardo Barbosa dos Santos, trazendo pinturas que convidam a uma viagem introspectiva, na emoção da contemplação de obras tão diversas em concepção, forma e técnica, mas que se harmonizam pela beleza e instigação.
Gloria e Dirce desenvolveram com o artista e mestre Orlando Mollica uma extensa pesquisa na pintura como potentes coloristas, e essa união ocorre após essa experiência de mais de dez anos de formação intensa, desenvolvendo a partir daí leituras diferentes.

Gloria Conforto apresenta trabalhos da Série Silêncio, pinturas a óleo sobre tela com trabalhos em pequenos formatos, que forçam o espectador a mergulhar na contemplação, no mesmo silêncio interior que gerou a produção das obras, onde todas as paisagens retratadas são fictícias, mas derivam da emoção da artista que as imagina como objeto contemplativo.

Dirce Fett traz cores fortes, com muita expressão, provocando um choque de emoção para quem adentra a sala em penumbra, com iluminação apenas em foco sobre as telas. Seu trabalho, em grandes formatos, explora o paradoxo entre padrão e gesto pictórico, além da relação entre figura e fundo. As figuras emergem ou se dissolvem no fundo, que é tratado como manchas, enquanto as figuras são camadas espessas de tinta em harmonia contrastante.
 
A exposição pode ser visitada até o dia 17 de janeiro de 2026, de terça a sábado, das 12h às 19h, com entrada franca e censura livre.


Sobre Gloria Conforto
 
Arquiteta e pós-graduada pela UFRJ, com longa atuação na área de projetos e de meio ambiente, frequentou cursos livres com os artistas Amador Perez, Gianguido Bonfanti e com os aquarelistas Javier Zorrilla e Cesc Farre. Vem se dedicando às artes plásticas, pintura e aquarela, desde 2015 com várias exposições coletivas e individuais. De 2010 a 2015 desenvolveu pesquisas no Atelier do artista Orlando Mollica na EAV e, posteriormente, com o artista e professor Bernardo Magina. Aprimorou sua pesquisa com acompanhamento de processos artísticos com a curadora e artista Bianca Madruga e a galerista Sara Figueiredo, em 2022 e 2023.

Sua expressão artística que se iniciou desde cedo pelo desenho, passou a aprimorar a técnica de pastel oleoso sobre papel e da aquarela, criando um universo vibrante, buscando como linguagem, a luminosidade e fluidez, na descoberta do onírico e mágico que existe por trás de cada cena. Possui mais de 50 obras adquiridas por colecionadores privados no Brasil e no exterior.

 
Instagram: @confortogloria @glorianconforto_arte
 
site virtual ARTSY –  www.artsy.net/artist/gloria-conforto/works-for-sale

Sobre Dirce Fett 

 
Nascida em Erechim, vive e atua no Rio de Janeiro. Frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, recebendo orientações, entre outros, de Orlando Mollica, João Magalhães, Edmilson Nunes e Bob N. Participou também de vários workshops e cursos livres de criatividade de Charles Watson. Utiliza várias técnicas, como pintura e colagem de diversos tecidos, como a chita de imagens impressas de antigos monumentos e animais numa linguagem contemporânea de memórias, paisagens e imagens
iconográficas, bem como uma linguagem mais abstrata onde as cores fortes direcionam a expressão do seu trabalho.

O trabalho de Dirce Fett, tanto em grandes como nos pequenos formatos,  explora o paradoxo entre padrão e gesto pictórico, além da relação entre figura e fundo. As figuras emergem ou se dissolvem no fundo, que é tratado como manchas, enquanto as figuras são camadas espessas de tinta em harmonia contrastante. Dirce vem participando de diversas exposições individuais e em coletivas no Brasil e no exterior.
 
Instagram: @dircefett_279
 
 
Serviço
 
Exposição: Dois Olhares
Artistas: Gloria Conforto e Dirce Fett
Curadoria: José Ricardo Barbosa dos Santos
Local: Centro Cultural Correios RJ @correioscultural
Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Abertura: 10 de dezembro de 2025
Visitação: 10 de dezembro de 2025 até 17 de janeiro de 2026Dias e horários: terça a sábado, das 12h às 19hAssessoria de Imprensa: Paula Ramagem @paulasoaresramagemEvento gratuitoCensura Livre.

Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).

Acessibilidade: adaptado para pessoas cadeirantes

A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.

Prefeitura de Niterói inaugura Centro Cultural Cauby Peixoto, no Fonseca

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Casarão restaurado é o primeiro equipamento público cultural da Zona Norte

No dia do aniversário de 452 anos de Niterói, a Prefeitura da cidade inaugurou, neste sábado (22), o Centro Cultural Cauby Peixoto, no Fonseca, o primeiro equipamento público cultural da Zona Norte. Instalado em um casarão histórico que foi totalmente restaurado, o complexo vai receber exposições e espetáculos, além de oferecer salas para cursos, ensaios e reuniões de coletivos culturais, entre outros eventos.

O prefeito Rodrigo Neves destacou a qualidade do projeto do centro cultural.

“É uma alegria muito grande estar aqui com cada um e com cada uma de vocês. É uma alegria inaugurar este centro cultural nos 452 anos de Niterói. Este casarão estava há 40 anos abandonado. A gente trabalhou uma concepção do projeto, que não era só restaurar a casa. Pedi um projeto que fosse mais que restauração. Que a gente pudesse ter o primeiro teatro municipal do Fonseca. Esse teatro tem 240 lugares e está lindo, com uma iluminação cênica fantástica. Queria agradecer a todos que trabalharam. O Cauby Peixoto nasceu em Niterói, passou uma parte da vida no Fonseca e ele deve estar muito feliz. A cultura é parte indissociável da cidade. Niterói é uma cidade vibrante e cultural. Esse casarão vai abrigar várias atividades e também ser um importante centro de memória sobre a Alameda São Boaventura, que vai viver uma grande transformação nos próximos anos. Essa obra representa a importância da continuidade das políticas públicas. Eu escolhi o local e fiz a desapropriação em 2019, o prefeito Axel (Grael) iniciou a construção e agora tenho a alegria de concluí-la. Foi tudo preparado com muito carinho para a população”, afirmou Rodrigo Neves.

O projeto do Centro Cultural Cauby Peixoto foi pensado com atenção aos detalhes: nenhuma árvore foi derrubada, vitrais centenários foram preservados e tanto o casarão quanto o prédio anexo foram adaptados para a acessibilidade. O complexo tem um teatro para 240 pessoas, salas de ensaio, ambientes multiuso e espaços dedicados à memória do niteroiense Cauby Peixoto e do Fonseca, bairro onde o cantor morou e tem grande relevância histórica para a cidade.

“O Centro Cultural da Zona Norte é um símbolo do compromisso da Prefeitura com a democratização do acesso à cultura. É o primeiro equipamento público municipal da região e resultado de um esforço que envolveu escuta pública e planejamento. Niterói vive um dos maiores ciclos de investimentos em cultura de sua história, com recursos aplicados em infraestrutura, formação, editais e valorização dos nossos artistas e da diversidade cultural da cidade. A Prefeitura já recuperou prédios históricos como o Mercado Municipal e a Casa Norival de Freitas, e está oferecendo ao povo equipamentos de qualidade. O centro cultural é um encontro especial com o povo de Niterói e com o país, que vai saber que Cauby Peixoto é daqui”, ressaltou o secretário municipal das Culturas, Leonardo Giordano.

Sobrinha de Cauby, Magali Velasco cuidou do acervo do cantor cedido para o centro cultural.

“É uma emoção indescritível ver esse acervo agora disponível para toda a cidade. Cuidamos de tudo com muito zelo e hoje sentimos que ele ganha um novo sentido, ao alcançar tantas pessoas. É gratificante ver esse reconhecimento à memória e ao legado da nossa família.” declarou Magali Velasco, ao lado de Salmo Medeiros, outro sobrinho do artista, e da sobrinha neta de Cauby, Patrícia Velasco.

“O Centro Cultural Cauby Peixoto é um grande presente para a cidade. A gente sabe o trabalho que foi. Como vice-prefeita, fico feliz de fazer parte de um governo com uma caminhada tão bonita e que, efetivamente, mudou Niterói. Tenho muito orgulho de ser a primeira mulher vice-prefeita da cidade. A gente trabalha para servir à cidade. Esse equipamento foi feito com muito cuidado no restauro, em cada vitral, e de ter água recolhida de chuva e painéis solares. É um equipamento completo”, afirmou a vice-prefeita Isabel Swan.

“Hoje é um dia de muita celebração e de orgulho. Essa é uma entrega muito especial, que faz parte de um conjunto de intervenções nesses últimos 13 anos. Fui vice-prefeito do Rodrigo Neves, e depois prefeito. Tenho muito orgulho de ter podido fazer várias obras com um investimento muito elevado em recuperação do patrimônio cultural da nossa cidade. Parabéns a todos que se dedicaram para que isso aqui pudesse acontecer”, disse o ex-prefeito Axel Grael.

Três exposições – O Centro Cultural Cauby Peixoto foi inaugurado com três exposições que dialogam com diferentes temporalidades, memórias e linguagens. “Azulejos de Memória”, mostra inaugural da Sala de Memória, constrói um mosaico afetivo da história do Fonseca por meio de fotografias, documentos, vídeos, relatos e materiais distribuídos em dez núcleos que percorrem desde as primeiras ocupações indígenas até processos de urbanização, industrialização, vida de bairro e cultura popular.

A mostra “Cauby Peixoto: Para ser outra vez” apresenta múltiplos olhares sobre o cantor nascido em Niterói, destacando sua trajetória, estilo e performance, além de leituras contemporâneas sobre gênero, imagem e expressividade. Fotografias, registros raros e materiais curatoriais compõem uma mostra que convida o público a revisitar a presença cênica e a importância cultural de Cauby na música brasileira.

Já a exposição “SKID” aproxima o público de pesquisas em arte contemporânea que exploram relações entre corpo, espaço urbano e memória, ampliando o diálogo do centro cultural com práticas artísticas experimentais e novas narrativas visuais.

O investimento da Prefeitura no restauro e na adaptação do casarão histórico foi de R$ 16,8 milhões.

Fotos: Evelen Gouvêa e Claudio Fernandes

Niterói comemora 452 anos com tradicional Missa de Ação de Graças

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Celebração ocorreu na Igreja de São Lourenço dos Índios, marco histórico da cidade 

 Niterói amanheceu em festa, neste sábado (22), para celebrar 452 anos de fundação, de quando ainda era chamada de Aldeia de São Lourenço dos Índios, com uma Missa de Ação de Graças. A primeira agenda comemorativa do dia foi pela manhã, na Igreja de São Lourenço dos Índios, marco histórico da cidade.

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, destacou a importância histórica da Igreja de São Lourenço dos Índios e anunciou que, no ano que vem, ela vai passar por uma nova restauração.

“Que essa celebração nos inspire a continuar trabalhando para fazer de Niterói uma cidade cada vez mais transformada, que seja capaz de promover a justiça, a paz e a prosperidade. É um dia muito especial para todos nós que celebramos esta eucaristia nessa igreja histórica. A igreja é de 1627. Daqui a dois anos ela vai fazer 400 anos. A última restauração aconteceu há 25 anos. Quero dizer que, ano que vem, vamos iniciar uma nova restauração desta igreja. Vamos ter, no final do ano que vem, os 400 anos de celebração da igreja com ela completamente restaurada. Que Deus continue abençoando Niterói”, reforçou o prefeito Rodrigo Neves.

A missa foi celebrada pelo arcebispo metropolitano de Niterói, Dom José Francisco.

“Esta igreja é um local que revela a importância da nossa história. É um sinal de que a fé começou aqui há muitos anos. Nesses 452 anos de história de Niterói, esse é um momento importante para estarmos louvando e bem dizendo a Deus por todos aqueles que fizeram essa história e, ao mesmo tempo, estarmos nos comprometendo em continuar essa história para que Niterói seja sempre uma cidade onde reine a paz, a justiça, o bem comum e a fraternidade. Aqui é um local que tem muita história e nós fazemos parte desta história”, afirmou o arcebispo.

A missa contou com a participação da vice-prefeita Isabel Swan, do ex-prefeito Axel Grael, de autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, além de moradores da cidade e visitantes. A celebração também teve a presença de religiosos e religiosas como a irmã Irenita de Medeiros, responsável pela instituição Sagrada Família.

Um pouco de história – A Igreja de São Lourenço dos Índios é considerada o marco da fundação da primeira presença jesuíta do Rio de Janeiro. Antes da construção da igreja, a localidade já era ocupada por diversas produções agrícolas e espaços onde posteriormente se tornaram as regiões de São Domingos e Praia Grande.

Tombada em 1922, a igreja tem linhas associadas ao estilo das construções da ordem jesuíta. A igreja consolidou sua importância como um patrimônio histórico e arquitetônico capaz de demonstrar as relações sociais da época do Brasil Colônia.

Fotos: Evelen Gouvêa e Lucas Benevides

Exposição virtual ‘Apaixonado por Paris’ com fotos de Bayard do Coutto Boiteux

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Recém chegado de Paris, Bayard Do Coutto Boiteux, que conhece
mais de 200 países e que tem um acervo de 40.000 fotos de suas
viagens lançou no Facebook uma exposição virtual sobre Paris.
Autor de 55 livros, dos quais 5 de fotos, com 33 exposições, sendo 12
virtuais, 15 presenciais no Brasil e 6 no exterior, Bayard Boiteux é
apaixonado por fotos. Não se considera um fotógrafo profissional
mas um amante por clics sobre diversidade, novas percepções e
uma visão diferente da arte de fotografar.
Na exposição virtual sobre Paris, com curadoria de Matheus Oliveira,
Boiteux busca entender a cidade luz com suas manifestações
arquitetônicas e alguns ícones que definem a beleza única de Paris.
A exposição pode ser visitada no Facebook e ela poderá incluir novas
fotos, para mostrar uma Paris vista de diversos ângulos. A exposição
que é uma promoção do portal Consultoria em turismo, conta com o
apoio da Ascom Divulga Rio e da Matheus Oliveira produções, além
do apoio efetivo de Joana e Aloysio Teixeira.
A exposição pode ser visitada através do link:
https://www.facebook.com/profile.php?id=61584083342722

 

“O talento do Guará”: livro infantil em versos rimados mostra às crianças que todo talento floresce no seu tempo

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Em uma floresta repleta de animais animados para o tradicional show de talentos, um lobo-guará sente que não tem nada de especial a oferecer. Esse é o ponto de partida de “O talento do Guará” (Leiturinha, 32 págs.), livro de estreia da escritora curitibana Laís Graf. Com rimas divertidas, a narrativa mostra, de maneira delicada e engraçada, a importância de cada criança reconhecer e valorizar suas próprias habilidades.

A obra, ilustrada pela designer e artista visual Deise Lino, apresenta uma história que combina humor e emoção. “Quis escrever algo que fosse interessante não apenas para as crianças, mas também para os adultos que leem para elas. Em vários momentos, incluí piadinhas que só os responsáveis vão captar”, conta a autora. O resultado é uma experiência de leitura que une gerações, transformando o momento da narração em um espaço de afeto e troca.

O enredo acompanha o lobo-guará, que, inseguro sobre suas habilidades, decide não participar do evento anual. Com a ajuda de uma coruja sábia e de um coelho dançarino, ele descobre que cada um tem seu tempo e que todo talento floresce quando encontra espaço para ser cultivado. “O livro mostra que todas as pessoas são únicas, que o mundo se torna mais bonito quando compartilhamos nossas habilidades e que a amizade pode ser o impulso necessário para que a gente floresça”, destaca Laís.

A construção da narrativa nasceu da imersão da escritora no universo do personagem. Durante um mês, Laís se dedicou a imaginar como seria a vida do Guará, até finalmente colocar a história no papel. O texto, escrito em versos rimados, foi concluído em apenas dez dias. “Eu me diverti muito ao escrever. Até depois de terminar, seguia pensando em novas rimas, como se a cadência do livro não me deixasse ir embora”, lembra.

Além de trazer humor e poesia, “O talento do Guará” toca em temas fundamentais para a infância, como empatia, respeito e valorização das diferenças. “Quero que as crianças sintam que cada talento é válido e que não existe um modelo único de sucesso”, afirma.

Publicado como original da Leiturinha, maior clube de assinatura de livros infantis do Brasil, com 340 mil assinantes, o título foi enviado diretamente às casas de dezenas de milhares de crianças. O retorno positivo do público levou à continuidade da parceria de Laís com o clube, resultando em novos livros, como “Samba de uma flauta só” e “O segredo dos números”.

Para a autora, o lançamento de seu primeiro livro representou um marco. “A partir do momento em que vi meu nome impresso, pude dizer com todas as letras que era escritora. Foi um divisor de águas na minha vida, a motivação para seguir adiante e escrever mais histórias”, revela.

 

Se por um lado a experiência marcou sua estreia literária, por outro também redefiniu sua trajetória profissional. “Antes, eu escrevia porque estava com vontade. Depois do Guará, percebi que também era um ofício, um trabalho. E que poderia trilhar esse caminho de forma consistente”, reflete.

Sobre a autora

Laís Graf nasceu em Curitiba, em 1992, onde também cresceu e vive até hoje. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná em 2013 e concluiu a pós-graduação em Escrita Criativa pela Universidade de Fortaleza em 2022. Desde 2013, atua como profissional autônoma na produção de conteúdos, elaborando textos, roteiros para vídeos e podcasts para empresas como O Boticário, Santander, Kraft Heinz, Philip Morris, Gelopar e Positivo Informática. Estreou na literatura infantil com O talento do Guará (2022), seguido por Samba de uma flauta só (2024) e O segredo dos números (2025), todos publicados pela Leiturinha. Seus livros já chegaram a mais de 100 mil crianças em todo o Brasil.

Museu das Amazônias lança agenda educativa voltada à preservação ambiental e aos saberes tradicionais

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Atividades acontecem de 19 a 30 de novembro, são gratuitas e abertas ao público

O Museu das Amazônias anunciou sua nova programação educativa, que será realizada durante o mês de novembro, com oficinas, vivências e visitas temáticas voltadas para a conscientização ambiental, o respeito à biodiversidade e a proteção dos povos tradicionais e suas cosmologias. Todas as atividades são gratuitas e não exigem inscrição prévia, mas as vagas são limitadas, sujeitas à lotação do espaço.

Com ações voltadas para diferentes faixas etárias, a programação reúne práticas artísticas, saberes indígenas, histórias negras amazônicas, astronomia ancestral, botânica e biodiversidade. O objetivo é aproximar o público dos múltiplos conhecimentos que constituem as Amazônias, fortalecendo o papel do museu como espaço de diálogo, educação e trocas culturais.

“Criamos uma programação que celebra a diversidade dos saberes amazônicos e reforça o compromisso do museu com a educação sensível e inclusiva. Queremos que crianças, jovens e adultos vivenciem experiências que conectem arte, ciência, cultura e natureza, sempre valorizando os povos que cuidam da Amazônia há séculos,” afirma Emerson Caldas, coordenador de Atendimento e Educação do Museu das Amazônias.

Programação da COP30

Além das atividades educativas anunciadas, o Museu das Amazônias está com uma programação especial dedicada à COP30, iniciada em 10 de novembro e que segue até o dia 21. A agenda inclui painéis, debates e mostras audiovisuais, todos gratuitos. Durante o período da conferência, o museu funciona em horário estendido, abrindo diariamente das 10h às 20h, com última entrada às 19h. A visitação permanece gratuita, mediante retirada de ingressos pela plataforma Sympla.

PROGRAMAÇÃO EDUCATIVA — 19 A 30 DE NOVEMBRO

19/11 — Quarta-feira

Introdução às constelações Tupi-Guarani

10h às 12h | Público: crianças a partir de 8 anos

Vivência sobre o conhecimento astronômico indígena, mostrando como povos amazônicos integram o céu à vida cotidiana.

20/11 — Quinta-feira

Oficina de escrita: Amazônias negras na poesia de Bruno de Menezes

10h às 12h | Público: maiores de 10 anos

Oficina baseada nos poemas de Batuque (1931), destacando memórias, religiosidade e identidade negra amazônida.

21/11 — Sexta-feira

Oficina: “De cantos e histórias: Cosmologias dos pássaros”

10h às 12h | Público: livre

Cosmologias indígenas dos povos Tukano, Yanomami e Desana e o papel espiritual dos pássaros.

Folha-bicho, bicho-folha: animais amazônicos, dobraduras e preservação ambiental

16h às 18h | Público: crianças e adolescentes a partir de 10 anos

Oficina que une dobradura, pintura e ciência para apresentar a diversidade da fauna amazônica.

22/11 — Sábado

A anatomia das folhas

10h às 12h | Público: livre

Oficina inspirada nas fotografias de Sebastião Salgado, com observação e impressão botânica.

23/11 — Domingo

Pintura em Miriti — Ateliê das Aves

Sessões: 10h–11h | 11h–12h | 15h–16h | 16h–17h | Público: geral

Pintura de aves amazônicas em miriti, aproximando arte, cultura e biodiversidade.

28/11 — Sexta-feira

Oficina: “De cantos e histórias: Cosmologias dos pássaros”

10h às 12h | Público: livre

Reedição da oficina que apresenta mitos e significados espirituais dos pássaros na cosmologia indígena.

Visita Educativa — Os Caminhos das Águas

10h às 12h | Público: crianças de 6 a 12 anos

Atividade interativa sobre as transformações de Belém e o papel das águas na formação da cidade.

29/11 — Sábado

A memória das plantas: imagens e histórias das ervas em Belém

10h às 12h | Público: livre

Oficina sobre ervas amazônicas e os saberes de mulheres, erveiras e povos tradicionais da região.

30/11 — Domingo

Oficina Mapas da Memória: Amazônias vividas, imaginadas e compartilhadas

10h às 12h | Público: livre

Criação de mapas afetivos com pinturas e materiais naturais, unindo memórias e imaginários amazônicos.

Serviço:

Museu das Amazônias

Endereço: Complexo Porto Futuro II — Avenida Marechal Hermes, Reduto, Belém (PA)

Horário de funcionamento:

  • De 10 a 21 de novembro: funcionamento em horário estendido devido à COP30, das 10h às 20h, com última entrada às 19h (aberto todos os dias).
  • A partir de 22 de novembro: retorno ao horário regular, de quinta a terça-feira, das 10h às 18h, com última entrada às 17h.

Sobre o Museu das Amazônias

Inaugurado no dia 4 de outubro de 2025, o Museu das Amazônias é resultado de uma ampla rede de colaborações que reúne diferentes esferas do poder público e da iniciativa privada em torno de um mesmo propósito: valorizar, preservar e projetar o patrimônio cultural, científico e ambiental das Amazônias. Mais do que um museu de ciências e tecnologias amazônicas, o Museu é um símbolo de cooperação e compromisso coletivo com o futuro da região e do planeta.

A iniciativa é do Governo do Estado do Pará, realizada pela Secretaria de Estado de Cultura do Pará e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Sua concepção e implementação foram conduzidas pelo IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi. Exemplo bem-sucedido de cooperação entre Estado e iniciativa privada, o Museu das Amazônias tem a Vale como Parceira Estratégica, apoio internacional do CAF e apoio financeiro da Finep e do BNDES. Conta ainda com a colaboração de empresas como Hydro, New Fortress Energy, Ipiranga, Mercado Livre, Ultracargo e Grupo BID. O projeto também conta com a Embrapa e o Amazônia Sempre como parceiros de conteúdo.

Foto: Emeson Oliveira

Fotografia e jornalismo ambiental em exposição durante a COP30 

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A COP30 não estaria tão presente no debate público sem a força do jornalismo. Acreditando no poder das narrativas para ampliar a compreensão da crise climática e de suas soluções, o Pulitzer Center inaugurou a exposição fotográfica “Jornalismo e Narrativas do Futuro” na Casa Ninja, em Belém (PA), durante o evento. 

A mostra reúne imagens produzidas em investigações ambientais e projetos realizados em regiões de floresta tropical, como América Latina e África. São registros visuais que conectam clima, território e soluções lideradas por povos tradicionais – em trabalhos desenvolvidos com o apoio do Pulitzer Center. 

Ao ocupar a COP30 com uma mostra de fotografia, o Pulitzer Center evidencia como o encontro entre jornalismo, arte e sociedade civil pode abrir caminhos para narrativas que não costumam aparecer nas negociações climáticas. Essa combinação amplia olhares, faz circular histórias que raramente chegam às mesas de decisão e ajuda a revelar dimensões da crise climática que só aparecem quando diferentes saberes e experiências se cruzam. São essas narrativas, vindas dos territórios e das pessoas que vivem a floresta, que abrem espaço para imaginar futuros mais justos e possíveis. 

Integram a exposição obras de fotojornalistas como Florence Goupil, Sofía López Mañán, Giovanna Stael, Barry Christianson, Lalo de Almeida, Rogério Assis e Misha Vallejo Prut. 

“O ciclo de vida de uma reportagem não termina na publicação. Exposições como esta permitem que as histórias sigam reverberando, devolvendo às comunidades o impacto que cada imagem pode gerar”, afirma Gustavo Faleiros, Diretor de Investigações Ambientais do Pulitzer Center. 

A organização incentiva não apenas investigações e denúncias, mas apoia também o jornalismo de soluções, fortalecendo projetos que apresentam respostas dadas por comunidades locais para enfrentar a crise climática. O Pulitzer Center oferece bolsas para jornalistas, com editais disponíveis no site oficial. Durante a COP30, ainda promove eventos, encontros de redes colaborativas, workshops e diálogos para fortalecer o jornalismo e o engajamento em rede. 

Uma das fotografias da exposição é parte da reportagem do jornalista Tayguara Ribeiro, bolsista do Pulitzer. Com fotos de Giovanna Stael, o projeto destaca a importância dos manguezais e o papel das comunidades tradicionais em sua preservação. “Eu estava conversando com um pescador da Ilha do Marajó, que fazia pesca de curral. Perguntei sobre as aves que comem os peixes que ficam presos no labirinto. Ele disse: ‘Eles comem. Eu não pesco só para mim — os peixes também são para os animais.” Esse pensamento me ensinou mais do que muitos livros sobre meio ambiente”, relata Ribeiro. A matéria evidencia como o conhecimento ecológico ancestral é uma forma de monitorar e proteger ecossistemas sensíveis. 

Já as fotos de Sofía López Mañán unem poesia e jornalismo. Na reportagem escrita pela jornalista Irupé Tentorio, o Gran Chaco – território hostil marcado por longas distâncias, caminhos de terra e pouca informação -ganha novo significado por meio da apicultura. “A partir do trabalho com as abelhas, entendemos que era possível transformar a economia, ensinar as comunidades originárias, fortalecer as cooperativas. A florada nativa dura oito meses, e dali nasce uma resistência poética. A reportagem mostra que, mesmo em um lugar tão afetado pelo desmatamento, ainda existe cuidado, organização e futuro”, afirma a jornalista. 

Sobre o Pulitzer Center 

O Pulitzer Center é uma organização jornalística independente, sem fins lucrativos, dedicada a promover reportagens inovadoras e de alto impacto sobre os grandes desafios globais. Fundado em 2006, o centro apoia jornalistas, comunicadores e educadores em mais de 80 países, fortalecendo investigações aprofundadas, a produção de narrativas transformadoras e o engajamento de públicos diversos. 

Fundado nos Estados Unidos e com atuação crescente no Brasil e na América Latina, o Pulitzer Center tem presença também na África e no Sudeste Asiático. A organização acredita no jornalismo como ferramenta essencial para mobilizar a sociedade, gerar impacto público e impulsionar soluções coletivas. Seu trabalho alcança dezenas de milhões de pessoas por ano por meio de parcerias com veículos de mídia e estratégias de engajamento com comunidades, escolas, universidades e organizações da sociedade civil. 

 

Festival Nordestino de Niterói une celebração de 6 anos com aniversário da cidade 

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Evento acontece de 19 a 23 de novembro no Mercado Municipal de Niterói, celebrando a rica cultura nordestina e o aniversário da cidade
 
O Festival Nordestino de Niterói chega à sua 6ª edição trazendo uma programação especial que promete agitar o feriadão de novembro. Entre os dias 19 e 23, o Mercado Municipal de Niterói se transformará no epicentro de uma grande celebração da diversidade cultural nordestina.
Esta edição marca um momento duplamente especial: além de celebrar os seis anos de trajetória do festival, o evento também homenageia o aniversário de Niterói, cidade que abraçou a iniciativa com entusiasmo e se consolidou como importante centro de difusão da cultura nordestina na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Durante cinco dias intensos, o festival oferecerá forró autêntico, manifestações culturais tradicionais e o melhor da culinária nordestina, reafirmando sua posição como um dos principais eventos culturais da “Cidade Sorriso”. A programação diversificada promete atrair tanto os apaixonados pela cultura nordestina quanto aqueles que desejam descobrir mais sobre essa rica tradição brasileira.
 
Serviço:
Festival Nordestino 
Data: 19 a 23 de novembro de 2025
Horário: 12h às 00h
Local: Estacionamento do Mercado Municipal de Niterói – Rua Santo Antônio, 53 – Centro 
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
Informações:
Tel: (21) 99649-2471
Instagram: @festivalnordestino, @fa.entretenimento, @vibeprod.eventos
 
 
Programação Completa:
 
QUARTA (19/11)
 
Apresentação: Wanderson Brito
17h – Karaokê
19h30 – Forró Informal (1º Set)
21h – DJ
22h – Forró Informal (2º Set)
 
QUINTA (20/11)
Apresentação: Wanderson Brito
12h – DJ
13h – Karaokê
16h – Nega Clei (Boneca Dançarina)
17h30 – Pé Descalço (1º Set)
19h – DJ
19h30 – Pé Descalço (2º Set)
 20h30 – DJ
21h – Lara Zuzarte (1º Set)
22h – DJ
22h30 – Lara Zuzarte (2º Set)
00h – Fim
 
SEXTA (21/11)
Apresentação: Wanderson Brito
16h – Karaokê
18h – William Gomes e Banda (1º Set)
19h – DJ
19h30 – William Gomes e Banda (2º Set)
21h – DJ
21h30 – Leo Lemos (1º Set)
22h30 – DJ
23h – Leo Lemos (2º Set)
00h – Fim
 
SÁBADO (22/11)
Apresentação: Wanderson Brito
12h – DJ
13h – Karaokê
16h – Leo Castro
17h – DJ
17h30 – Neidinha Rocha (1º Set)
19h – DJ
19h30 – Neidinha Rocha (2º Set)
21h – DJ
21h30 – Bonde Bem Docinho (1º Set)
22h30 – DJ
23h – Bonde Bem Docinho (2º Set)
00h – Fim
 
DOMINGO (23/11)
Apresentação: Wanderson Brito
12h – DJ
13h – Karaokê
16h – Nega Clei (Boneca Dançarina)
17h – DJ
17h30 – Chamego Nordestino (1º Set)
18h30 – DJ
19h – Chamego Nordestino (2º Set)
20h – DJ
20h30 – Impacto Show (1º Set)
21h30 – DJ
22h – Impacto Show (2º Set)
00h – Fim

 

Flup 2025 inicia nesta semana com Conceição Evaristo e shows de Jonathan Ferr, Mano Brown e Majur

Acesse: https://niteroi.rj.gov.br/niteroi452anos/

Cerca de 800 crianças de dez escolas municipais cariocas apresentam, na quarta-feira, 19/11, às 14h, performances artísticas e participam do cortejo ‘Conceição em Festa’, que culmina na coroação simbólica de Conceição Evaristo, homenageada da Flup;

Atividades são resultado do processo formativo Batalha da Memória e podem ser acompanhadas pela imprensa, mediante credenciamento antecipado em www.agenciagalo.com/flup2025 

Nesta quarta-feira, 19/11, às 14h, cerca de 800 crianças de dez escolas municipais do Rio de Janeiro realizam performances artísticas e o cortejo “Conceição em festa”, que termina com a coroação simbólica de Conceição Evaristo. A atividade marca o evento de abertura para a imprensa da 15ª Festa Literária das Periferias (Flup), que tem patrocínio master da Shell. Também na quarta, a partir das 18h, a Flup inicia sua programação aberta para todos os públicos com exposições, encontros literários e shows musicais. A agenda completa está disponível em www.vempraflup.com.br/.

A exposição “Fanon, revolucionário anticolonial: um programa de desordem absoluta”, seguida de performance de Ziel Karapotó, marca a noite de abertura da Flup. Outro destaque é a mesa de conversa “O sonho de nossos heróis, que precisamos manter vivo”, com Conceição Evaristo e Mireille Fanon, mediada por Mame-Fatou Niang.

A programação aberta ao público é gratuita, mas para conferir os shows musicais é preciso retirar ingressos pelo Sympla. A programação musical da quarta-feira (19/11) conta com concerto de Jonathan Ferr e, ao longo da semana, o palco recebe Mano Brown (20/11), Majur (23/11), além de apresentações de Fuzuê d’Aruanda, Agbara Dudu, Awurê, Akiyo com Fanswa Ladrezeau e a tradicional Bateria da Portela.

Confira a programação da primeira semana de Flup no Viaduto Madureira, CUFA e Zê Êne:

19 DE NOVEMBRO (QUARTA-FEIRA)

Viaduto de Madureira

(Não há programação na CUFA ou no Zê êne neste dia)

  • 18h00 – 18h45 — Abertura da exposição Fanon, revolucionário anticolonial. Curadoria: Handerson Joseph e Silvia Capanema
  • 19h00 – 19h45 — Abertura institucional
  • 20h00 – 20h30 — Performance artística Ziel Karapotó
  • 20h30 – 22h00 — O sonho de nossos heróis, que precisamos manter vivo
    Conceição Evaristo e Mireille Fanon
    Mediação: Mame-Fatou Niang
    (seguida de autógrafos)
  • 22h45 – 23h45 — Concerto para Conceição — Jonathan Ferr e Trio de Cordas

 

20 DE NOVEMBRO (QUINTA-FEIRA)

Viaduto de Madureira

  • 14h – 15h30 — O corpo que dança outro tempo
    Parceria: Monde En Vues
  • 16h – 17h30 — Ideias para reencantar o mundo
    Conceição Evaristo e Bonaventure Ndikung
  • 18h – 19h30 — Beco da memória, mangue do futuro
    Parceria: Étonnants Voyageurs
  • 19h30 – 20h00 — Fabienne Kanor
  • 20h00 – 21h30 — O alvo de sempre
    Parceria: Open Society Foundation
  • 21h30 – 23h30 — Fuzuê d’Aruanda
    Parceria: Festival de Madureira
  • 00h00 – 1h30 — Show Mano Brown

CUFA

  • 14h00 – 16h00 — Filme Biguine, de Guy Deslauriers
  • 16h00 – 17h30 — Redes e Rastros
  • 18h00 – 19h00 — Abertura Institucional FLIIR + Prêmios
  • 19h00 – 21h00 — Ciganos do Brasil: narra para existir

Zê êne

  • 15h45 – 17h00 — Mesa Editora Malê: Nossas histórias em livros infantis — Didia (lançamento)
  • 17h15 – 18h45 — Mesa Malê: Madureira e a poesia do sambista perfeito: Arlindo Cruz
  • 19h00 – 21h00 — SLAM BR – Chave A
  • 21h30 – 23h30 — SLAM BR – Chave B

21 DE NOVEMBRO (SEXTA-FEIRA)

Viaduto de Madureira

  • 14h – 16h00 — Redesenhando imaginários
    Parceria: Arquipélago Glissant
  • 15h30 – 16h00 — Agbara Dudu
  • 16h30 – 18h — No olhar, no cheiro, no corpo
  • 18h – 18h30 — Chaos-Opera
  • 18h30 – 20h00 — O futuro tem voz de mulher negra

 

  • 20h30 – 22h00 — O que a literatura pode fazer quando não pode mais fazer nada?
  • 22h00 – 23h30 — Bateria Império
  • 23h30 – 1h30 — Akiyo com Fanswa Ladrezeau e Awurê
    Parceria: Monde En Vues e Festival de Madureira

CUFA

  • 14h00 – 15h30 — Chamas e Caminhos
  • 16h00 – 17h30 — Águas que correm
  • 18h00 – 19h30 — Sementes do amanhã

Zê êne

  • 19h00 – 23h30 — SLAM BR — Chaves C e D

22 DE NOVEMBRO (SÁBADO)

Viaduto de Madureira

  • 14h – 15h30 — Mapas do Eu: escrever a própria terra
  • 16h – 17h30 — Olhar é também um ato político
  • 18h – 19h30 — Os saberes das beiras
  • 20h – 21h30 — Para reescrever o porvir
  • 21h30 – 00h00 — Filhos da Águia, Império do Futuro, Nilce Fran, Soninha Bumbum, Karin Rodrigues e Lemi Ayó
  • 22h – 5h — Baile Charme

CUFA

  • 14h – 15h30 — Jovens em conversa com Conceição Evaristo
  • 16h – 17h30 — SINAPIR – Juventude Negra Viva
  • 18h – 19h — Leitura de E os cães se calaram
  • 19h – 20h — Documentário As Irmãs Nardal + debate
  • 20h – 21h — Feminismo negro: experiências transatlânticas

Zê êne

  • 14h – 15h15 — Editora 34 — Conversa com Patrick Chamoiseau
  • 15h45 – 17h – Flup apresenta: Descolonizar a Escola: Memórias Apagadas, Saberes Insurgente – Roda de conversa com Ynaê Lopes dos Santos e Maria Antônia Goulart
  • 17h15 – 18h45 | Viaduto — Chaos Opera — Atlântico Negro
  • 19h – 21h — SLAM BR — Semifinal 1
  • 21h30 – 23h30 — SLAM BR — Semifinal 2

23 DE NOVEMBRO (DOMINGO)

Viaduto de Madureira

  • 14h – 15h30 — Podcast Angu de Grilo ao vivo
  • 15h30 – 16h — Cerimônia Choix Goncourt
  • 16h30 – 18h — O amanhã será ainda mais nosso
  • 18h30 – 20h — A herança colonial na nossa mesa e no nosso clima
  • 20h30 – 22h — O quilombo dentro de nós
  • 21h30 – 23h — Queimado
  • 23h30 – 00h30 — Show Majur

CUFA

  • 14h – 15h30 — Mesa: SINAPIR e a literatura como promoção da igualdade racial
  • 16h – 17h — Peça Rosanie Soleil
  • 17h30 – 19h — Cozinha ancestral: diálogo cultural

Zê êne

  • 15h30 – 17h30 – Lançamento do livro Devotos: a encruzilhada entre São Jorge e Ogum e Sarau com os autores do livro
  • 15h45 – 17h – Editora Flyve apresenta: A encruzilhada entre a escrita e a publicação
  • 17h15-18h45 FLIIR apresenta: Evandro da Conceição e Geni Núñez | Tema: Toda Forma de amor vale amar
  • 19h- 21h – FINAL SLAM BR

 

SERVIÇO

FLUP 2025

Data: 19 a 23 e 27 a 30 de novembro

Endereços: Viaduto de Madureira – Viaduto Prefeito Negrão de Lima, Rua Francisco Batista, 01, Madureira; CUFA Madureira – Rua Francisco Batista, 01, Madureira; Zê Êne – Rua Carvalho de Souza, 182, Loja F, Madureira