Você é nosso convidado para participar de uma oficina de velas-estamparia artesanal e customização com a artista Simone Ronzani.
Data:11 de dezembro-quinta
Horário: 14:30 horas
Carga horária*: duas horas e meia
Local: Lemos Cunha,497-Icaraí-Niterói-RJ
Valor:R$260,00
Produto da oficina: 3 velas 100% parafina(duas tipos palito e uma cilíndrica de 300 gramas),um castiçal individual de vidro e uma embalagem para levarem todas as peças juntas.
Observação: todos os insumos e materiais para a produção: copos, papéis decorativos, pincéis e utensílios.
Vagas limitadas:Pix 51821770706 CPF-Maria Cláudia da Câmara Torres Dias
Por favor enviar o comprovante para o whatshApp:21 999565000
Até lá, equipe Cacau Dias
Autora fluminense Fabiana Corrêa lança “Era uma vez uma guerra na Caatinga”, narrativa que conecta educação, história e meio ambiente no sertão baiano
A Guerra de Canudos, um dos episódios mais marcantes da história do Brasil, ganha nova vida em “Era uma vez uma guerra na Caatinga” (Editora Outra Margem), livro da escritora e educadora fluminense Fabiana Corrêa. Diferente de uma adaptação, a obra é uma narrativa autônoma que se passa dentro do universo de “Os sertões”, de Euclides da Cunha, e tem como protagonista e narrador um inusitado personagem: o calango Sertanejo, que testemunhou e agora conta tudo o que viu. A obra tem evento de lançamento marcado para dia 20 de janeiro, na cidade de Cantagalo (RJ), no dia e cidade onde nasceu Euclides da Cunha, que completaria 160 anos se estivesse vivo. O evento acontece às 18h, na Casa Euclides da Cunha.
“O livro nasceu de um desejo de contar histórias, temperado com a saudade de contar esta história em particular”, revela Fabiana, que durante anos levou o tema para suas aulas de Ciências e Biologia. “Para substituir minha persona de professora contadora de histórias, escolhi um representante da fauna da Caatinga baiana, o calango Sertanejo, aquele que tudo ouviu, viu e tudo irá contar”.
A obra acompanha a trajetória de Antônio Conselheiro, chamado de “Peregrino”, e a fundação do arraial de Belo Monte, nome dado pela comunidade àquele que a história oficial registrou como Canudos. Pela perspectiva do pequeno calango, o leitor é conduzido pelo cotidiano, pela fé e pela resistência de um povo que buscou construir uma vida mais justa e igualitária no coração do sertão.
Um dos momentos mais intensos do livro é a narrativa da batalha em que a própria Caatinga se torna aliada dos sertanejos. “Os galhos e espinhos ressecados trançavam barreiras impenetráveis aos soldados, mas abriam uma rede de caminhos possíveis aos moradores da terra”, descreve a autora, destacando a força do bioma como personagem central.
Cada capítulo é precedido e finalizado com trechos selecionados de “Os sertões”, criando uma ponte natural entre a narrativa de Fabiana e a linguagem complexa de Euclides da Cunha. “Preciso ressaltar que essa não é uma adaptação do texto original, mas uma história contada que conduzirá o leitor à leitura da obra do escritor em seu próprio tempo”, explica. “Pelo menos, é esse o meu desejo: que essa seja uma história chamariz do desejo do leitor pelas palavras escritas por Euclides da Cunha”.
Ilustrado por Arthur Abreu, o livro também é um convite a enxergar a Caatinga como organismo vivo, seguindo a visão euclidiana. “Euclides da Cunha foi capaz de perceber a relação da sociedade com o ambiente natural com olhos críticos e embasamento científico”, reflete Fabiana. “Ele foi rigorosamente o primeiro intelectual brasileiro a cultivar e externar preocupações com o meio ambiente, inclusive fazendo da ecologia um tema político”.
“Era uma vez uma guerra na Caatinga” representa o registro de uma metodologia pedagógica desenvolvida pela autora ao longo de anos em sala de aula. “Este livro é importante por vários aspectos. É contar uma história que tem que ser lembrada sempre, contar para não esquecer”, afirma.
Sobre a autora
Fabiana Corrêa é graduada em Ciências Biológicas pela UERJ, com especialização em Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável pela FGV. Natural de Bom Jardim e residente em Cordeiro, no interior do Rio de Janeiro, atuou por mais de duas décadas como professora de Biologia e Ciências na rede particular de ensino, além de coordenar projetos nas áreas ambiental, educacional e cultural. A partir de 2015, passou a dedicar-se integralmente à literatura e às artes, publicando obras para crianças, jovens e adultos.
Adquira o livro “Era uma vez uma guerra na Caatinga” pelo site da editora Outra Margem:
FICHA TÉCNICA
Livro: “Era uma vez uma guerra na Caatinga”
Autora: Fabiana Corrêa
Número de páginas: 70
ISBN: 978-65-86997-42-2
Gênero: Ficção
Editora: Outra Margem
Ano: 2025
A Rua das Pedras recebe o 3º Búzios Old School Vintage, encontro de carros antigos que começa nesta quinta-feira (04) e segue até domingo (07), reunindo veículos clássicos e apaixonados por automobilismo em uma programação cultural diversificada. O evento conta com o apoio da Prefeitura de Búzios, por meio da Subsecretaria de Comunicação e Eventos, e dispõe de Área Kids durante todos os dias.
Ao longo do evento, moradores e visitantes poderão conferir de perto modelos nacionais e internacionais, além de apresentações artísticas, DJ, shows pirotécnicos e performances culturais.
A programação tem início nesta sexta-feira (05), o Show Pirotécnico com Galadriel Ribeiro Pernalta, às 19h, e do Show de Dança com a Fada, às 20h.
No sábado (06), as atrações começam às 16h com DJ Léa, seguido pelo Show de Dança com a Fada, às 19h, e pelo Show de Contorcionismo e Malabares de Fogo com Fla Porral, às 21h, além da premiação dos veículos, contemplando os três melhores nacionais, três melhores internacionais e o prêmio “The Best Geral”.
O encerramento acontece no domingo (07), com DJ Léa, das 14h às 18h.
O evento integra o calendário oficial do município e contribui para o fortalecimento do turismo, da economia local e da oferta de entretenimento para toda a família.
O show contará com as participações de Ana Cañas, Leila Pinheiro, Gabi Melim, Milton Guedes, Sá (da dupla Sá e Guarabira) e Dado Villa-Lobos
O show de Flávio Venturini, Minha História, foi o início de uma nova fase em sua trajetória musical. Este espetáculo celebra os 50 anos de carreira e traz um roteiro que destaca momentos importantes de sua história, com novos arranjos.
O show conta com o suporte de uma banda estrelada, formada por grandes músicos, e poderosas equipes de áudio e visual. Flávio também lança seu novo álbum com participações especiais de grandes artistas da música brasileira. E no dia 5 de dezembro (sexta), o Qualistage recebe Flávio e um grupo seleto de convidados como Ana Cañas, Leila Pinheiro, Gabi Melim, Milton Guedes, Sá (da dupla Sá e Guarabira) e Dado Vila-Lobos para encerramento desse projeto.
“Relembrando essa trajetória, recebi um convite especial do empresário Steve Altit (Top Cat Produções), reconhecido pelo seu trabalho ao lado de artistas do cenário musical brasileiro, como: Ivan Lins, João Bosco, Zelia Duncan, Ed Motta, Lobão, Blitz e recentemente pelo retorno fantástico de Ritchie aos palcos para gravar um álbum reinterpretando meus maiores sucessos, com a promessa de transformá-lo em uma grande turnê nacional. Aceitei de imediato, e agora o disco está pronto! O projeto evoluiu para um álbum ainda mais grandioso, com a participação de alguns dos maiores artistas brasileiros.
Este momento é, sem dúvida, um dos mais importantes da minha carreira. Produzido por Torcuato Mariano—responsável por alguns dos meus melhores trabalhos, o disco conta com uma banda formada por músicos excepcionais e participações especiais de Djavan, Ivete Sangalo, Guilherme Arantes, Vanessa da Mata, J. Quest, Frejat, Ritchie, Gloria Groove, Ana Cañas, Gabi Melim, Ney Matogrosso e Roupa Nova. O álbum “Minha História” é distribuído pela Biscoito Fino e também será lançado em vinil.
Como planejado, o projeto continua com um grande show, que tem direção geral de Jorge Espírito Santo, direção musical de Torcuato Mariano, direção de arte de Alexandre Arrabal, iluminação de Césio Lima e coordenação geral de Steve Altit”, declara Flavio. No repertório do show, estão os grandes sucessos de Flávio, como: Todo Azul do Mar, Noites com Sol, Nascente, Espanhola, Céu de Santo Amaro, Linda Juventude, Mais Uma Vez, Clube da Esquina 2, Planeta Sonho e Besame.
O novo empresário de Flávio Venturini, Steve Altit, da Topcat Produções, é o responsável pela coordenação geral da turnê “Minha História”. Seu objetivo com este projeto é criar uma experiência única que celebre os 50 anos de carreira de Flávio de forma inesquecível.
“Sempre considerei o Flávio um dos melhores compositores da nossa música – um ícone das melodias, dono de uma criatividade incomparável e, além disso, gosto de afirmar que ele possui uma voz única e inconfundível em suas interpretações. Mais do que um grande artista, Flávio é uma personalidade singular no nosso meio.
Alexandre Arrabal, designer inovador e multipremiado, lidera a direção de arte do projeto. Jorge Espírito Santo, diretor multidisciplinar, assume a direção geral, enquanto Césio Lima, renomado diretor de iluminação, contribui com seu talento reconhecido por trabalhos em alguns dos maiores espetáculos nacionais e internacionais.
A direção musical está sob a responsabilidade de Torcuato Mariano, guitarrista, compositor e produtor musical de renome. Torcuato é conhecido tanto por sua premiada carreira solo quanto por colaborações marcantes com grandes nomes da música brasileira, como Gal Costa, Djavan e Ivan Lins. No palco, Flávio estará acompanhado por uma banda de altíssimo nível, garantindo que cada apresentação se torne uma celebração memorável de sua extraordinária trajetória musical.
SERVIÇO – QUALISTAGE
dia 5 de dezembro – sexta
Show às 21h30
Abertura dos portões: 19h30
Local: Qualistage
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Classificação: 18 anos menores de 18 anos, somente acompanhado de responsáveis legais.
“Suspiro”, primeira mostra individual de Jessica Von Lehsten Goes, é destaque neste fim de ano na Galeria de Artes Candido Mendes, de 4 a 19 de dezembro, de segunda a sexta (das 14h às 19h) ou aos sábados (das 14h às 18h). A curadoria é da artista plástica Denise Araripe, que fecha 2025 com cerca de 10 exposições na galeria da Universidade Candido Mendes. Jessica, que incorpora diversidade de linguagens, reúne esculturas e objetos que se instalam como pequenas retenções do mundo, formas que parecem guardar um fôlego antes que ele se disperse. Ela apresenta obras autorais e instalações construídas a partir de objetos comuns, deslocando materiais do dia a dia para revelar sua dimensão poética e sensível. Local: Rua Joana Angélica, 63, Ipanema (RJ). Entrada Franca.
Denise Araripe chama atenção para outros detalhes sobre a artista convidada
“Jessica recolhe o que a vida esquece e devolve como rito. Papéis, dobras, tecidos – matéria leve que sustenta o invisível. Cada furo é passagem, cada sombra, um aviso. Esta artista toca o cotidiano como quem desperta sua transcendência. Há um sopro que se revela e um corpo que escuta. Aqui nesta exposição, o menor gesto realinha o mundo, e o sagrado, enfim, se deixa notar”, define Denise Araripe. Veja mais no link https://jvlg.xyz/.
Jessica Von Lehsten Goes abre em Ipanema uma fresta sensível do mundo
Ela é reconhecida por um trabalho pautado por uma observação minuciosa do cotidiano e por passagens por instituições como o Marina Abramović Institute, o Museu Benaki, em Atenas, o Cabaret Voltaire, em Zurique, e a Casa França-Brasil. Em “Suspiro”, Jessica apresenta um conjunto de obras que se firma no vazio, onde a ausência se torna presença e a beleza finalmente se deixa notar.
Sobre Jessica von Lehsten Goes – É uma artista carioca-alemã, formada em Artes pela University of Arts, em Londres (1999). Trabalhando com esculturas, fotografias, vídeos, performances e instalações, sua prática explora as relações entre corpo, espaço e linguagem, destacando os desencontros da comunicação. Com raízes brasileiras e alemãs e fluência em várias línguas, Jessica incorpora elementos do dia a dia, transformando o banal em narrativas visuais que conectam experiências pessoais e culturais. Participou de exposições como “AS ONE no MAI” (Marina Abramovic Institute) + “NEON” (Museu Benaki, Atenas, 2016), “From Nothing to Nowhere” (Cabaret Voltaire, Zurique, 2016), “Debris” (SP Arte, São Paulo, 2018) e “Desdobra/Não quebres” (Casa França Brasil, Rio de Janeiro, 2023).
Um dos mais promissores nomes da MPB, o cantor e compositor Alcides Sodré fecha o ano de 2025 com o show de lançamento do EP “Em Mar Aberto”, dia 9/12, às 19h, no Centro Cultural da Justiça Federal, que fica na Cinelândia no centro do Rio de Janeiro. A apresentação marca o anúncio do “Santo de Casa”, o primeiro álbum solo do artista, que será lançado em 2026. Direção musical do violonista Fábio Negroni.
O repertório do segundo show de lançamento do ano destaca a canção “Em Mar Aberto” (Kiko Furtado e Daniel Gonzaga), que dá título ao trabalho. Reúne inéditas que farão parte do novo álbum como “Rua Marielle” (Vicente Paschoal e Rogério Santos). “Uma canção de protesto que une lirismo e contundência”. A letra com imagens bem construídas ganha muita força na “interpretação segura e corajosa do cantor” da nova geração da música brasileira.
Alcides Sodré é uma promessa que já está se cumprindo para os ouvidos e olhos mais atentos, sua voz é de um intérprete raro nos dias de hoje. Ele tem personalidade e escolhe com cuidado o repertório que passeia entre suas referências de formação e os nomes da canção contemporânea.
Serviço
Data: 9/12, 3ª feira
Hora: 19h
Show: Em Mar Aberto
Com o cantor e compositor Alcides Sodré
Acompanhado de Georgia Camara (bateria), Sandra Nisseli (baixo), Rafael Paiva (guitarra) e Fábio Negroni (violão e Guitarra)
Local: Centro Cultural Justiça Federal
Endereço: Av. Rio Branco, 241 – Centro – Cinelândida – RJ
Jérôme Poignard apresenta a exposição “Villes et Cores”, no Espaço Cultural Correios Niterói, RJ, em celebração ao Ano da França no Brasil, reunindo 28 aquarelas e 4 telas em acrílico inéditas, além de um mural especial criado em colaboração com Bragga, pioneiro do graffiti carioca. A curadoria é de Sady Bianchin, artista, acadêmico e secretário de Cultura de Maricá.
Nesta série, Poignard transforma luz e cor em paisagens urbanas ao redor do mundo – Rio, Paris e outras cidades, que surgem como memórias fluidas e vibrantes. O mural de Bragga amplia esse diálogo ao incorporar fragmentos pixelados e padrões geométricos inspirados na estética urbana contemporânea.
“Villes et Cores” reafirma a união entre o design e a pintura na obra de Poignard, marcada pela precisão técnica, originalidade e pela exploração sensível da luz. O projeto reforça a conexão cultural entre Brasil e França através da arte.
Sobre Jérôme Poignard
Jérôme Poignard é artista plástico e designer gráfico francês, natural de Fontainebleau, que estabeleceu residência no Rio de Janeiro, onde fundou a Pointillé — agência especializada em branding, design estratégico e comunicação. Paralelamente à atuação no design, Jérôme é também o criador de diversas obras reunidas em exposições como Luzes, Rio e Cidades Líquidas. Suas pinturas se destacam pela inspiração, pelas cores vibrantes e pela luminosidade. Radicado no Rio de Janeiro, o artista possui trajetória internacional e já expôs em espaços como Galeria MonsartStage (Roma), BB Artes (Cassino Atlântico), Centro Cultural Correios RJ, Hotel Santa Teresa MGallery e Galeria Gilson Martins.
Sobre Bragga
Bragga é um pioneiro do grafite carioca e iniciou sua jornada artística pelas ruas do Rio de Janeiro em 1998. Em busca de uma linguagem autoral única e da integração harmoniosa entre seu trabalho no grafite, design e motion design, o artista vem desenvolvendo recentemente uma série abstrata que se inspira na música, na improvisação e no ritmo. Fragmentos pixelados e padrões geométricos que emergem da paisagem urbana contemporânea, traduzidos em movimento e pulsação visual através de explosões cromáticas digitais. Suas composições capturam a energia pulsante da metrópole carioca, onde elementos gráficos se fragmentam e se reconstroem em camadas sobrepostas de cor e luz, criando uma sintaxe visual que dialoga entre o analógico das ruas e o digital das telas. “Instantes infinitos”.
Sobre Sady Bianchin
Sady Bianchin (curador) é um artista e acadêmico multifacetado radicado no Rio de Janeiro. É poeta, ator, diretor teatral, jornalista, cineasta, sociólogo e professor universitário. Natural de Amambai, Mato Grosso do Sul, é doutor em Teatro e Sociedade pela Università di Roma (La Sapienza) e mestre em Ciências da Arte pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Trabalhou em teatro com diretores renomados, publicou seis livros de poesia e participou de 28 antologias com poemas publicados em oito países. Atualmente, coordena o Núcleo Artístico Cultural da Universidade Hélio Alonso (NAC/UNI FACHA) e leciona no programa de pós-graduação em Pedagogia Social da UFF. Exerce o cargo de Secretário de Cultura e Utopias em Maricá, Rio de Janeiro. Sady Bianchin criou diversos projetos de poesia no Rio de Janeiro, como Rio de Versos, Barca das Dez, Ponte de Versos e Fórum Poesia, e lidera o grupo multiarte Mymba Kuera. A sua obra poética tem centralidade na expressão direta da consciência do povo com foco no cotidiano e forte dimensão cultural.
Serviço
Exposição: “Villes et Cores”
Artista: Jérôme Poignard
Artista convidado: Bragga (grafite)
Curadoria: Sady Bianchin
Local: Espaço Cultural Correios Niterói RJ (Av. Visconde do Rio Branco, 481, Centro, Niterói, RJ)
Abertura: 20/12/2025 (das 14h às 18h)
Visitação: de 20/12/2025 a 31/01/2026
Dias e horários: de segunda a sexta, das 11h às 18h e sábado das 13h às 18h
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Censura livre
Gratuito.
Acessibilidade
Como chegar: ônibus, barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); uber ou táxi.
A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.
Evento será realizado entre os dias 2 e 7 de dezembro e terá o ator Rodrigo Santoro entre os convidados
Em dezembro, Niterói será palco de uma celebração inédita da arte e da identidade latino-americana. De terça-feira (2) a domingo (7), o Reserva Cultural recebe o Festival Mercocidades – Arte e Cultura Latina, que integra a programação oficial da XXX Cúpula da Rede Mercocidades. O evento reúne convidados do cinema, da música, da dança e da gastronomia, como o ator Rodrigo Santoro, a cantora e compositora Zélia Duncan, o coreógrafo Leandro Azevedo e o chef peruano Arnaldo Castillo Aguirre.
Promovido pela Prefeitura de Niterói, por meio da Fundação de Arte de Niterói (FAN), o Festival Mercocidades é totalmente gratuito. A abertura oficial será na terça-feira (2), às 18h, com a exibição do longa-metragem “O último azul”, premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim deste ano. A sessão inaugura o Festival de Cinema das Mercocidades, sob curadoria do premiado cineasta Walter Lima Junior, com produções que dialogam com a diversidade cultural da América Latina. Estão confirmadas as presenças da protagonista, a atriz Denise Weinberg; de Rodrigo Santoro, que também integra o elenco; e do diretor Gabriel Mascaro, além de outros atores convidados.
“Em Niterói, consideramos que a arte vai além do entretenimento: é ferramenta de desenvolvimento e inclusão social. Promover a integração cultural entre a nossa cidade e municípios de outros países latino-americanos é motivo de orgulho e reforça nosso compromisso com boas práticas de gestão da cultura”, ressalta o prefeito Rodrigo Neves.
Entre os destaques da programação musical, estão apresentações de Zélia Duncan, Lenine, Chico César, Pepeu Gomes e Paulinho Moska. Com repertórios marcados por influências latinas, os artistas prometem shows que ressaltam a potência cultural do continente.
Na gastronomia, haverá workshops comandados pela sommelière Amanda Flora e por chefs como Arnaldo Castillo Aguirre, Silvia Paludo, Marcelo Nazareth e Paulo José Pires, entre outros. O público também poderá participar de bate-papos com artistas convidados, como Babi Xavier, Lúcio Mauro Filho e Dudu Azevedo. A proposta é unir sabores, histórias e experiências em encontros que aproximam o público da riqueza culinária da América Latina.
“O Festival Mercocidades reforça o papel decisivo da cultura na construção das cidades que queremos para o futuro. Niterói promove este festival, em meio aos debates de centenas de gestores municipais da América Latina, com a responsabilidade e a autoridade de quem compreende que a liderança também se expressa pela valorização da diversidade, da manifestação cultural e da troca de saberes. A potência artística latino-americana transcende fronteiras: cria redes, mobiliza afetos, inspira inovação e fortalece a cidadania. É essa força que celebramos nesse festival”, afirma a presidente da FAN, Micaela Costa.
Quem for ao evento também poderá participar de aulas abertas de dança, ministradas pelo coreógrafo Leandro Azevedo, tricampeão do quadro “Dança dos Famosos”, do programa “Domingão com Huck”. As oficinas são gratuitas e acessíveis a pessoas de todas as idades.
Na sexta-feira (5), às 20h, haverá apresentação do espetáculo “Tango fascinante”, com direção de Alam Blascovich. Em cena, uma imersão nas emoções e na elegância de uma das formas de arte mais reconhecidas do mundo.
As artes plásticas também têm espaço no festival. De sexta (5) a domingo (7), estarão em cartaz exposições dos artistas Daniel Lopez, de Honduras, e Victor Marin, da Venezuela.
O evento oferece ainda uma área infantil com atividades lúdicas inspiradas em brincadeiras e expressões culturais latino-americanas. A experiência será complementada por uma praça de alimentação temática, reunindo pratos típicos de diversos países do continente.
O Reserva Cultural de Niterói fica na Avenida Visconde do Rio Branco, 880, em São Domingos.
Programação completa:
Terça-feira (2):
18h – Festival de Cinema das Mercocidades: exibição do filme “O último azul”, de Gabriel Mascaro (Brasil).
19h30 – Homenagem a Walter Lima Júnior, cineasta niteroiense, diretor de filmes como “Brasil Ano 2000”, de 1969, ganhador do Urso de Prata do Festival de Berlim; “A ostra e o vento”, de 1997, premiado no Festival do Recife, e “Inocência”, de 1983, premiado nos festivais de Brasília e de Havana.
19h45 – Bate-papo sobre o filme “O último azul”, com a presença do diretor Gabriel Mascaro e de Denise Weinberg e Rodrigo Santoro, que atuam no longa-metragem.
Quarta-feira (3):
13h – Festival de Cinema das Mercocidades: exibição do filme “A noiva do deserto”, de Cecília Atan e Valeria Pivato (Argentina e Chile).
Quinta-feira (4):
13h – Festival de Cinema das Mercocidades: exibição do filme “De longe te observo”, de Lorenzo Vigas (Venezuela).
Sexta-feira (5):
11h – Apresentação de repertório de música latina, com DJ.
13h – Festival de Cinema das Mercocidades: exibição do filme “Clara Sola”, de Nathalie Álvarez Mesén (Costa Rica).
A partir das 16h – Abertura da Praça de Alimentação, com pratos da culinária latina e valores fixados em R$ 35 e R$ 55.
17h – Apresentação musical: o violonista Rogério Souza convida Rudi Flores (Argentina), Milagros Caliva (Argentina), Nina Wirth, Thiago Bandolim, Marcos Nimrichter e Daniel Karin.
19h – Apresentação musical: Pepeu Gomes e Gui Schwab.
20h – Apresentação de dança: “Tango fascinante”, com direção de Alam Blascovich.
21h – Apresentação musical: Paulinho Moska e Zélia Duncan.
Sábado (6):
11h – Em ritmo de carnaval com Sinfônica Ambulante + Mariana Braga, Candombe (Uruguai) e Duo de Pandeiro.
A partir das 11h – Abertura da Praça de Alimentação, com pratos da culinária latina e valores fixados em R$ 35 e R$ 55, e abertura da Arena Infantil, espaço dedicado às crianças, com contação de histórias, atividades lúdicas e oficinas, com foco em cultura latina.
12h30 – Apresentação de repertório de música latina, com DJ.
13h – Festival de Cinema das Mercocidades: exibição do filme “Medianeras”, de Gustavo Toretto (Argentina, Espanha e Alemanha).
13h – Apresentação musical e de dança: Los Mariachis (México) + Dia de Los Muertos.
14h – Papos e Sabores: “Sabores do mar”, com a chef Silvia Paludo e os chefs Arnaldo Castillo Aguirre e Vicente Maia. Apresentação de Babi Xavier.
15h – Festival de Cinema das Mercocidades: exibição do filme “Malu”, de Pedro Freire (Brasil).
16h – Apresentação musical: Fred Martins e Whatson Cardozo convidam Sandra Peralta (Peru) e Leandro Caciole (Argentina).
17h – Papos e Sabores: “As tradições das carnes argentinas”, com os chefs Paulo José Pires e Igor Maurício. Participação de Dudu Azevedo e Davi Damasceno. Apresentação de Babi Xavier.
19h – Apresentação musical: Reggaeton com Engenho Roots.
20h – Apresentação de dança “Noite com ritmos latinos”, seguida de aula de dança com o coreógrafo Leandro Azevedo, tricampeão do quadro “Dança dos famosos”.
21h – Apresentação musical: Lenine.
Domingo (7):
11h – Apresentação musical “Quando o carimbó encontra a cúmbia”, com Arthur Lorran, Carimbaby e Carimbó da Pedra.
A partir das 11h – Abertura da Praça de Alimentação, com pratos da culinária latina e valores fixados em R$ 35 e R$ 55, e abertura da Arena Infantil, espaço dedicado às crianças, com contação de histórias, atividades lúdicas e oficinas, com foco em cultura latina.
12h – Apresentação de repertório latino, com DJ.
13h – Apresentação musical e de dança: Los Latinos (Colômbia, Argentina e Paraguai).
13h – Festival de Cinema das Mercocidades: exibição do filme “Cachorros”, de Marcela Said (Chile).
14h – Papos e Sabores: “Chivito: o sabor que une fronteiras”, com os chefs Igor Maurício e Vicente Maia. Apresentação de Babi Xavier.
17h – Papos e Sabores: “Moquecas”, com os chefs Vicente Maia e Igor Maurício. Participação de Lúcio Mauro Filho e Celso Fonseca. Apresentação de Babi Xavier.
18h30 – Pocket Música: Lúcio Mauro Filho e Celso Fonseca
19h – Festival de Cinema das Mercocidades: exibição do filme “Querido Trópico”, de Ana Endara (Panamá e Colômbia).
19h – Apresentação de dança e aula de gafieira com o coreógrafo Leandro Azevedo, tricampeão do quadro “Dança dos famosos”.
Após o grande sucesso da edição anterior, a Feira de Vinil de Niterói retorna com uma edição especial de Natal nos dias 13 e 14 de dezembro, agora no Centro de Artes UFF, com destaque para a renomada Jojô Discos. O evento promete ser um verdadeiro paraíso para colecionadores e amantes da música analógica.
A loja virtual apresentará um acervo extraordinário com mais de 800 títulos criteriosamente selecionados. Cada exemplar foi escolhido com cuidado e mantido em excelente estado de conservação, assegurando qualidade sonora excepcional aos visitantes.
O nome “Jojô Discos” carrega um significado especial: uma homenagem afetuosa aos filhos do proprietário. A coleção contempla uma impressionante diversidade musical, abrangendo MPB, Rock nacional e internacional, Pop, Jazz e Hip-Hop, satisfazendo os mais diversos paladares sonoros.
Esta é uma oportunidade única para colecionadores veteranos e novos entusiastas do vinil descobrirem raridades musicais, clássicos atemporais e autênticos tesouros que marcaram épocas e gerações.
Serviço: Data: 13 e 14 de dezembro (sábado e domingo) Horário: 10h às 18h Local: Centro de Artes UFF
Izabela Toledo lança o livro ‘Segredos para Mexer o Doce’, no dia 1º de dezembro, na Casa 11 Sebo e Livraria, convidando o leitor a enxergar a vida como um doce em constante preparo. A obra é estruturada como uma jornada mensal de reflexões, emoções e recomeços, cada capítulo representando um mês do ano — e uma oportunidade de transformar a rotina em significado.
Com uma linguagem afetiva e profunda, a autora utiliza metáforas culinárias para falar de temas como felicidade, autocuidado, propósito, gratidão, vulnerabilidade e amor. “Mexer o doce” se torna um símbolo do movimento interno necessário para não deixar a alma endurecer diante dos desafios da vida.
Mais do que um livro, é um guia emocional e espiritual para quem busca viver com mais presença, fé e sensibilidade. Um lembrete poderoso de que o segredo da vida não está na receita, mas no jeito de mexer — com constância, coragem e amor.
Ideal para quem quer recomeçar, suavizar o peso dos dias ou simplesmente lembrar que a vida pode — e deve — ter sabor. Pode ser encontrado impresso e online. A Casa 11 Sebo e Livraria fica na R. das Laranjeiras, 371 – Loja 11 – Laranjeiras, e o lançamento será das 18h às 20h.
‘Segredos para Mexer o Doce’ por Izabela Toledo
Alguns livros curam o corpo.
Outros, curam a alma.
Farmacêutica por formação e empresária por herança familiar, Izabela Toledo descobriu que há dores que não se tratam com remédio — mas com palavras, com fé e com propósito.
Em Segredos de Mexer o Doce, Izabela compartilha a receita mais simples e poderosa da vida:
a de transformar dor em movimento, cansaço em fé e rotina em recomeço.
O lançamento acontece em uma livraria que traduz o mesmo ideal:
por menos remédio e mais livros, por mais cultura e doçura no mundo.
Este não será apenas o lançamento de um livro.
Será o início de um movimento — um convite para acreditar, recomeçar e espalhar esperança.
“Porque curar o corpo é ciência.
Curar a alma é cultura.
E mexer o doce é continuar vivendo com fé e doçura.”
Sobre a autora
Farmacêutica de formação, empresária por herança familiar e mentora por vocação. Há mais de 20 anos, não só entende de gestão e estratégia, como também domina a arte de liderar com alma.
Está no comando de um laboratório de análises clínicas que a família construiu há mais de quatro décadas em Goiás, mas não para por aí. Criou a metodologia PEE (Posicionamento com Eventos que Encantam), uma fórmula mágica para quem quer transformar negócios comuns em experiências inesquecíveis..
Além disso, inventou a marca Mexer o Doce, que é muito mais que pôr a mão na massa : é um mantra. Um convite para se reinventar todos os dias, com um toque de açúcar e ousadia.
Palestrante, comunicadora e empresária, Izabela ajuda empreendedores e líderes a criarem negócios autênticos. Agora, a também escritora lança ‘Segredos para Mexer o Doce’.