Simone Ronzani ensina a arte de velas decoradas

https://niteroi.rj.gov.br/prefeitura-de-niteroi-anuncia-atracoes-musicais-e-esquema-especial-para-o-reveillon-2026/

Artista dá oficina na Italínea Resiliens Icaraí, onde participa de exposição coletiva

Niterói ganha uma série de oficinas de arte em novo espaço de decoração de Icaraí. As aulas são ministradas na Cozinha Viva da Italínea Resiliens Icaraí. A artista Simone Ronzani abriu os trabalhos, neste mês, compartilhando técnicas e dicas para a confecção de velas decoradas, no clima das festas de fim de ano. Ela mostrou como fazer peças únicas com estamparia artesanal da Casa Auguri, em recortes exclusivos de temas natalinos.

Quem visitar a nova Italínea Resiliens Icaraí também poderá conferir a criatividade de Simone Ronzani na exposição “Inspira”, criada por profissionais da arquitetura, designer e artes visuais convidados a criar o showroom da loja. São trabalhos da designer de interiores Ana Carolina Mendonça; dos arquitetos Ricardo Raposo, Amanda Damasco, Ana Bazhuni, Mariza Dias e Adriano Neto, do Estúdio Ammi; e dos artistas visuais Rodrigo Saramago, Claudia Galindo, Rudi Sgarbi e Romandini, além de Simone.

Com três andares abertos à visitação, a Italínea Resiliens funciona na Rua Lemos Cunha, 497, em Icaraí, perto da unidade da concessionária Águas de Niterói. O espaço Cozinha Viva fica no terceiro piso da loja.

Política Estadual de Promoção da Cultura Oceânica será criada no Estado do Rio

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou, nesta quinta-feira (18/12), em discussão única, o Projeto de Lei 4.257/24, de autoria original da deputada Célia Jordão (PL), que cria a Política Estadual de Promoção da Cultura Oceânica. A medida visa a promover ações de educação, mobilização e conscientização sobre a importância dos oceanos para a sustentabilidade ambiental, social e econômica. A medida segue para sanção ou veto do Poder Executivo.

Célia Jordão, que abriu a coautoria do projeto aos demais parlamentares, salientou o pioneirismo do Estado do Rio de Janeiro na aprovação de leis voltadas à Economia do Mar e à Economia Azul. “Este projeto coloca mais uma vez nosso Estado à frente dos demais, tendo muito mais estrutura legislativa que a própria União em propostas desse tipo”, destacou.

A proposta define como cultura oceânica o conjunto de conhecimentos que permite compreender a influência dos oceanos sobre a vida humana e vice-versa. A implementação da política poderá ocorrer por meio de campanhas públicas de conscientização sobre o impacto da poluição marinha, especialmente plásticos e resíduos sólidos, e a importância dos oceanos; inclusão de conteúdos nas escolas; capacitação de docentes; apoio a centros de pesquisas; campanhas de sensibilização das mudanças climáticas e a elevação do nível médio dos oceanos; além da criação do Selo “Amigo da Amazônia Azul” para empresas comprometidas com a conservação marinha.

Entre os temas que deverão ser abordados no currículo escolar estão biodiversidade marinha, poluição dos oceanos, mudanças climáticas, prevenção de acidentes em áreas de praia e valorização da história marítima. A Semana Estadual da Cultura Oceânica também será instituída, a ser realizada anualmente na primeira semana de junho, em alusão ao Dia Mundial dos Oceanos. Com o objetivo de ampliar as possibilidades de ação, poderá ser buscada a participação da Marinha do Brasil, Marinha Mercante e Capitania dos Portos, através de parcerias e convênios.

A execução da política envolverá secretarias estaduais como as de Educação, Cultura, Ambiente e Sustentabilidade, e Economia do Mar. O projeto ainda prevê parcerias com universidades, organizações sociais e a Cátedra da Unesco, além do incentivo ao ecoturismo e a criação de um portal eletrônico para divulgação de dados, notícias e materiais educativos.

A poesia que bate o ponto: livro de estreia de Caio Martim expõe a tensão entre trabalho corporativo e criação poética em “dia útil”

 

Obra publicada pela editora Mondru apresenta um eu-lírico diluído entre planilhas e versos, explorando a erosão dos sonhos e a resistência da arte no cotidiano do trabalho

 

Caio Martim, turismólogo e poeta nascido em Cajamar (SP), lança seu primeiro livro, “dia útil”, pela editora Mondru. A obra costura as experiências de um eu-lírico múltiplo, capturado na simbiose entre a rotina corporativa e a pulsão criativa. O livro é estruturado como um vira-vira, sem começo ou fim fixos, permitindo que o leitor adentre por dois lados – “corpo_ativo” ou “poemática” – e vivencie a mesma tensão central de perspectivas diferentes.

Nascido da crise identitária e do isolamento vividos durante a pandemia, enquanto atuava no setor do turismo, “dia útil” é um registro íntimo do conflito entre a necessidade de ser produtivo e o desejo de criar. “O livro nasceu desse processo de entender qual é o meio termo entre esses dois polos”, explica Caio. “O que significa ser artista enquanto preciso trabalhar para pagar as contas, e de como minha cabeça oscilou: às vezes conformado, outras vezes revoltado.” Essa oscilação é traduzida em uma linguagem que vai de fórmulas de Excel a sonetos, passando por listas, cartas formais e poemas visuais.

Os temas centrais perpassam a tensão entre trabalho e arte, produtividade e subjetividade, o grito e o silêncio. O autor reflete sobre a exaustão que se contrapõe à autocontenção e a tentativa de reencontrar uma identidade que parecia perdida nas engrenagens do “dia útil”. Fragmentos do livro, como “sombra-problema / de um dia sem-sol, sem-lua” ou “a preço de / maçã- / -da-cara”, ilustram esse hibridismo e a busca por significado no meio do caos cotidiano.

Segundo o autor, ele encontrou na poesia o formato mais honesto para expressar seu conflito. “Eu precisava de um gênero que comportasse contradição, interrupção, cansaço, respiro. E a poesia permite justamente essa síntese entre fragmento e intensidade”, comenta. Influências literárias como Rosa Montero e Ferreira Gullar são perceptíveis na maneira como o autor transforma o cotidiano e o processo criativo em matéria literária.

Mais do que um livro de poesia, “dia útil” é um manifesto sobre a vulnerabilidade e a legitimidade do conflito interno. “A obra também comunica que existe valor no conflito: a tensão entre ser artista e ser trabalhador, entre querer criar e precisar cumprir demandas, não é um erro, mas um território legítimo de existência”, analisa. Para ele, a obra representa um ponto de virada: “Ele marca o momento em que finalmente me permiti assumir a escrita como parte essencial de quem eu sou, e não como um passatempo secundário”.

A trajetória de Caio, da infância em Cajamar à formação em Lazer e Turismo pela USP, passando por sua atuação profissional no turismo, é um pano de fundo essencial para compreender as camadas do livro. A experiência da mobilidade social e da insegurança profissional ecoa nos versos, discutindo o valor da arte em um mundo obcecado por utilidade e resultados. “Sempre soou distante, quase proibido para alguém com a trajetória que eu tive”, reflete sobre o lugar do artista.

Com um estilo que define como “conciso, observacional e ancorado no cotidiano”, Caio convida o leitor a enxergar a poesia que habita os intervalos do expediente, as frestas das planilhas e o silêncio ensurdecedor da rotina. “dia útil” é um testemunho potente de que arte e trabalho não são dimensões opostas, mas realidades que se atravessam, se contaminam e, muitas vezes, se sustentam, mesmo sob tensão.

Sobre o autor

Caio Martim é turismólogo e poeta, nascido em Cajamar (SP) e atualmente vivendo em Taubaté. Formado em Lazer e Turismo pela Universidade de São Paulo, sempre atuou na área do turismo, dividindo a rotina corporativa com a escrita. Começou a escrever ainda na infância e, durante a pandemia, aproximou-se definitivamente da poesia, encontrando nela um espaço de expressão direta e íntima. “dia útil” é seu livro de estreia.

Adquira o livro “dia útil” pelo site da editora Mondru:

https://mondru.com/produto/dia-util/

FICHA TÉCNICA

Livro: “dia útil”

Autora: Caio Martim

Número de páginas: a confirmar

ISBN: ainda não tem

Gênero: Poesia

Editora: Mondru

Ano: 2025

Dia do Músico Evangélico poderá ser instituído no Estado do Rio de Janeiro

Inclusão do 8 de novembro no calendário de datas comemorativas celebrará talentos, além de homenagear o legado de Sérgio Paulo Muniz Pimenta

O Dia do Músico Evangélico poderá ser incluído no calendário de datas comemorativas no Estado do Rio de Janeiro. A intenção é celebrar sempre no dia 8 de novembro, conforme o projeto de lei 6914/2025, em tramitação na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

A intenção do deputado Alan Lopes (PL) ao instituir 8 de novembro como Dia Estadual do Músico Evangélico é homenagear a data de nascimento de Sérgio Paulo Muniz Pimenta (1954-1987), pioneiro na introdução de ritmos brasileiros na música cristã evangélica, e com trajetória como capitão da Academia Militar das Agulhas Negras. 

Pimenta teve morte precoce em 1987, aos 32 anos, mas foi um exímio músico violonista e compositor com mais de 300 canções, integrante de grupos como Vencedores por Cristo, e idealizador do icônico LP “De Vento em Popa” (1977), marco que popularizou a MPB nas igrejas evangélicas. 

“Muitos músicos evangélicos iniciam a formação musical ainda na infância, dentro das igrejas, onde aprendem não apenas técnicas instrumentais, mas também valores éticos e espirituais que moldam a identidade artística. Ter um dia para celebrar tantos talentos é reconhecer e valorizar a importância deles e da música como meios de evangelização”, destaca o deputado estadual Alan Lopes.

Museu do Colono: memória, gastronomia e turismo

Localizado no 2° distrito, o espaço reúne moinho histórico, acervo colonial, lojinha de produtos artesanais e visitação guiada

Localizado em Água Quente, no 2º distrito de Teresópolis, o Museu do Colono é um importante atrativo turístico que preserva costumes, saberes e práticas tradicionais do interior do município. O espaço reúne história, produção artesanal e gastronomia, proporcionando ao visitante uma experiência que conecta passado e presente.

A propriedade pertence a Paulo da Rosa Pinheiro, conhecido carinhosamente como “Paulinho Jiló”, responsável por manter ativo o ofício da produção artesanal de fubá, tradição herdada de seus avós. O moinho foi fundado no século passado por Dedé Pinheiro, de origem portuguesa, e Jacinta da Rosa, de família italiana, colonos que se estabeleceram na região e contribuíram para a formação da identidade rural local.

A secretária municipal de Turismo, Nina Benedito, destaca que o Museu do Colono representa um importante exemplo de valorização da história e das tradições do interior de Teresópolis. Segundo ela, iniciativas como essa fortalecem o 2º distrito, preservam a memória das famílias colonizadoras e ampliam a oferta de experiências turísticas autênticas para moradores e visitantes.

Moinho das Hortências: 80 anos de produção artesanal de fubá

Com mais de oito décadas de funcionamento, o Moinho das Hortências segue produzindo fubá de forma artesanal, utilizando um sistema tradicional movido por roda d’água, que permanece em plena atividade. O método de moagem respeita o tempo do processo e resulta em um produto reconhecido pela qualidade e sabor característicos.

Durante a visita, o público pode acompanhar o funcionamento do moinho e conhecer cada etapa da produção. O trabalho é realizado com o apoio de Marcos Vinicius Gonçalves, responsável pela fabricação do fubá e também pela recepção dos grupos turísticos que visitam o local.

Entre as experiências oferecidas, um dos destaques é o tradicional Café do Colono, servido aos visitantes. Preparado na hora, em coador de pano, e com o toque especial do fubá torrado, o café integra a proposta de valorização dos hábitos e costumes do interior, despertando memórias e curiosidade sobre o sabor inusitado.

Acervo colonial

O Museu do Colono concretiza um antigo projeto de Paulinho Jiló e reúne um acervo composto por peças, utensílios e objetos que ajudam a contar a história da colonização do interior de Teresópolis.

Ferramentas agrícolas, itens domésticos, vestimentas e registros fotográficos permitem compreender como era o cotidiano nas antigas propriedades rurais da região.

O espaço oferece ao visitante uma leitura clara sobre os processos de ocupação, trabalho e desenvolvimento do campo, destacando a importância das famílias colonizadoras na construção cultural e econômica do município.

Produtos artesanais, gastronomia e áreas para visitação

O local conta ainda com uma lojinha de produtos artesanais produzidos no próprio moinho, como fubá e paçoca de colher, além de outros itens típicos do interior, como cachaça, geleias, rapadura, doce de leite, canjica e conservas. Os visitantes podem realizar degustações antes da compra, incluindo opções menos convencionais, como a geleia de jiló.

O espaço dispõe também de um restaurante temático, inspirado na proposta do museu, onde os pratos são preparados em fogão a lenha, reforçando o caráter rural e acolhedor da visita.

A área externa do Museu do Colono complementa a experiência com jardins, caminhos para caminhada, cenários para registros fotográficos e um lago que abriga carpas recém-chegadas, criando um ambiente agradável para contemplação e lazer.

O Museu do Colono recebe visitantes mediante agendamento prévio. Mais informações sobre horários e visitas podem ser obtidas pelo Instagram @museudocolono80anos.

Mais um atrativo que reforça o potencial turístico do interior de Teresópolis. No 2º distrito, história, tradição e experiências autênticas se encontram em um passeio que valoriza a identidade local.

Fotos: Lara Benevenuti

O lançamento do livro “Rio 460 Anos – Um Tour pela Cidade Maravilhosa” é um presente ao povo carioca com belas imagens e informações históricas

Distribuição de exemplares na tarde de autógrafos.

O livro “Rio 460 Anos – Um Tour pela Cidade Maravilhosa” é uma homenagem ao Rio de Janeiro com mais de quatro séculos de história. Oferece um passeio destacando a sua diversidade, beleza e importância lendária para o Brasil e o mundo, unindo memória, arte, música, arquitetura, tecnologia e projetos sociais que marcaram a trajetória da cidade. A escritora e produtora cultural Ana Brites faz o lançamento da obra com prefácio de Lucas Padilha (Secretário Municipal de Cultura), no dia 17/12, quarta-feira, às 16 horas, no Porto Maravalley, que fica na zona portuária.

As páginas combinam pesquisa e narrativa com encanto para os leitores e a autora transforma conhecimento em uma experiência literária inspiradora e afetiva.  Em “Rio 460 Anos – Um Tour pela Cidade Maravilhosa”, Ana Brites provoca o leitor a mergulhar na cultura e beleza da localidade. “É uma viagem poética pelo Rio, explorando sua história e seus personagens” – disse ela.

A publicação é dividida em três momentos: “Rio no Tempo”, Tour pela Cidade’ e “Alma do Rio”.

_São destacados os grandes marcos históricos e as personalidades icônicas, além de referências à Pequena África. Minha intenção foi criar um verdadeiro tour literário pela cidade, mostrando não apenas os pontos turísticos, mas também a alma do Rio — sua memória, suas histórias e sua cultura. Cada capítulo é uma celebração da cidade e um convite para descobri-la com outros olhos – comenta Ana Brites.

Em seu prefácio, Lucas Padilha fala com propriedade de quem conhece o Rio. “Ana Brites, artista de raro talento, diz que algumas cidades são para ser visitadas; outras, não cabem no olhar, exigem todos os sentidos. O Rio de Janeiro precisa ser ouvido, tocado nas andanças pelas ruas, ter seu ar sorvido, deixar-se atravessar por sua luz.”

Ele finaliza: “No ano em que o Rio é a Capital Mundial do Livro, este Tour pela Cidade Maravilhosa propõe o diálogo intenso entre passado e presente, atravessa séculos, mares, morros e histórias, desenha um mapa afetivo privilegiando seus encontros, contrastes e o encantamento que conquista quem aqui chega. Vamos embarcar nessa viagem?“.

 

Sobre a autora

A carioca Ana Brites é escritora e produtora cultural com mais de 30 anos de experiência na criação de projetos que unem arte, cultura e educação. Especialista em edutainment — educação através do entretenimento. Apaixonada pelo Rio de Janeiro acredita que as histórias e memórias da cidade podem inspirar novos olhares e gerar conexões afetivas entre passado, presente e futuro.

Realização: Aloha Consultoria & Eventos

Patrocínio: BCF Administradora, AMT Cloud, Bravo Assessoria e Serviços Empresariais, NHJ do Brasil, Lab 245, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura

 

Informações para baixar gratuitamente o e-book:

@rio460anos

@alohaconsultoriaeeventos

Serviço

Dia 17 de dezembro, quarta-feira

Livro: lançamento do livro “Rio 460 Anos – Um Tour pela Cidade Maravilhosa”

Sessão de autógrafos com a autora Ana Brites e bate-papo sobre a experiência poética e histórica pela cidade.

Horário: 16h

Local: Porto Maravalley  

Endereço: Rua Equador, 335 – Santo Cristo –  Rio de Janeiro

Classificação indicativa: Livre

Acesso: Gratuito

Buchecha lança “Um Love Pra Mim”, novo single com Gisa Garcia, irmã de MC Marcinho

Bastam as primeiras batidas de um funk melody para entender por que esse som nunca sai de cena. Um dos maiores nomes do gênero, Buchecha, se une agora a Gisa Garcia, irmã do eterno MC Marcinho, para lançar o single “Um Love Pra Mim” no dia 17 de dezembro. A parceria aposta em clima de romance e aquela pegada nostálgica dos anos 90.

A faixa marca a estreia oficial de Gisa na carreira solo e nasce carregada de significado. Não como homenagem explícita ao irmão da cantora, mas como continuidade de uma história que ajudou a formar o gênero e a vida de quem cresceu ouvindo refrões como “Glamurosa” e “Princesa”, sucessos eternizados por Marcinho.

A música surgiu de maneira espontânea, dentro do estúdio, durante uma conversa que mudou o rumo da gravação. “Eu cheguei com a ideia de outra canção, mas conversando com a Gisa, ela abriu o coração e falou sobre como estava se sentindo naquele momento. A partir disso, a gente compôs ali na hora. Foi tempo recorde”, conta Buchecha.

A estreia de Gisa

A estreia solo de Gisa acontece em um momento em que o funk já não precisa provar sua relevância, mas ainda enfrenta o desafio de reorganizar suas narrativas internas. Durante a gravação, Gisa também entrou no processo de composição, ampliando seu papel criativo. “O Buchecha me incentivou a não me limitar e a acreditar no meu potencial”, diz a cantora.

O fechamento da música seguiu uma lógica quase artesanal e fluida, como a batida. “A própria música vai mostrando quando está pronta”, resume Buchecha. “Quando chegamos no refrão, ficou claro”, completa Gisa.

“Um Love Pra Mim” chega às plataformas em dezembro, com clipe confirmado e planos de apresentações ao vivo. 

Prefeitura de Niterói anuncia atrações musicais e esquema especial para o Réveillon 2026

Festa na Praia de Icaraí deve receber cerca de 400 mil pessoas e vai ter Ludmilla e Nando Reis

A Prefeitura de Niterói vai celebrar a chegada de 2026 com uma grande festa marcada por shows, queima de fogos em seis pontos da cidade e uma operação integrada de segurança, limpeza e mobilidade. A programação musical na Praia de Icaraí será o destaque da virada, reunindo artistas consagrados e talentos locais, além do tradicional show pirotécnico com fogos de baixo estampido.

“O Réveillon é um dos eventos que mais movimentam a economia da cidade. A festa gera trabalho, fortalece o setor de serviços, impulsiona a rede hoteleira e atrai visitantes que escolhem Niterói pela qualidade da nossa programação e pela segurança. Planejamos cada detalhe para garantir uma celebração bonita, organizada e acolhedora para toda a família, com integração total das equipes municipais e das forças de segurança. Queremos que moradores e turistas vivam uma virada de ano especial, com alegria, tranquilidade e orgulho da nossa cidade”, afirma o prefeito Rodrigo Neves.

A festa na Praia de Icaraí começa às 20h com a apresentação de um DJ e da orquestra do Aprendiz Musical — o maior programa de iniciação musical do Brasil e integrante do Pacto Niterói Contra a Violência.

Às 21h, o cantor Nando Reis sobe ao palco. Em seguida, às 23h, é a vez da escola de samba Unidos do Viradouro animar o público. À meia-noite, o céu será iluminado por 16 minutos de queima de fogos, distribuídos em cinco balsas posicionadas ao longo da orla. Após a virada, o palco recebe o show da cantora Ludmilla, encerrando a noite com uma grande celebração. A expectativa é de que cerca de 400 mil pessoas participem da festa.

Para mitigar impactos em crianças com TEA, idosos, animais e pessoas sensíveis ao barulho, a cidade adotará fogos de baixo estampido. Ao todo, serão seis pontos de queima de fogos: Praia de Icaraí, Praia de Itaipu, Santa Rosa (monumento de Nossa Senhora Auxiliadora), Caramujo (Pesc) e Vila Ipiranga (reservatório).

“O maior Réveillon da história de Niterói é resultado de um planejamento integrado que fortaleceu o calendário de grandes eventos da cidade. Esse ciclo elevou a visibilidade do destino, aumentou o fluxo turístico e gerou impactos positivos em toda a cadeia produtiva. Hoje, Niterói se consolida como referência em inovação, cultura e hospitalidade, e o Réveillon celebra esse momento especial da nossa economia”, afirma André Bento, presidente da Neltur.

Operação integrada – A Prefeitura vai realizar uma grande operação integrada, com barreiras de segurança para acesso ao bairro de Icaraí. Haverá revista para recolhimento de garrafas de vidro e será proibido o uso de caixas de som, garrafas de vidro e churrasqueiras na praia. A ação será feita em conjunto com a Polícia Militar e a Guarda Municipal.

A Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) terá operação reforçada, com 720 garis — sendo 400 profissionais em Icaraí e outros 320 distribuídos pelos demais pontos da cidade.

Dica de passeio: Sans Souci Patisserie é roteiro obrigatório em Campos do Jordão

Com uma arquitetura que mais parece um “castelo mágico”, o Sans Souci Patisserie reúne cafeteria, gelato e livraria; decoração natalina deixou o local ainda mais charmoso

O Sans Souci Patisserie, famoso “castelo” localizado a caminho do Capivari em Campos do Jordão (SP), está mais encantador do que nunca com uma belíssima decoração natalina. O complexo reúne cafeteria, gelato e a livraria “História Sem Fim” – que remete os leitores a um cenário de conto de fadas. Roteiro obrigatório para quem pretende visitar a cidade neste final de ano. 

Segundo a proprietária da livraria, a escritora Sabrina Lira, o fim de ano em Campos do Jordão é um dos períodos mais apreciados por moradores e turistas: “A cidade toda é tomada pelo gostoso clima natalino, desde a decoração a programações musicais e culturais. O Sans Souci acompanha a tradição e se transforma num castelo mágico para receber os visitantes com muito carinho”, ressalta.

O Sans Souci é uma expressão francesa que significa “sem preocupação”. É exatamente esse o espírito do ambiente: percorrer o mundo encantando da livraria, sentar em uma das charmosas mesinhas do premiado Sans Souci Café e Confeitaria (@sanssoucipatisserie) e degustar uma das inúmeras delícias doces e salgadas. A cafeteria carrega o título de melhor café de Campos do Jordão pela revista Veja Comer & Beber (edição Vale & Montanha 2013 e 2014). E, claro, aproveitar para experimentar um dos saborosos gelatos ao lado da cafeteria.

 

LIVROS & HISTÓRIAS – A livraria “História Sem Fim – Livraria de Autora” (@livrariahistoriasemfim) também é um daqueles lugares que a gente entra e não dá mais vontade de sair. Fica localizada anexa à cafeteria, tendo a mesma entrada.

De acordo com a proprietária, dos clássicos às novidades, o local busca atender um pouco de tudo, desde moda até livros em idiomas estrangeiros. “Nossos livros são conhecidos pela beleza de suas capas, além disso também temos seção de papelaria, brinquedos e presentes”, ressalta Sabrina, que é autora de seis livros independentes – todos à venda no local.

Para ela, os livros são sinônimo de superação e amor: começou a escrever seus contos aos 15 anos e não parou mais. “Livro é o melhor presente, sempre. Presentes passam, histórias ficam. Quem dá um livro, dá mundos!.”

Por essas e muitas outras surpresas, o Sans Souci Patisserie se tornou um dos mais charmosos roteiros turísticos de Campos do Jordão!

 

SERVIÇO – O Sans Souci Patisserie está localizado à Avenida Dr. Januário Miraglia, número 3.260, na Vila Jaguaribe, em Campos do Jordão (SP). Funciona das 10h às 18h.

Projeto Práticas Acessíveis no Centro Cultural Cauby Peixoto

Segundo encontro do Projeto Práticas Acessíveis, dia 11 de dezembro, no Centro Cultural Cauby Peixoto, localizado na Alameda São Boaventura, 263, no Fonseca, Niterói.

Na programação: às 10 horas da manhã, oficina “Recursos Sensoriais em Acessibilidade”, com Sueli Mendonça. Às 11 e meia, “Acessibilidade no Audiovisual”, com Graciela Pozzobon. Às 14 horas, a oficina “Teatro Acessível”, com Leonardo Corajo. Às 15 horas e 30 minutos, “Tradução em Libras em Shows e Teatros”, com Thamires Alves Ferreira.

Descrição da imagem: Fundo nas cores laranja e amarelo, com detalhe de dedos que integram a logo do projeto Práticas Acessíveis. No topo, em letras brancas sobre faixa azul claro: segundo encontro. Mais abaixo, também em branco e letras grandes: “Práticas Acessíveis”. Logo abaixo: “11 de dezembro. Edição 2025” e a logo da Tradução em Libras, seguida da programação organizada em tabela, formada por listras brancas e azuis. No rodapé, o endereço da Casa Norival de Freitas e uma faixa branca com as logos do Instituto Teatro Novo (realização), Prefeitura de Niterói, Secretaria Municipal de Cultura e Cultura é um Direito (Patrocínio), Centro Cultural Cauby Peixoto (Apoio) e da Neociclo Cultural (Produção). Fim da audiodescrição.