Artista plástica Fátima Vollú abre a exposição individual ‘AZUL e um pouco mais’, no Ateliê Pluralistas, Fábrica Bhering, entre 07 e 28 de março.

A artista plástica Fátima Vollú abre a exposição individual ‘AZUL e um pouco mais’, no Ateliê Pluralistas, Fábrica Bhering, trazendo temáticas do cotidiano e da natureza, a cor pela cor, abstrações em que a força expressiva se encontra no matiz azul de diversas naturezas e variedades de tons, puro deleite visual.

A semente dessa exposição surgiu em outubro de 2025, quando desenvolveu aquarelas para a exposição coletiva Tempo, no Ateliê Pluralistas. Pensou na conexão tempo e memória, numa abordagem coletiva, formada por fragmentos de memórias de várias pessoas, enviados por mensagem no Instagram. Dessa forma, a composição “Coleção de Memórias” mostra como memórias individuais podem ser universais. As pequenas aquarelas, com semelhança a figurinhas recortadas, foram pintadas com azul, remetendo à cianotipia, um antigo processo fotográfico.

Seguiu na pesquisa da narrativa coletiva, dos azuis e da composição com aquarelas em pequenos formatos, na obra “Cidade Coletiva”, desta vez introduzindo um contraste de cor, em alusão à multiplicidade das percepções de cada pessoa em relação ao espaço que observa.

“O azul sempre atraiu meu olhar, sua presença reflete nos meus tubos de aquarela: Ciano, Índigo, Ultramarino, Cobalto, Prússia, Lápis Lazúli, … Cada um, um mundo, uma percepção. AZUIS. Pensar em azul, não tem como não pensar na porcelana chinesa nos AZULejos portugueses, cuja herança marca uma das identidades visuais da cidade de São Luís do Maranhão, considerada a “Cidade dos Azulejos”, assim como em outras cidades brasileiras. Sensibilizada por essa estética do azulejo, surgem aquarelas em formato quadrado, em azul e branco, trazendo elementos da vegetação brasileira”, explica Fátima Vollú.

O espectador sente-se imerso nessa exposição, que tem o azul como protagonista que, em algumas aquarelas, chama outras cores para harmonizar ou contrastar. Aprecie, curta a experiência de “ver azul” e transforme essa vivência numa experiência única.

A mostra abre no dia 07 de março e pode ser visitada até o dia 28, no 2º andar da Fábrica Bhering, no Ateliê Pluralistas.

Sobre Fátima Vollú

Fátima Vollú é aquarelista e membro do Ateliê Pluralistas, na Fábrica Bhering. Artista plástica; professora titular de Artes Visuais do CAp UFRJ (aposentada); Mestrado em Educação na UERJ; Doutorado em Artes Visuais na UFRJ; participação em exposições coletivas no Brasil e exterior.

Desde 2017, se dedica exclusivamente à pintura de aquarelas, realizando um trabalho de pesquisa da técnica no desenvolvimento
da linguagem expressiva. Professora de aquarela do Curso FaVollú, no Ateliê Pluralistas, busca o desenvolvimento técnico e poético dos alunos, além de estimular o caminho investigativo no processo de pintura.

Serviço

Exposição: AZUL e um pouco mais

Artista: Fátima Vollú

Local: Ateliê Pluralistas

Fábrica Bhering – Rua Orestes, 28 – 2º andar – Santo Cristo – Zona Portuária – RJ

Data: 7 a 28 de março de 2026

Dias e horários: quartas e sextas, das 14h às 18h / sábados, das 10h às 19h

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Censura livre. Entrada franca

Espaço Tápias abre temporada 2026 com remontagem histórica que reafirma seu papel central na dança brasileira

O Espaço Tápias, um dos principais polos de criação, difusão e formação em dança no país, inaugura a temporada 2026 com um gesto artístico de grande densidade simbólica: a remontagem de “Cinco Coreógrafos em um Corpo”, do Grupo Tápias, obra criada em 2006 para a bailarina e coreógrafa Flávia Tápias.

As apresentações acontecem nos dias 14, 15, 28 e 29 de março, na Sala Maria Thereza Tápias, no Rio de Janeiro, marcando não apenas a abertura do calendário artístico, mas uma afirmação contundente sobre memória, maturidade e permanência na dança contemporânea.
Concebido originalmente em duas versões — uma com cinco coreógrafos brasileiros e outra com cinco criadores internacionais — o projeto consolidou-se como um marco na trajetória do Grupo Tápias. A proposta era radical e simples: diferentes olhares coreográficos dialogando com um único corpo, explorando suas singularidades técnicas, expressivas e biográficas.

Vinte anos depois, o retorno do espetáculo não se configura como mera celebração nostálgica. Trata-se de uma releitura crítica, que confronta diretamente temas urgentes como o etarismo na dança e a invisibilização do corpo maduro nos palcos.

“Revisitar esses solos é revisitar quem eu fui e quem eu sou hoje. Existe uma potência no corpo maduro que precisa ser vista e celebrada”, afirma Flávia.

A nova montagem reúne dez solos — cinco nacionais e cinco internacionais — apresentados em composições distintas a cada noite, convidando o público a acompanhar diferentes diálogos estéticos e dramaturgias corporais. Cada apresentação se transforma, assim, em uma curadoria específica, reforçando a vitalidade do repertório.

Diálogos internacionais e identidade brasileira
Entre as obras remontadas estão criações de nomes expressivos da cena contemporânea internacional e nacional:
“Light Piece / Copy That”, de Pol Coussement (Bélgica), investigação sobre luz, imagem e percepção, em que o vídeo deixa de ser suporte e passa a ser matéria coreográfica.
“Living Room”, de Stéphanie Thiersch (Alemanha), que tensiona sonho e confinamento, desejo e limite, em um espaço íntimo e perturbador.
Solo de Rami Levi (Israel), inspirado na fisicalidade animal e na experiência do criador junto a companhias internacionais de ponta.
“On ne se connaît pas encore mais”, de Thomas Lebrun (França), inspirado na figura icônica de Carmen Miranda, explorando as contradições entre exuberância pública e melancolia íntima.
“Rede”, de Giselle Tápias (Brasil), que transforma um símbolo cultural brasileiro em dramaturgia corporal.
“Da Família dos Crocodilos”, de Paulo de Moraes (Brasil), obra de forte densidade dramática que integra o repertório histórico da companhia.
“Semelhante”, de Henrique Rodovalho (Brasil), agora reinterpretado em 2025, tensionando estrutura musical e liberdade do gesto.
O conjunto evidencia a amplitude estética que consolidou o Grupo Tápias como ponte entre o Brasil e a cena europeia, especialmente em circuitos como França, Bélgica e Alemanha.

Transmissão e legado: uma nova geração em cena
A temporada também simboliza passagem e continuidade. Flávia Tápias compartilha o repertório com a bailarina Letícia Xavier, carioca de São Gonçalo, descoberta em audição e integrante da companhia desde o projeto “Café Não é Só uma Xícara”.
Flávia Tápias estará no palco nos dias 14 e 28, e nos dia 15 e 29, Letícia apresentará cinco solos, reafirmando que a remontagem não é apenas memória — é legado em ação. O espetáculo, assim, ganha uma nova camada: o mesmo material coreográfico atravessando corpos de gerações distintas, revelando transformações, permanências e deslocamentos.

Um polo de criação e formação na dança contemporânea
Inaugurado em 30 de abril de 2022, na Avenida Armando Lombardi, o Espaço Tápias nasceu com o propósito de transformar vidas por meio da arte. Sob direção de Giselle Tápias e Flávia Tápias, nomes reconhecios nacionalmente e internacionalmente, o centro cultural consolidou-se como um núcleo de incentivo à criação, à pesquisa e à circulação da dança contemporânea no Brasil.

A estrutura conta com salas destinadas a aulas e ensaios, além da Sala Maria Thereza Tápias, voltada para espetáculos, encontros e apresentações artísticas. O espaço também acolhe artistas e professores independentes, fomentando um ambiente colaborativo de experimentação e intercâmbio.

A Semana de Portas Abertas representa não apenas uma oportunidade de conhecer cursos, mas de entrar em contato com um ecossistema artístico que articula formação, produção e difusão cultural.

Serviço:
Cinco Coreógrafos em um Corpo
Dias 14, 15, 28 e 29 de março de 2026
Horário: 19h
Local: Sala Maria Thereza Tápias – Espaço Tápias – Rio de Janeiro
Endereço: Av. Armando Lombardi, 175 – 2º andar, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Ingressos: R$40 inteira e R$20 meia através da plataforma Sympla
Classificação: Livre

Ministério da Cultura e Petrobras, patrocinadora oficial do Teatro Sonora, apresentam

O Teatro Sonora, em Conservatória, terá atrações em parceria com o Grupo de Câmara da Orquestra Petrobras Sinfônica neste primeiro final de semana de março. Na sexta-feira (6), às 21h, a cantora Juliana Maia e o Grupo de Câmara da Petrobras Sinfônica farão uma apresentação que une força vocal, refinamento instrumental e a tradição da seresta. Os ingressos estão à venda no Sympla, a partir de R$ 40. No sábado (7) pela manhã, será a vez de três masterclass (oficinas) para alunos e professores de música da região com músicos da Orquestra Petrobras Sinfônica.

“O Teatro Sonora tem sido um espaço de referência para a cultura no Vale do Café nos últimos 15 anos. O patrocínio da Petrobras tem sido importante para expandir a programação, com novos convidados e também oficinas e masterclass gratuitas para os músicos da região. Será uma satisfação receber a Orquestra Petrobras Sinfônica em nosso teatro, fazendo uma apresentação histórica para Conservatória”, disse a multiartista e fundadora do Teatro Sonora, Juliana Maia.

Tradição musical no final de semana

O concerto Juliana Maia e Grupo de Câmara da Orquestra Petrobras Sinfônica celebra a música brasileira em novos contornos, com arranjos elaborados especialmente para essa formação e interpretações que transitam entre delicadeza e intensidade. Um diálogo artístico que evidencia a versatilidade da Petrobras Sinfônica e a expressividade de Juliana Maia, valorizando a tradição musical do Vale do Café.

A apresentação terá clássicos da MPB como Cavalgada, de Erasmo Carlos e Roberto Carlos, e Carinho, de Pixinguinha e João de Barros, além de músicas autorais de Juliana Maia, como Descobri, Conservatória e Trem da alegria.

No sábado, serão três masterclass gratuitas com músicos da Orquestra. As masterclass contarão com 10 vagas abertas ao público externo em cada turma, mediante inscrição. O dia começa às 9h, com um bate-papo e apresentação sobre a orquestra com o professor Carlos Mendes. Na sequência, às 9h30, acontecem as oficinas com Ricardo Amado (violino), Cristiano Alves (clarinete) e Vinicius Lugon (trompete).

As atrações fazem parte do “Festival Teatro Sonora 15 Anos”, que tem previsão de mais de 60 ações até outubro, entre elas 40 apresentações musicais e 19 atividades de artes cênicas. O evento tem patrocínio da Petrobras e Ministério da Cultura e ressalta o aniversário de 15 anos do equipamento cultural de Conservatória, Valença, que se tornou uma referência no Vale do Café.

Serviço

Juliana Maia e o Grupo de Câmara da Petrobras Sinfônica
Sexta-feira, 6 de março – 21h
Ingressos – www.sympla.com.br
R$ 40 (promocional Petrobras), R$ 100 (inteira), R$ 50 (meia-entrada), R$ 48 (promocional + 1kg de alimento não perecível) e social (gratuito) para professores e alunos da rede pública
Classificação – 10 anos
Teatro Sonora – Rua Dr. Luiz de Almeida Pinto, 46, Conservatória – Valença, RJ

Masterclass com músicos da Orquestra Petrobras Sinfônica
Sábado, 7 de março
Atividade gratuita para alunos e músicos
Inscrições para público externo: 10 vagas por masterclass, mediante formulário online
09h – Bate-papo / apresentação sobre orquestra – professor Carlos Mendes
9h30 – masterclass Violino – professor Ricardo Amado – Clarinete – professor Cristiano Alves / Trompete: professor Vinicius Lugon
Centro Cultural Juliana Maia – Rua Dr. Luiz de Almeida Pinto, 87 – Conservatória – Valença
Informações sobre inscrição: Tel: (24) 99234-1567

Regência como Arte com o maestro Ricardo Rocha na Escola de Música Villa-Lobos

Um dos maiores nomes da cena contemporânea da música de concerto no Brasil, com 40 anos de trajetória nacional e internacional, o maestro Ricardo Rocha, fundador e diretor musical da Cia. Bachiana Brasileira, vai ministrar o Curso Regência como Arte, na Escola de Música Villa-Lobos, no Rio de Janeiro. Serão sete encontros nos meses de março (14,21 e 28) e abril (4,11,18 e 25), sempre aos sábados, das 10h às 14h30. Podem participar alunos ativos em regência e ouvintes. Informações e Inscrições: (21)3556-8404 ou através do site https://www.emvilla-lobos.com/regencia

O trabalho de um maestro vai muito além da sua capacidade e preparo para a análise de partituras de porte sinfônico — sejam elas de orquestra, coro ou banda — ou mesmo do necessário domínio da técnica gestual para a condução e interpretação de um texto musical. Esse é o papel do diretor musical. No entanto, como o seu instrumento não responde ao toque direto dos dedos sobre teclas, à pressão dos arcos sobre as cordas, ao sopro das madeiras e metais ou aos golpes na percussão, o que entra em jogo é a busca pela resposta sonora conjunta de músicos diversos e singulares do ponto de vista etário, social, sexual, religioso, técnico e filosófico.

Este é o diferencial na formação de Ricardo Rocha: a demanda por uma habilidade específica de liderança. Ela exige não só maturidade no conhecimento da natureza humana, como também a empatia necessária para que seja aberto o “santuário do espírito” de cada músico. Ao fazê-lo, o instrumentista entrega ao maestro, em confiança, não apenas o som do instrumento que toca, mas a sonoridade própria de sua alma — aquele som individual cultivado desde os primórdios de sua formação.

“Essa é a razão pela qual cada maestro extrai um som diferente diante de um mesmo conjunto e com uma mesma partitura: o grupo reflete, sinergicamente, o amálgama resultante dos sons de cada indivíduo. Este é o mistério da Regência. Ela não se resume à maneira como o regente pontua o discurso musical (como um ator lendo um texto), mas ao fato de que o timbre do conjunto muda conforme o maestro, ganhando uma personalidade sonora que é a própria voz do regente. É um processo rigorosamente empático e espiritual, que não se pode aprender em livros ou produzir mecanicamente. Aqui se discerne a diferença sutil entre o maestro, que orienta e conduz, e o regente, que aponta a direção e a induz. São qualidades distintas que precisam caminhar juntas” – ressalta Ricardo Rocha.

Assim, este curso de introdução à Regência Coro-Orquestral é inédito. Ele não se reduz às questões de uma técnica gestual eficiente ou à análise de padrões musicais; antes, ele também se compromete a abordar as questões subliminares e sutis entre a condução e a indução.
Esta é a “caixa de surpresas” a ser revelada por essa Escola de Regência aos que tiverem interesse em conhecê-la. O curso é aberto a jovens iniciantes, profissionais e professores de regência, sem restrição de idade.

Sobre o maestro Ricardo Rocha
https://ricardo-rocha.mozellosite.com
Matérias e atividades contempladas:
Fundamentos de Regência e Técnica gestual
Análise estrutural das obras
Regência com piano
Aspectos teóricos em geral, em especial sobre liderança
Ensaios realizados com alunos ativos e assistência de ouvintes

Aulas teóricas e regência com piano
Aspectos teóricos:
– Dados sobre o compositor, a obra e o estilo de época;

Análise estrutural
– Abordagem da partitura do todo para a parte
– Identificação de padrões: temas, motivos principais, seções
– Identificação e nomeação de cada evento
– Mapeamento: criação gráfica, em papel, das seções e subseções da obra para a configuração da sua arquitetura

Regência: – Técnica gestual
– Análise de soluções de Regência para os principais trechos
– Regência com piano
– Batuta: ferramenta de clareza e direção; técnica de uso

Obras para as oficinas: Um painel didático
Regência orquestral binária
1 – Beethoven, Sinfonia No.1 in C major, Op.21 – Primeiro movimento

Regência coro-orquestral temária
2 – Bach, Coral da Cantata BWV 147, “Jesus, alegria dos Homens”

Regência orquestral quaternária (binária composta)

3- Villa-Lobos, Prelúdio da Bachianas Brasileiras n.4
4 – Sibelius, Poema Sinfônico para orquestra, opus 26

Regência coro-orquestral quaternária (binária composta)

5- Mendelssohn, Oratório ‘Elias’, coro 29

Regência orquestral em 6/8 (binária composta)

6- Schubert, Sinfonia No. 5 in Si b maior, D 485 – Segundo movimento
Obs.: Todas essas obras poderão ser baixadas gratuitamente do site IMSLP, até por serem partes ou movimentos de um volume maior. No entanto, os interessados em colocarem o “Finlândia” em seu repertório, única obra completa de nosso programa, sugerimos que adquiram a partitura impressa da Editora Breitkopf & Härtel, que é que usaremos (pode ser outra!). A livraria MUSIMED, de Brasília, deve tê-la. Entretanto, a mesma poderá ser de outra editora.

Matérias e atividades contempladas:
Fundamentos de Regência e Técnica gestual
Análise estrutural das obras
Regência com piano
Aspectos teóricos em geral, em especial sobre liderança
Ensaios realizados com alunos ativos e assistência de ouvintes

– Taxa de inscrição: R$ 100,00 – Categorias:
. Ouvintes: + 2 de R$ 100, (total R$ 300)
. Ativos, até 12: + 2 de R$ 250 (total R$600)
. Vagas como contrapartida para a EMVL: 2

– Certificados:
. Todos os participantes do curso A Regência como Arte, uma oficina de Iniciação à Regência Coro-Orquestral em 7 aulas com um mínimo de 75% de presença, terão direito ao Certificado de sua participação no curso.

. O certificado tem validade como curso de extensão universitária, distingue a categoria do participante (ativo/ ouvinte), descreve as obras trabalhadas e registra a carga horária, as datas e o local do evento, sendo assinados pelo Maestro, devidamente qualificado no impresso.

Serviço:
Regência como Arte – Curso em 7 aulas com o maestro Ricardo Rocha
Inscrições abertas
Local: Escola de Música Villa-Lobos
Endereço: Rua Ramalho Ortigão,nº 9 – Centro, Rio de Janeiro
Informações e Inscrições:(21)3556-8404 ou através do site https://www.emvilla-lobos.com/regencia

Realização: Escola de Música Villa-Lobos | FUNARJ | Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro
Apoio: Leia Brasil – Organização Não Governamental De Promoção Da Leitura

Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta a Temporada 2026

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos mais importantes equipamentos culturais do país e ponto de encontro dos amantes da ópera, do balé e da música de concerto, traz em 2026, uma programação que equilibra grandes títulos do repertório clássico e produções contemporâneas, ao mesmo tempo em que dialoga com novos públicos e linguagens. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, a temporada inicia em março e termina no fim de dezembro com os corpos artísticos estáveis da casa — Orquestra Sinfônica, Coro e Ballet — que garantem alto nível artístico aos espetáculos. São 6 óperas, 4 balés e 3 concertos. Além da programação intensa no palco principal, outros projetos do Municipal oferecem mais opções ao público como o Ópera do Meio-Dia, o Boulevard de Portas Abertas, o Música no Assyrio, entre outros.

Mais do que um monumento histórico e arquitetônico, o Theatro é um espaço vivo, de encontros, emoções e descobertas. Com o apoio da Associação de Amigos do Theatro Municipal, a programação plural reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a formação de plateias, consolidando a Fundação como referência cultural do Rio de Janeiro e do Brasil.

“É com grande orgulho que abrirmos o Theatro para a Temporada 2026. Com o patrocínio oficial da Petrobras, nosso palco receberá concertos, ballets e óperas realizados por nossos artistas em conjunto com as equipes operacionais e administrativa. O Ballet, o Coro, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro trazem sempre o que há de melhor para nosso público. Não fique de fora, esperamos você!”, afirma Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

“Desenhar uma quinta Temporada Artística Oficial consecutiva no maior palco lírico do Brasil é uma honra e alegria imensas! Traremos programas de alta qualidade protagonizados pelos Corpos Artísticos da casa – Coro, Ballet e Orquestra – com grandes artistas convidados. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro segue produzindo, revelando artistas, formando profissionais em diversas áreas do nosso setor, valorizando sua vocação, que são o Ballet, a Ópera e a Música de Concerto”, ressalta Eric Herrero, Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

“Nesta temporada em que celebraremos os 270 anos de Mozart, o Theatro Municipal contará com umas das obras mais emblemáticas do seu repertório. A Grande Missa em Dó menor inspira profundidade e espiritualidade e representa um dos momentos mais marcantes do maior prodígio de todos os tempos. Viva Mozart e viva o nosso Theatro Municipal!”, celebra o maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, Felipe Prazeres.

Março

A temporada 2026 será oficialmente aberta no dia 13 de março, às 19h, com a Grande Missa em Dó Menor- K427, de Wolfgang Amadeus Mozart. A obra será interpretada pelo Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM), sob a regência do maestro titular, Felipe Prazeres, em homenagem aos 270 anos de nascimento do compositor austríaco.

Como tradição, a OSTM fará também um Concerto Didático, nos dias 21 e 22, às 16h, para mostrar ao público como funciona uma Orquestra. No repertório, Villa-Lobos, Vivaldi, Bach, Mozart, Beethoven, Rossini, Tchaikovsky e Oscar Lorenzo Fernández. Com texto de Eric Herrero, direção cênica de Daniel Salgado e regência de Anderson Alves, o Concerto Didático contará ainda com a participação especial da bailarina Liana Vasconcelos e do palhaço Marshmallow, interpretado por Ludoviko Vianna, ampliando o diálogo com públicos de todas as idades.

Abril

Após o grande sucesso em 2025, com sessões esgotadas, Carmina Burana, de Carl Orff, retorna ao palco do Theatro Municipal. A montagem, apresentada em formato de ópera-balé e marcada por estéticas contrastantes, aposta em uma leitura cênica contemporânea da obra. Com concepção e direção cênica de Bruno Fernandes e Mateus Dutra, o espetáculo terá direção musical e regência de Victor Hugo Toro. As apresentações acontecem nos dias 8, 9, 10 e 11, às 19h, e no dia 12, às 17h.

Maio

Um dos grandes balés do século XVIII retorna ao palco do TMRJ: La Fille Mal Gardée, com música de Ferdinand Hérold. Com Ballet e Orquestra Sinfônica da casa. A versão original foi apresentada em julho de 1789, no Grand Théâtre de Bordeaux, na França. Entre os coreógrafos que recriaram esse balé, um deles foi Marius Petipa, em 1885, quando apresentou sua versão em São Petesburgo, na Rússia. Surgiram outras produções através do século XX e, em 2024, o espetáculo com concepção e coreografia do uruguaio Ricardo Alfonso, encenado pelo Ballet Nacional Sodre, de Montevidéu, foi apresentado com o Ballet e Orquestra Sinfônica do Municipal com grande repercussão. Agora, a produção retorna à programação, novamente com concepção e coreografia de Ricardo Alfonso. A regência será de Jésus Figueiredo. As apresentações acontecem nos dias 14, 15, 16, 20, 21, 22 e 23, às 19h, e nos dias 17 e 24, às 17h.

Junho

O projeto Música Brasileira em Foco celebra três importantes compositores da música de concerto nacional. A programação homenageia Francisco Mignone, pelos 40 anos de seu falecimento, com a obra Festa nas Igrejas; Radamés Gnattali, pelos 120 anos de nascimento, com a apresentação da Brasiliana nº 1; e César Guerra-Peixe, representado pelo Concertino para Violino e Orquestra.

O concerto será interpretado pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com destaque para o violinista Ricardo Amado. A regência ficará a cargo do maestro titular, Felipe Prazeres. Única apresentação, no dia 17, às 19h.

Julho

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro celebra 117 anos com uma programação especial, que reafirma sua vocação lírica. O grande destaque é a ópera Salvator Rosa, de Antônio Carlos Gomes, em homenagem aos 190 anos de nascimento e aos 130 anos de morte do compositor. A obra retorna ao palco da casa após oito décadas sem ser apresentada.

A estreia acontece no dia 14 de julho, data do aniversário do Theatro, com o Coro e a OSTM. A montagem terá concepção e direção cênica de Julianna Santos, coreografia de Hélio Bejani, direção de movimento de Márcia Jaqueline e direção musical e regência de Luiz Fernando Malheiro. As récitas acontecem ainda nos dias 15,16,17 e 18, às 19h.

Agosto

O Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz um dos títulos mais vibrantes do repertório clássico: Don Quixote. Inspirado no romance de Miguel de Cervantes, o balé tem música de Ludwig Minkus, libreto e coreografia de Marius Petipa, com remontagem e adaptação de Jorge Teixeira. A regência será de Tobias Volkmann e a direção geral de Hélio Bejani. Ao todo, a temporada contará com dez récitas. As apresentações serão nos dias 20 (estreia), 21,22,26,27,28 e 29, às 19h. Dias 23 e 30, às 17h. E dia 25, às 14h, será a vez do Projeto Escola Arte Educação Petrobras.

Don Quixote teve sua estreia no palco do Teatro Bolshoi, em Moscou, no ano de 1869, com música do compositor austríaco Ludwig Minkus. Desde a sua primeira apresentação, o balé virou um grande sucesso. Com sua melodia brilhante e sabor espanhol, Don Quixote conquistou as plateias do mundo todo, tornando-se o carro-chefe do repertório de muitas companhias internacionais. A obra levou diversos bailarinos ao estrelato, com inesquecíveis e memoráveis interpretações.

Setembro

O Festival Oficina da Ópera chega à sua quarta edição consecutiva reafirmando a vocação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro como espaço de formação, experimentação e renovação artística. A proposta é clara: abrir oportunidades para jovens talentos e estimular a criação de novas equipes criativas no setor operístico do Rio de Janeiro, incluindo diretores cênicos em ascensão. Neste ano, haverá dois mentores: Pablo Maritano e Desirée Bastos. A programação reúne três títulos que ocupam diferentes espaços do Theatro ao longo do mês.

No palco principal, o destaque será Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni, nos dias 11 e 12, às 19h, e 13, às 17h. A montagem contará com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. A concepção e direção cênica são de Daniel Salgado, com direção musical e regência de Natalia Salinas.

O Salão Assyrio recebe dois títulos. O primeiro será Cenas da Coroação de Poppea, de Cláudio Monteverdi, nos dias 16 e 17, às 19h, com Ensemble OSTM e solistas. A concepção e direção cênica são de Ana Vanessa e a direção musical e regência ficam a cargo de Jésus Figueiredo.

Encerrando o festival, Il Campanello, de Gaetano Donizetti, também será apresentada no Salão Assyrio, com Ensemble OSTM e solistas. A concepção e direção cênica são de Pedro Rothe e a direção musical e regência de Felipe Prazeres. As apresentações acontecem nos dias 18, às 14h; 19, às 16h; e 20, às 11h.

Com repertório que atravessa séculos — do barroco ao verismo italiano — o Festival Oficina da Ópera consolida-se como uma plataforma de formação prática e visibilidade para a nova geração da ópera brasileira.

Outubro

Morador há mais de 20 anos da Europa, o bailarino e coreógrafo carioca Reginaldo Oliveira — que dirige o balé do Salzburger Landestheater, na Áustria — volta ao Municipal para montar Romeo e Julieta, de Serguei Prokofiev. No ano passado, sua criação contemporânea, Frida — um balé em homenagem à pintora mexicana Frida Kahlo, teve todas as sessões esgotadas — marcando sua estreia na América Latina e sendo recebida com entusiasmo pela plateia do Rio.

O coreógrafo carioca é reconhecido por trabalhos narrativos de forte carga emocional e por explorar figuras históricas e mitológicas em suas criações — como fez com Anne Frank e Medeia. Ele já criou versões de Romeo e Julieta em seu repertório internacional, incluindo trabalhos apresentados em Salzburgo e online durante a pandemia.

A remontagem e coreografia de Reginaldo Oliveira será apresentada pelo Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, com regência de Tobias Volkmann e direção geral de Hélio Bejani. Dias 7, 8, 9,10, às 19h e 11, às 17h.

Novembro

Turandot, de Giacomo Puccini, chega ao Rio de Janeiro a partir do dia 13 de novembro, em montagem com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É uma homenagem ao centenário da ópera de Puccini. A obra com direção cênica de André Heller-Lopes foi apresentada em 2018, no Theatro Municipal de São Paulo. É um drama ambientado em uma Pequim lendária e atemporal, onde amor e morte caminham lado a lado. O título estreou em 1926, no Teatro alla Scala, já após a morte do compositor, com final completado por Franco Alfano.
O espetáculo será montado com os artistas da casa carioca e terá solistas convidados como a soprano Eiko Senda. Haverá sete récitas, nos dias 13,14,19,20 e 21, às 19h; 22, às 17h e 17, às 14h, pelo Projeto Escola Arte Educação Petrobras.

Dezembro

Para encerrar o ano, mais uma vez, o tradicional balé O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, com o Ballet, Coro Feminino e Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A regência será do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres.

Em todas as récitas da Temporada 2026 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, antes de cada espetáculo, haverá uma palestra gratuita sobre a obra e suas curiosidades com a presença de um intérprete de libras. Durante o ano, a Petrobras também patrocina diversas atividades como masterclasses gratuitas e a área educativa com visitas guiadas, visitas temáticas e oficinas de desenho.

A programação completa estará no site (theatromunicipal.rj.gov.br) e nas plataformas digitais, à medida em que as produções forem realizadas.
Os ingressos para o Concerto de Abertura oficial da temporada começam a ser vendidos no dia 26 de fevereiro. No dia 5 de março, será a vez do Concerto Didático. Já no dia 16 de março, será liberado o primeiro lote de ingressos para os espetáculos que serão realizados até julho, mês de aniversário do Theatro.

Patrocinador Oficial Petrobras

Onde tem Patrocínio, tem Governo do Brasil.

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso, Fever

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Lei de Incentivo à Cultura

Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro

Laboratório de preservação audiovisual da UFF resgata as primeiras obras do cineasta Guilherme de Almeida Prado

O projeto restaurou seis longa-metragens do artista, da década de 1970, e os disponibiliza gratuitamente para o público

O Laboratório Universitário de Preservação Audiovisual da Universidade Federal Fluminense (Lupa-UFF) acaba de disponibilizar, para exibição gratuita, quatro filmes do cineasta Guilherme de Almeida Prado. Após um longo trabalho de digitalização e restauração, as películas estão disponíveis no site do projeto dos filmes Super 8 do artista.

 

O projeto tem como objetivo capturar os primeiros passos do cineasta paulista, ainda na década de 1970, que posteriormente dirigiu mais de uma dezena de longas-metragens. A iniciativa contou com a participação ativa de Guilherme, que preservou os rolos de filmes Super 8, formato cinematográfico desenvolvido nos anos 1960 como um aperfeiçoamento do antigo formato 8 mm, em sua coleção pessoal. Conduzidos para o Lupa pelo pesquisador Fábio Vellozo, todos os rolos foram inspecionados, higienizados e digitalizados em 2K de resolução. O site ainda traz uma série de textos inéditos que contextualizam a produção do cineasta.

 

O acervo é composto pelos filmes “Monótonus” (1972-1973), “Sistema de lazer” (1974), “Varal” (1974) e “São Paulo pode parar?” (1974). Além destes, em breve, mais duas obras estarão disponíveis:  “Mentes em fuga para um paraíso” (1973) e “Exercício de espera” (1976), que também passaram por um processo de restauração digital, mas só poderão ser acessadas no site após exibição em festivais. Os últimos foram resgatados de danos físicos, encolhimento e descoramento.

 

O trabalho do Lupa permite que o público assista a estas obras raras — muitas delas cópias únicas — com uma qualidade fiel à sua concepção original, revelando as primeiras experimentações estéticas do diretor.

 

Para abordar com mais profundidade o projeto e o trabalho do laboratório, o professor Rafael de Luna Freire, do Departamento de Cinema e Vídeo da UFF, está disponível para conceder entrevistas.

 

Sobre o Lupa 

O Lupa é um laboratório multiusuário, vinculado ao Departamento de Cinema e Vídeo da UFF. Um dos seus objetivos principais é atuar como um arquivo dedicado à preservação da produção e a cultura audiovisual amadora do estado do Rio de Janeiro. Assim, possui um vasto acervo de obras realizadas desde os anos 1920, que incluem filmes familiares, universitários, institucionais, documentários, publicitários, entre outros.

Grandes mestres em Washington, DC: um encontro com Da Vinci, Van Gogh, Matisse e Chagall na capital americana

Cidade reúne obras-primas que atravessam séculos e estilos, oferecendo aos visitantes uma das experiências artísticas mais completas dos Estados Unidos

Washington, DC é uma cidade onde a arte respira em cada esquina. Por trás de sua aura política, a capital americana revela uma cena cultural vibrante e sofisticada, com museus que abrigam verdadeiros tesouros da humanidade. Entre eles, obras de nomes que dispensam apresentação: Van Gogh, Da Vinci, Matisse e Chagall, todos reunidos em um só destino.

Entre tantas preciosidades, há uma que se destaca por sua raridade e história: a “Ginevra de’ Benci”, de Leonardo da Vinci, a única pintura do artista exibida permanentemente nos Estados Unidos. Criada por volta de 1474, a obra retrata uma jovem da nobreza florentina e é considerada um marco do retrato renascentista, um exemplo do domínio técnico e da sensibilidade de Da Vinci antes mesmo da célebre Mona Lisa, pintada quase trinta anos depois, em 1503. Exposta na National Gallery of Art, a “Ginevra de’ Benci” atrai visitantes do mundo todo, que buscam ver de perto o olhar enigmático e a perfeição quase científica do traço do gênio italiano.

Mas o fascínio de Washington, DC vai muito além de Da Vinci. No mesmo museu, cada corredor parece abrir uma janela para uma era diferente da história da arte. Há a intensidade luminosa de Van Gogh, que transforma paisagens simples em tempestades de cor e emoção — um diálogo entre luz e solidão que ainda hoje provoca o olhar. Há a ousadia de Matisse, com suas formas fluidas e cores vibrantes que rompem convenções e celebram a liberdade do gesto criativo. E há a delicadeza poética de Chagall, onde o sonho se mistura à memória, e figuras flutuam sobre vilas e céus azulados como se desafiassem as leis da gravidade.

Nas salas vizinhas, o visitante encontra o refinamento impressionista de Monet, com suas pinceladas que capturam o instante fugaz da luz; o equilíbrio entre razão e sensibilidade de Cézanne, precursor do cubismo e da modernidade pictórica; e a elegância íntima de Degas, que transforma o cotidiano — bailarinas, cavalos, cafés — em movimento e harmonia.

Já o universo moderno ganha força nas pinceladas gestuais de Jackson Pollock, cuja obra “Number 1, 1950 (Lavender Mist)” é um marco do expressionismo abstrato, uma explosão de energia e emoção pura. E nas telas de Mark Rothko, grandes campos de cor parecem convidar ao silêncio e à contemplação, transformando a experiência estética em algo quase espiritual.

Cada galeria é uma travessia entre tempos e estilos. Juntas, elas constroem uma narrativa visual que revela como o olhar humano evoluiu da busca pela perfeição renascentista ao encantamento pela imperfeição moderna. Em DC, contemplar essas obras não é apenas revisitar a história da arte, mas reaprender a ver.

A cidade abriga ainda outros espaços imperdíveis, como o Smithsonian American Art Museum, dedicado à diversidade da arte norte-americana, e o Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, referência mundial em arte moderna e contemporânea. Juntos, eles formam um circuito artístico que vai do Renascimento à vanguarda digital — e o melhor: a maior parte com entrada gratuita.

Explorar os museus de DC é como percorrer um roteiro pelas grandes escolas da arte mundial, mas com a leveza e o acesso que tornam a cidade única. É possível começar o dia diante de um Da Vinci, atravessar um corredor com Van Gogh e terminar imerso em uma instalação multimídia que questiona o futuro da criação humana.

Em Washington, DC, a arte não está distante, ela está viva, acessível e em constante transformação.

Sobre Destination DC

A Destination DC é a organização oficial de marketing de destinos de Washington, DC. Entidade privada, sem fins lucrativos e baseada em associados, a DDC promove a capital dos Estados Unidos como um destino global de destaque para convenções, turismo e eventos especiais. Para saber mais, acesse washington.org.

Sobre a Imaginadora!

Liderada por Marjori Schroeder e Anna Donato, a Imaginadora! é uma agência de marketing para turismo, relações públicas e eventos com ampla experiência na promoção de destinos e marcas. Com 18 anos de atuação, a empresa desenvolve estratégias para governos, empresas e organizações do setor, fortalecendo a presença de destinos turísticos por meio de storytelling, parcerias e ações direcionadas. Para saber mais, acesse imaginadora.com.br e nosso perfil no Instagram @imaginadora_brasil.

Prefeito Rodrigo Neves vistoria obras de reforma do Cinema Icaraí

Espaço cultural, tombado pelo Inepac, tem previsão de entrega para o segundo semestre de 2026

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, realizou na manhã desta segunda-feira (23) uma nova vistoria às obras de reforma do antigo Cinema Icaraí, que dará lugar ao Cine Concerto Sérgio Mendes, na Praia de Icaraí. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), o equipamento cultural contará com capacidade para 480 pessoas, distribuídas em um salão de concertos, duas salas de cinema, piano bar, restaurante e um mirante com vista para a orla. A entrega está prevista para o segundo semestre deste ano.

“É muito importante estarmos aqui para acelerar cada vez mais o cronograma. O palco já está praticamente pronto e a Orquestra vai sair debaixo dele para apresentar suas maravilhas. Teremos um grande salão de concertos e também salas de cinema. Lá em cima, vamos ter restaurante, piano bar e espaços voltados para a sétima arte. O Cinema Icaraí vai ficar lindo”, destacou o prefeito.

Durante a visita, Rodrigo Neves também confirmou o início das obras de revitalização da Praça Getúlio Vargas, que terão início na próxima semana.

A secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECEC-RJ), Danielle Barros, acompanhou a vistoria e celebrou o avanço das obras. “Em breve, teremos uma fila de pessoas querendo reviver momentos icônicos aqui dentro, trazendo seus filhos e familiares. É um espaço que respira história e que agora também respirará inovação”, afirmou.

Também estiveram presentes o diretor-geral do Inepac, Kiko Brando; o secretário municipal de Economia Criativa e Ações Estratégicas, André Diniz; a subsecretária municipal das Culturas, Julia Pacheco; o administrador regional de Icaraí, Raphael Costa; e o vereador Leonardo Giordano.

Com investimento de R$ 45,7 milhões, as intervenções no antigo Cinema Icaraí seguem em ritmo acelerado. Na parte externa, as equipes finalizam o emboço da fachada, que passará por restauração completa. No salão de concertos — onde funcionava a antiga sala de exibição — a limpeza já foi concluída e o palco, concretado, está em fase de ampliação.

Nos pavimentos superiores, todas as paredes dos antigos apartamentos foram demolidas. Já teve início a instalação dos sistemas hidráulicos e o emboço dos novos ambientes. No topo do edifício, serão construídas duas salas de cinema e um espaço de apoio à orquestra.

As equipes também se preparam para instalar as estruturas metálicas que sustentarão as novas lajes, desde a fundação até o topo. O reforço estrutural do imóvel já foi concluído.

Em relação à acessibilidade, as bases para a instalação das escadas rolantes estão prontas, e os espaços que receberão os elevadores seguem em obra.

Foto: Evelen Gouvêa

Paulo Amorim apresenta a exposição ‘O Pardal no Peito’, na Galeria Dobra/ArtNova, na Fábrica Bhering

A Galeria Dobra/ArtNova apresenta a exposição ‘O Pardal no Peito’, de Paulo Amorim, com pinturas cujo traço e imagens são próprios do artista, com abertura em 21 de fevereiro. A mostra pode ser visitada na Fábrica Bhering, 2º andar, com entrada franca, até 07 de março, dia do Circuito Interno Bhering.

Nasceu em Lisboa em 1978. A partir dos nove anos de idade produz histórias em quadrinhos. Além de premiado em Portugal, publicou em 2001 a HQ ”Todos os passos serão como o começo dos passos”. Frequentou o curso de Bacharelado em Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, onde não chegou a pegar num pincel. Enveredou em 1998 pelo estudo da Matemática, tendo se Doutorado pela Universidade de Paris 6 em 2008. Dois dos seus poemas foram selecionados para o Anuário de Poesia de Autores Não Publicados – 2015, da Editora Assírio e Alvim (Portugal). É professor universitário e pesquisador em Matemática no Rio de Janeiro, onde reside desde 2013.

Instagram: https://www.instagram.com/paintings.yeah?igsh=MWozbzUwZmVjajBoYw==

Serviço

Exposição: O Pardal no Peito

Artista: Paulo Amorim

Curadoria: Bruno Castaing

Abertura: 21 de fevereiro de 2026

Visitação: até 07 de março (Circuito Interno Bhering de março)

Quinta e sexta, das 12h às 17h e sábados, das 10h às 18h

Local: Galeria Dobra/ArtNova

Rua Orestes, 28 – 2º andar – Santo Cristo – RJ

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Entrada franca

Acessibilidade

Espaço Tápias de portas abertas para semana especial com aulas gratuitas na Barra da Tijuca

Entre os dias 23 e 27 de fevereiro de 2026, um dos principais endereços no Rio de Janeiro dedicado à dança e artes em geral, o Espaço Tápias realiza a Semana de Portas Abertas, iniciativa que oferece aulas gratuitas ao público interessado em conhecer de perto os cursos anuais e o coletivo artístico, para ocupar o espaço ao longo do ano. A ação acontece na sede da instituição, na Barra da Tijuca, e integra sua política permanente de democratização do acesso à arte e à formação em dança.

Durante cinco dias, artistas e professores apresentam suas metodologias em aulas abertas, proporcionando uma imersão nas diferentes linguagens e práticas desenvolvidas no espaço — com ênfase na dança contemporânea e em seus múltiplos desdobramentos. A proposta é permitir que novos alunos experimentem a vivência artística antes de ingressar nas turmas regulares.

Com vagas limitadas, a programação deve ser consultada previamente via WhatsApp (21 97279-9684). Além das aulas gratuitas, o Espaço Tápias oferece a possibilidade de bolsas de até 100%, de acordo com o perfil do candidato e a disponibilidade de cada turma — reforçando o compromisso da instituição com inclusão e formação de novos talentos.

Um polo de criação e formação na dança contemporânea

Inaugurado em 30 de abril de 2022, na Avenida Armando Lombardi, o Espaço Tápias nasceu com o propósito de transformar vidas por meio da arte. Sob direção de Giselle Tápias e Flávia Tápias, nomes reconhecidos nacionalmente e internacionalmente, o centro cultural consolidou-se como um núcleo de incentivo à criação, à pesquisa e à circulação da dança contemporânea no Brasil.

A estrutura conta com salas destinadas a aulas e ensaios, além da Sala Maria Thereza Tápias, voltada para espetáculos, encontros e apresentações artísticas. O espaço também acolhe artistas e professores independentes, fomentando um ambiente colaborativo de experimentação e intercâmbio.

A Semana de Portas Abertas representa não apenas uma oportunidade de conhecer cursos, mas de entrar em contato com um ecossistema artístico que articula formação, produção e difusão cultural.

Serviço
Semana de Portas Abertas – Espaço Tápias
📅 23 a 27 de fevereiro de 2026
📍 Av. Armando Lombardi, 175 – 2º andar – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
📞 Informações e inscrições: (21) 97279-9684 – WhatsApp

A iniciativa conta com patrocínio do Instituto Cultural Vale e da ENGIE, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal.