Clama Teresópolis reúne milhares de pessoas em noite de fé, música e emoção no Pedrão

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Evento promovido pela Prefeitura e COPETE mobiliza famílias, arrecada alimentos e entrega momentos de renovação espiritual com Gabriela Rocha e Marcelo Nascimento

Teresópolis viveu, no último sábado (15), uma das noites mais marcantes do calendário de eventos da cidade. O Clama Teresópolis, realizado pela Prefeitura Municipal de Teresópolis em parceria com o COPETE (Conselho de Pastores Evangélicos de Teresópolis) e com apoio do Metanoia Radical, lotou o Ginásio Pedro Jahara (Pedrão) em um encontro que uniu música, oração, emoção e solidariedade.

O Clama Teresópolis também atraiu famílias e grupos vindos de municípios vizinhos, que se juntaram ao público local para viver essa noite de fé e comunhão. A presença de visitantes reforçou a projeção regional do evento e o impacto positivo que ele exerce além das fronteiras do município.

O público chegou bem cedo, antes mesmo da abertura dos portões já havia famílias inteiras aguardando para garantir um bom lugar. Crianças, jovens e adultos se misturaram em um clima de alegria e expectativa. Ao longo da tarde e da noite, o ginásio se transformou em um grande espaço de adoração: muitos sorrisos, lágrimas de alegria, joelhos no chão, olhos voltados para o céu e mãos erguidas em oração marcaram a atmosfera do evento.

Louvor que moveu a multidão

A programação começou com bandas de diversas igrejas, que aqueceram o público com canções que elevaram o clima de fé e preparação. Em seguida, o cantor Marcelo Nascimento trouxe energia e devoção em um repertório que fez o público cantar alto e pular junto. O artista levantou o astral do ginásio com clássicos que marcaram gerações.
Marcelo também destacou sua alegria em retornar à cidade: “A música faz essa ligação entre todos… a canção gospel, evangélica tem uma unção diferente que às vezes você não entende por quê tá chorando, por quê aquela tristeza que você tinha saiu, a gente sabe que é o Senhor Jesus. É isso que a gente canta, que a gente prega.” E completou:
”Eu fiquei muito feliz de ser convidado pra cantar em Teresópolis, já cantei muito aqui, e tinha muito tempo que eu não vinha, estava com saudades desse povo maravilhoso!”

Depois, a cantora Gabriela Rocha, um dos maiores nomes da música cristã contemporânea, abriu sua participação com uma das canções gospels mais queridas do público: “Ninguém Explica Deus”, do grupo Preto no Branco. O ginásio inteiro acompanhou em um coro arrebatador.
Sobre a essência do encontro, Gabriela afirmou: “O desejo dos nossos corações é que as pessoas que estão aqui possam ter um encontro verdadeiro com Jesus. Que elas possam ir além da música, além de um protocolo e de um evento, que elas possam estar com os olhos no lugar certo e na pessoa certa que é Jesus, e recebam e escolham a melhor parte que sempre é o Senhor.”

Um evento para agradecer e unir a cidade

Ao longo das apresentações, a voz do público se destacou: alta, forte, uníssona. Famílias inteiras cantaram de mãos dadas. Crianças subiram nos ombros dos pais para acompanhar os momentos mais marcantes. Foi um encontro de gerações e um retrato vivo da fé.

O prefeito Leonardo Vasconcellos ressaltou o propósito múltiplo do Clama Teresópolis, unindo espiritualidade e desenvolvimento social: “ O Clama Teresópolis nada mais é do que a vontade da Prefeitura de Teresópolis junto com o COPETE de agradecer pelo ano de 2025, mas mais do que tudo fazer as nossas interseções para que seja um Natal e um Ano novo próspero e um ano de 2026 maravilhoso! O Clama Teresópolis tem um objetivo: agradecer a Deus. Mas nós temos outros: incentivar o turismo, a alegria das pessoas, mas mais do que tudo fazer um trabalho em que as pessoas se sintam felizes e à vontade.”

Além do prefeito, o evento contou com a presença da primeira-dama Cláudia Vasconcellos, de secretários municipais, vereadores e outras lideranças locais, que acompanharam a programação e participaram do encontro junto ao público.

Solidariedade que transforma

A arrecadação de alimentos foi um ponto forte da noite. Além da doação de 1kg de alimento não perecível por parte do público, e toda a venda de alimentos no evento teve caráter solidário, uma ação conduzida pelo Metanoia Radical, que destinou o valor arrecadado às iniciativas sociais da instituição, ampliando o impacto do evento para além das apresentações no palco.

Uma noite para ficar na história

O Clama Teresópolis deixou sua marca não apenas como um grande evento gospel, mas como um encontro de comunhão, gratidão e renovação espiritual. A cidade viveu uma noite em que a fé encontrou a música, a solidariedade encontrou o coração das pessoas e a serra se encheu de um só clamor.

Fotos: Jonathan Martins e Roberto Ferreira

FICC 9 consagra o “Oscar do Cinema Cristão” em dia histórico em São Paulo

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Confira abaixo a lista completa dos vencedores do FICC 9 

Com mais de 1.000 convidados presentes, artistas de quatro continentes e uma cerimônia  marcada por emoção, beleza e excelência, a 9ª edição do Festival Internacional de  Cinema Cristão se firma como um dos maiores festivais de cinema cristão no mundo. 

O dia 15 de novembro de 2025 ficará para sempre registrado na história do audiovisual  cristão. A YAH Church, em São Paulo, transformou-se em um grande palco de celebração,  com momentos que levaram o público às lágrimas, ao riso e à vibração do início ao fim. 

Mais de mil pessoas lotaram a nave para prestigiar um festival que superou todas as  expectativas. A cerimônia, produzida com excelência, emocionou pela beleza, pela  organização e pelas apresentações artísticas que encantaram todos os presentes. O  clima foi de euforia quando os vencedores subiram ao palco para receber seus prêmios — um misto de alegria, lágrimas e gratidão que tomou conta da plateia. 

O Cinema Cristão em Seu Melhor Momento – Do Brasil para o Mundo. 

Com a presença de artistas e profissionais do audiovisual vindos de quatro continentes, o  FICC 9 consolidou-se como referência global. Para alguns, a noite foi “mágica”; para  outros, foi marcada pela “forte presença de Deus”. Com a transmissão ao vivo, as  imagens, os discursos e as celebrações do palco se espalharam rapidamente pelas redes  sociais, alcançando públicos em muitos outros países. 

Destaques da Programação 

Além da emocionante Cerimônia de Premiação, o festival contou com mais dois eventos  especiais: 

Première do Documentário A Guerra Invisível — Um documentário que nasceu de  oração, lágrimas e fé. Uma obra que une excelência cinematográfica e propósito divino  para expor as estratégias do inimigo e revelar a luz que vence as trevas. Produção da  Bello Films. 

Exposição Polo Criative — sob curadoria da artista plástica Pri Lorusso — reuniu 17  artistas e 68 obras, além de literatura, produtos e serviços. O evento contou ainda com  uma apresentação de Pintura ao Vivo realizada por Pri Lorusso e Mamma Fire,  enriquecendo a experiência artística do público. 

Momentos Artísticos e Participações Especiais 

A abertura ficou por conta da cantora Paola Fachinelli, ao som de piano. Os atores John e Carol Bassi realizaram cenas de dublê no palco, surpreendendo o  público.

A YAH Church participou com uma belíssima apresentação musical, e a cantora Deborah  Sylvia emocionou a plateia com sua performance. 

Na homenagem à Bíblia – SBB, o grupo Ozamigos apresentou a música que reforçou a  mensagem: “Depois da leitura da Bíblia, ninguém é o mesmo.” 

O personagem Judá, o Leão, marcou presença especial na categoria Animação. A dançarina Carol Bassi apresentou a performance “Solo Vasos”, inspirada em Jeremias  18. 

A cineasta Marina Liberato, filha do saudoso apresentador Gugu Liberato, participou da  cerimônia, assim como a equipe da Haja Libras, responsável pela tradução e  interpretação para a comunidade surda. 

Os atores Brendha Haddad e Kainan Ferraz conduziram a abertura e apresentaram  categorias; Bianca Pagliarin e John Bassi apresentaram as 10 categorias de Longa Metragem; Alexandre Canhoni e Giovanna Abbud conduziram as categorias temáticas. 

A Curadoria do Festival foi oficialmente apresentada no palco, reunindo profissionais de  destaque do audiovisual: Juliana Antunes, Aryanne Soares, Alexandre Odierna Dyego Fernandes. Os curadores Renato Pereira e Fabiano Caza, que também integram  o time, não puderam comparecer. 

Homenagens 

Personalidades que marcam a trajetória da fé e da comunicação cristã foram  homenageadas: 

Prs. Lamartine e Lylian Posela (YAH Church), representados pelo Pr. José Luiz  Teixeira, Dr. Erni Seibert, CEO da SBB, Pr. e multiartista Juanribe Pagliarin (Paz e  Vida) e o cineasta Miguel Nagle (4U Films). 

Artistas e lideranças que marcaram presença 

Baby do Brasil, empresário e influencer digital Agustin Fernandes, ex-prefeita Ana Karin  Andrade, ator Felipe Folgosi, atriz Priscila Ubba, Marina Ragusa, executiva de Streaming,  ator Olivetti Herrera, o diretor Elder Fraga, diretor Miguel Rodrigues, Marcos Freitas,  Natália Simony, Selma Amaral, Daniela Flausino, Marcos Barriviera, Fernanda Barriviera,  Fernando Carreño, Rodrigo Cristão, Jesher Cardoso, Martha Faria, Fabio Navarro, Dr  Mauro e Paula Speranzine, Sula e Renato Marino e Kristhel Byancco. 

Mensagem da Diretora — Veronica Brendler 

Durante o evento, a diretora do FICC, destacou no palco: 

“Estamos vivendo uma nova fase do cinema cristão. Este é um tempo de coroação. Não  basta ser cineasta; é preciso ser, antes de tudo, filho(a) do Pai. Um rei só coroa seus  filhos.” (1 Pedro 2:9). 

Agradecimentos 

A direção do FICC agradece ao Pastor Lamartine, à Pastora Lylian Posela e a toda a  equipe da YAH Church por receberem o festival com tanto carinho e por somarem com  nossa equipe na excelência de sua realização.

Uma igreja de visão ampla, que apoia a expansão dos valores cristãos por meio do  cinema e da arte. Comprometida com a cultura, a YAH Church inspira pessoas a viverem  uma fé autêntica e transformadora, manifestando o amor de Cristo em todas as áreas da  sociedade. 

Gratidão à Rádio Feliz FM, emissora oficial do FICC, pela ampla divulgação e pela  cobertura ao vivo de todo o festival. Com anos de trajetória e presença consolidada em  muitas cidades do Brasil, a Feliz FM alcança milhões de ouvintes diariamente, levando  uma programação que inspira, consola e edifica vidas. 

Agradecemos a todos os parceiros divulgados no Instagram oficial do  @festivaldecinemaficc 

LINK DA TRANSMISSÃO 

A cerimônia completa pode ser assistida no link abaixo. 

Observação: A cerimônia inicia às 17:47 no tempo do vídeo. 

Segue o link da transmissão AO VIVO: https://www.youtube.com/live/TSv_0rEGTs0 Mini Documentário 

Assista o mini documentário com os melhores momentos do FICC. 

Link: https://youtu.be/7x8XZaBYMBc 

VENCEDORES DA 9ª EDIÇÃO DO FICC 

Melhor Ator de Longa Metragem 

Jorge Mesquitta – O Retorno 2  

Melhor Atriz de Longa Metragem 

Daniela Paschoal – O Retorno 2  

Melhor Ator Coadjuvante de Longa Metragem 

Adriano Arbool – A Entrega  

Melhor Atriz Coadjuvante de Longa Metragem 

Lisandra Cortez – O Retorno 2  

Melhor Diretor(a) de Longa Metragem 

Fábio Faria – A Entrega  

Melhor Produtor(a) de Longa Metragem 

Wiltonauar Moura – A Entrega  

Melhor Roteiro de Longa Metragem 

Luciana Costa – O Retorno 2 

Melhor Fotografia de Longa Metragem 

Rogério Lemos – Tempo de Acreditar 

Melhor Direção de Arte/Figurino de Longa Metragem 

Elisandra Souza – A Casa da Montanha  

Melhor Trilha Sonora Original / Melhor Música Original / Melhor Supervisão Musical  de Longa Metragem 

Moses Gomes – A Entrega  

Melhor Série 

Uma Garota de Fé 

Melhor Média 

Onde Estiver Seu Coração 

Melhor Curta 

Hagar e o Deus que vê 

Melhor Documentário 

Acenos da Amazônia 

Melhor Clipe Musical 

Enquanto Dói – Fernanda Brum 

Melhor Animação 

Autor da Vida  

Melhor Games  

Overcoming Fear – Saga’s Joshua 

Melhor Produção do Minuto 

A.I.n – Alma In natura [ ןִי ַע[  

FILMES TEMÁTICOS 

Melhor Filme Bíblico 

Autor da Vida  

Melhor Filme Evangelístico  

Eugênio: Do Desconhecido ao lugar de Esperança (Documentário) 

Melhor Filme Kids/Teen  

A Parábola do Filho Pródigo – (Animação) 

Melhor Filme Esportivo  

Minhas Mãos (Média) 

Melhor Filme Socioambiental  

Sertão Clama (Documentário) 

Melhor Filme com Audiodescrição e LIBRAS 

Acenos da Amazônia (Documentário)

Melhor Filme Estrangeiro 

Set Free – Fighting Human Trafficking in America (EUA) 

Melhor Teatro Filmado 

O Bilhete de Ouro 

Melhor Obra Nacional Inscrita 

Autor da Vida (Animação) 

 

Ballet Clássico de São Petersburgo traz ao Brasil “O Quebra-Nozes”, com participação de Alexander Volchkov

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Referência mundial no repertório clássico, o Ballet Clássico de São Petersburgo desembarca no Brasil para uma turnê por quatro capitais, apresentando pela primeira vez no país a sua aclamada produção de “O Quebra-Nozes”, em dois atos, com participação especial do astro Alexander Volchkov.
Com coreografia fiel à tradição russa e cenários e figurinos deslumbrantes, a montagem revive a magia natalina do clássico de Tchaikovsky, conduzindo o público da festa de Natal de Clara ao Reino dos Doces, em uma celebração de virtuosismo técnico, musicalidade e poesia cênica.
A presença de Alexander Volchkov – premier do Ballet Bolshoi e um dos mais bailarinos do mundo, como convidado – adiciona brilho extra aos grandes pas de deux, elevando a experiência a um patamar raríssimo nos palcos brasileiros.
“Apresentar ‘O Quebra-Nozes’ ao público do Brasil com nosso selo artístico é uma alegria imensa. É um balé que fala à criança que existe em todos nós, com música sublime e dança cristalina”, afirma a direção do Ballet Clássico de São Petersburgo.
Sobre o espetáculo
Título: Ballet Clássico de São Petersburgo – O Quebra-Nozes
Música: Piotr I. Tchaikovsky
Coreografia e estilo: tradição russa clássica (a partir de Marius Petipa/Lev Ivanov)
Elenco: solistas e corpo de baile do Ballet Clássico de São Petersburgo
Participação especial: Alexander Volchkov
Duração aproximada: 2h (com um intervalo de 15 minutos)
Classificação indicativa: Livre
Destaques artísticos
 Grand Pas de Deux do 2º ato com presença de Alexander Volchkov
Corpo de ballet numeroso, seguindo a escola russa em uníssono impecável
Cenografia e figurinos de época que recriam o lirismo do conto de Hoffmann
Trilha sinfônica com a partitura integral de Tchaikovsky
Sinopse –
Na noite de Natal, Clara ganha de presente um quebra-nozes que, à meia-noite, ganha vida e a conduz por uma jornada encantada. Após a batalha contra o Rei dos Ratos, Clara e seu Príncipe viajam ao Reino dos Doces, onde são recebidos pela Fada Açucarada e celebrados com variações de danças do mundo. Ao som inesquecível de Tchaikovsky, “O Quebra-Nozes” é um rito de passagem sobre sonhos, coragem e fantasia.
Apresentação no dia 20 de novembro – quinta
Abertura dos portões: 18h
Local: Qualistage
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Classificação: Livre. Menores de 12 anos, somente acompanhado dos pais ou responsável legal
A partir de R$ 80,00
Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ / De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h – Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.
Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadas
O espaço possui acessibilidade

 

Artista plástica Duda Oliveira defende a importância da arte como instrumento de divulgação dos ODS na COP 30

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Suas telas tem como característica serem mergulhadas na Baía de Guanabara antes de serem trabalhadas

A artista plástica Duda Oliveira está na COP 30, participando das manifestações civis e dos debates sobre a importância da arte como instrumento de divulgação dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e do papel de ruptura com as práticas de enraizamento cultural não sustentáveis na Green Zone.

Conhecida por seu posicionamento pela defesa e conscientização sobre a preservação da vida, do meio ambiente, Duda Oliveira tem como característica em seu trabalho  mergulhar tecido lona crua na Baía de Guanabara, repleta de derivados de petróleo e dejetos de óleos, cujo aquecimento, alimento orgânico, estimulam a proliferação de fungos, resultando em um esfumaçado plástico natural peculiar em suas pinturas. As telas não foram pintadas, foram mergulhadas. E o branco que emergiu delas não era ausência, era prenúncio. Foi preciso calor, tempo, matéria, toque, escuta. E então, como num sussurro biológico, as cores nasceram do fundo: do fundo do mar, do fundo do mundo, do fundo da gente.

Duda Oliveira quer mostrar que a imagem da mulher também se transformou, sob a inspiração de novos modelos estéticos. A arte sempre em seu papel altruísta, apenas sinalizou o que já estava pungente e silenciado por antigos valores. Um dos motivos pelos quais defende os ODS.

Artista plástica contemporânea, niteroiense, que estudou arte experimental na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e História da Arte e da Arquitetura do Brasil, na Puc/Rio. Desde 2018 vem apresentando sua arte num ritmo intenso de exposições. Os trabalhos da artista vêm ganhando destaque nas Feiras Internacionais da Alemanha, Luxemburgo, em Salas Culturais em Portugal, nos Museus MASP, MAC Niterói, dentre outros relevantes espaços culturais no Brasil e exterior.

“Somente a arte tem o poder de propagar o acesso ao real e grande poder de transformação. A arte nos torna iguais, permitindo a verdadeira ordem democrática das coisas, a compreensão verdadeira e espontânea do belo”, diz a artista plástica.

Coletiva Escritoras Vivas lança 3ª coletânea: ‘Mulher Gonçalense tem Voz’ em São Gonçalo (RJ)

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Projeto que contou com oficinas de escrita e publicação de livro é viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab)

Quem tem direito à literatura? Essa pergunta inspira uma nova fase do coletivo – coletiva! – Escritoras Vivas, que volta a celebrar a potência feminina através da palavra. No dia 22 de novembro de 2025, a partir das 17h30, o Vírgula (Rua Carlos Gianelli, 235 – Centro, São Gonçalo) será palco do lançamento da coletânea “Escritoras Vivas: Mulher Gonçalense tem Voz”.

Trinta e seis autoras de São Gonçalo e cidades vizinhas transformaram suas histórias, dores e encantos em literatura, reafirmando que escrever é também existir. A coletânea nasce das Oficinas Literárias Escritoras Vivas: Mulher Gonçalense tem Voz, projeto realizado com recursos do Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).

O evento reunirá sarau, apresentações culturais e momentos de troca, reafirmando o que Antônio Cândido já defendia: a literatura é um direito humano, tão essencial quanto o pão ou o abrigo, porque alimenta o espírito e humaniza. Essa convicção pulsa em cada autora que, ao escrever, reivindica voz, pertencimento e o direito à literatura. Essas mulheres transformam a palavra em força e a memória em resistência. Cada texto é um gesto de vida que reafirma: enquanto houver palavra, haverá voz.

A programação do lançamento contará com performance artística do poeta gonçalense Rheinaldo Baso, apresentações musicais dos cantores Poliva e Dico & Lucas Bittencourt, e um sarau com microfone aberto para o público; além de sorteio de brindes.

Editada pela Mapa das Letras, a obra tem a capa assinada pela artista @suzane_escritora, que traduz em imagem o que o livro carrega em essência: a força criadora que nasce quando mulheres se reúnem para contar suas próprias histórias. O prefácio é da autora convidada Luana Rodrigues; e as orelhas do livro contaram com a escrita das autoras Ray Santana, de São Gonçalo; e Úrsula de Souza, de Maricá, que atualmente mora na Inglaterra.
No fim, o convite é também uma provocação: se a literatura é um direito de todos, como garantir que cada voz seja ouvida? No dia 22 de novembro, São Gonçalo responderá com arte, escuta e palavra viva.

 

Coletiva(o) Escritoras Vivas

O Coletivo Escritoras Vivas é um grupo feminino de mobilização e expressão cultural da cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, criado com o objetivo de dar mais visibilidade às mulheres escritoras. Iniciado em 2021 pelas ativistas literárias Yonara Costa, Cyntia Fonseca e Suzane Veiga, a coletiva oferece oficinas de escrita gratuitas para formar novas integrantes e promove diversas publicações como coletâneas de poemas, contos e crônicas. Hoje, já são mais de 100 mulheres impactadas direta e indiretamente; mais de 10 publicações, entre coletâneas e livros-solo, editados pela Mapa das Letras; e mais de R$ 150 mil captados em editais de leis de incentivo para viabilizar projetos literários para mulheres.

Autoras que participam desta coletânea: Alessandra Baptista, Ana Luísa Magalhães, Bete Pereira, Carla Andrade, Cindy Ximenes, Cintia Guimarães Cupe, Clara Kappaun, Cleia Nascimento, Cleise Campos, Conceição Souza, Deise Pontes, Elisangela Habitar, Eloise Longobuco, Fernanda Azevedo, Flavia Joss, Gabriella Baptista, Graciane Volotão, Helene Camille, Ivana Martins, Jaqueline Brito, Josi Gonçalves, Kelly Araújo, Laryssa da Motta, Lilia Pires, Lívia Lugão, Nilma Boechat, Paula Furtado, Rafaela de Fátima, Renatta Toledo, Silvana dos Anjos, Stella Dias, Suzane Veiga, Tábata Lugão, Tati Charmosinha, Vania Chavão, Yonara Costa.

Serviço

O quê: Lançamento da 3ª antologia das Escritoras Vivas – “Mulher Gonçalense tem Voz!” Evento gratuito com sarau, atrações culturais e o poder transformador da palavra feminina.

Quando: 22 de novembro de 2025
Horário: A partir das 17h30
Onde: Vírgula – Rua Carlos Gianelli, 235, Centro, São Gonçalo
Realização: Mapa das Letras – Coletivo Escritoras Vivas, com recursos do  Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).
Apoio: Nearwork e Vírgula.

Exposição “Maré é Mar” leva a discussão sobre racismo ambiental no Complexo da Maré para a galeria da UFF

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Exibição conta com fotografias e podcast produzidos por jovens da comunidade e estará aberta ao público dos dias 24 a 28 de novembro, no Instituto de Arte e Comunicação Social da universidade, em Niterói-RJ.

O Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, recebe de 24 a 28 de novembro a exposição “Maré é Mar”, que apresentará ao público obras criadas por jovens do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

A iniciativa é conduzida pelo grupo de pesquisa e extensão “Mídias, Redes e Jovens”, da UFF, em parceria com o Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (Ceasm), com apoio do Pulitzer Center, e tem como objetivo dar visibilidade às narrativas dos moradores sobre o racismo ambiental e seus efeitos sobre o cotidiano — tema que ganha ainda mais relevância em um momento em que o mundo volta seus olhos para a COP 30, conferência global do clima que reforça a urgência de discutir justiça ambiental e os impactos das mudanças climáticas nas periferias urbanas.

A mostra reunirá reportagens, podcasts e produções fotográficas realizadas por um grupo de 25 moradores da região, entre 14 e 20 anos, que já participam de projetos conduzidos pelo Ceasm. Ao longo da formação, que teve início em agosto de 2025, professores, estudantes de graduação e pós-graduação da UFF ofereceram oficinas de formação em linguagens jornalísticas, conduziram debates sobre justiça ambiental e deram mentoria para a produção das obras. O resultado deste trabalho é uma coleção de 30 fotografias sobre o território, com ênfase na Baía de Guanabara, e um podcast com quatro episódios chamada Maré é mar: vivências mareenses. A Maré guarda uma relação intrínseca com a baía, em torno da qual foram erguidas as primeiras casas da comunidade.

“O projeto se propõe a criar pontes entre a universidade e a favela, promovendo uma troca de saberes e experiências que enriquece a todos os envolvidos. Ao longo desses meses, vimos os jovens se reconhecerem como produtores de conteúdo e compreenderem a força das suas narrativas”, afirma Carla Baiense, professora do curso de Jornalismo da UFF e coordenadora do grupo Mídias, Redes e Jovens, responsável pela iniciativa.

A troca de experiências foi uma das marcas mais fortes do “Maré é Mar”. Em setembro, estudantes da UFF receberam no campus o grupo de jovens da Maré para uma imersão na cultura acadêmica. Além de conhecerem os espaços da universidade, os participantes puderam trocar experiências com estudantes da graduação em Jornalismo sobre o ingresso e a permanência no ensino superior e participar de oficinas práticas de produção jornalística.

“Os jovens estão aprendendo muito e também trazendo o aprendizado deles para a universidade. O importante é que entendam que podem, que conseguem e que têm o potencial de ingressar em uma instituição de ensino superior”, afirmou Cida Rodrigues, educadora do Museu da Maré e do CEASM, que acompanha o grupo.

Semanalmente, docentes e estudantes da UFF visitaram a sede do Ceasm, conhecendo de perto o território da Maré pela perspectiva dos próprios mareenses. Após o contato com a realidade acadêmica, foi a vez de os jovens moradores apresentarem a história, a cultura e as lutas da comunidade para os universitários, num tour guiado pelo Museu da Maré, o primeiro museu de favelas da América Latina.

Segundo a professora Carla Baiense, os resultados alcançados até aqui reafirmam o papel social da universidade pública e o potencial da comunicação como ferramenta de transformação. O acesso ao letramento midiático e informacional e o fortalecimento do vínculo entre a universidade e as comunidades periféricas também são apontados como ganhos do projeto.

“Projetos como o ‘Maré é Mar’ mostram que o jornalismo pode e deve ser um instrumento de emancipação e pertencimento. É na troca, na escuta e na coautoria que a extensão universitária ganha sentido, e a sociedade, novas vozes”, destacou Carla.

Como encontrar:

Exposição “Maré é Mar”

📅Inauguração: 24 de novembro de 2025

Horário: 16h – Roda de conversa com artistas

17h – Abertura da exposição

📍Galeria Gaia – Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF (IACS) – Campus do Gragoatá – Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/n, São Domingos – Niterói RJ

🎟️ Entrada gratuita e aberta ao público

🔗 Mais informações: aqui.

Sobre o projeto Mídias, Redes e Jovens

Com mais de dez anos de atuação, o Mídias, Redes e Jovens é um grupo de pesquisa e extensão que investiga as relações entre juventudes e comunicação, com foco nos hábitos de consumo de informação, nos padrões de uso das mídias e nas tendências digitais que moldam o cotidiano dos jovens. Integrando ensino, pesquisa e extensão, o grupo promove oficinas, cursos e campanhas digitais voltadas ao letramento midiático e informacional, com o propósito de incentivar a produção de conteúdo responsável e a leitura crítica da mídia.

Fotos (Créditos/Projeto Mídias, Redes e Jovens):

Turismo sul-africano cresce 25% e celebra retomada com presença marcante na Festuris 2025

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Aumento das chegadas, fortalecimento da parceria com a South African Airways e retorno à feira de Gramado marcam nova fase das ações da África do Sul no Brasil

A África do Sul segue em ritmo acelerado no mercado brasileiro. Em setembro de 2025, o destino registrou 45.803 chegadas de turistas brasileiros, um crescimento de 25,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado reforça a tendência de alta e consolida o país como uma das opções internacionais mais atraentes para esse público.

A boa notícia vem acompanhada de um passo estratégico: a South African Airways (SAA) aumentará sua frequência de voos a partir de dezembro, o que deve impulsionar ainda mais o número de visitantes.

“Com esse incremento, vamos conseguir atingir novos patamares de chegadas ainda este ano e em 2026. Estamos juntos com a SAA para fazer com que esse voo se torne permanente”, destaca Diogo Caldeira, diretor da TI Comunicações, agência que promove a África do Sul desde 2004 no Brasil.

Cenário favorável e nova postura do viajante brasileiro

O aumento das viagens à África do Sul reflete não apenas o trabalho de promoção contínuo desenvolvido desde 2004, mas também uma mudança de comportamento entre os viajantes brasileiros.

Cada vez mais pessoas buscam destinos além dos tradicionais Estados Unidos e Europa — seja pelas dificuldades de visto, pela alta do dólar e do euro ou por questões de acolhimento ao turista.

Nesse contexto, a África do Sul surge como uma alternativa vantajosa: o real vale cerca de três vezes mais que o rand sul-africano, o que torna o destino altamente competitivo em custos de hospedagem, alimentação, passeios e compras.

Outro ponto que vem se destacando é o aumento expressivo de famílias viajando para a África do Sul. A combinação de infraestrutura de qualidade e atividades para todas as idades — dos safáris às praias, passando por atrações culturais e parques naturais — tem atraído cada vez mais esse perfil de viajante, que busca experiências completas e autênticas.

Experiências únicas e diversidade incomparável

A África do Sul oferece um leque de experiências que vão muito além dos famosos safáris. São praias paradisíacas, montanhas imponentes, cidades vibrantes, uma história riquíssima, gastronomia surpreendente e vinícolas de renome mundial.

Essa combinação tem conquistado os brasileiros e contribuído para o crescimento constante do destino ao longo de 2025.

Presença estratégica na Festuris 2025

O retorno do Turismo da África do Sul à Festuris de Gramado, uma das principais feiras de turismo da América Latina, marca um momento especial.

“Nossa última participação ocorreu antes da pandemia, e voltar a estar presente em Gramado nos deixa extremamente contentes. Essa presença consolida ainda mais a ótima parceria que temos com a South African Airways”, afirma Diogo Caldeira.

O estande sul-africano deste ano está maior e reúne parceiros estratégicos como o renomado lodge de safári Mala Mala, a rede hoteleira Sun International e a operadora local Grosvenor Tours. O Consulado da África do Sul também participa, reforçando a integração entre os setores público e privado.

Próximos passos

A meta agora é fortalecer ainda mais a comunicação com agências, operadoras e com o público final, mostrando que o crescimento atual pode ser ainda maior com novos investimentos no mercado brasileiro para os próximos anos.

Foto: Emerson Souza

Geração lança livro sobre a história da luta contra a fome no Brasil

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O livro da historiadora Iraneth Rodrigues Monteiro, “A democracia contra a fome no Brasil” (Geração Editorial, 248 p, R$ 70,00) será lançado com sessão de autógrafos da autora, na próxima sexta-feira, 14 de novembro, na Livraria da Travessa de Botafogo, Rua Voluntários da Pátria, 97, Rio de Janeiro, a partir das 18 horas.

Palavras chave: Políticas públicas – Combate à pobreza – Desenvolvimento Social – Programa Fome Zero – Programa Bolsa Família – Segurança alimentar – Movimentos sociais – Governo Lula

SINOPSE

“A Democracia contra a Fome no Brasil”, segundo o professor João Maia, do Centro de Pesquisa e Documentação da História Contemporânea do Brasil –CPDOC da Fundação Getúlio Vargas – FGV, é a história coletiva da luta pelo direito à segurança alimentar, promovida por movimentos sociais, lideranças políticas e religiosas, partidos e intelectuais. Por meio de uma prosa objetiva, mas ao mesmo tempo comprometida com seu tema, a historiadora e gestora pública Iraneth Rodrigues Monteiro nos mostra os avanços e os recuos dessa história, bem como os conflitos e as controvérsias que são comuns às democracias de massa.

O panorama histórico descortinado pela autora permite ao leitor situar políticas recentes e bem-sucedidas, como o Bolsa-Família, na longa duração de iniciativas que vinham sendo gestadas desde a Constituição de 1988 e que ganharam uma formalização inicial ao longo dos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso. Iraneth Monteiro também oferece um olhar atento a episódios que hoje são menos lembrados, como a criação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar no governo Itamar Franco, em uma concertação que reuniu atores da sociedade civil, como o inesquecível Betinho, religiosos e políticos de esquerda.

Esta obra também revela informações pouco conhecidas sobre o complexo processo decisório que levou a primeira administração de Lula a integrar diferentes políticas sociais sob o manto do Programa Bolsa-Família, opção que selou o destino do Programa Fome Zero, seu “concorrente”, e marcou decisivamente a etapa final da história contada por Iraneth.

“A Democracia contra a Fome no Brasil” surge num momento delicado da conjuntura brasileira, em que o processo democrático impulsionado pela Constituição parece estar bloqueado. A ascensão global da extrema-direita e as ameaças autoritárias que ainda pairam sobre a República nos fazem olhar para a nossa história recente com incredulidade, como se a ambição daqueles tempos parecesse inverossímil. Mas, é justamente por estarmos em hora tão crítica que o livro de Iraneth Monteiro se faz relevante. Afinal, ele é o espelho no qual podemos rever a ousadia de nossos sonhos para reavivar a energia da democracia brasileira.

O livro tem prefácio do professor Luis Soares Dulci, ex-ministro do primeiro e segundo governos de Lula e posfácio de Miriam Belchior, atual Secretária-Executiva da Casa Civil da Presidência da República.

Para o professor Dulci, “a erradicação da fome no Brasil foi sem dúvida uma das maiores conquistas sociais – e éticas – da nossa história. Ela beneficiou mais de 40 milhões de pessoas que viviam em condições sub-humanas. Ao vencer a fome, o Brasil tornou-se uma referência técnica e política para outras nações que possuem o mesmo desafio.”

Já para a ministra Miriam Belchior, o livro de Iraneth decorre também “de sua própria trajetória de vida, marcada pela luta constante contra a fome e a miséria, que pude testemunhar de forma mais próxima em nossas ricas relações profissionais no governo federal ou à distância, antes e depois disso”.

Opinião de um mestre   

Uma história da luta contra a fome

A concepção e implementação das políticas de combate à fome e à pobreza durante os governos Lula e Dilma é uma das experiências mais bem sucedidas na história mundial das políticas sociais. Em “A democracia contra a fome no Brasil”, Iraneth Monteiro analisa o processo de criação dos programas Fome Zero e Bolsa Família à luz do debate teórico sobre o Estado de Bem-Estar Social e das particularidades do ordenamento jurídico-político estabelecido pela Constituição de 1988. Trata-se de uma obra fundamental tanto para especialistas e gestores públicos quanto para cidadãos e cidadãs comprometidas com a luta contra a desigualdade social e em defesa da dignidade humana.

ALEXANDRE FORTES – Professor Titular de História Contemporânea da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ

A AUTORA

Iraneth Rodrigues Monteiro, nascida em Itajaí, distrito de Nova Canaã, na Bahia, é mestre em História pelo Centro de Pesquisa e Documentação da História Contemporânea do Brasil –CPDOC da Fundação Getúlio Vargas – FGV e doutora na mesma área pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Foi chefe de gabinete do Governo do Estado do Rio de Janeiro, assessora especial da Presidência da República, secretária executiva da Secretaria Geral da Presidência da República e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Além disso, foi assessora especial do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Atualmente é coordenadora em gestão da Fundação de Apoio à Fiocruz, membro do Conselho de Administração da BB Tecnologia e Serviços, professora e especialista em políticas públicas.
Ficha técnica do livro

 A Democracia contra a Fome no Brasil

Autora: Iraneth Rodrigues Monteiro

Categoria: Ciências Sociais | Sociologia | Ensaio

Formato: 15,7 x 22,5 cm

Preço: R$70,00 impresso

Págs.: 248

ISBN: 978-65-5647-165-5

 

Cenáculo Fluminense de História e Letras convida para posse solene

Acesse: https://niteroi.rj.gov.br/niteroi452anos/

O Cenáculo Fluminense de História e Letras, sob a presidência de Matilde Carone Slaibi Conti, tem a honra de convidar você para a solenidade de posse do acadêmico Marco Antônio da Silva que ocupará a Cadeira nº 47, patronímica de José de Anchieta. O novo acadêmico sucede o Monsenhor Elídio Robaina e será saudado pelo acadêmico Nagib Slaibi Filho.

Data: 27 de novembro de 2025, quinta-feira, às 20h.
Local: Casa da Amizade
Endereço: Rua Murilo Portugal, 1130 – Charitas, Niterói – RJ

 

Samba da Praça agita Santa Rosa com programação gratuita neste fim de semana

Acesse: https://niteroi.rj.gov.br/niteroi452anos/

Entre os dias 14 e 16, música, gastronomia, moda, artesanato e espaço kids garantem atrações para toda a família na Praça Raul de Oliveira Rodrigues

O samba vai ser a trilha sonora do evento que vai reunir moda, gastronomia, artesanato, espaço kids, de sexta (14) a domingo (16), na Praça Raul de Oliveira Rodrigues, no Largo do Marrão, em Santa Rosa, com entrada gratuita. “Samba da Praça”, organizado pela Associação de Food Truck, promete três dias de música boa com programação para toda a família.

O “Samba da Praça” já virou tradição e ponto de encontro para quem valoriza a arte e o convívio ao ar livre, com uma programação cheia de ritmo para adultos e crianças. Na sexta-feira, o evento começa às 18h e, no sábado e domingo, às 10h. Na sexta, o último show acontece às 21h, no sábado, às 20h30 e domingo, às 20h.

 A música, na sexta-feira, fica por conta do Nosso samba com duas apresentações, às 19h e 21h. No sábado, tem Vando, às 11h e 13h; Pedro Ivo, às 14h e 15h30 e De Mãe para Filho, às 18h e 20h30. No sábado, a programação começa para a criançada com o grupo Criart no musical “Os Músicos de Bremem”, às 11h; seguido do Pagode com Pimenta, às 14h e 15h30 e do Samba de Mulheres, às 18h e 20h.

Todos os dias, um cardápio variado de comida de rua, cerveja gelada, artesanato e moda estarão disponíveis para o público, assim como área com cadeiras para descanso entre uma requebrada e outra. Diversão garantida pra ninguém botar defeito.

 

Serviço:

Programação: Samba da Praça

Data: 14 a 16 de novembro

Endereço: Praça Raul de Oliveira Rodrigues – Largo do Marrão – Santa Rosa – Niterói

Sexta-feira, 14 de novembro

* 18h – Abertura do evento

* 19h e 21h – Nosso Samba

Sábado, 15 de novembro

* 10h – Abertura

* 11h /13h– Vando

* 14h/15h30 – Pedro Ivo

* 18h/20h30 – De Mãe para Filho

 

Domingo, 2 de novembro

* 11h – Criart apresenta “Os Músicos de Bremem”

* 14h/15h30 – Pagode com Pimenta

* 18h/20h – Samba de Mulheres