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A Galeria Dobra/ArtNova apresenta a exposição ‘O Pardal no Peito’, de Paulo Amorim, com pinturas cujo traço e imagens são próprios do artista, com abertura em 21 de fevereiro. A mostra pode ser visitada na Fábrica Bhering, 2º andar, com entrada franca, até 07 de março, dia do Circuito Interno Bhering.
Nasceu em Lisboa em 1978. A partir dos nove anos de idade produz histórias em quadrinhos. Além de premiado em Portugal, publicou em 2001 a HQ ”Todos os passos serão como o começo dos passos”. Frequentou o curso de Bacharelado em Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, onde não chegou a pegar num pincel. Enveredou em 1998 pelo estudo da Matemática, tendo se Doutorado pela Universidade de Paris 6 em 2008. Dois dos seus poemas foram selecionados para o Anuário de Poesia de Autores Não Publicados – 2015, da Editora Assírio e Alvim (Portugal). É professor universitário e pesquisador em Matemática no Rio de Janeiro, onde reside desde 2013.
Serviço
Exposição: O Pardal no Peito
Artista: Paulo Amorim
Curadoria: Bruno Castaing
Abertura: 21 de fevereiro de 2026
Visitação: até 07 de março (Circuito Interno Bhering de março)
Quinta e sexta, das 12h às 17h e sábados, das 10h às 18h
Local: Galeria Dobra/ArtNova
Rua Orestes, 28 – 2º andar – Santo Cristo – RJ
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Entrada franca
Acessibilidade

O ator venceu o Globo de Ouro e o Festival de Cannes por sua atuação no filme “O Agente Secreto”
O ator, diretor, roteirista, produtor e músico Wagner Moura vai ser condecorado com a Medalha Tiradentes pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A comenda é a maior honraria concedida pelo Parlamento fluminense. A determinação consta na Resolução 1.377/26, de autoria da deputada Zeidan (PT), que foi promulgada pelo presidente em exercício da Alerj, deputado Guilherme Delaroli (PL), e publicada no Diário Oficial do Legislativo desta sexta-feira (06/02).
Com uma carreira de 30 anos na dramaturgia, Wagner Moura ganhou ainda mais destaque em 2025, ao estrelar o filme “O Agente Secreto”, do diretor Kléber Mendonça Filho. Sua atuação no longa-metragem rendeu os prêmios de melhor ator no Festival de Cannes e de melhor ator em filme de drama no Globo de Ouro, além de estar concorrendo ao Oscar deste ano, a maior premiação do cinema mundial.
De acordo com a autora da homenagem, o artista atua em projetos que buscam romper estigmas e ampliar a diversidade nas telas, sendo uma das principais vozes pelo fortalecimento da representação positiva de latinos em Hollywood. “A homenagem é um reconhecimento à sua trajetória artística e à visibilidade internacional do cinema brasileiro. Wagner construiu uma carreira marcada por talento, compromisso e coragem. Sua atuação em “O Agente Secreto”, reconhecida mundo afora, mostra a força da nossa cultura e a capacidade do Brasil de produzir arte potente e crítica”, destacou.
Carreira
A trajetória do artista começou nos teatros de Salvador, sua cidade natal, onde nasceu em 1976. No cinema nacional participou de diversas produções, como “Deus é Brasileiro”, “O Caminho das Nuvens” e “Carandiru”. Um dos pontos de destaque de sua carreira foi a interpretação de Capitão Nascimento nos filmes “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro”.
Sua estreia no cinema internacional ocorreu em 2013, no longa-metragem “Elysium”, contracenando com Matt Damon e Jodie Foster. Ganhou projeção internacional ao interpretar o narcotraficante Pablo Escobar, na série “Narcos”, que lhe rendeu a primeira indicação ao Globo de Ouro. Na televisão atuou em diversos papéis, como o vilão Olavo Novaes, vilão da novela “Paraíso Tropical”, do horário nobre da TV Globo. Já no teatro estrelou a peça “Hamlet”, de William Shakespeare. Na área musical é vocalista da banda “Sua Mãe”, que mistura rock britânico com música popular brasileira.

A cantora, que já lançou suas três primeiras autorais, homenageia as mulheres da MPB e canta sucessos de todas as décadas, no Palácio da Música
“Meu objetivo com a música é que as pessoas se identifiquem de coração comigo. A música é verdadeira, passa sentimento, fragilidade, verdade e essência humana. É uma crescente de amor próprio. Como o amor externo pode te fazer acessar o interno e o amadurecimento. É um espelho. Além disso, é preciso retomar a MPB e apresentá-la às gerações mais novas, porque é história, é cultura, é atemporal”.
Entre 2022 e 2024, o consumo de MPB no Spotify cresceu 47%, sendo 64% desse crescimento relacionado aos jovens de 18 a 24 anos.
Após o sucesso do lançamento do EP ‘Uma Parte de Mim’, que reúne os três primeiros singles autorais do seu álbum , ’21’ e ‘Astral’, em todas as plataformas, a cantora carioca Clariá retorna com o show ‘Cantoras da Rádio’, no dia 25 de fevereiro (quarta), às 20hs, no Palácio da Música, em homenagem às mulheres que eternizaram sucessos da MPB e abriram as portas para tantas que, como Clariá, vêem na música uma celebração da vida.
No repertório sucessos que marcaram décadas diversas, fazendo parte da herança histórico-cultural brasileira. Quem não tem uma música especial que marcou um momento na vida? Importante ressaltar que a MPB carrega uma diversidade de estilos e ritmos, refletindo a riqueza cultural do país e promovendo a valorização das tradições regionais. Clariá carrega em si a força de todas essas mulheres e as expõe através de sua voz única. A cantora vem acompanhada de Miguel Travassos (bateria), Allyson Alves (guitarra) e Thiago Peguët (baixo).
Através de interpretações sensíveis e cheias de alma, “Cantoras da Rádio” quer manter viva e divulgar essa herança sonora. Cada canção é uma reverência à força, à sensibilidade e ao talento dessas mulheres que cantaram e encantaram o Brasil. O palco se transforma em um espaço de memória e renovação. Cantoras da Rádio é, acima de tudo, um ato de amor à música brasileira e às mulheres que a eternizaram.
Redes: https://linktr.ee/aclariclaria
Instagram: @aclariclaria
Youtube: https://www.youtube.com/@aclariclaria
Show: Cantoras da Rádio
Artista: Clariá
Dia 25 de fevereiro de 2026 às 20h
Palácio da Música
Rua Buarque de Macedo, 87 – Flamengo – RJ
Reservas: 21 99319-1314 (whatsapp) – PIX
Ingressos antecipados: R$ 50,00
No dia: R$ 60,00
Produção executiva – Paula Ramagem
Produção musical – Luiz Lopez

A comemoração dos 50 anos da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage vai ganhar uma revista-objeto. O lançamento será realizado nas Cavalariças da EAV, no dia 5 de fevereiro, às 19h, acompanhado de uma conversa aberta ao público com o coordenador editorial, Xico Chaves, ampliando o diálogo sobre o processo de criação da “obra” e o significado desta edição comemorativa. A revista terá distribuição gratuita no próprio evento, além da versão digital disponível para download.
“Em 2025, comemoramos o aniversário de 50 anos da Escola de Artes Visuais. Cinquenta anos dedicados à formação de artistas, de público para a arte e de interessados nesse campo fundamental para a vida das pessoas. Como parte dessa celebração, a EAV está lançando uma revista que reúne imagens, textos e depoimentos de professores, artistas, parceiros e de amigos desse importante espaço”, conta Tania Queiroz, diretora da EAV do Parque Lage.
A publicação rompe com o formato tradicional: composta por folhas soltas, que podem ser dobradas e manipuladas, a revista convida o público a criar formas espaciais e experimentar diálogos visuais que refletem as transformações contemporâneas. Com formato 21 cm x 29,7 cm e 38 páginas, a revista reúne textos e imagens de 28 professores e alunos convidados, celebrando meio século de história da EAV e reafirmando seu papel como espaço de experimentação, liberdade criativa e reflexão crítica sobre arte e sociedade.
“Esta revista-objeto é mais do que uma publicação: é uma experiência sensorial e conceitual. Ao permitir que cada leitor a dobre e a recrie, ela simboliza os movimentos de mudança que atravessam a arte e a vida. É um tributo à trajetória da EAV e à sua vocação de transformar e ser transformada”, afirma Xico Chaves, coordenador editorial do projeto.
A Escola de Artes Visuais do Parque Lage é uma das principais escolas de arte do Brasil e da América Latina, na formação de artistas e de novos públicos, contribuindo de maneira singular com a arte contemporânea brasileira. São mais de 50 cursos em diversas áreas para formação e desenvolvimento daqueles interessados em arte.

Enquanto a bola oval não sobe no Rio, o destaque é o Super Bowl LX Experience, evento da NFL na capital carioca que será realizado no Armazén 3 do Pier Mauá, na Zona Portuária do Rio, neste domingo (08/02). A festa, com transmissão ao vivo da decisão da temporada de futebol americano entre New England Patriots e Seattle Seahawks, reunirá fãs da liga americana em sete países de três continentes do mundo, incluindo o Brasil, para atividades diversas.
O evento funcionará como um grande espaço para os torcedores acompanharem juntos um dos maiores eventos esportivos do planeta. A programação inclui o prestigiado show do intervalo, que neste ano terá Bad Bunny. Os ingressos são limitados e vendidos por meio do site Ticketmaster.
Aém da transmissão da decisão em telões, a experiência contará com ativações temáticas da NFL, atividades interativas, atrações musicais, opções gastronômicas e uma loja com produtos oficiais. Quatro franquias estarão representadas no evento: Detroit Lions, Miami Dolphins, New England Patriots e Philadelphia Eagles, que promoverão ações voltadas aos torcedores.
A NFL realizará eventos Experience simultâneos em sete países: Brasil, Austrália, Alemanha, Canadá, Espanha, México e Reino Unido. Isso faz parte de uma iniciativa global da liga, que reforça a estratégia de expansão internacional do produto.
Atualmente, o Brasil é o segundo maior mercado fora dos Estados Unidos, com mais de 36 milhões de fãs e conta com um escritório oficial da entidade. Em 2026, o país receberá pelo terceiro ano consecutivo um jogo de temporada regular da NFL. Após duas partidas realizadas em São Paulo, o Rio de Janeiro será o próximo palco, com uma partida no Maracanã no final deste ano.
Futebol Americano Universitário
Também em agosto deste ano acontecerá no Rio de Janeiro o primeiro jogo de Futebol Americano Universitário (College Football) da América do Sul, entre Virginia Cavaliers e NC State Wolfpack.
O evento deve movimentar a economia carioca, gerando um impacto de R$ 400 milhões com a vinda de turistas. A partida será disputada no Estádio Nilton Santos e terá uma configuração diferente do padrão dos grandes eventos esportivos no Brasil.

A obra de Cândida Borges (Brasil) e Gabriel Mario Vélez (Colômbia), Transeuntis Mundi Deriva 033: Terras Incógnitas, tem estreia mundial no Brasil, mostrando aspectos da América Latina numa experiência imersiva que combina arte, tecnologia e memória.
A obra conjunta da artista niteroiense Cândida Borges e do colombiano Gabriel Mario Vélez foi premiada pelo programa PNAB 2024 do Estado de São Paulo para a criação de exposição inédita que, até 14 de fevereiro, integra a programação cultural da Fundação Energia e Saneamento (FES) em São Paulo. A proposta é uma exposição imersiva como as obras que já passaram por centros culturais de cidades como Nova Iorque e Londres.
Os paulistas estão conhecendo a Deriva 033: Terras Incognitas, que faz parte do projeto Transeuntis Mundi, e que convida o público a percorrer territórios simbólicos da América Latina a partir de uma perspectiva sensorial e contemporânea. Os niteroienses já conhecem o Projeto Transeuntis Mundi, pois duas de suas exposições já estiveram na cidade, no MAC, em 2023, e na Cúpula do Caminho Niemeyer, em 2024.
Criada por Cândida Borges e Gabriel Mario Vélez, ambos pesquisadores e doutores em artes, a exposição parte do conceito de terras incógnitas, termo utilizado nas antigas cartografias para designar regiões ainda não conhecidas, para refletir sobre os territórios latino-americanos e suas camadas históricas, culturais e humanas. A exposição aborda processos de colonização, migração, diáspora e miscigenação cultural, reunindo narrativas visuais e sonoras captadas em diferentes regiões do continente.
Mais do que representar lugares, o projeto investiga modos de existir, deslocamentos e atravessamentos que moldam identidades latino-americanas. A proposta é deslocar o olhar do mapa tradicional para uma experiência que privilegia memória, corpo, escuta e presença.
Para tanto, a mostra reúne realidade virtual e aumentada, NFT, fotografia, instalação sonora, projeções audiovisuais, poesia e ambientes interativos. Um dos destaques é a instalação sonora imersiva, composta por paisagens sonoras e vozes de ambientes urbanos e naturais, que se transformam continuamente ao longo da visita.
Além da experiência presencial, uma obra pode ser acessada online pelo público niteroiense – a Web Deriva 033, por meio da plataforma digital do Instituto Transeuntis Mundi, ampliando o alcance a todos internacionalmente.
Sobre os artistas
Gabriel Mario Vélez
Artista visual e transmídia colombiano, Pesquisador de Artes da Universidade de Antioquia (CO), Pós-Doutor em Artes pela Universidade Nacional de Córdoba (ARG) e Doutor em Artes pela Universidade Complutense de Madrid (ESP). Vencedor duas vezes do Salão Colombiano de fotografia, é também autor de livros e artigos de referência internacional. Vélez é também co-fundador do Instituto Transeuntis Mundi.
Cândida Borges
Musicista, compositora e artista transmídia niteroiense. Doutora em Artes pela Universidade de Plymouth (UK, 2022), Bacharel e Mestre em Música/Piano pela UFRJ (RJ/2005), especializada em Produção de Música Eletrônica pelo SAE Institute (NY/US), Cândida desenvolve carreira como artista e educadora e é co-fundadora do Instituto Transeuntis Mundi, sediado em Niterói.
O Projeto
Transeuntis Mundi foi lançado em 2019 e já passou por festivais, museus e galerias em vários países como Inglaterra, EUA, Portugal e China. Foi nomeado ao Prêmio Lumen em 2022 (um dos prêmios mais importantes de arte e tecnologia), ano em que também recebeu o prêmio de Inovação do jornal americano Tribuna de Los Angeles. Em 2023, foi nomeado a outro prêmio inglês, o Prêmio “Sound of the Year” (Som do Ano) para melhor composição de sonoridades cotidianas. Foi indicado a 5 prêmios internacionais, percorreu 12 países e foi visitado por mais de 100 mil pessoas.
Esse trabalho foi desenvolvido através de pesquisa intensa artística e acadêmica que resultou na tese doutoral “Transeuntis Mundi: uma prática criativa nomádica” da niteroiense Cândida Borges, que foi apontada pela universidade americana MIT como uma das mais importantes de arte, ciência e tecnologia de 2022.
O projeto Transeuntis Mundi já passou por museus, festivais e instituições culturais em países como Estados Unidos, Reino Unido, Portugal, China e Colômbia. Ao longo dessa trajetória, foi indicado a prêmios internacionais e reuniu dezenas de milhares de visitantes presenciais, além de ampla circulação digital.
Para os artistas, a exposição parte da ideia de que, mesmo em um mundo amplamente mapeado, ainda existem territórios desconhecidos, simbolicamente e fisicamente. “A arte torna visível aquilo que muitas vezes permanece oculto ou menos visível, e cria espaços de escuta, empatia e pertencimento”, afirma a artista niteroiense, radicada em Nova York, Cândida Borges.
Serviço
Exposição Transeuntis Mundi – Deriva 033: Terras Incognitas
Período de exibição: de 15 de janeiro a 14 de fevereiro de 2026
Local: Museu da Energia de São Paulo
Endereço: Alameda Cleveland, 601 – Campos Elíseos – São Paulo (SP)
Funcionamento: Quinta a sábado, das 10h às 17h (última entrada às 16h30)
Entrada: Gratuita
Visitação online – www.transeuntismundi.com/webderiva033

Com curadoria de Letícia Lau, a mostra pode ser visitada até o dia 14 de março, no Centro Cultural Correios RJ.
A artista visual e fotógrafa Sandra Gonçalves promove “Encontro com a Artista”, durante a exposição ‘Tessituras do Adeus’, com curadoria de Letícia Lau e apoio do Centro Cultural Correios RJ, com três visitas guiadas nos dia 03 e 28 de fevereiro, e dia 14 de março, todos a partir das 15h30.
A exposição traz um conjunto de imagens impactantes que oferecem um mergulho profundo nas complexidades da vida e da morte. Explorando poeticamente o tema da transitoriedade, cada imagem é o resultado de uma meticulosa tessitura de experiências pessoais de despedida, onde Sandra Gonçalves funde suas próprias fotografias com achados digitais, criando composições híbridas que transcendem o tempo. O espectador é convidado a se aproximar da narrativa profunda que emerge do diálogo entre elas.
‘Tessituras do Adeus’ pode ser visitada até 14 de março, no Centro Cultural Correios RJ, de terça a sábado, das 12h às 19h, com entrada franca.
Sobre Sandra Gonçalves
Natural da cidade do Rio de Janeiro, e reside em Porto Alegre desde 2005. Artista visual, professora titular e pesquisadora na área da Fotografia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Possui graduação em Comunicação Visual na Escola de Belas-Artes (UFRJ). Mestrado e doutorado em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação (UFRJ). Especialista em Processos Curatoriais pelo Instituto de Artes (UFRGS). É autora do fotolivro Cápsula, Editora Origem (2021) e La vie en Rouge, Coleção Photo Things (2024). Como pesquisadora e artista tem como base a fotografia. As questões que a movem e a fazem criar são aquelas relacionadas com a vida em seus múltiplos aspectos sociais, culturais, econômicos, a sobrevivência do planeta e de suas diferentes espécies. Questões relacionadas à finitude são recorrentes em seu trabalho. No ano 2000, realizou sua primeira exposição, individual, no Palácio do Catete com um trabalho fotodocumental sobre carvoarias no centro urbano da cidade do Rio de Janeiro. Desde então, produz e exibe individual e coletivamente trabalhos relacionados à fotografia. Participa da cena fotográfica e artística através de editais, convocatórias e exposições. Possui obras em acervos de museus e coleções particulares. Participa de grupos de discussão e estudos sobre a fotografia e a arte. Escreve regularmente sobre Fotografia.
Sobre Letícia Lau
Curadora, produtora cultural e arte-educadora. É especialista em Práticas Curatoriais (UFRGS) e Gestão Cultural. Atua há 19 anos na Babilônica Arte e Cultura, onde desenvolve curadorias, projetos culturais, acompanhamento artístico e profissional para artistas visuais. Fez parte da equipe curatorial da 8ª edição da CASA TATO, em São Paulo, foi curadora assistente no MACRS e integrou o Conselho Estadual de Cultura do RS. Seu trabalho em curadoria aborda questões inerentes ao campo visual com processos híbridos ou manipulação de mídia em pintura e fotografia, além da sua pesquisa sobre trajetórias de artistas visuais.
Tessituras do Adeus
Uma poética da fotografia sobre o tempo e a finitude.
(…) A exposição apresenta um conjunto de fotografias como uma “frase-imagem”, termo inspirado por Rancière (2003), aqui utilizado como imagens em um diálogo sequencial, sem conjunção. A frase-imagem proposta está dividida em três momentos: a metáfora da aranha e do tempo, formado pelas tramas tecidas por elas; imagens que narram as alterações, a espera, o caminho desconhecido e a fragilidade do ser; e fotografias que abordam a finitude e a sublimação, ecoando uma atmosfera etérea e espiritual.
“Tessituras do Adeus” amplia a ideia de exposição para uma experiência imersiva que nos força a confrontar nossas próprias mortalidades e legados. Sandra Gonçalves, com sua habilidade de tecer memórias e imagens, oferece ao espectador um convite a explorar o que significa ser humano. Através de suas fotografias, ela nos lembra de que, embora a vida seja efêmera, as conexões que fazemos e os momentos que capturamos têm o poder de transcender o tempo. (Letícia Lau)
Serviço
‘ENCONTRO COM A ARTISTA’ (visitas guiadas) – 03/02, 28/02 e 14/03, a partir das 15h30
Exposição “Tessituras do Adeus”
Artista: Sandra Gonçalves
Curadoria: Letícia Lau
Produção Cultural: Babilônica Arte
Visitação: até 14 de março de 2026.
Horário: terça a sábado, das 12h às 19h.
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro – Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem @paulasoaresramagem
Apoio: Centro Cultural Correios RJ / OMA Galeria
Evento gratuito
Censura Livre.
Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).
Acessibilidade: adaptado para pessoas cadeirantes
A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, artistas, fotógrafos, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.

Com shows que vão do rock ao pagode, gastronomia, moda e artesanato, Projeto Pôr do Sol vem reunindo gente bonita no pós-praia da Região Oceânica de Niterói
O verão em Niterói não é só sol e praia — é também música boa, comida gostosa, moda e muita animação com o Pôr de Sol mais bonito da cidade! O praião de Piratininga vem sendo palco de um festival de cores e sons, reunindo moradores e visitantes para curtir bandas e artistas que misturam samba, pop, rock, pagode e sucessos populares pra dançar e cantar junto. É o Festival de Verão Pôr de Sol que acontece nos dias 30 e 31 de janeiro e 1 de fevereiro. E, para fevereiro, na “entressafra” do carnaval, os organizadores já anunciam outras duas edições tamanho o sucesso de público.
Os shows são gratuitos, ao ar-livre, como pede as programações pós-praia, começando às 19h, exceto no sábado, que tem show a partir das 17h30. Já a feira de gastronomia, as barracas de moda e artesanato, assim como a área kids começam a funcionar antes, às 17h. O line-up dessa edição reúne Bloody Mary, Sávio, Nosso Samba e Pagode do Ivanzin.
Programa completo
O Praião de Piratininga é o cenário perfeito para essa celebração ao verão. Com uma brisa constante e paisagem deslumbrante é o palco ideal para o festival que reúne, com conforto, música e uma variedade de opções gastronômicas. Além das atrações musicais, o evento conta com food trucks (com cadeiras e mesas para reunir amigos) oferecendo opções de pratos e bebidas, garantindo uma experiência completa para quem deseja aproveitar ao máximo as noites quentes.
Um DJ é o responsável por manter a animação antes e nos intervalos dos shows, aquecendo o clima do evento, conectando o público para transitar por diferentes estilos e ritmos, garantindo o alto astral desde os primeiros momentos.
Nesta edição, a música vai do pop/rock da banda Bloody Mary, que abre o festival, passando pelo som de Sávio, pelo samba de raiz do Nosso Samba e encerrando com o Pagode do Ivanzin.
Organizado pela Associação de Food Trucks de Niterói, com o apoio da Prefeitura de Niterói, o festival tem outras edições programadas para fevereiro, mantendo o ritmo, a diversão e a boa música para o público que quer aproveitar o verão com estilo e segurança.
Confira a programação dos dias 30 e 31 de janeiro e 1º de fevereiro.
– Sexta-feira, 30 de janeiro:
– 19h e 21h: Bloody Mary
– Sábado, 31 de janeiro:
– 17h30 – Sávio
– 19h e 21h: Nosso Samba
– Domingo, 1 de fevereiro:
– 19h e 21h: Pagode do Ivanzin

Juiz de Fora recebe, no dia 31 de janeiro, uma nova obra de arte pública em grande escala que passa a integrar sua paisagem urbana. Assinado pelo artista e referência nacional Wes Gama, o mural ocupa uma das empenas do Moinho, voltada para a Rua ABertha, projetos inovadores na cidade. Com cerca de 400 m² e 26,8 metros de altura, a obra se impõe como um novo marco visual da Zona Norte e como símbolo de um projeto urbano que articula cultura, mobilidade e vida coletiva.
O Moinho e a Rua ABertha formam um mesmo ecossistema, no qual a arte pública atua como elemento fundamental da experiência do espaço. A obra de Wes Gama dialoga diretamente com a rua-parque, pensada para o encontro, a circulação de pessoas e a ocupação cultural.
Reconhecido nacionalmente por sua atuação na arte urbana, Wes Gama desenvolveu uma estética própria, que define como “caipira futurista”, combinando ancestralidade, tecnologia e cultura popular brasileira. Suas composições são marcadas por cores intensas, formas orgânicas e narrativas que conectam passado, presente e futuro. Entre seus trabalhos de destaque está o mural Amazon Alarm, criado para o Greenpeace Brasil, além de participações em festivais e projetos culturais de grande relevância no país. A execução do mural contou com a assistência das grafiteiras Pekena Lumen, Gart Lemos e Nathalia Medina, promovendo intercâmbio artístico e fortalecendo a cena local.
A curadoria é assinada por Priscila Amoni e Jana Macruz, da AGUA — Agência Urbana de Arte, especializada em direção de arte, curadoria e produção de projetos em espaços públicos e privados e responsável pelo CURA – Circuito Urbano de Arte, um dos maiores festivais de arte pública da América Latina. Segundo Jana Macruz, “Wes foi a tradução perfeita para o que o Moinho quer como imagem de sua missão”. Para Priscila Amoni, a escolha do artista partiu de uma pesquisa sensível por nomes cuja poética dialoga com a natureza, o futuro e a ancestralidade.
De acordo com o artista, o mural parte da reflexão sobre o significado histórico do Moinho e sua relação com a cidade. “A criação desse mural parte de uma perspectiva do que era o Moinho, do que o Moinho significa para a cidade, a potência que é essa mega construção… Um grande marco que faz parte da história de muitas famílias e gerações. Pensei em uma obra que mostrasse essa caminhada, esse trajeto e as pessoas que passaram por aqui e continuam passando até hoje”, afirma.
O artista também destaca a intenção de valorizar a rua como espaço público de circulação e convivência, conectando o urbano ao natural, além de evidenciar o papel das mulheres como agentes importantes desse movimento cultural.
Contexto urbano
A inauguração do mural integra as ações de lançamento da Rua ABertha, realizada pela Prefeitura de Juiz de Fora, em parceria com o Moinho. Extensão da Rua Bertha Halfeld, passou a ser liberada para a circulação de veículos durante a semana, melhorando a mobilidade urbana da Zona Norte da cidade. Aos domingos, fecha para os carros e se transforma em uma rua-parque, pensada na escala das pessoas, do encontro e da convivência. Um novo modelo de uso do espaço público, priorizando mobilidade ativa, áreas de permanência, soluções baseadas na natureza e programação cultural.
Visível de diversos pontos do Bairro Industrial, o mural se apresenta como um presente para a população da região, passando a ser parte do repertório visual da cidade e inaugurando um novo ciclo de inspiração, circulação e transformação urbana.
Sobre o Moinho
O Moinho é um moderno centro urbano multifuncional instalado no antigo Moinho Vera Cruz, na Zona Norte de Juiz de Fora. O projeto propõe um novo modelo de desenvolvimento urbano ao integrar inovação, cultura, educação, moradia, saúde e comércio. A partir do retrofit de um patrimônio histórico da cidade, o Moinho atua como catalisador de transformações sociais, econômicas e culturais, promovendo impacto positivo, revitalização urbana e novas formas de viver, trabalhar e conviver na cidade. A arte pública e as ações culturais fazem parte da estratégia central do projeto, entendidas como ferramentas de ativação do espaço e de construção de pertencimento.
Serviço
Inauguração do Mural de Wes Gama
A partir de 31 de janeiro de 2026
Rua ABertha, Rua Bertha Halfeld Paleta s/n – Juiz de Fora – MG
Mais informações: https://www.instagram.com/nossomoinho/